Foram levados os dois para o 7.o. DP, no Setor Jardim América, lá foram humilhados e acusados por policiais do distrito e também pelo inspetor que estava de plantão naquele momento. Daniel implorava para afrouxarem as algemas, mas os policiais caçoavam dele e afirmavam que o braço dele ainda não estava roxo.

Os catadores do MNCR rapidamente foram até a empresa que havia doado o material para a associação e prontamente os donos e alguns funcionários da empresa se dirigiram até a delegacia. Lá, o dono da empresa admitiu ter doado o material para a cooperativa e explanou sua indignação com a ação da polícia que agiu sem legalidade nenhuma.

Provada a inocência de Daniel, os catadores abriram acusação contra os policiais que o torturaram. O Exame do IML - Instituto Médico Legal, conseguiu constatar algumas marcas de ação de tortura. O MNCR acusa estes policiais de tortura, calúnia e abuso de autoridade.