| Manifesto dos Invisíveis Por Nós, que também somos o trânsito. 15/01/2009 às 01:00 Meia centena de ciclistas urbanos, entre eles eu, resolveram se juntar e escrever uma carta aberta, para que também tivéssemos nossa voz na discussão sobre ciclovias, bicicletas alugadas e respeito no trânsito. A carta cresceu tanto que virou um Manifesto. O Manifesto dos Invisíveis. Confira abaixo. Se você gostou e concorda com o que foi dito, assine também. Basta deixar um comentário e incluirei o seu nome. Motorista, o que você faria se dissessem que você só pode dirigir em algumas vias especiais, porque seu carro não possui airbags? E que, onde elas não existissem, você não poderia transitar?
Para nós, cidadãos que utilizam a bicicleta como meio de transporte, é esse o sentimento ao ouvir que ?só será seguro pedalar em São Paulo quando houver ciclovias?, ou que ?a bicicleta atrapalha o trânsito?. Precisamos pedalar agora. E já pedalamos! Nós e mais 300 mil pessoas, diariamente. Será que deveríamos esperar até 2020, ano em que Eduardo Jorge (secretário do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo) estima que teremos 1.000 quilômetros de ciclovias? Se a cidade tem mais de 17 mil quilômetros de vias, pelo menos 94% delas continuarão sem ciclovia. Como fazer quando precisarmos passar por alguma dessas vias? Carregar a bicicleta nas costas até a próxima ciclovia? Empurrá-la pela calçada?
Ciclovia é só uma das possibilidades de infra-estrutura existentes para o uso da bicicleta. Nosso sistema viário, assim como a cidade, foi pensado para os carros particulares e, quando não ignora, coloca em segundo plano os ônibus, pedestres e ciclistas. Não precisamos de ciclovias para pedalar, assim como carros e caminhões não precisam ser separados. O ciclista tem o direito legal de pedalar por praticamente todas as vias, e ainda tem a preferência garantida pelo Código de Trânsito Brasileiro sobre todos os veículos motorizados. A evolução do ciclismo como transporte é marca de cidadania na Europa e de funcionalidade na China. Já temos, mesmo na América do Sul, grandes exemplos de soluções criativas: Bogotá e Curitiba.
Não clamamos por ciclovias, clamamos por respeito. Às leis de trânsito, à vida. As ruas são públicas e devem ser compartilhadas entre todos os veículos, como manda a lei e reza o bom senso. Porém, muitas pessoas não se arriscam a pedalar por medo da atitude violenta de alguns motoristas. Estes motoristas felizmente são minoria, mas uma minoria que assusta e agride.
A recente iniciativa do Metrô de emprestar bicicletas e oferecer bicicletários é importante. Atende a uma carência que é relegada pelo poder público: a necessidade de espaço seguro para estacionar as bikes. Em vez de ciclovias, a instalação de bicicletários deveria vir acompanhada de uma campanha de educação no trânsito e um trabalho de sinalização de vias, para informar aos motoristas que ciclistas podem e devem circular nas ruas da nossa cidade. Nos cursos de habilitação não há sequer um parágrafo sobre proteger o ciclista, sobre o veículo maior sempre zelar pelo menor. Eventualmente cita-se a legislação a ser decorada, sem explicá-la adequadamente. E a sinalização, quando existe, proíbe a bicicleta; nunca comunica os motoristas sobre o compartilhamento da via, regulamenta seu uso ou indica caminhos alternativos para o ciclista. A ausência de sinalização deseduca os motoristas porque não legitima a presença da bicicleta nas vias públicas.
A insistência em afirmar que as ruas serão seguras para as bicicletas somente quando houver milhares de quilômetros de ciclovias parece a desculpa usada por muitos motoristas para não deixar o carro em casa. ?Só mudarei meus hábitos quando tiver metrô na porta de casa?, enquanto continuam a congestionar e poluir o espaço público, esperando que outros resolvam seus problemas, em vez de tomar a iniciativa para construir uma solução.
Não podemos e não vamos esperar. Precisamos usar nossas bicicletas já, dentro da lei e com segurança. Vamos desde já contribuir para melhorar a qualidade de vida da nossa cidade. Vamos liberar espaços no trânsito e não poluir o ar. Vamos fazer bem para a saúde (de todos) e compartilhar, com os que ainda não experimentaram, o prazer de pedalar.
Preferimos crer que podemos fazer nossa cidade mais humana, do que acreditar que a solução dos nossos problemas é alimentar a segregação com ciclovias. Existem alternativas mais rápidas e soluções que serão benéficas a todos, se pudermos nos unir para construi-las juntos.
