| Cortadores de cana em greve na usina Decasa Por GREVE 06/11/2008 às 20:14 Na manhã de ontem, 04 de novembro, cerca de 10 turmas de cortadores de cana cruzaram os braços nas Usinas de Açúcar e Álcool e Biodiesel Decasa, localizada no município de Caiuá interior de São Paulo. Os grevistas somam cerca de 500 cortadores de cana das seguintes cidades: Presidente Venceslau, Marabá Paulista, Caiuá, Ouro Verde, Dracena, Panorama, Paulicéia, Santa Mercedes, Campinal - Distrito de Presidente Epitácio e Ribeirão dos Indios. A greve é motivada por descumprimento do acordo coletivo e das normas regulamentadoras do trabalho nos canaviais, a situação é de grande precariedade. A usina não tem feito a reposição dos equipamentos de proteção individual - EPI's, óculos, roupas, caneleiras, além do podão (facão para o corte da cana) e a lima, para mantê-lo afiado. Os trabalhadores também reclamam da empresa não aceitar atestado médico descontando o dia da consulta no pagamento. Leia maisLinks: Fotos - Greve na Usina Decasa | Jornal Poste Agulhada: Nova morte de trabalhadores nos canaviais paulistas Os trabalhadores também reclamam de perseguições por parte de encarregados e fiscais da usina, ganchos e advertências sem motivação aparente e suspensões classificadas como indevidas causam revolta e indignação entre os trabalhadores. O movimento continua nessa quarta feira com a adesão de todas as frentes de trabalho.
>>Adicione um comentário Pequenas diferenças:
Nº 1, No Brasil colônia, só os negros arrancados da África e alguns dos sobreviventes dos índios apressados eram escravos. Então eles produziam açúcar, dia e noite, na moenda dos engenhos, para alimentar seus donos. Agora é a parte pobre do povo brasileiro que é escrava. Então, esta produz biocombustíveis nas usinas, para alimentar os carros de seus donos.
Nº2, A planta é a mesma, mas já se pode sugerir uma pequena mudança em seu nome vulgar: era cana-de-açúcar, agora pode ser cana-de-etanol.
Nº3, Antes, o povo do Primeiro Mundo gostava de comer açúcar. Mas quando começaram a andar de carro, ficaram obesos por falta de exercícios físicos, e por continuarem comendo açúcar, além de poluírem o ambiente com os hidrocarbonetos queimados pelo motor de seus carros. Então, tiveram idéia genial: aproveitar a mesma mão-de-obra escrava que produzia açúcar para, agora, produzir etanol (o biocombustível).
Conclusão: muito tempo já se passou, porém as mudanças foram poucas. Assim caminha a humanidade! Na ilusão de que estamos evoluindo.
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