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| | [USP] - Fotos II - PM reprime com truculência manifestação na USP Por CMI São Paulo 10/06/2009 às 00:48 A PM de São Paulo deu mais um show de horrores para fazer o que melhor sabe: acabar com a democracia e reprimir manifestações.  .  .  .  .  .  entrincheirados na Reitoria. O comandante aponta...  ... e o meganha sai atirando contra o corredor do crusp  .  ... há uma tentativa de negociação  "que negociar o caralho", é a resposta dada pela prática da PM  ... nova tentativa...  ... dessa vez muito pior...  foram atiradas bombas dentro do prédio da Geografia/  menina sai carregada rumo ao HU após passar mal com o gás lacrimogênio A PM de São Paulo deu mais um show de horrores para fazer o que melhor sabe: acabar com a democracia e reprimir manifestações.
Enviada pela reitora Suely Vilela e autorizada pelo governador Serra, o que se viu hoje na USP foi o que sempre acontece com quem quer protestar, construir democracia e diálogo. Infelizmente, vivemos tempos lastimáveis em que a PM ganha quase status de ministério, já que "resolve" ao seu modo toda a sorte de conflitos - greves, despejos de sem terra e sem teto, marchas e protestos dos mais variados tipos.
As fotos falam por si. A reitora Suely Vilela e o governador Serra, no entanto, conseguiram o que o movimento grevista não havia conseguido: unificar as mais variadas posições de estudantes, funcionári@s e docentes, anteriormente fragmentados. A cada demonstração autoritária, a reitora perde legitimitade.
Se escuta pelos corredores, salas e ônibus: "quando é que essa reitora vai renunciar ? Já é a hora!"
Não bastavam os escândalos de corrupção com licitações envolvendo a reitoria. O uso da PM na tarde/noite de hoje somente confirmou os piores receios quanto à capacidade de administração da situação.
A cada passo, a reitoria afunda mais. VAI AFUNDAR!
>>Adicione um comentário renuncia LOGO O Estado impõe fome, miséria, repressão e todo tipo de violência contra o povo! Respondamos na mesma moeda!! PASSEATAS RADICALIZADAS SIM!! Fiquem sabendo que voces serão escorraçados deste campus, mais tempo ou menos tempo. (dedo apontado na cara do policial).
A covardia da PM colocou a Reitora, a responsável pela PM estar na USP, em uma situação difícil.
A melhor opção é renunciar.  | "Vagabundo tem que apanhar"? "parabéns por fazer seu trabalho"? reacionarismo tem limite. oq houve ontem no campus foi uma barbárie!Eu estava na manifestação com um alvo no peito e uma placa FORA PM, fiquei pra trás junto com o grupo que supostamente "atacou e agrediu" policiais (e acho que ta mais do que claro que isso nao aconteceu) e eles chamaram reforços e simplesmente saíram atirando pra todos os lados....olharam na direção do meu grupo, gritaram "ali" e tacaram bombas na gente! se vc acha normal esse tipo de trabalho, tenho pena do que vai ser de vc e de todos que assistem ao datena falando um monte de MERDA e concordam....bem vindos de volta à ditadura, com repressão aos movimentos estudantis(pra que liberdade de expressão,né?!?!) e prisões políticas!  | A violência não é resolução de nenhum conflito: a universidade não é um campo de batalha. Farda e tiros são os limites e toda e qualquer possibilidade de ação desses fardados. A mentalidade tacanha da Reitora ? esta sim - é a maior violência de todas! Como ex-aluno quero esternar minha solidariedade aos professores, alunos e funcionários da USP. Entrei na universidade em 1980, ainda na ditadura, presidente João ?prendo e rebento? Figueiredo e governador Paulo ?ROTA nas ruas? Maluf. Houve greves, invasão de reitoria, passeatas, reivindicações? E nem assim a tropa de choque invadiu a Universidade para atacar as pessoas. Agora no governo do José Serra, esse tirano de aldeia que não tem estatura política para o cargo que ocupa, tal descalabro aconteceu.  | Concordo em que a polícia não deveria reprimir manifestações, mas sempre e quando não seja destruído o patrimônio público. É um absurdo que os próprios alunos, que reclamam que as condições de estudo em sala de aula são ruins, estejam destruindo o que o governo nos oferece. Quebrando tudo não é nem será a melhor forma de resolver as coisas. A maioria dos estudantes da USP nos orgulhamos de estudar numa das melhores faculdades do País e muitos de fora nos vêem como "Elite Intelectual" do mesmo. A conversa deixou de ser utilizada. Se nós somos essa elite (menos de 5%), como é o resto da população? Como se explica que pessoas que têm um nível de conhecimento maior atuem feito animais?  | Sobre o Brandão, ele não é mais um funcionário da USP. E na hora de negociar com a reitoria, o sindicato mandou o Brandão. E segundo, talvez o que é mais importante não é o reajuste salarial, mas a legalização dos postos de trabalho de muitos funcionários da USP. (o reconhecimento pelo Tribunal de Contas do Estado) Brandão foi retirado da USP numa greve anterior devido ao fato da realização de piquetes. O dano ao patrimônio público é um crime que levou Brandão a ser expulso legalmente da USP. Querer retirar os processos anteriores devido a esses feitos (dano ao patrimônio público) não é legal nem correto. As pessoas devem ser responsáveis pelos seus atos e arcar com as suas consequencias. A greve não é um crime e está prevista na legislação. Porém não foi a greve que trouxe a expulsão de Brandão e outros problemas. Foram os piquetes e os atos inconstitucionais. Os alunos não são "vagabundos" como algumas pessoas podem pensar. Porém eles podem facilmente adquirir o ponto de vista de alguns de seus professores. O que falta infelizmente é o acesso a todas as informações sobre o assunto. Esses conflitos entre os estudantes, professores e funcionários com a PM são uma lástima. Independente de minha opinião, aconselho a qualquer interessado nessa greve e nesses conflitos a buscar muito conhecimento de todos os tipos de lugares e organizações diferentes.  | É lamentável as cenas de barbárie no melhor campo intelectual do BRASIL, e onde deveria ser de exemplo de democracia, talvez seja a única ?coisa entre outra, talvez piores? que não esta velado no nessa nosso BRASIL cheio de chantagem e boicotes armados por uma minoria da politica que quer detonar o que resta de pensamento ?LIVRE? que existe. Mas o que fazer diante dessa situação onde nada esta sendo mostrado de verdade, e a manipulação da mídia tem um impacto forte mas negativo. Estou bestificada com a riqueza do vocabulário da PM, além de só conhecerem um adjaetivo:Vagabundo eles ainda por cima possuem um vocabulário de traficante...esquisito, não? Quais seram as companhias deles enquanto comem coxinha, coçam e pensam em bater? E por que vagabundos? Muuuuitos de nós estudamos, trabalhamos, ajudamos em casa e outras coisas mais... Bom acho que os PM tem que fazer o serviço direito vagabundos ,ladrões estão na rua e alunos na cidades universitaria então POLICIAIS(se é que podemos chamar assim)vão procurar de fato o que fazer vão confrontar com quem realmente merecem ñ contra alunos extraordinarios que se expresão por ñ concordarem com atitudes do governo, os alunos tem esses poder e isso é lei então excerce sua profissão direito pq os alunos da UPS estudam pq querem ser os melhores e com certeza mais humanos para poder ensinar o que vcs ñ aprenderam.  | Basta observarmos os comentários do número 2 que de tão covarde não se idntifíca, isto só pode vir de sujeitos pertencentes aos tucanalhas e demosburros que estão com enorme saudade da DITADURA que o MOTOSSERRA diz ter combatido quando na verdade apoiava, como dedo duro, entregando estudantes aos militares com quem fez acordo através do delegado Fleury (aquele que foi morto em Ilha Bela como queima de arquivo)e, ficou escondido aquí mesmo e para o público externo diz que estava exilado, quando na verdade o CARA só foi para o Chile para dar apoioà OPERAÇÃO CONDOR do Pinochet que visava perpetuar as DITADURAS do cone sul, quanto aos DEMOs são os participes e atores da DITADURA outr coisa não se poderia esperar, são da turma do HITLER, MUSSOLINI, BIN LADEN, HISBOLAH e outros quetais.  | Aqui na EACH tudo muito tranquilo, como se estivéssemos em outra universidade. Estou indignada com a atitude arbitrária da corporação da PM. A imprensa não está nem siquer cobrindo esses fatos como na greve anterior e por que será? Uma forma de proteger à candidatura do governador Serra? Alguém tem dúvida? Precisamos ter a consciência de nos unirmos com os alunos do butantã e no mínimo demostrar solidariedade! Daqui alguns dias vamos ter as propagandas eleitorais do presidente e governador de Estado e com certeza veremos a EACH ser o maior alvo eleitoreiro das campanhas do PSDB em São Paulo ou para todo o Brasil, como ocorre com a campanha publicitária da Sabesp. E todos esquecerão desses tristes episódios da tomada da PM no campus do Butantã.  | E o Serra no momento do embate deveria estar dentro do "palácio", comandando seus peões, como num jogo de faz de conta, onde o objetivo maior é massacrar o povo em pró de uma oligarquia rica e nefasta. Aliás, por que se chama "palácio"? Há reis e rainhas morando lá dentro? Com certeza a elite paulistana e brasileira, ainda pensa que vivemos numa monarquia, em que a nobreza comanda uma grande maioria de plebeus. Aliás, comanda através da persuasão midiática. Persuasão que coloca o povo contra o povo, o povo veste a farda e se transforma no exército das elites, são os leões de chácara protegendo a nobreza... As pessoas são verdadeiros cordeiros, com único direito...de não terem direito, somente deveres. Esta tira eu peguei de um blog, ela foi enviada por um professor da rede pública, indignado contra os abusos do monarca Serra. Negociação?! ?Tô mandando meu representante, o Sr. Choque!?, diria um monarca atual na idade média, batendo com as mãos cerradas sobre a mesa? Não tem nada mais útil que o Sr. Choque possa fazer? Como...pegar políticos corruptos e ineficientes, não seria uma boa? Dá até pra imaginar: ?O metrô caiu? Faltou no Congresso? Viajou pra Europa? Então toma gás de pimenta, traquitana !!! ?. Seria uma cena digna de aplausos, e não a covardia que foi cometida hoje?e tem se tornado uma rotina com o governo do PSDB.
Um abraço  | Olah a todos,
Nao concordo em hipotese alguma com violencia, tanto do lado da PM como do lado dos manifestantes. Acho que as coisas estao saindo da linha desde que houve a ocupacao da reitoria (um ato de violencia sim contra a democracia e a conversa entre dois lados).
Desculpem-me, mas nao estamos na ditadura e estamos bem longe disso. O primeiro passo da violencia foi dado com a ocupacao, em que nao houve conversa e muito menos respeito ao espaco publico e ao direito dos demais da USP contra atos como esse.
