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| | II Jornada em Defesa das Áreas Verdes de Fortaleza
Num evento articulado pela FPEF - Frente Popular Ecologica de Fortaleza,formada de diversos grupos ambientalistas, foi lançada no dia 22/09, no auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará, a segunda Jornada em Defesa das Áreas Verdes de Fortaleza, juntamente com um dossiê da primeira jornada e uma plataforma de encaminhamentos com termo de compromisso entregue para @s candidat@s a prefeit@. Na ocasião os candidatos colocaram suas perspectivas relativas ao tema ecológico e assinaram um termo se comprometendo com diversas ações propostas em plataforma pel@s movimentos ecológicos. Na primeira jornada em 2007 houve uma visita a 7 importantes Áreas Verdes de Fortaleza, um Seminário de formação denominado Áreas Verdes: aspéctos sócio-ecológicos e do direito ambiental e urbanístico, e, finalmente, uma Audiência Pública na Câmara Municipal. De tod@s @s candidat@s, que foram convidad@s, 4 compareceram e 5 faltaram, mostrando a falta de compromisso com a questão ambiental da cidade, incluindo a atual Prefeita candidata à reeleição.
Um passo Um passo pra mudar a cultura d esperar pelos politicos. A sociedade civil organizada cria uma plataforma de reivindicações e faz eles assinarem um termo de compromisso. Uma medida ainda paliativa, mas q avança para otimizar a iniciativa popular na defesa do meio ambiente. Defesa de áreas verdes Não sei se o esquema é o mesmo em Fortaleza, mas em Manaus, terra é objeto de troca entre politicos e invasores. Um conjunto aqui de Manaus foi invadido por pessoas que diziam não ter casa, na verdade a maioria morava nos bairros próximos e alguns foram importados por políticos locais. Eram em torno de 6.000 ou 8.000 pessoas que começaram a pressionar os moradores do local a deixar suas casa, sob todo tipo de ameaça. Á área verde foi duramente depredada, sendo que algumas se salvaram somente pela ação dos moradores que enfrentaram a milicia armada pelos grileiros. Os orgãos responsável diziam que só poderiam agir depois das eleições, contrariando a reintegração de posse. Somente com a determinação firme do juiz, eles foram removidos. Porém estão todos na espreita de um novo apoio para voltar a área e se vingar dos moradores do local. Na verdade, esses terrenos já estavam revendidos para outras pessoas, menos de 1 por cento realmente precisava da terra.
Tudo isso, porque o governo resolveu passar uma estrada no local valorizando a área, gerando a cobiça de grileiros e políticos, gerando um desespero para quem morava num local sossegado enquanto estava esquecido pelo poder público. Um verdadeiro filme de terror e repetição do que ocorre em qualquer interior de estados como o Pará. A área não está salva e nem seus moradores, todos esperam com angústia o que pode ocorrer com todos nesse período eleitoral.
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