A rua é de todos. A cidade também.
Nós, que também somos o trânsito:
Alberto Pellegrini Alexandre Afonso Alexandre Catão Alexandre Loschiavo (Sampabiketour) Alex Gomes ( U-Biker ) Ana Paula Cross Neumann (Aninha) André Mezabarba - Belo Horizonte André Pasqualini (CicloBR) Antonio Lacerda Miotto (Pedalante) Aylons Hazzud Ayrton Sena Santos do Nascimento Bruno Canesi Morino Bruno Gola Carolina Spillari Célia Choairy de Moraes Chantal Bispo (Eu vou voando) Daniel Ingo Haase (FAHRRAD) Daniel Albuquerque Eduardo Marques Grigoletto (CicloAtivando) Evelyn Araripe Fabiano Faga Pacheco Fabrício Zuccherato (pedal-driven) Flávio ?Xavero? Coelho Felipe Aragonez (Falanstérios) Felipe Martins Pereira Ribeiro Fernando Guimarães Norte Gustavo Fonseca Meyer Hélio Wicher Neto João Guilherme Lacerda José Alberto F. Monteiro Joao Paulo Pedrosa (Malfadado, o contestatário) Juliana Mateus Laércio Luiz Muniz Leandro Cascino Repolho Lucien Constantino Luis Sorrilha (BIGSP) Luiz Humberto Sanches Farias Marcelo Império Grillo Márcia Regina de Andrade Prado (?2009) Márcio Campos Marcos Miranda Toeldo - Belo Horizonte Mário Canna Pires Matias Mignon Mickenhagen Mathias Fingermann Otávio Remedio Paula Cinquetti Polly Rosa Ricardo Nunes (ExtremeFunBikes) Ricardo Shiota Yasuda Ricardo Sobral (Bicicleta na Cidade) Rodrigo Sampaio Primo Ronaldo Toshio Silvia Düssel Schiros (Faça a sua parte) Silvio Tambara Thiago Benicchio (Apocalipse Motorizado) Vado Gonçalves (cicloativismo) Vitor Leal Pinheiro (Quintal) Willian Cruz (Vá de Bike!)
URL:: http://nossoquintal.org/2008/09/10/manifesto-dos-invisiveis/ >>Adicione um comentário Automóvel o rei das ruas e estradas.
O automóvel transforma as pessoas, no instante em que entram nele e dão a partida. Envoltas pela lataria protetora, como se fosse uma armadura, ficam destemidas, corajosas e poderosas. Ao toque do pé direito o motor responde fielmente com sua potência, que pode ser usada como se queira, para o bem ou para o mal. Quem está dentro de um automóvel é mais forte do que gatos, cachorros, pedestres, ciclistas, carrinheiros e motoqueiros. Os motoristas sabem disso, muito bem. E os gatos, cachorros, pedestres, ciclistas, carrinheiros e motoqueiros também sabem.
Pacíficos cidadãos tornam-se dráculas e lobisomens sanguinários quando pisam no acelerador. Pessoas que dificilmente iriam exaltar-se a não ser por um motivo muito forte, quando estão dirigindo berram xingam e gritam, irritadíssimos. Em cada motorista existe um instrutor de trânsito, que sabe exatamente o que os outros fizeram de errado e o que deveriam ter feito. E dizem isso sempre em altos e claros palavrões. Só não podem fazer o mesmo com ônibus e caminhões, pois levariam a pior. Aí vale a prudente covardia.
Os legisladores e cientistas do trânsito (sem dúvida alguma, todos eles proprietários de automóveis) estão fazendo sempre o possível e o impossível para definir com extrema clareza que ruas e estradas pertencem aos automóveis, exclusivamente! E que ninguém ouse ocupar este espaço, pois a pena é a morte!
Não vai demorar muito, também os gatos, cachorros, pedestres, ciclistas e carrinheiros serão obrigados a usarem faixas refletivas e capacetes fechados com viseiras abaixadas. Para a sua própria segurança, naturalmente.  | Por favor inclua meu nome! Em solidariedade às vítimas do trânsito! Pela liberdade de locomoção! Por favor, inclua o meu nome e o nome de minha esposa.
Somos ciclistas, entusiastas, cicloativistas.
Daniel Ranieri Costa
Marla Estima Vargas Ranieri Costa
Muito obrigado! Eu já fui invisível, e por isso apoio o manifesto. Mas mais que isso, hoje não sou mais invisível, hoje pedalo em ruas em que existe respeito. Por isso eu sei que não é preciso ciclovias, o que está escrito no manifesto é real. Só é preciso que os motoristas entendam que quando mais respeito (e não precisa de muito, uma bike cabe num espaço tão pequeno), mais ciclista, menos trânsito, mais qualidade de vida, mais respeito, mais bike... Manuela (paulista que mora em Adelaide - Austrália) Por favor, inclua nossos nomes!!!!
