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| | Carta aberta do Santuário Sagrado dos Pajés sobre os tratores que começaram a sua destruição Por Questão Indígena 27/10/2009 às 09:23 A *MÃE NATUREZA* nos forma como homens e mulheres, como *SERES ESPIRITUAIS E SOCIAIS *e nos dá nossa *identidade cultural e espiritual*. Nela estão nossos alimentos, medicinais e também nossos espíritos antepassados. A Terra Mãe é a razão básica de nossa existência e de acordo com a lei espiritual do Grande Tupã não permitiremos tais agressões a nossa essência que é a terra, é a nossa dignidade. Estamos profundamente feridos e indignados junto com a ferida aberta no *Cerrado Tapuya* pelos tratores da vergonha da TERRACAP ilegalista! Isso causou um dano ambiental irreparável ao território indígena que aguarda início de estudos para identificação e delimitação ainda não cumpridos pela FUNAI por exigência do Ministério Público Federal e da 6ª Câmara de Revisão da Procuradoria Geral da República de Índios e Minorias que apontou que a FUNAI vem promovendo a cassação Ilegal dos direitos da comunidade indígena Tapuya deixando os índios Tapuyas do Santuário dos Pajés sem defesa ao não cumprir a criação do GT conforme preconiza a Lei 1.775/96 e garantir proteção ao território indígena. A Procuradora do Ministério Público Federal no DF Dra. Luciana Loureiro recomendou criação do GT para promover a identificação e delimitação da Terra Indígena do Bananal de modo a cumprir o que garante a Constituição Federal e garantir os direitos da ocupação tradicional tapuya do Santuário dos Pajés. A FUNAI vem desde 1986 postergando a resolução do problema e não cumpre a determinação do Ministério Público Federal desde o dia *16 de março deste ano* por isso abriu *INQUÉRITO CIVIL PÚBLICO* para apurar indícios de improbidade administrativa, crimes como a administração federal e tráfico de influência na FUNAI por está violando o *DEVIDO PROCESSO LEGAL* e o *direito ao contraditório* de demarcação de terras indígenas previsto no Parágrafo 8º do artigo 2, da Lei 1.775/96 por parte daqueles que questionam a demarcação de terras indígenas somente após* conclusão* dos estudos do Grupo Técnico (GT), portanto pela via administrativa e judicial, mas não é o que está acontecendo. A mesma ilegalidade vem cometendo o IBAMA, uma vez que o Ministério Público Recomendou também o cancelamento das licenças. A FUNAI desde 2003 omitiu na criação de GT conforme a lei quando Laudo Pericial e Estudos antropológicos demonstraram com fundamentação histórica, legal, etnográfica e ambiental que trata-se de ocupação indígena de *uso tradicional* promovida pelos índios fulni-ôs, os últimos TAPUYAS desde os anos de 1957 quando vieram trabalhar na construção de Brasília e ali vem utilizando a terra para suas manifestações sagradas e espirituais expressando sua cosmovisão, cultura e identidade étnica de modo rico e nítido em suas relações espirituais com a ancestralidade do território e da mata de Cerrado preservado pela comunidade indígena do Bananal. Cabe ressaltar que a *Constituição democrática de 1988* no Artigo 231 define o direito à terra a partir do uso tradicional ou forma de ocupação tradicional de acordo com os usos, costumes e tradições e não de "uso imemorial" como previa a Constituição de 1967 do Regime Militar e suprimido pela nova Constituição. A FUNAI vem omitindo por meio de pareceres sem fundamentação antropológica, técnico-jurídica, etno-histórica com a participação das direções do próprio órgão (Diretoria de Assuntos Fundiários, Coordenação-Geral de Identificação e Delimitação e a Presidência do órgão, o responsável Sr. Márcio Meira Augusto de Freitas) e na defesa inadequada dos direitos de nossa comunidade indígena. A inércia de Márcio VEM facilitando as ações de violência contra a comunidade indígena do Santuário, ameaças de morte, incêndio criminoso de uma oka da nossa aldeia, pressões para abandonar o lugar e o GRAVE DESAPARECIMENTO de nossa Liderança Espiritual, *há 6 meses sumido*, *o