Montou com sua empresa de investimentos, "Bernard L. Madoff Investment Securities LLC", um gigantesco esquema Ponzi, que fez empresas e pessoas, nos Estados Unidos e no mundo, perderem um total aproximado de 50 bilhões de dólares!
Por décadas enganou investidores do mundo todo, e agora tudo explodiu.

Preso no dia 11 deste mês de dezembro, foi solto sob fiança de 10 milhões de dólares, para responder em liberdade.
A notícia correu o mundo. Madoff ficou famosíssimo, conhecido no mundo inteiro. Tristemente famoso.

Na Internet podemos ler muitos comentários irados, de pessoas indignadas com essa falcatrua. Em meio a uma enorme crise, o que menos se precisa, é de noticias assim. A desacreditar ainda mais este podre sistema financeiro.
Muitos aproveitaram para descer a lenha nos judeus. Criticar a ação predatória deles nas finanças, nos mercados, nos meios de comunicações, nos genocídios, nas guerras, na política estadunidense e mundial etc.

Os judeus se defendem. Dizem que Madoff é um criminoso comum, independentemente de ser judeu. Poderia ser de qualquer outra religião. Afirmam que não se deve misturar as coisas, fazer isso é injusto. É anti-semitismo!

Se realmente é assim, o mundo inteiro, e muitíssimos judeus, deveriam parar imediatamente de atacar o cristianismo e o islamismo. Todos aqueles que adoram pichar estas religiões, citando a santa inquisição, torturas, pedofilia, fanatismo, guerras santas e religiosas, deveriam ficar quietos, parar de fazer isso.
Foram criminosos, e não religiosos, que fizeram essas coisas. O que eles fizeram nada tem a ver com o cristianismo nem o islamismo!

Argumento semelhante, ao afirmar que Madoff nada ter a ver com judaísmo.
E para que não se diga que dinheiro nada tem a ver com eles: Todo judeu deve tentar a riqueza, pois isso agrada ao seu deus Jeová. Riqueza para o judeu é assunto religioso!

Maria Teresa de Calcutá e Albert Schweitzer (prêmios Nobel da Paz) fizeram verdadeiramente o que ensina o cristianismo. Foi o cristianismo que os motivou. No entanto seus nomes não são associados a ele.
Porém, quando homens bomba se explodem, no objetivo de libertar suas pátrias, eles não são considerados mártires nem patriotas. São fanáticos religiosos islâmicos.
No entanto, homens bomba só surgiram depois que seus países foram invadidos. Antes não os havia!

Os judeus afirmam que Madoff não deve ser considerado um judeu, pelo que fez. Apesar de ele ser judeu, apesar de ser presidente e tesoureiro da "Sy Syms School of Business" na "Yeshiva University" entidades judias, apesar de ter convivido com judeus por toda sua vida.
Realmente, não se comportou como judeu, na enorme lista de pessoas que foram enganadas por Madoff, encontram-se muito judeus. E judeu, por sua religião, não pode enganar outro judeu!

O nome de Madoff, judeu famoso, ladrão estelionatário e vigarista, não deve ser associado ao judaísmo. Fazer isso é anti-semitismo!
Só se pode, e aí sim se deve ligar ao judaísmo, gente boa e inteligente. Como Albert Einstein etc. Mesmo que por vezes, se declarem não religiosos.
O resto é anti-semitismo.