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Ativista do MPL é preso em Joinville
Por CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS 10/09/2008 às 01:26

O ativista do Movimento Passe Livre, Kleber Tobler, 25 anos, foi preso no dia 7 de setembro por volta das 10 da manhã, durante o desfile oficial do dia da independência em Joinville. Sob a acusação de "desacato a autoridade", o estudante foi levado pelos policiais por estar fantasiado para uma encenação que ocorreria durante o desfile. Junto a outras organizações sociais, participando do Grito dos Excluídos, o Movimento Passe Livre pretendia reforçar o debate sobre a revisão da lei da anistia. Kleber estava usando uma máscara de demônio e usava uma farda de militar. Outros militantes do movimento tentaram, sem êxito, impedir sua prisão. Eles também foram quase atropelados ao tentar impedir que o carro da Policia Militar levasse o militante. O estudante foi liberado às 11h30, e responderá processo por desacato.

O Movimento Passe Livre está se mobilizando para conseguir a absolvição do estudante, recorrendo aos advogados do Centro de Direitos Humanos de Joinville. Casos como esse são preocupantes, pois infelizmente aumentam a lista de indíviduos criminalizados por defender direitos básicos e lutar contra injustiças sociais.

Cmi na Rua: CnR # 13 - Pelo fim da criminalização dos mov. sociais

Fotos: I,  II,  III

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Comentários


Pois é
Thiago 10/09/2008 03:11
bythiago17@hotmail.com

Isso só afirma mais ainda que nada impede desses porcos limitarem os nossos direitos.

Vergonhoso.


Contra a vitimização dos movimentos sociais
Neguer 10/09/2008 09:23

Então galera, é o seguinte, o ativista do movimento pelo passe livre (MPL) no momento da prisão não estava participando de um ato contra o aumento e estando mascarado não poderia ter sido reconhecido, portanto, não foi preso enquanto militante, e sim, por um ato provocatorio e de vilipendio, que diga-se de passagem é previsto por lei tal qual o direito de ir e vir tão esbandeirado pelo MPL.
Os movimentos sociais não precisam se passar por vitimas para terem razão, basta um pouco de sensibilidade e inteligencia no mesmo espirito para que a opinião publica esteja ao seu lado, devemos estimular e equilibrar essas duas "forças" pois aumentando uma se diminui a outra e o resultado pode ser positivo ou negativo.
Se exigirmos que as leis sejam cumpridas quando defendemos, por exemplo, o nosso direito de ir e vir devemos aceitar também todas as outras leis mesmo quando vão contra os nossos interesses, senão, todas as vezes que os movimentos sociais exigirem que a legalidade seja cumprida em respeito aos direitos dos cidadãos deveremos por força de logica acatar e respeitar as leis conseguintes e as forças armadas que a defendem.
Para que um simples exercício de logica não coloque em crise os nossos ideais e praticas é preciso que encontremos alternativas para que a justiça, tal qual a entendemos e auspicamos, não esteja vinculada às leis que judicialmente nos impedem de agir. É impossível ser legalista e subversivo ao mesmo tempo, a não ser que...


A diferença entre Lei e Justiça
James Brown 10/09/2008 12:22

Caro Neguer (cada um tem sua cruz),

Até mesmo um reformista liberal como Luther King dizia que é preciso desobedecer a lei, em nome da moral cristã , quando a mesma é injusta.

Perceba que você é cidadão de um país em que um quadrilheiro como Daniel Dantas é capaz de comprar metade da República enquanto alguns militares saudosistas da ditadura se sentem ameaçados por um garoto mascarado durante o desfile de 7 de setembro.

O direito de ir e vir não é "bandeira" do MPL; é um direito universal, que deveria beneficiar toda a população. É preciso forçar muito a barra para fazer uma ligação lógica entre o ato do militante e a grita do pessoal aqui no CMI com a luta do MPL para que o direito universal de ir e vir esteja assegurado.