Larissa Xavier Neves da Silva (Porto Alegre)
Rafael Ehlert (Porto Alegre)
Obrigada pela iniciativa e atitude que garante o direito de todos nós. tô dentro! por favor, inclua meu nome
Vinicius Zanona (bicigpuava)  | Então se eu trabalho sob pressão, nervoso, ganhando mal, por longos períodos, posso passar por cima de quem eu bem entender? Eu provavelmente ganho igual ou até menos que ele, nem por isso atropelo ninguem, nem quebro retrovisores. Se ele tivesse mantido a distÂncia prevista no código de transito nada disso teria acontecido. Se for assim, por que o fulano anda na usp com bike de carbono e eu to trabalhando estressado, fico com inveja e atropelo o cidadão? Não é bem por ai. Eu sou ciclista a muito tempo e morador da região do paraíso e bela vista desde que nasci, desde a época que o transito não era tão caótico, ou seja, ainda existia hora do rush. Hoja em dia, o dia todo é hora do rush. Por esse motivo eu não me arrisco à pedalar na paulista nesses horários, provavelmente entraria em alguma rua paraléla, ou daria a volta para contornar essa regíão, dependendo da minha região de destino. Em último caso (em último mesmo), seguiria pela calçada parte desse trajeto. Antes que digam: - "é isso mesmo, deve andar na calçada", deixo bem claro que isso seria meu último recurso. A última vez que tive essa idéia um taxista me pegou na calçada, fora outra vez que me atropelaram quando estava á pé, e fora "outros quase", pois depois da segunda olho até para cima agora. Nós ciclistas temos direito de utilizar a bike como meio de transporte, o problema é que São Paulo foi projeta para os carros e a cultura do carro e muito forte, por isso nossos amigos a cima estão nervosinhos. Se existissem mais ciclovias, espaços exclusivos para nós e não simplesmente uma parte da calçada pintada de vermelho, ninguêm se arriscaria nesse trânsito louco. Um certo domingo estava no ibirapuera descançando de nossa tradicional pedalada matinal, era um dia de sol forte e os domingueiros invadiram o local. Tinha criança, cachorro, papagaio, farofada, enfim o caos. E tudo onde? Na ciclovia é claro. Um amigo até comentou: -"tem que escrever no chão para o povo ver", eu ri e disse:-"não adianta, pois já está desenhado". Será que num parque relativamente grande como é o ibirapuera só se pode caminhar na ciclovia? Não adianta contruir cliclovias e não educar também o pedestre. E geralmente esses tipinhos, são os estressadinhos do transito, além disso não conseguem conviver em espaços publicos. Não conseguem deixar os carros um dia para andar á pé ou de bike e a desculpa é sempre a mesma, á distância e falta de tempo. Para esses eu digo, demora um tempo para entrar em forma e se habituar, mas passado o período de adaptação, ficaria surpreso com o tempo gasto entre sua casa e o trabalho e perceberia que a distância não é tão grande assim. Além da satisfação e bem estar que isso proporciona, se sentiria verdadeiramente vivo. Certa vez, 7 de setembro de 2008, domingo de manhã um pouco mais a frente, próximo à estão consolação do metrô, um taxista me derrubou. Detalhe, era um domingo, as 8:00, não havia carro algum a sua frente nem ao lado, apenas um ônibus cerca de 700m atrás, e eu estava justamente preocupando com esse ônibus, quando, não sei porque, ele resolveu "costurar o trânsito", e saiu da terceira faixa, até então achava que ele ia descer pelo túnel, entrou na minha frenete e "fritou", para não bater eu acabei brecando e caindo. Resultado diversos arranhões e clavicula fraturada. Efim, prescisamos de mais tolerância no transito. Ta nervoso? Estressado? Ganhando mal? está sempre atrasado e cansado do transito da cidade? Mude para o interior não é justo descontar nos outros.
