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| | Dia Mundial Sem Carro Por MOBILIDADE/TRANSPORTE 21/09/2008 às 13:34 A próxima segunda-feira, dia 22 de setembro será o Dia Mundial Sem Carro, celebrado em mais de mil cidades ao redor do planeta para lembrar que a cultura do automóvel é responsável em grande parte pela degradação do meio ambiente, principalmente dos espaços públicos urbanos, e das relações sociais. A fome dos carros gera a rápida destruição do nosso planeta, guerras que matam milhares de pessoas em nome da exploração do petróleo, e ainda traz a promessa da exploração da terra pelas monoculturas que, além de trazerem práticas de trabalho análogas a escravidão, poderão intensificar a já insuportável fome que afeta millhões de pessoas. Leia mais bicicletada.org Programações: São Paulo | Rio de Janeiro 1 e 2 | Brasília | Goiânia O automóvel ocupa muito espaço, polui o ar, agride cotidianamente pedestres e ciclistas, segrega as pessoas e causa estresse e agressividade em seus usuários. É preciso parar para pensar sobre o futuro que queremos para nós e para o nosso planeta. É preciso criar e propor alternativas e, mais do que isso, colocá-las em prática! Autor da imagem: Eduardo Green sobre autor desconhecido.
>>Adicione um comentário É isso ai pessoal vamos pedalar mais e acelerar menos, eu tenho carro mas uso minha bike todos os dias, só uso o carro quando tenho que ir muito longe (acima de 30Km ida e volta). Cerca de 80% da população mundial não possuem carro particular. Já cumprimos a nossa tarefa de contribuir com a despoluição.
Agora, temos é de estimular a revolta contra os que realmente poluem o Planeta.
Cerca de 30% da população da China, EUA e Europa causam 90% da poluição mundial.
Acho estas campanhas, além de inócuas, a cara do Gabeira e do Greenpeace.
Amanhã, saindo da minha rotina pessoal, batalharei para arranjar um carro, para passear À VONTADE. Alem do mais... motociclistas precisam de mais respeito!!!!!! ????? 肺? 肺? 胃? 胃? 肝? 肝? 肾? 食道? ??颈? ?腺? ??? ?肠? ?肠? ?肤? ??腺? 胰腺? ??腺? 膀胱? 骨? 鼻?? 脑? É Raymundo, se não pode vencê-los né é melhor se juntar a eles!
E hoje entrar para o rol dos 30 por cento da população mundial né
aproveite bem seu passeio.
Quando morei em Portugal, foi divulgado pelo governo de lá esta data, e para dar mais incentivo para as pessoas não andarem de carro, neste dia O TRANSPORTE PUBLICO FOI GRATUITO. Fiz passeios de barco, trem e metro pela grande Lisboa. A idéia é ótima, e para os que se acham expertões, que continuem pensando assim, uma hora estarão isolados...
P_a_Z Sersi: E você, meu prezado(a), vai despolitizando a matéria. Pedala que eu empurro.
A propósito: Já consegui o carro. Está com o escapamanto solto, faz um barulhão danado e solta fumaça negra. Estarei lá em Botafogo, às 18h, em ponto.
Nos próximos 364 dias do ano, estarei sem carro. Ao contrário de ti, ou da maioria dos pedaleiros anuais.
Cê tá é brincando, meu véio(a)!
Ao Ivan: E nos outros 364 dias do ano? O que faz o governo portugus?
Isso é papo de classe média culpada. Não entro nessa. Nem a pé! concordo com o Raymundo. esse papo de dia sem carro eh coisa de classe media culpada. Mas que eles se .culpem o ano todo. POr aqui vamos fazer eh uma AUTO-DEMARCACAO das ciclofaixas que a prefeitura nao faz e deveria fazer. Sair pintando todas as principais avenidas, se possivel, botar fogo em alguns carros. direitos dos ciclistas -  | Sei lá, muitas pessoas que não possuem dinheiro pra ter um carro usam a bicicleta para se locomover, nem todo mundo tem R$ 2,50 (quando é só isso)pra ficar andando para um lado e para o outro. Ainda mais ganhando um salário mínimo por mês. Essa campanha pode ser tomada como uma luta em busca do reconhecimento do direito de usar a bicicleta, e não para fazer alguem obrigatoriamente trocar o carro pela bicicleta.