Cacique Kaxaipinha KORUBO* ameaçado e pressionado por agentes da TERRACAP e FUNAI. Queremos saber onde está o KORUBO? Queremos sua APARIÇAO com VIDA!! JÁ BASTA DE GENOÍCÍDIO E IMPUNIDADE!! São 509 anos de injustiças e perseguições contra nós e nossos antepassados!! Onde está KORUBO? A comunidade indígena Tapuya do Santuário Sagrado dos Pajés apresentou também denúncia para *Associação Brasileira de Antropologia (ABA)* contra a atuação de certos profissionais da antropologia (Nadja Havt Bindá, Juliana Gonçalves de Melo, Artur Nobre Mendes, Maria Auxiliadora Sá Leão e Juliana Burger Sotto-Maior) que agiram contra o *Código de Ética do Antropólogo* normatizado pela ABA que em seu *Artigo* 3 alíneas 2 e 3* que dizem: *"2. Na elaboração do trabalho, não omitir informações relevantes", "3. Realizar o trabalho dentro dos cânones de objetividade e rigor inerentes à prática científica".* Cabe salientar que esses profissionais da antropologia, que chamamos profissionais da "Antropologia Colonialista e Racista", tem responsabilidade direta e conivência com muitos atropelos legais e crimes de genocídio, etnocídio, deixando a expansão do desenvolvimentismo irracional arrasar as terras, o meio ambiente, os indígenas, sua cultura, e práticas religiosas, espirituais de nossos povos indígenas. Sem a posse das terras como iremos nós desenvolver nossas tradições? . Ou melhor o Terrorismo da TERRACAP e IBAMA, o Genocídio de Gabinete da FUNAI e da "Antropologia" Colonialista nos obriga moralmente a inverter o questionamento: Qual é a tradição deles? qual é verdadeira tradição dos projetos de desenvolvimento e "civilização": genocídios, racismo, violência, segregação, ilegalidade, injustiça social, miséria, desastre ambiental, mentira, ignorância, exclusão. Depois que tornados, furacões, tempestades, secas, falta de água, violência urbana, agrotóxicos, contaminações, violência social a custa do sofrimento e humilhação das maiorias "minorizadas" pelo processo de segregação social, étnica e econômica. Essa Antropologia de cunho racista mancha a imagem daqueles profissionais que durante a *Constituinte de 1987* lutaram conjuntamente com os movimentos indígenas e movimentos sociais no processo de reconhecimento e consolidação dos *direitos indígenas* (presentes no Artigo 231 da Constituição), do *direito à diferença*, do *direito à livre manifestação da identidade étnica e indígena* perseguida e caçada sistematicamente há 509 anos. A antropologia colonialista mancha a imagem da disciplina que tem como critério o reconhecimento e o respeito pela diferença e a afirmação dos direitos decorrentes dessa diferença por reconhecer o princípio da diversidade cultural e humana e o da pluralidade e denegar todo ato de governo, Estado ou terceiros que vise impor um tipo hegemônico como autoritarismo étnico, cultural e político. Disciplina que concebe conhecer o Outro na totalidade de sua manifestação para respeitá-lo e não para favorecer a sua negação, a sua aniquilação, a sua perseguição, a sua dominação, o seu descarte. A antropologia construída junto com a ABA e diariamente nos cursos de ciências sociais foi concebida com base no compromisso ético de garantir os direitos históricos à terra por nós indígenas, já num processo de total espoliação fundiária pela colonização do país, e romper e combater o silêncio da violência contra os povos indígenas do Brasil. Esses profissionais dão um péssimo exemplo aos futuros profissionais da área ao afiançar burocraticamente tanta violência institucionalizada contras as culturas, as vidas, o meio ambiente e as terras indígenas; na verdade trata-se de conivência e participação na *perversidade* praticada e autorizada por políticos e servidores infames atentos às própria barrigas e aos próprios bolsos. Ao cinismo de tratores, manipulações antropológicas e administrativas, licenças ambientais ilegais, manipulação dos meios de comunicação (CORREIO BRASILIENSE, GLOBO) e ao fingimento de não saber o que está acontecendo, a verdade persiste em