Voltando ao Luther King, ele teve de desrespeitar as leis da época (que, como você deve saber, eram segregacionistas) para que a justiça fosse feita. E nosso amigo Gandhi fez o mesmo. Em outras palavras, lei é uma coisa, justiça é outra.As leis não são vacas sagradas e, caso sejam injustas, devem ser desmanteladas, diria nosso amigo Chomsky.

E, como diria Pernalonga,
It's All Foks!!!



Não sou amigo de Gandhi
Neguer 10/09/2008 15:03

James,
Acho que voce deveria ter se focado mais no editorial e menos no meu comentário para não cairmos na série "ação e reação" vou usar da minha réplica para esclarecer ainda mais meu argumento com o risco de acentuar as sombras das tuas duvidas, mas, vamos lá.
Não defendo a legalidade vigente, apesar de sobreviver nela, porém, não a uso como instrumento politico, pois teria que acatar o que também não acho justo, e essa é a lei, se exigirmos o cumprimento da lei que nos convém e desobedecemos as leis que julgamos injustas e os militares "saudosistas" também o fizessem o militante em questão não teria sido liberado e estaríamos agora protestando pelo seu desaparecimento, o que não ocorreu portanto não force a barra.
A minha crítica é a falta de argumentação do MPL ao se servir do universal direito de ir e vir para angariar consenso da população e envolver estudante "cabaço" nos protestos como se ir e vir dentro do "inferno" fizesse alguma diferença, temos que revolucionar com honestidade e não com manobras.

Ps. Chomsky é poser e Luther King era um mero sonhador.



MPL: Movimento ou Tendencia Politica?
Estudante. Não sou manobrado e nem enganado! 10/09/2008 23:46

Só não entendo uma coisa: Um movimento como o "Passe Livre" tem uma causa política/social específica, que é o combate à lógica comercial do transporte publico, que impede o direito de ir e vir e de ofertar cultura à parcela da juventude de periferia excluida (sim, porque o MPL era um movimento de juventude), impondo as tarifas como meio de extorção da renda familiar.

Mas de movimento de juventude, o MPL passou a ser entoador da bandeira de abertura dos registros da ditadura e de caça às bruxas dos torturadores da ditadura. Ou seja, o que já era uma tendencia política sob o nome de movimento (mesmo que sua direção negasse seu proprio posto muito ilegítimo de dirigente e o caracter do proprio "movimento"), o MPL Joinville assume ser mais um dos grupos que tem opiniao sobre os mais diversos temas da sociedade e descarta no lixo seus objetivos e bandeiras iniciais, como o MPL Florianopolis.

Nada contra (muito pelo contrário, sou contra a anistia aos monstros fardados), mas os ativistas do MPL deveriam se posicionar em uma organização adequada, e não em um movimento de juventude pela democratização do transporte. Estão pautando um debate completamente alheio à nossa juventude, que tem necessidades muito mais primordiais.

Isso confirma, mais do que nunca, a tese de que este movimento foi e tenta ressurgir para ser uma tendencia de cooptação política, e não um movimento com finalidades definidas. Ou o erro é de concepção dos termos, ou é puro oportunismo canalha (à base de Cambalacho!)

E tudo isso merece uma coluna central do Orgao de Propaganda Oficial: CMI.

QUe rídiculo....


Companheiro Neguer
Estudante. Não sou manobrado e nem enganado! 11/09/2008 00:05

Concordo com seus comentários, mas há uma falsa polemica, ao meu ver, em seu comentário. É referente à legitimidade de dos movimentos sociais reivindicarem a lei.

Por muito tempo tendencias de porte nos movimentos sociais brasileiros, como a Consulta Popular, acreditavam que a via legal para incentivar a elegebilidade de candidatos que os "representam" não constrastava com a iniciativa revolucionária de se imporem contra as leis, pela radicalização em certos setores perante diversas cituações das tenções na luta de classes (até porque sua função era acirrá-la - objetivo que aponta certa perspectiva revolucionária).

