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| | Serra defende agressão a professores, reitora da USP deve cair Por Totalitarismo Paulista 12/06/2009 às 00:00 Em 9 de Junho, uma manifestacão pacífica organizada pelos estudantes e funcionários da Universidade de São Paulo foi brutalmente reprimida pela tropa de choque da Polícia Militar de São Paulo. Há mais de uma semana a tropa de choque da PM ocupa o campus da USP. A polícia foi convocada pela reitoria para desmobilizar os piquetes organizados em defesa do direito de greve e direito ao trabalho, após assédio moral e ameaças sofridas pelos funcionários da Universidade que estão em greve desde o dia 5 de Maio. Em apoio a greve dos funcionários e contra a presença da PM na Universidade docentes e estudantes decidiram aderir a greve, até onde se sabe as entidades que apoiam ou aderiram a greve são a Associação de Docentes da USP (ADUSP), associação de Pós-Graduandos(APG), Diretório Central dos Estudantes (DCE) e o Teatro da USP (TUSP). A partir das 12 horas do dia 09, ocorreu um Ato convocado pelo Fórum das Seis, com mais de 2.000 funcionários, estudantes e professores da USP, Unesp e Unicamp, em frente à reitoria da USP, exigindo a retirada da PM do campus e abertura de negociação com o Cruesp. Depois do ato, funcionários e estudantes da USP saíram em passeata para o portão 1 da Universidade pendindo a retirada da PM. Quando manifestantes já voltavam rumo à reitoria, houve provocações da PM e os manifestantes em resposta começaram a gritar palavras de ordem. Nesse momento um dos policiais chamou reforço pelo rádio e a tropa de choque entrou na Universidade atirando bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e tiros de escopeta calibre 12 com balas de borracha. Os ataques duraram cerca de 1 hora, várias pessoas ficaram feridas. Claudionor Brandão, Magno de Carvalho do Sintusp e o estudante Caio foram presos e conduzidos à 93ª DP, sendo liberados horas depois. A repressão seguiu para dentro do campus chegando ao prédio da História/Geografia onde ocorria uma assembléia da Adusp, um dos docentes presentes relata: "Quando chegamos na altura do gramado, havia uma multidão de centenas de pessoas, a maioria estudantes correndo e a tropa de choque avançando e lançando bombas de concusão (falsamente chamadas de 'efeito moral' porque soltam estilhaços e machucam bastante) e de gás lacrimogêneo. A multidão subiu correndo até o prédio da História/ Geografia, onde a assembléia havia sido interrompida e começou a chover bombas no estacionamento e entrada do prédio (...)" Leia Mais Links:Editorial sobre a polícia na universidade Algumas fotos do dia 9: [USP] - Fotos - PM reprime com truculência manifestação na USP | [USP] - Fotos II - PM reprime com truculência manifestação na USP | [USP] - Fotos III - Coleção SEM IDENTIFICAÇÃO Mais links: Estudantes foram mantidos como refem na USP | FORA A PM DE SERRA DA USP! ABAIXO A REPRESSÃO! | [USP] Grande passeata acontece agora no campus de São Paulo | [USP] Comunicado da FFLCH aos estudantes | [USP] Email que o Jurandyr Ross enviou a seus alunos | [USP] Email da Ana Fani Alessandri Carlos aos seus alunos, em resposta ao Ross Links externos: Relato de professores e outros materiais "Sentimos um cheiro forte de gás lacrimogêneo e dezenas de nossos colegas começaram a passar mal devido aos efeitos do gás [....] todos com os olhos inchados e vermelhos e tontos pelo efeito do gás. A multidão de cerca de 400 ou 500 pessoas ficou acuada neste edifício cercada pela polícia e 4 helicópteros. O clima era de pânico." "Durante cerca de uma hora, pelo menos, se ouviu a explosão de bombas e o cheiro de gás invadia o prédio. Depois de uma tensão que parecia infinita, recebemos notícia que um pequeno grupo havia conseguido conversar com o chefe da tropa e persuadido de recuar." Em declaracão à mídia corporativa o Governador José Serra se justificou: "A questão é a seguinte: o governo está cumprindo ordem judicial. A reitora pediu segurança e o governo não tem outra alternativa se não cumprir a ordem judicial dada por um juiz". Mesmo um dia após o confronto e com diversos relatos de professores agredidos pela polícia numa tentativa de negociação de paz, Serra continuou a defender a ação da polícia. Até o momento não houve qualquer acão por parte da reitoria ou do governo do estado para tentar retomar o diálogo com os grevistas. Pelo contrário, uma reunião marcada para hoje para discutir sobre abertura de negociação na próxima semana, foi cancelada de acordo com informação do chefe de gabinete da reitora Suely. Por tudo isso, a ADUSP em assembléia decidiu exigir publicamente: - a renúncia imediata da professora Suely Vilela como reitora da Universidade de São Paulo;
- a retirada imediata da Polícia Militar do campus;
- que a nova administração adote uma medida firme para impedir que as chefias e direções assediem moralmente os funcionários que exercem o direito de greve, de modo a criar condições objetivas para que os funcionários possam suspender os piquetes;
- que se inicie também imediatamente um processo estatuinte democrático.
