O assassino terrorista Cesare Battisti, ídolo do nosso Ministro da Justiça, Tarso Genro, acaba de receber status de Asilado Político, ficando impedida a sua extradição para a Itália, onde cumpriria prisão perpétua por ter cometido 4 assassinatos à sangue frio.

A esquerda brasileira, inclui-se o PT e seus "ex-terroristas", foram totalmente contra a extradição de Cesare Battisti; e nem daria para se imaginar outro comportamento.

O Ministro Tarso Genro perdeu noites de sono por conta disso. Pois qualquer que fôsse a sua decisão, teria repercursão internacional. E a imediata é de que o governo brasileiro é um protetor de terroristas com desculpa ideológica.

Cesare Battisti, 53, está preso no Brasil há cerca de três anos. Ele é acusado de ter cometido 4 homicídios e foi condenado a prisão perpétua na Itália. Seu grupo pertencia a uma facção do grupo que assassinou Aldo Moro, o primeiro ministro italiano (Brigadas Vermelhas).

Detalhe: Todas as vítimas estavam indefesas no momento do crime.

Ao ser interrogado, o réu negou a autoria dos crimes dizendo que já teria se desligado do grupo político que os cometeu. Alegou que não teve direito a ampla defesa, pois não esteve presente no julgamento nem chegou a constituir advogado para defendê-lo perante a Justiça italiana. Afirma que sua condenação teve por base apenas a confissão de um ex-integrante do grupo responsável pelos atentados e que escolheu o Brasil para refugiar-se por saber que aqui é proibida a extradição por crimes políticos.

Antonio Fernando, procurador-geral da República, considerou como crimes comuns e, por isso, passíveis de extradição, os que levaram à condenação de Battisti. Ele afirma que, embora tenham sido provocados por membros de uma facção política, foram "marcados por frieza e desprezo pela vida humana".

"Cesare Battisti foi condenado por quatro homicídios que, guardam a dúbia desculpa de alguma motivação política, e não tiveram como plano de fundo, por exemplo, uma manifestação ou rebelião, além do quê, ceifaram a vida de civis e de autoridades que se encontravam então indefesas", diz o procurador-geral.

Agora, a decisão de conceder o "prêmio" do status de Asilado a esse terrorista, deixou Tarso Genro com a pecha de ser um protetor de assassinos.

Veja os crimes do assassino Cesare Battisti:
6 de junho de 1978 - Udine, Antonio Santoro, marechal da Policia penitenciária; Battisti foi o executor material.

16 de fevereiro de 1979 - Santa Maria di Sala, (Veneza), Vítima: Lino Sabbadin, açougueiro; Battisti foi cúmplice do autor material do crime, Diego Giacomini.

16 de fevereiro de 1979 - Milão, Vítima: Pierluigi Torregiani, joalheiro; Battisti foi condenado come co-idealizador e co-organizador do assassinato.

19 abril de 1979 - Milão, Vítima: Andrea Campagna, agente da DIGOS (policia); Battisti foi o executor material do homicídio.

Não esqueçamos que o precedente governo italiano Prodi, de esquerda, do qual faziam parte 2 partidos comunistas, O Partido da Refundação Comunista (PRC) e o partido Comunista Italiano ambos com ministérios em 2007 comemoraram a detenção de Cesare Battisti no Brasil.

A esquerda italiana, junto com os comunistas consideram Battisti um terrorista enquanto um ministro brasileiro qualquer, sem nenhum elemento na mão, decide o contrario.