Pois bem, o projeto PT foi um fiasco, o anestesiamento dos movimentos mais combativos foi resultado de políticas moldadas da social-democracia na sua face mais contra-revolucionária pelo mundo a fora. A justiça nas leis cooptou parcela significativa das futuras fileiras, ao mesmo tempo que legitimou esses movimentos - O MST se pauta em uma Jurisprudencia do STJ que é implementado para todos os estados, onde legitima a ocupação de terras como expressão de um movimento de massas.

A questão é que a Lei é e sempre foi um pretexto, uma desculpa usada para sensibilizar setores da classe media que formam a opinião publica, tanto quanto assegurar minimos direitos para a operabilidade das ações (principalmente isso, já que se fosse para medir ibope na opinião publica, seria melhor abandonar os ideais)

Na prática, o que conta mais é o potencial de mobilização dos movimentos, e isso não está relacionado com sua legitimidade pela lei, porém, usar da lei é legítimo, já que estamos falando em construir um projeto revolucionário para o Brasil através de bandeiras muito objetivas (Terra, Emprego, Transporte...), e não em rasgar a constituição e decretar greve geral (Só a LBI/UNIPA ainda acreditam nesta tática). Os movimentos são meios que planejam um horizonte final coletivo, consolidado em um programa mínimo de lutas à médio/longo prazo. Precisam de certa legalidade para poder operar, senão não há agitação de massas, direito à disputa sindical, etc.


qual o crime
provoksky 11/09/2008 12:07

qual foi o crime que o rapaz cometeu?
andar mascarado? andar fantasiado? de diabo não pode?
isso é desacato...? o que é issso???

Viva o carnaval!!!


...
h. 11/09/2008 19:52

Ao "Estudante. Não sou manobrado e nem enganado!".
Você tira conclusões diversas e jamais se remete ao contexto municipal de Joinville (fica em Santa Catarina, ao norte), pelo qual o MPL se pauta.

Daí a absoluta abstração dos seus comentários.

Você considera que um movimento incorporar pautas é "oportunismo canalha" (de antemão, agradeço o respeito, é assim que a esquerda deve se tratar, certo?). Pois bem, espero, antes de tudo, que você critique o MST quando ele se põe contrário à Guerra do Iraque, afinal, ser solidário é oportunismo (equação complicada: solidariedade = oportunismo [?].

O MPL não descarta seus objetivos iniciais, é através deles que as pessoas se unem e por causa deles que as maiorias das manifestações acontecem. Portanto, pare de esbravejar, chamar-nos de canalhas e leia alguns dos documentos que o MPL produz.

No contexto municipal de Joinville houveram fortes discussões em torno da revisão da lei de anistia, com manifestações contra e a favor. Isso é o suficiente para instigar demais movimentos a se posicionarem. Evidente que é impossível a um movimento se posicionar sobre tudo, incluindo a origem do mundo e a caracterização do regime chinês, mas há algumas pautas que surgem e agregam pessoas, retomam a história de pessoas que lutaram e morreram. Dentro disso, é justo a qualquer movimento - ou tendência política - ajudar a pautar a questão. Conservar-se nos estritos limites do transporte em determinados momentos não ajuda e desistoriciza consequências de nosso contexto de lutas.
Sem contar que as elites que historicamente comandam o transporte coletivo tiveram ligações, diretas ou indiretas, com a ditadura militar.

Portanto, "Estudante. Não sou manobrado e nem enganado!", preste solidariedade ao invés de ficar reclamando de um movimento que se preocupa mais do que com seu próprio umbigo.

Abs.,
h.


quando a fragilidade politica é questionada...
Estudante! Nao sou manobrado, nem enganado. 12/09/2008 01:28

Caro H.

1) O chamado MPL não é um movimento, apesar do que seu próprio nome diz, e tão pouco pode ter suas atitudes comparáveis às do MST (um movimento histórico de 25 anos, com 4 milhoes de membros e intervenção concreta na realidade brasileira, coisa que o MPL sequer passou perto no próprio contexto municipal, e coisa que qualquer outro movimento popular consegue mobilizar hoje). Aliás, é um abuso sentar-se à sombra de um movimento de projeção como o MST para justificar e legitimar as posições restritas do MPL.