Nao concordo com a violencia da PM, mas tambem nao concordo com as manifestacoes anti-democraticas que vem acontecendo na USP. Nao usem a desculpa da violencia da PM para fazerem outra greve ou pedirem a reuncia da reitora. Para a reitora renunciar, acho que devemos analisar a administracao dela como um todo. Foi um gap temporal... O que a mãe da maioria não fez os PM´s fizeram...  | É inadmissível que uma manifestação pacífica estudantil seja tratada dessa forma, mais indadmissível ainda que alguns meios de comunicação em massa não tenham ao menos o zelo de procurar a verdade e saiam propagando mentiras, sensacionalismo e desrespeito. O famoso "quem não ajuda não atrapalha"! Alguém avise os nossos policiais de que a ditaduta militar acabou há alguns anos. Liberdade de expressão... Sou estudante universitária de uma federal e apoio toda e qualquer manifestação, desde que pacífica, em favor dos direitos de docentes,dicentes e funcionários. Nós sabemos do que nossas universidades precisam, nós estamos lá dentro recebendo diretamente as consequências de decisões tomadas por pessoas de fora, pessoas que não estão em contato com as reais necessidades da Universidade. Nós amamos nossas universidades e queremos melhorias, não arruaças infundadas. Quando fizermos passeatas, manifestações, a população e a imprensa deve parar e nos ouvir, porque não estamos ali perdendo "tempo" a toa ou"bagunçando"... Muito me admira e entristece o comportamento de pessoas que viveram uma época ou ouviram falar de uma época em que a vida era insustentável e não se podia reclamar, clamar por mudanças. Pessoas que lutaram por liberdade e quando exercemos esse direito somos tolidos violentamente e taxados da pior forma possível. Deixe-me avisá-lo: POLICIAIS, A DITADURA CAIU!!!!NÃO SEJAM GROTESCOS!  | Uma ponta de conversa poética:
Se tem uma coisa que me irrita profundamente é o discurso da "paz". Quem quer "paz" que não viva. Que se mude para o cemitério, onde vivem os mortos, em serena e eterna paz. E engana-se redondamente quem imagina que por não ser amante da paz eterna, eu prefira me deitar com a violência. Não. Não defendo a violência, como não defendo a paz. Não tenho a divina pretensão de suprimir do mundo o que é do mundo. Diga à aranha para não construir a teia e devorar a mosquinha: É violento demais! Mas ela não pensa, é um animal, não tem consciência, nem livre-arbítrio! O homem tem. Ah... o homem! Bicho que pensa... que pensa! Quanto mais deseja livrar-se de suas garras, mais elas lhe apertam o pescoço.
Se o homem fosse, ele mesmo, a coerência e a lógica que pretende impor ao mundo, extirparia de si a hipocrisia do pacifista que ergue a bandeira com violência!
Mas a vida se cansa e cansa o homem. E cansa o seu mundo cansado. Ainda que morra a violência do homem, a vida que violenta o homem não morre. Ela arrebenta a catacumba em que foi, por ele, encerrada e volta. Do reino dos mortos ela volta! A vida não morre, a vida volta. Mandaram e a vida foi ali na esquina ver se estava lá. Mas tenha certeza, ela volta.
O mundo do homem coerente é o mundo de cima do muro. De um lado do muro, o bem. Do outro do muro, o mal. Recentemente, me contaram, é fofoca?, o mal pulou o muro e instalou-se dos dois lados. E o bem, perdendo seu privilégio na luta contra o outro, não teve escolha, refugiou-se em cima do muro, com esse agente estranho que sempre por lá anda, em cima do muro, e que, agora, o inatingível, confunde-se com seu novo coabitante, o bem, o muro que era só daquele, o misterioso e obscuro observador distanciado e neutro. E nos fica a dúvida: Será que sempre foram, o bem que o pobre mal violenta e o neutro que o acoberta, uma mesma entidade? Se não, como podem coabitar o mesmo muro tão pacificamente?
A paz e os cemitérios tem, como praga, se espalhado pelo mundo. Nas pós-e-mega-modernas cidades, emudeceram as multidões com barulhos, apagaram as ideias com rascunhos, cobriram os desenhos com rabiscos, esmaeceram as cores com brilhos, mataram a democracia com escolhas, vazias escolhas entre o quasenada e o maisumpouco, entre o maisumpouco e nãomenos, entre o nãomenos e o nãomenosainda.