Posteriormente foi incluído a proibição, pela reitoria, do assédio moral sofrido pelos funcionários.
>>Adicione um comentário Que coisa ridícula. É lamentável ver onde chegou o pseudo-revolucionarismo... se Marx ouve esses "comunas", com certeza se revira na cova, haha. Engraçado. A PM não age espontaneamente. Ninguém manda a PM atacar como se fosse seu exército particular. Os "revolucionários" barram a entrada de prédios e de campus, restringindo o direito de quem quer ter e DAR AULA, achando que só eles fossem os donos da razão, e esperam que não se faça nada? Quero ver o que acontece se um mendigo se plantar na frente da porta de vocês e dizer que só sai de lá quando tiver lugar para morar - afinal ele tem direito a moradia, não tem? Pior: ele impede você de ter acesso à sua casa enquanto ele não tiver casa própria. Vocês iriam adorar. FALTA BOM SENSO, minha gente, o bom e velho bom senso. Seu direito acaba quando o do outro começa. Aderir à greve é opção de cada aluno ou professor e DEVE ser respeitada, e se você não consegue respeitar isso, és um imbecil, egoísta e autoritário, e seria um grande favor à humanidade que você se matasse, visto que passa por cima do pensamento alheio. Vivemos (graças a Deus) numa Democracia, se você não gosta, por favor, mude-se para a Venezuela. Por isso digo: a PM deve continuar justamente pra evitar ABUSO, que de fato ocorreu. E não há nada de ditatorial nisso, mas egoísmo da parte daqueles que encontram dificuldades em reconhecer que se excederam.
(Obs.: os professores da USP não são coitados também, visto que possuem outros empregos e que ganham belos salários... ou vocês acham que é qualquer um que dá aula na USP? haha)  | Eu estudei na USP e sei bem do que consiste aquele lixo:
- Professores militantes maconheiros - Alunos idiotas maconheiros - Vagabundos de toda espécie - Cretinos sindicalizados que vivem de fazer greve.
Pelo bem da população, a ROTA deveria ficar permanente na USP. Na pior das hipóteses, prenderia uns 40 traficantes por dia.  | Só mesmo na cabeça destes filinhos de papai metidos a guerrilheiros de shopping center a USP quer que a reitora seja destituida ou bacha que a a baderna faça algum sentido e seja justa . Hoje sairam os dados da própria USP sobre a enquete interna que foi respondida pelo próprios uspianos . Resultado , 82% dos consultados são CONTRA a greve ideológica da USP . Outro dado inquestionável é o de que 57% dos consultados é a FAVOR da PM na USP . Como se isto não bastasse , 38 dirigentes de unidades da USP , de um total de 41 , emitiram um documento de apoio as ações da reitora . Mas sabe como é o conceito de democracia e de direitos desta tropa de Militontos né ? Eles acham que uma assembléia de 100 revolucionários representa a voz da USP . Eles exigem o direito de manifestação e de livre opinião , desde que este direito não seja utilizado por quem não quer brincar de guerrilheiro Mac Donalds e quer estudar . A comunidade já deu a correta e direta resposta a este bando de vagabundos .