Não é porque voces vendem geléia organica deles que isso justifica qualquer legitimidade perante o proprio MST e principalmente perante os estudantes (os que realmente deveriam empunhar a bandeira do passe-livre).
O MST tem condições de interferir em qualquer demanda popular, desde a guerra do Iraque até a questão da Raposa/Serra do SOl. O MPL, infelizmente, não. Seus militantes podem reivindicar o que quiserem, dentro dos devidos espaços (Ligas, Partidos, Tendencias, o que seja). Isso mais divide um grupo do que agrega qualidade.

2)Claro que a juventude se une em torno de uma bandeira e discutem em torno das demandas geradas. A formação política é inevitável quando há uma atuação política organizada dentro dos movimentos de reivindicação. Agora, corto os meus 2 braços se voce me afirmar que aproximaram alguem da base discutindo guerra do iraque, libertacao sexual ou punição aos carrascos do DOI/CODI. Para ser bem intencionado, não precisa ser mentiroso. Ou voces tiveram a gloria de manter um mesmo coletivo por mais de 1 ano (e a formação foi contínua), ou a própria discussão é restrita ao grupo mais politizado e dirigente (dirigente, destacado, disciplinado, fique a vontade com os eufemismos).

3) Expus uma crítica construtiva e notável a todos em relação ao MPL. Acredito que teriam mais êxito se soubessem se posicionar melhor, se portar melhor de acordo com a necessidade política da situação, não usando o MPL como reservatório global de pautas completamente alheias aos estudantes. É errôneo esse tipo de postura de "atirar para todo lado", ainda mais frente à uma agremiação já desgastada como o MPL. É preciso retomar prestígio de outras formas, mas se a crítica construtiva é muito pesada pra sua delicadeza política, peço desculpas.

Quanto ao ativista preso, voce quer que eu faça o que? Uma carta? Um comentário solidário no CMI? Fala sério. Como dizia um dos grandes chamado Vicente Matheus: "Quem tá na chuva é pra se queimar". Não foi o primeiro, náo vai ser o último, e nem é o mais importante "preso político" (como voces gostam tanto de se gabar, como um mérito de heroísmo) no momento. Por tanto, parem de ser tagarelas e se fazerem de vítimas das críticas malvadas da "esquerda" libertária (o que me estranha muito porque a maioria tinha alergia ao serem enquadrados na perversa, antiquada e anti-libertária "esquerda").

Saudaçoes,

PS: Obrigado por me orientar a localização da fabril Joinville. Poste se tiver mais novidades porque faz tempo que não ouço falar desse lugar (é Sta Catarina né?)


Mas hein, como eu estava dizendo...
Neguer 12/09/2008 11:03

A não ser que abandonemos nosso papel coadjuvante de quem sobrevive num sistema que ao invés de estimular o crescimento socio-cultural procura conter qualquer tentativa de emancipação humana, seja com políticas paliativas seja com programas assistencialistas como se o interesse fosse manter o "gado" no pasto e depois separar o gado de corte e o gado de leite.

Sejamos protagonistas da nossa historia, estudantes, operários, professores, desempregados, camponeses, pesquisadores, autônomos, e tudo mais que não seja classe dirigente, não precisamos rasgar a constituição mas, inevitavelmente nos chocaremos com ela em alguns pontos, justamente, aqueles que nos impedem de agir, pois, somos milhões que sobrevivemos nessa legalidade, anestesiados esperando apenas o estímulo para transformar esse "inferno" em algo muito diferente disso que aí está, sem medo e sem negociata.