Ao contrario das pessoas que lutam por "privilégio" ,como os que acham que rua é lugar de carro, e só de carro (não respeitando os demais modos de transporte), o pessoal que está envolvido com esse tipo de manifestação, no mundo inteiro, está lutando por "direitos", que servem pra todo mundo. Para mim, para vocês e para nossos filhos.
Acho que por culpa, vontade de fazer fiferente, militancia ou qualquer que seja o motivo, a causa é válida. Qualquer um pode lutar pelo que acredita, e deve.  | Hoje eu fui trabalhar com os meus 3 carros, dando risada dos otários ciclistas.
Deu trabalho, tive que pegar 5 táxis, mas consegui poluir mais do que nunca.
 | Ninguém a qui é cointra as bicicletas. Muito ao contrário. Mas fazer política é outra coisa.
na posse do Lula em 2003, houve um garotinho pernambucano de 10 anos que vivia sendo incensado pelo Lula, no mais puro oportunismo populista, lá em Brasília onde, acho eu, seus pais foram para a posse do redentor.
Pouco tempo depois, lulla foi a Pernambuco, e procurou o menino. Perguntado o que ele queria, disse na frente de todas as câmeras de TV que queria que o Lulla dese uma bicicleta para cada estudante, principalmente do meio rural e periferias, para que possaam ir estudar. Pois a pé é muito dfìcil, por terem de caminhar quilômetros.
Nunca mais o garoto foi entrevistado.
Cês tão brincando que vão conseguir alguma coisa com estas manifestações a la gabeira e classe média culpada.
Outrossim, veja quantas bicicletas seriam necessárias, e com que dinhero os pobres as comprariam, caso virasse moda o veículo. O preço dobraria em semanas, devido a especulação. Ou então os pobres comprariam uma, pagando duas nestes créditos da agiotagem legalizada e estimulada pelo Lulla.
Mas, para não dizerem que sou intransigente, recomendo que o cenário da próxima Bicicletada, seja a Avenida Brasil, do começo ao fim. E sem seguranças.
Cs tão é brincando de pedalar!  | Política??? Agiotagem????? Lulla?????
Heinnnn?????
Pedal contra os carros e contra as drogas.... :-)
Foi massa a pedalada aqui em BH, brincamos até de retomar o espaço urbano e lutar pelo direito de escolher o transporte que queremos usar. Sem carro de apoio, sem interromper o trânsito e com a maior alegria.
Esse CMI ja teve leitores mais coerentes.
Até dia 22 do ano que vem! Até lá!
Faça as contas de quanta fumaça os pedaladores UNI anuais despejaram na atmosfera com seus carros particulares, e depois me conta!
A sua postagem mostra o nível de eficácia e plitização desta manifestação de pequenos burgueses culpados e sem norte, que freqüenta o CMI.
Isso e que faz a maravilha do CMI. Nada de Ordem Unida.
Só lamneto uma bobajada dessas estar na página editorial do CMI. PUTZ!
Aqui no Rio, teve gente que foi de carro, com a bicicleta no REC, para participar da pedalada. E depois voltaram, para casa de carango, que ninguém é de ferro.