abraços a todos
 | Gente, acrescentei no documento original do Google Docs os nomes de todos acima que pediram até o meu colega Vinicius de Guarapuava. Qq coisa, continuem se manifestando por aqui ou podem tb enviar um e-mail pra mim que add no Google Docs. Pra quem já tem conta, pode colocar seu nome tb: http://docs.google.com/Doc?docid=ddg4d6qd_20f4dn6xhm&pli=1 Soraia Lopes de Miranda Silva Gabriel Silveira de Andrade Antunes (Brasilia) pode colocar! ! keline cajueiro campos barreto! ! viva as bike, viva o respeito! !  | Adriana de Oliveira Branco Afonso Savaglia ( http://www.savaglia.com.br) Alberto Pellegrini Alex Gomes ( U-Biker ) Alexandre Afonso Alexandre Catão Alexandre Loschiavo (Sampabiketour - www.sampabiketour.blogspot.com) Alexandre Palmieri (Kampa.com.br ) Alonzo "Chascon" Zarzosa (Terrorista Latino - www.terroristalatino.blogspot.com) Álvaro Diogo Ana Paula Cross Neumann (Aninha - http://aninhaneumann.blogspot.com/) Andre Galhardo André Mezabarba (Belo Horizonte, MG) André Pasqualini (CicloBR - http://www.ciclobr.com.br) André Vinicius Mulho da Costa (Florianópolis, SC) Antonio Lacerda Miotto (Pedalante - http://www.pedalante.blogspot.com/) Aylons Hazzud Ayrton Sena Santos do Nascimento Beto Marcicano (Super Ação! - http://superacaoblog.blogspot.com/) Bruno Canesi Morino Bruno Cézar Grego (No Nose) Bruno de Crudis Rodrigues Bruno Giorgi Crisóstomo Ianoni Bruno Gola Bruno Rodrigues Caio Yamazaki Saravalle Carolina Spillari Cármen Sampaio Amendola Célia Choairy de Moraes Chantal Bispo (Eu vou voando - http://www.euvouvoando.blogspot.com/) Chico Macena (www.chicomacena.com.br) Daniel Ingo Haase (FAHRRAD - http://www.fahrad.multiply.com/) Daniel Albuquerque Daniel das Neves Magalhães Daniel Moura (Maceió, AL) Daniel Ranieri Costa (São Paulo, SP) Daniela Pastana Cuevas Danilo Martinho May Drielle Caroline Alarcon Eduardo Girão (www.estudiogirao.com.br) Eduardo Lopes Merege Eduardo Marques Grigoletto (CicloAtivando - http://cicloativando.blogspot.com/) Evelyn Araripe Fabiano Faga Pacheco Fabricio Mouret Fabrício Zuccherato (pedal-driven - http://pedaldriven.wordpress.com/) Flávio "Xavero" Coelho Felipe Aragonez (Falanstérios - http://www.falansterios.blogspot.com/) Felipe Antônio Paulon Fontes (Pensando Torto - http://pensandotorto.blogspot.com) Felipe Martins Pereira Ribeiro Felippe (Ciclo Urbano - http://blogciclourbano.blogspot.com/) Fernando Guimarães Norte Filipe Franco de Souza Francisco Pellegrini Frank Barroso (Movimento Cidade Futura - http://www.nacidadesemmeucarro.org.br ) Gabriel Silveira de Andrade Antunes (Brasília, DF) Gerhard Grube Guilherme Henrique Maruyama da Costa Gustavo Bianchini (Total Bike - http://www.totalbike.com.br/) Gustavo Fonseca Meyer Hélio Wicher Neto Henrique Boney (www.boney.com.br) Hilton Luis Moreira Bulhões Ian Thomaz (Enquanto não HáFogo - www.hafogo.blogspot.com) Isaac Akira Kojima (Total Urbs - http://totaurbs.blogspot.com) Jeanne Freitas Gibson João Guilherme Lacerda Joao Paulo Pedrosa (Malfadado, o contestatário - http://www.malfadado-o-contestatario.blogspot.com/) (Portugal) José Alberto F. Monteiro José Paulo Guedes Pinto (Ecologia Urbana - http://ecourbana.wordpress.com/) Juliana Mateus Juliana da Silva Diehl Jupercio Juliano de Almeida Garcia Keline Cajueiro Campos Barreto Laércio Luiz Muniz (Onipresente Ausente - http://outforlunch.blogspot.com/) Larissa Xavier Neves da Silva (Porto Alegre, RS) Lauro Martins de Oliveira Leandro Cascino Repolho Leandro Coletto Biazon Leandro Kruszielski (meandros - http://meandros.wordpress.com/) Leandro Valverdes Leonardo Américo Cuevas Neira Lewis Clementino da Silva Lincoln Eduardo Paiva Luciano