 | É, mais uma dos nossos tucanos! As Universidades sempre foram locais de atuação das vanguardas políticas e por isso sempre sofreram perseguições por polícias políticas. Governos autoritários ocuparam muitas Universidades como forma de garantir que não houvesse contestação dos seus métodos, de suas políticas, de suas idéias e de seus crimes. Durante o período da Ditadura Militar - 1964/85 - no Brasil, os universitários foram um dos primeiros grupos a se posicionar contra o regime de excessão e, também, um dos primeiros a sofrerem perseguições. A polícia passou a ser presença comum nos campi universitários. Com a redemocratização e a constitucionalização do país, ficou decidido que as polícias não teriam acesso livre aos campi universitários, cabendo a guardas específicas das universidades o policiamento nos campi. Por muito tempo foi respeitada pelos governos a decisão de não enviar as suas polícias aos campi universitários, no entanto, nos últimos anos no Estado de São Paulo parece que o Governo esqueceu-se da determinação de não enviar a polícia a Universidade. Segundo a legislação atual só é permitida a entrada da polícia nos campi universitários se for requisitado pelo reitor(a) da instituição. Portanto, a presença da políca nos campi tem a conivência dos seus respectivos reitores. As universidades estaduais tem seus reitores escolhidos pelo governador do estado, portanto, a chamada autonomia das universidades, tão falada no estado de São Paulo, é bem restrita. De 2007 para cá ficou comum os reitores das universidades paulistas autorizarem a entrada da polícia nos campi universitários. Foi, também, em 2007 que José Serra, presidenciável tucano, assumiu, infelizmente, o governo do Estado de São Paulo. Em 2007, por exemplo, a polícia militar expulsou a porretadas manifestantes do prédio da faculdade de Direito da USP, que protestavam contra medidas do governo do estado que limitavam, ainda mais, a autonomia universitária, reivindicavam a democratização do acesso as universidades estaduais paulistas, incremento das políticas afirmativas, entre outras coisas. A manifestação era pacífica, não havia violência, a saída do prédio para quem não quissesse permanecer por lá era liberada, mas a polícia, capitaneada pelo Governador José Serra, e com o aval do diretor da Faculdade de Direito e da Reitoria da USP entrou violentamente no prédio, expulsando os manifestantes do local, sem ao menos tentar uma negociação com os manifestantes. Já, agora, em 2009, banalizou-se a presença da polícia nos campi das universidades estaduais paulistas. Primeiro, para terminar com um protesto de estudantes no campus da Unesp, em Araraquara, o reitor da universidade chamou a polícia para executar a reintegração de posse do prédio, como se os estudantes da própria universidade não fossem, também, proprietários da universidade. Claro que o reitor, que é subordinado ao Governador do Estado, não foi repreendido por seu superior. Já com um movimento de greve em andamento - tem gente que pensa que se faz uma greve da noite pro dia, a greve é um instrumento do trabalhador que normalmente só é posto em prática depois de muitas tentativas de negociação, muitas paralisações e manifestações, e é um direito garantido ao trabalhador pela Constituição Brasileira - na USP, os funcionários, professores e universitários decidiram entrar em greve em apoio aos companheiros da UNESP, que foram agredidos pela polícia à mando do Reitor e do Governador, e ocuparam a reitoria da Universidade, de onde foram tirados com uso da força pela polícia, que recebeu autorização da reitora Suely Vilela para ocupar a faculdade, e impedir qualquer manifestação. Claro que a presença da polícia não impediu a realização de novas manifestações de professores, universitários e funcionários fazem performances na frente da força policial, que contava com 150 homens no campus da universidade, agora são 98. Por exemplo, alunos do curso de Artes Cênicas imitam as poses dos policiais, só que ao invés de usarem armas, os universitários usam livro. Essa é a nova onda do governo tucano em São Paulo que deseja tornar-se governo federal, um retrocesso em relação aos avanços democráticos que o país vem tendo nos últimos anos, desde a Anistia, a campanha das Diretas, o fora Collor, a eleição de Lula, e outros tantos. O governo José Serra está revivendo uma política de Washington Luiz, que tratou os problemas sociais do país na década de 20 do século passado, como problema de políca, agora os tucanos estão tratando a EDUCAÇÃO como problema de polícia.