Cês tão é brincando! Agora que passou o dia sem carro, posso andar tranquilo com minha bicicleta, que não é nenhuma caloi, mas me leva a vários lugares, inclusive quando é de grandes distancias, o melhor de tudo é que enquanto os motoristas pagam para andar de carro, eu com minha magrela vou de graça...  | Aqui em brasília foi muito bom também, paramos o transito de duas faixas do eixo monumental as 6 e meia da tarde, em alguns momentos ocupamos três faixas, pegamos a W3 norte abrindo a faixa da direita para que os onibus passassem numa boa, e ocupamos a faixa da esquerda. Em algums momentos fizemos cirandas nos sinaleiros, gritando "mais adrenalia; menos gasolina" "mais bicicletas, menos carros" "o meu pulmão não é capim eu ando de bike sim" "Motorista motorista, olha a bike olha a bike, deixa o carro ai i, deixa o carro ai i, e vem pedalar, vem pedalar" "paz entre nós, guerra aos motores" dentre outras coisas. Na altura da 506 se não me engano entramos na comercial para pegar o eixinho W, mas antes passamos pelo drive thru do MC Donalds, com os gritos, e outros adaptados como o "mais bicicleta, menos mc donalds" "mais bicicleta, menos carne"
dessemos para o eixinho, e lá ficamos novamente na faixa da esquerda liberando a faixa dos onibus, em alguns momentos fechavamos as duas faixas para panfletagem entre os carros. Muitos carros apoiavam buzinando e fazendo gestos positivos.
chegamos na rodoviária fizemos uma nova ciranda, e demos a volta para pega a rua no sentido contrária, dai descemos pela ruazinha que dá acesso ao teatro nacional e entramos de bicicleta no teatro e fizemos uma nova ciranda la dentro do salão de entrada do Teatro Nacional gritando "cadê o bicicletário" visto que não há bicicletário no teatro, e que por tanto que for de bicicleta ver um evento lá não terá lugar apropriado para deixar suas bicicletas. depois descemos novamente para o eixo monumental, viramos na rodoviária e voltamos para o ponto de partida, no Ovo do Niemayer, subimos a rampa do Museu (ovo) e gritamos lá também pedindo bicicletário, que não existe no complexo cultural da república.
por fim foi exibido o video sociedade do automovel, projetado na parede lateral do prédio da biblioteca "sem livros" nacional.
estiveram presentes de 60 a 70 pessoas.
em brasília as bicicletadas acontecem toda a ultima sexta-feira do mês, e nessa sexta agora terá uma, saindo da praça do ciclista no Complexo cultural da república (que não tem bicicletário), com concentração marcada para as 17:30 hs
"mais adrenalina; menos gasolina"
 |  | Respondendo ao desordeiro, em Portugal, nos outros 364 dias, acontece coisas que ainda estão longe de acontecer no Brasil.
Lá, usa-se muito o trem. Os empresários vão de carro até a estação de trem mais próxima de sua casa, estacionam o carro gratuitamente e vão e voltam do trabalho de trem, de terno e gravata e com seus notebooks abertos, ou então escutando mp3... Assim como os imigrantes (ilegais como eu fui) também fazem o mesmo trajeto de trem. Para ir nas baladas, lá a maioria também vai de trem, pois toda noite (toda noite mesmo) tem blitz para ver como o pessoal dos carros tem se comportado com relação a bebida.
E sabem porque tanta gente anda de trem por lá? 1º É muito mais rápido do que usar qualquer outro transporte, visto que não para em sinaleiros, trevos, etc. 2º É seguro e pode-se usar o tempo (em que se estaria dirigindo) para escutar música, estudar, ler livro (que acontece bastante), fazer os últimos relatórios. 3º É muito mais barato. Além de ser uma empresa estatal, existe uma modalidade muito interessante que devíamos estar discutindo por aqui. Lá, compramos um bilhete que serve para 30 dias. Com esse bilhete, você pode ir e voltar de onde quiser pra onde quiser o mês todo, quantas vez quiser por um valor único. Estudantes, idosos e servidores ganham desconto sobre este valor.
A questão do "um dia sem carro" é para fazer as pessoas lembrarem e começarem a tomar uma atitude ou discutir as coisas. É lógico que não vai resolver nenhum problema, mas ao menos faz as pessoas pensarem, coisa que é difícil hoje em dia. Sem contar os ignorantes que são contra tudo que o CMI posta, sem nenhuma analise. Meros Hipócritas.