César Marinho Lucien Constantino (Lilx) Luis Sorrilha (BIGSP - http://bigsp.blogspot.com/) Luiz Humberto Sanches Farias Maíra Rosauro Zasso (Desembuchando - http://desembuchando.wordpress.com) Manuela Ortiz Marcel Manzano Lima Marcelo Bunscheit (Roda28 - Roda28.com.br) Marcelo de Almeida Siqueira ( http://www.bicicuba.blogspot.com) e ( http://www.galeriadoartista.com.br) Marcelo Império Grillo (MIG) Márcia Regina de Andrade Prado Márcio Campos Marcos Miranda Toledo (Belo Horizonte, MG) Mariana Cavalcante (Gira-me - http://girame.wordpress.com/) Mariana Zdravca Mariane Palhares Mário Canna Pires Marla Estima Vargas Ranieri Costa Matias Mignon Mickenhagen Mathias Fingermann Maurício Rodrigues de Souza Mauro Baraldi Michelle Bertolazi Gimenes Mila Molina Neide Gaspar Otávio Remedio Paula Cinquetti Paulo V. Delgado Polly Rosa Poti Campos (Pedivela - http://pedivela.blogspot.com) Rafael Dias Menezes Rafael Ehlert (Porto Alegre, RS) Rafael Rodolfo Chacon Renata Falzoni (falzoni.com - nightbikers - espn/renatafalzoni) Renato Kairalla Costa (Tinho) (Se Locomovendo na Selva de Pedra - http://selvadepedra.wordpress.com/) Renato Panzoldo Ricardo Lacerda Bruns Ricardo Nunes (ExtremeFunBikes - www.extremefunbikes.co.cc) Ricardo Shiota Yasuda Ricardo Sobral (Bicicleta na Cidade - http://bicicletanacidade.blogspot.com) Roberto Piani Rodrigo Arnoud Rodrigo Mendonça (www.blog.caminhosturismo.com) Rodrigo Navarro Rodrigo Sampaio Primo Rodrigo Squizato (Blog da Terra - http://blogdaterra.com.br) Ronaldo Toshio Ciclista Toshio Silvia Düssel Schiros (Faça a sua parte - http://verbeat.org/blogs/facaasuaparte) Silvio Duarte Moris ( http://silviobikersp.multiply.com) Silvio Tambara (Na medida do humano - http://namedidadohumano.blogspot.com/) Soraia Lopes de Miranda Silva (Brasília, DF) Talita Oliveira Noguchi Thatiane Hijano Costa Thiago Benicchio (Apocalipse Motorizado - http://apocalipsemotorizado.net/) Vado Gonçalves (cicloativismo - www.moonlightbikers.com.br) Verônica Mambrini Victor Kazuo Teramoto (TASCidade - Transforme Agora Sua Cidade - http://transformesuacidade.blogspot.com/) Victor Y. G. Takayama Vinicius de Araujo Sant' Ana Vinicius Zanona (Guarapuava, PR) Vitor Leal Pinheiro (Quintal - http://nossoquintal.org/) Wadilson (www.wde.com.br/bike/passeios.htm) Willian Cruz (Vá de Bike! - http://freeride.blig.com.br/) Yorik von Havre  | Por favor, acrescentem meu nome ao manifesto:
Juliana Medeiros de Souza (Brasília, DF) Podem me incluir tbm.
Luis Gustavo Lino
Goiânia, Goiás, Cerrado, Brasil. atualizado  | Estou chocada. Estava hoje comprando (não importa o que, né!) e conversando com o gerente, pois o sistema estava muito lento (todo SISTEMA hoje em dia é tão lento...) e comentei que "frio mesmo estava ontem na bicicleta! "No Ibirapuera?", perguntou. "Não na rua mesmo. Vou para todo lado como ela e o meu transporte." "Ah, você soube daquela moça que morreu atropelada na Av. Paulista?", perguntou com a mesma naturalidade, que perguntou se eu estava no Ibirapuera. NÃO!!! Não soube. Como assim? "É morreu." PODERIA TER SIDO EU. EU TENHO 39, UMA FILHA DE 12, ATÉ O FINAL DO ANO PASSADO ANDAVA QUASE TODOS OS DIAS PELA PAULISTA (minha querida avenida Paulista). E PODERIA TER SIDO EU. PODERIA TER SIDO VOCÊ. NA CIDADE DE SAO PAULO QUALQUER UM QUE SE ATREVA A NÃO POLUIR O AR, A DIMINUIR O TRÂNSITO, A LEVAR UMA VIDA MAIS DIGNA, ESTÁ SUJEITO A SER ASSASSINADO. POSSO DIZER COM TODAS AS LETRAS QUE O MOTORISTA DE ÔNIBUS É UM ASSASSINO SIM E GRAÇAS A DEUS UM DIA VAI PAGAR POR ISSO. fIQUE COM DEUS MOÇA DA BICICLETA. FIQUEM COM DEUS TODOS OS CICLISTA DESTE MUNDO.
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