 | José Paulo , pelo menos disfarçe na tua tentativa de mascarar e desvirtuar os fatos . Em primeiro lugar , a PM esta na USP tão e sómente para proteger os predios da universidade diante dos constantes vandalismo imnpetrados pela gangue ideológica que lá se aboletou . Te recordo que , na invasão da reitoria de 2007 , a soma dos prejuizos causados chegou a cifra de R$ 364.000,00 , para repor desde computadores furtados e danificadoos , até a pixações , quebra de portas , cadeiras , mesas e assim por diante . Muy revolucionaria a ação da militancia não ? Nesta greve atual , já foi quebrada uma porta de vidro da reotiria , de novo gerando um prejuizo de R$ 10.000,00. Voce omitiu também que a PM em hora alguma proibiu assembleias , enocntros , acampamentos , churrascadas ou futibas , tão comuns entre os manifestantes , ou seja , em hora alguma proibiu a livre manifestação, como voces tanto gostam de reinvindicar para sí . A PM só impede a invasão de prédios publicos . Esta postura da PM alias , respeitando o tal direito a manifestação, é diametralmente oposta a postura adotada pela militancia esquerdista , pois , diante da baixa adesão a esta greve de interesse ideológico , eles sairam pela USP , bloquendo com cadeiras , mesas e manifestações , o mesmo direito que tinham aqueles que queriam assitir e dar aula . Quanto a reação da PM , fico aqui imaginando , como voces Militontos de plantão reagiriam , se meia duzia de voces fosse encostada no muro, com dezenas de manifestantes os ofendendo e gritando na sua cara ? Afinal , por muito menos que isso, ou seja , por não aderirem a greve , milhares de estudantes forma bloqueados e xingados . Em relação a saida da reitora , a própria comuniodade uspiana já deu a sua respoosta na enquete interna que rola na univeresidade , cujos dados apresentei acima . Mas o que , desde quando esta abilolada militancia vai aceitar o que a maioria quer , não é ? Os militantes são os ungidos do saber , os donos da verdade e do caminho a seguir , e, por mais que não representem nem 1% dos uspianos , a decisão da maioria nada significa , diante de todo o saber e onhecimento desters filinhos de papai metidos a guerrilheiros.
 | È triste ver alunos defendendo a repressão, houve excesso dos grevistas? Sim, mas não a ponto de uma ocupação militar, sinto que falta não só senso histórico e coletividade dos alunos e professores que não aderiram, mas inteligência. Ser inteligente não é possuír uma quantidade colossal de conhecimento, mas ser capaz de ver além do imediatismo egoísta, esses "alunos" acabarão diplomados mas não formados, conhecerão a fórmula de pitágoras e seu uso mas não a entenderão, conhecerão o método de Descartes, mas sem noção do porquê ele é assim. Um computador pode guardar muita informação mas não assimilá-lo. O que não se entedeu ainda é que PM na USP ou em qualquer universidade é uma quebra de contrato social entre entidade acadêmica e estatal. Que os alunos que apoiam sejam postos em um panóptico, vestidos de listras agindo de acordo com as normas da força maior imediata a eles. Assim eles vão resolver pensarem além do partidarismo egoísta e tolo.  | MAIS 2 RATAZANAS MILITONTAS DA DIREITA FASCISTA DEFECAM NO CMI,Cristine Nardi e Capitão Tobias Aguiar. FAZEM CORINHO COM O BOCA DE ESGOTO ANALFABETO FUNCIONAL E REPETIDOR DE CLICHES. SEJAM MUITO MAL VINDOS AKI! ESSES 3 NAUM PODEM SER SERES HUMANOS NORMAIS MSM. SAUM DEMENTES SOCIOPATAS COM SAUDADES DA BIBA DO ADOLFINHO HITLER. ESSES ANORMAIS QUEREM A PM NO CAMPUS PQ QUEREM ARRUMAR UM PM MUSCULOSO Q DESÇA O CASSETE NELES! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
ALIAS Capitão Tobias Aguiar QUAL DESSES TIPOS VC EH? - Professores militantes maconheiros - Alunos idiotas maconheiros - Vagabundos de toda espécie - Cretinos sindicalizados que vivem de fazer greve.
TALVEZ SEJA UMA ULTIMA CATEGORIA: A DOS NAZISTAS COVARDES Q SOH SAUM VALENTES NO ANONIMATO, COMO A MEIA DUZIA DE NAZIS Q DESENHAM SUASTICAS NAS PORTAS DOS BANHEIROS DA FFLCH SEM SE IDENTIFICAR COM MEDINHO DE APANHAR. CRESCE DEBIL MENTAL!
"Aderir à greve é opção de cada aluno ou professor" ARGUMENTO TIPICO DE VAGABUNDAS PUXA SACO DE PATROES Q FURAM GREVE E BATEM PONTO PRA SE MOSTRAR PROS CHEFES MAS NAUM TRABALHAM E FICAM ENROLANDO E BATENDO PAPO ENQTO OS OUTROS SE SACRIFICAM PRA QUE A VACA GANHE AS BENESSES FRUTO DA GREVE. NINGUEM TEM FILHA DO TEU TAMANHO SUA PILANTRA!  | Corrigindo uma informação, até o momento os pelegos da APG não aderiram à greve. Discriminado hj, discriminador amanhã. Troca de reitoria ? Por outra suja ? Coloca um dos manifestantes lá. Direito a geve sim. Direito a estudar também !!!
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