A vida é uma animação da vida. Uma caricatura tosca do que pode. A vida não animada, a viva, a cruel, a apaixonada, a violenta, a caudalosa, a irresponsável vida inconsequente de qualquer coisa que não a própria vida, essa é preterida à sua cópia multiplicada artificialmente, animada artificialmente, mantida viva à luz da luz elétrica, por aparelhos de artificialização da vida. Vida controlada. Vida contida, submetida, invertida, revisada, validada. Vida enlatada. Merda. Pronta para novos usos e consumos.
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E uma ponta de conversa política:
"Temos os dois lados Debora 11/06/2009 17:27" Você, em cima do muro, talvez tenha os dois lados. Mas não tem como servir a ambos.
"Olah a todos," Olá a você, Debora.
"Nao concordo em hipotese alguma com violencia, tanto do lado da PM como do lado dos manifestantes. Acho que as coisas estao saindo da linha desde que houve a ocupacao da reitoria (um ato de violencia sim contra a democracia e a conversa entre dois lados)." Por não ter como servir aos dois lados, resta-nos descobrir pra que lado você pende do alto do seu muro. Você, de forma alguma neutra, como quer fazer parecer, bingo!, localiza a origem da "violência" em um ato dos estudantes, a ocupação da reitoria. A pergunta que qualquer elemento neutro faria aqui é: o mundo não existia antes do big-bang da ocupação? Se existia, o que aconteceu nos momentos imediatamente anteriores à ocupação? Seres inteligentes fazem perguntas e exigem respostas. Imediatamente antes do big-bang da ocupação, a deusa-reitora Suely mandou os negociadores do outro lado darem a volta no prédio e entrarem pela porta dos fundos. Beleza. A gente é pobre, mas é limpinho. Mas ofensa pouca é bobagem. Na entrada de serviço, bateu a porta violentamente (sim, violentamente! que absurdo!) na cara de parte dos negociadores do outro lado! porque não eram os negocidores do outro lado que ela escolhera. Que beleza de democracia essa, não, Debora? Com o outro lado metendo a mão despudoramente dentro da minha bolsa para escolher o discurso, a cabeça que vai defender o que eu penso! Isso talvez tenha sido para mostrar que a democracia só é possível quando as divindades se predisponham a expor-se, não quando os mortais a necessitem defendê-la.
"Desculpem-me, mas nao estamos na ditadura e estamos bem longe disso." Você já ouviu aquela historinha de que longe é um lugar que não existe. E aquela outra de que um dia roubaram uma flor, no dia seguinte entr... Não, né? Isso é coisa do outro mundo. Aquele que derrotamos pra sempre. Também nunca mesmo tenha ouvido, quiçá lido, que nenhuma vitória é permanente, né? Coisa de paranoico. Só pode. Tá tudo tão tranquilo aqui dentro do meu carro com Cofap, ar condicionado e som ambiente...
"O primeiro passo da violencia foi dado com a ocupacao, em que nao houve conversa e muito menos respeito ao espaco publico e ao direito dos demais da USP contra atos como esse." O primeiro passo da violência foi dado pelas armas da PM, perseguindo pelo campus os que deveriam defender, marcando corpos com cacetadas e estilhaços de bombas em resposta a uma manifestação pacífica pela reabertura das negociações pela reitoria. A bem da verdade, o primeiro passo foi dado pela truculência da reitoria, que se manteve, durante toda a greve, fechada ao diálogo, negou-se a negociar, e por isso mesmo chamou a polícia para baixar a porrada: porque não tinha nada para negociar. Para ser mais preciso ainda, o primeiro passo foi dado quando começou o criminoso desmonte da educação pública, em benefício de interesses de grupos privados. O primeiro passo é uma longa história.
"Nao concordo com a violencia da PM, mas tambem nao concordo com as manifestacoes anti-democraticas que vem acontecendo na USP. Nao usem a desculpa da violencia da PM para fazerem outra greve ou pedirem a reuncia da reitora. Para a reitora renunciar, acho que devemos analisar a administracao dela como um todo." Isso vai ser feito, pode ficar tranquila.
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