Retorno à questão da logica, se fossemos respeitar o que nos convém e desrespeitar o que não nos beneficia, abriríamos sempre um precedente para que outras forças agirem da mesma maneira, e teríamos de volta os anos de chumbo e os exílios, o MST é ambiguo quando se trata da relação com o poder e a legalidade, sabemos que a constituição diz que as propriedades precisam desempenhar sua função social e o STJ dá respaldo para as "pressões" do movimento, mas não venha depois dizer que quem ocupa prédio publico, bloqueia o livre transito, interrompe serviços e depreda o patrimonio devam ser considerados presos-politicos, essa é a lei, os dirigentes do MST não podem se iludir que são os "senadores" de um Brasil dentro do Brasil "pastoreando" seus militantes da mesma forma como faz o governo federal com a população, todo movimento social deve nortear-se pela liberdade e a emancipação de todos e não apenas garantir micro-poder e pão aos seus integrantes.

Apesar das minhas críticas ao MPL não sou contra esse ou outros movimentos, mas apenas chamo a atenção para o pseudo-esquerdismo sem causa, a esquerda é revolucionaria ou não é esquerda de fato, a esquerda na sua essência é unida deixemos que quem semeia discordia morra com o próprio veneno, devemos sensibilizar a sociedade e estimular a inteligencia do individuo, repito, equilibrando as forças pois quem é muito inteligente acaba por se tornar arrogante e quem é muito sensível se afoga na indiferença, meu convite é o de continuar tendo uma relação "oportunista" com esse sistema sem mascarar nossas intenções com manobras para que ninguém depois se sinta traído ou enganado, não devemos temer o exército brasileiro pois, em breve as novas forças amadas seremos todos nós.


...
h. 12/09/2008 13:44

"Estudante! Nao sou manobrado, nem enganado.",

1) Quem diz que o MPL é um movimento ou não? Você? Se você questiona a legitimidade do MPL em fazer suas ações, permita-me questionar a sua em relação à classificação dos movimentos sociais.
Certamente o MPL não tem a mesma tradição política que o MST, o argumento anterior nem se referia a isso. Apenas respondia o seu que igualava, em um sofisma sofrível, "oportunismo = solidariedade = pautas gerais = MPL".
Se o MST tem condições de interferir em um contexto amplo, isso é ótimo. Se o MPL tem condições de interferir em um determinado contexto, é no mínimo perda de tempo esbravejar e reclamar da escrivaninha do computador que isso aconteça.

2) A juventude se agrega por várias razões. Em contextos absolutamente ruins ela não se agrega ou se agrega apenas por lutas econômicas etc. Ponho o argumento reverso: você acha que o MPL criticou a lei de anistia (tal como é hoje) para não agregar nada? Acho isso irracional e salvo engano ninguém faz isso. Repito: há referência ao contexto municipal que tu não conheces e do qual, quando se remete, fala apenas levianamente.

3) "Estudante...", "oportunismo canalha" é crítica construtiva? Pô, tenha bom senso. Acho que as críticas devem vir e são positivas e eu aprendi algumas coisas nessa discussão. O mínimo, no entanto, é admitir que "oportunismo canalha" não é o modo de expressar uma crítica construtiva.

4) Seja solidário como quiser e se quiser. A questão é que embora quem esteja lutando saiba das consequências nem por isso quando alguém é preso, perde o emprego ou é morto não deve ser tratado com solidariedade. Se você não entende isso estamos em trincheiras opostas.

Saudações.


pro mazza
@ 12/09/2008 23:46

mazzaropi, medalhista de ouro em falar merda hein? parasita de movimento não tem mais o que fazer além de escrever besteiras.

vai lá 'militar', fazer as coisas do jeito que vc acha certo.