P_a_Z  | Ivan
Concordo com a sua análise do porque é melhor usar os comboios em Portugal, que os tem.
Mas discordo sobre o xingamento como ignorantes, por termos feito críticas a esta estratégia de um dia por ano fazer o bicicletaço. É que aqui no Brasil, talvez as coisas funcionem um pouco diferente onde, muitas vezes, as intenções não produzem o efeito desejado, uito ao contrário.
Muitos dos que participam festivamente deste dia, o fazem para desafogo de suas culpas existenciais por fazerem parte da classe média para cima. Além do que, muitos acertos deverão ser feitos para estas propostas contra os carros.
Por exemplo. Em um país tropical como o Brasil, ciclovias continuarão servindo muito mais para desafogo da classe média, do que para qualquer outra coisa. É muito difícil ie trabalhar no Centro do Rio, vindo do Leblon ou outros bairros, sem uma logísytica que permita, além do estacionamento seguro das bicicletas, condiçõe sapara as pessoas se tomarem banho, se trocarem, e ainda em tempo hábil para não se atrasarem para o serviço.
Acho que a alternativa para os transportes individuais, para trabalho não é a bicicleta, mas sim uma rede de transportes públicos eficiente e de massa.
Por isso a minha crítica a esta alegre farândola do bicicletaço, como forma de chamar a atenção para o problema. É diversionista e equivocada.
Saúde, Paz e Militância  | Temos realidades diferentes, eu moro em Joinville - SC. Nossa cidade é conhecida como a cidade da bicicleta, pois muito gente aqui anda de bicicleta, principalmente para ir trabalhar na produção das grandes empresas, e não posso considerar essas pessoas de classe média alta. Claro que essas pessoas não fazem este tipo de manifestação, até porque já usam a bike todos os dias.
E apesar de toda essa popularidade, graças aos governos de direita que vem dominando a cidade desde que cheguei aqui aos 6 anos de idade, as ciclovias existentes levam nada a lugar nenhum. São apenas faixas isoladas no meio do nada, que no fim das contas, andasse mais na rua com os carros sofrendo perigo de acidentes, do que nas ciclofaixas.
Também conheci Amsterdã, que lá sim pode-se dizer que é a cidade das bicicletas, com estacionamentos gigantescos perto das estações, faixas exclusivas e até sinaleiros só para eles.
Minha crítica aos ignorantes, é a de virem aqui falar que andaram com o carro, como se fosse algo construtivo. Façam um comentario que adicione, não que atrase. Precisamos de soluções e não de guerra entre os trabalhadores.
P_a_Z
ps.: de uma olhada no meu blog se tiver boa conexão de internet.  | Na verdade, esse Raymundo só quer causar e rir da nossa cara... é óbvio que ele não acredita em si mesmo. Ele não crê que pode mudar a realidade em torno de si. Ignorantemente, ele acha que nos aproveitamos das eleições para fazer politicagem, mas esquece que somos, nós, cidadãos, e, portanto, teoricamente politizados. Ele se esquece que Joiville, "capital das bicicletas" ainda não é uma maravilha para se pedalar, mas há pessoas lá que batalham para que as condições de trânsito humano melhorem. Então, caros leitores, para que dar ouvidos a ele (na verdade, eu acredito piamente que Raymundo seja um pseudônimo, porque ninguém escreveria tanta besteira e deixaria o próprio nome exposto). Bom, se ele fez tudo isso, é óbvio que, além de ignorante, ele não percebe que, aos poucos, em gestos como esse, ele se torna um assassino. Na verdade, obviamente, alguém que a sociedade um dia vai abominar. Pois com gestos e palavras ele se esqueceu que não vive só neste mundo, que está inserido nma sociedade e que não fez o possível para que o ambiente em redor dele não acumulasse maior entropia. Para não entrar em conceitos físico-químicos, quero deixar claro que não sou filiado ao Greenpeace (gosto de várias ações deles, mas não estou em consonância com vários pensamentos do grupo). Não sou filiado a partido político nenhum. Meu nome é aquele que você leu no título. Como amigo, eu recomendo procurar urgentemente um psicólogo (pras tuas idéias malucas) e um professor (para não seres tão ignorante), além de trabalho voluntário (assim terás idéia de que podes mudar muitas coisas).