DEMOCRACIA DESFAÇADA
O POVO BRASILEIRO HUMILDES E HONESTOS 14/09/2008 12:16
gilmarsr@hotmail.com

senhores(as)
o nosso povo brasileiro não aguenta mais essa democracia desfaçada, os idiotas criaram até lei para não falar a verdade com os fucionarios publicos, os nossos politicos safados não sabem que tembem no setor publicos existem gentes idiotas, eles só acham que existe em empresas privadas, voces fucionarios publicos botem na cabeça que voces se não trabalhem bem para o social que e o povo brasileiro agente tem todos os direito de critica, porque quem paga seu salario somo nós, não existem essa lei absurda que os politicos safados criaram, se ofender os fucionarios publicos e preso isso não existem só na cabeça vazia de politicos safados, e tambem e uma lei safada, isso não é democracia, eu acho quem criou essa lei e um analfabeto de pai e mãe, porque essas pessoas humildes que nunca forão na sala de aula não criava esse absurdo que voces criam, então tenha vergonha na cara e criem uma lei para reverte esses imposto em social, deixem de reunião safadas, sejam mais objetivos para o social, se voces politicos analfabetos se não tiverem condições de criarem, fale com o povo brasileiro, que eles sabem o que fazer, tenha jus do seu mandato que nos colocamos para trabalhar e pagar seus salariuos e mordomia,em pró do povo brasileiro, se não quem vai criticar voces na sua frente sou eu, porque acho que voces e nosso empregado, eu considero voces se não trabalhar direito o dever de colocar voces pra fora, se voces fossem honesto criavam uma lei que não trabalhar em pró da sociedade por lei nosso povo brasileiro tinha força de expulsar esses politicos, mais não voces criaram uma lei fechada só pra os politicos, quem juga e voces, esse e errado, rouba e ficam com a cara mais safada na televisão mangando do nosso povo, isso e democracia que pais e esse, então se voces tem vergonha na cara expulsse os corruptos que estão em processo, que nós sabemos quem são, sejam democraticos não safados.


Carta Aberta em solidariedade ao militante social preso em J
Geipa 15/09/2008 22:57
geipa.joinville@gmail.com
www.geipajoinville.blogspot.com

Carta Aberta em solidariedade ao militante social preso em Joinville-SC.

"Liberdade de expressão? Tente e a polícia estará lá com seus cavalos, seus cassetetes, suas armas, para parar você." Howard Zinn

No último dia 07 de setembro de 2008, na cidade de Joinville-SC, aconteceu a participação dos Gritos dos/as Excluídos/as no desfile do ?Dia da Independência?. O último bloco a compor o Grito dos/as Excluídos/as era do Movimento Passe Livre, Centro Acadêmico Livre de História Eunaldo Verdi, Centro de Mídia independente e militantes sociais de outros grupos.

Entre as bandeiras levantadas estava a necessidade de curar uma recente cicatriz da história brasileira. Por isso, quatro militantes sociais buscaram fazer uma intervenção lúdica sobre a abertura dos documentos do período da Ditadura Militar (1964-85). Três estavam caracterizados como vítimas da tortura estatal e militar brasileira e outro trajava roupa alusiva a um militar. Ao entrar no desfile o militante social foi abordado por um grupo de policiais, arrastado até uma viatura, enquanto a população assistia e gritava por sua libertação. Os demais militantes buscaram abrir o diálogo com os policiais militares e acabaram recebendo mais violência estatal em nome da ?ordem? e da ?paz social? da democracia representativa brasileira.

O GEIPA ? Grupos de Estudos das Idéias e Práticas Anarquistas ? vem a público para escrever as simples palavras de solidariedade ao companheiro de luta e pontuar que a prisão no último 07 de Setembro de 2008 foi mais uma ação do Estado para criminalizar os movimentos sociais e todos os lutadores /as sociais, assim perpetuando a exploração capitalista em nome do Estado e das Empresas Privadas.

Portando, o GEIPA, se coloca a disposição para contribuir e direcionar todo apoio mútuo necessário para derrubar a permanência histórica de prisões e cerceamento da liberdade de expressão no seio das lutas sociais e toda sociedade brasileira.



Joinville, 17 de Setembro de 2008.
GEIPA ? Grupo de Estudos das Idéias e das Práticas Anarquistas.
 http://www.geipajoinville.blogspot.com/