Obviamente, se responderes a esta mensagem-provocação estarás denunciando que sentiu o quão certo sobre ti estou. Teu silêncio poderia ter vários significados.
Portanto, pedale! Leia! PENSE!
[e decididamente pare de escrever e falar bobagens! Meus olhos e ouvidos muito te agradecem!]  | O cara aí em cima joga do gol à ponta esquerda sozinho e ainda diz que se eu responder é porque fui atingido, e se não responder, sei lá o que. Deve ser da cultura de lá...
A minha impõe diálogo e estímulo a respostas, como faço agora.
1) Não sou contra bicicleta porra nenhuma. E nunca disse que andar de carro é bom.
2) Joinville, como cidade, faz parte de menos de 1% da realidade brasileira
3) O problema é acharem que podem transpor para a complexa realidade brasileira, a realidade paroquial (sem ofensas) de Joenville e cidades afins, que juntas representam menos de 5% da vivência da população brasileira, a esta altura, 75% concentrada em setores urbanos tipo baixada Fluminense e Rio, Baixada Santista, São paulo, Grande BH, e no entorno das grandes e médias cidades.
4) Esta, a população, necessita muito mais de transportes de massa, do que a ilusão de que as ciclovias na maioria das cidades brasileiras serviriam para soluções amplas de transportes.
5) Sobre trabalhos voluntários, nada sabes do que faço e por onde já andei e ando.
6)Sobre seus olhos e ouvidos, em vez de pedires para que eu pare de escrever (deve ser resquício da cultura nazista, muito presente na sua cidade), apenas não leia o que escrevo. É mais democrático.
7) Vão pedalando que eu vou pensando.  | O cara aí em cima joga do gol à ponta esquerda sozinho e ainda diz que se eu responder é porque fui atingido, e se não responder, sei lá o que. Deve ser da cultura de lá...
A minha impõe diálogo e estímulo a respostas, como faço agora.
1) Não sou contra bicicleta porra nenhuma. E nunca disse que andar de carro é bom.
2) Joinville, como cidade, faz parte de menos de 1% da realidade brasileira
3) O problema é acharem que podem transpor para a complexa realidade brasileira, a realidade paroquial (sem ofensas) de Joenville e cidades afins, que juntas representam menos de 5% da vivência da população brasileira, a esta altura, 75% concentrada em setores urbanos tipo baixada Fluminense e Rio, Baixada Santista, São paulo, Grande BH, e no entorno das grandes e médias cidades.
4) Esta, a população, necessita muito mais de transportes de massa, do que a ilusão de que as ciclovias na maioria das cidades brasileiras serviriam para soluções amplas de transportes.
5) Sobre trabalhos voluntários, nada sabes do que faço e por onde já andei e ando.
6)Sobre seus olhos e ouvidos, em vez de pedires para que eu pare de escrever (deve ser resquício da cultura nazista, muito presente na sua cidade), apenas não leia o que escrevo. É mais democrático.
7) Vão pedalando que eu vou pensando.  | JÁ TRATEI DE ARRANCAR O CATALISADOR DOS MEUS QUATRO CARROS, SENDO UM DELES DIESEL QUE EMITE FUMAÇA PRETA E TÓXICA.
QUERO O MUNDO O PIOR POSSÍVEL DE FORMA QUE ACABE LOGO ANTES QUE ESSES ONGUEIROS, COMUNISTAS E ESQUERDISTAS DE MERDA EM GERAL CHEGUEM AO PODER.
QUER SALVAR AS PRÓXIMAS GERAÇÕES? ACABEM COM O MUNDO.
FILHOS DA PUTA!!!
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