aparecer no caos social e urbano, nos desastres ambientais provocados por ignorância, na guerra da criminalidade nas grandes cidades, nos níveis irrisórios dos indicadores sociais, econômicos e humanos, na concentração de terras e renda recentemente divulgados e rapidamente acobertados com festas de olimpíadas, copa, novelas, em suma alienação social programada pela "tradição", "usos" e "costumes" daqueles que governam o país há 509 anos. Isso revela, sim, a verdadeira face da tradição e cosmovisão do Estado Mafiocrático de "Direito" administrado para cassar e perseguir aos povos e comunidades no Brasil, sem distinção de etnia ou cultura, e sua "ilustrada sabedoria" de acadêmicos, togados, agentes econômicos, empreendedores e servidores públicos: barbárie, estupidez, ignorância e intolerância desenfreadas, saques, roubos, injustiças e desmandos de toda ordem. Onde está o *Direito* e a *Justiça* onde afaga a mão ?invisível? e ?inevitável? da mafiocracia, cheio de notas, (será que é tão inevitável e invisível assim? Ou será que a cumplicidade ativa e passiva chega a cegar?). O que dizem eles aos seus filhos e filhas como pais e mães de família? Se na cultura do branco, *tradicionalmente de acordo com os usos, hábitos e costumes da cultura dominante no Brasil*, o dinheiro corrompe, lembramos também que o a impotência, o consentir, o cruzar os braços, o não ter tempo, o assistir passivamente, o não agir e seguir levando a vida repetindo o mesmo modelo também faz parte da corrupção e do sistema, também corrompe o espírito e a consciência, o senso de justiça e a ética. A violação da Constituição Federal (Artigo 231), da Convenção 169 da OIT sobre os povos indígenas e da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU de setembro de 2007 que garante os direitos à terras, a cultura, a as práticas espirituais e os direitos humanos de nós povos indígenas estão flagrantemente violados na Capital da República do Brasil, Brasília! Exigimos já a EXONERAÇAO do Presidente da FUNAI SR. MÁRCIO MEIRA AUGUSTO DE FREITAS pela responsabilidade direta nos muitos crimes contra os direitos humanos dos povos indígenas e por favorecer e participar direta ou indiretamente na violação da Constituição Federal, acordo e tratado cumprido com nós povos indígenas em 1988, da Carta da Declaração da ONU sobre os Direitos Humanos Indígenas e principalmente da CONVENÇAO 169 da OIT ratificado pelo Congresso Nacional e promulgado pela Presidência da República, que garante entre outros direitos a participação indígena na tomada de decisões sobre empreendimentos em terras indígenas. Invocamos o direito à resistência assegurada no Direito Internacional contra os atuais Atos do Estado Brasileiro ou de grupos que suprimam os DIREITOS HUMANOS FUNDAMENTAIS!! Convocamos todas e todos a lutarem conosco por cada milímetro de nossa Mãe Terra, de nosso sagrado e amado cerrado tapuya para as próximas gerações. Que venham todos juntos conosco os que se cansaram de tanta mentira: indígenas, mulheres, estudantes, crianças, homens de todas as etnias, culturas e crenças e todos os movimentos indígenas (ARPINSUL, APOIME, ARPIB, e outros), sindicatos e associações de profissionais, centrais sindicais, todos os movimentos sociais para a exigir a imediata demarcação de Terra Indígena Bananal Santuário Sagrado dos Pajés, em BRASÍLIA, e exigir a imediata paralisação do terrorismo organizado pelos responsáveis do Estado (TERRACAP, FUNAI E IBAMA) e o cumprimento de nossos direitos JÁ!! Queremos um Brasil de todas as autonomias: indígenas, étnicas, sociais, culturais, econômicas, espirituais e ambientais; um Brasil de todas as liberdades fora do mercado das máfias, da estupidez, das intolerâncias, das agressões aos direitos e à vida, fora do chamado "Brasil: país de todas as Mentiras!" !!COM MÁRIO JURUNA DIZEMOS NOSSO DOCUMENTO É A TRADIÇÃO!! *!!O Santuário dos Pajés Não Se Move!!* *!!Basta de Criminosos e Assassinos do Povo Indígena!!* *!!Fora Márcio Meira!!* *!!TERRACAP E IBAMA: CRIMINOSOS AMBIENTALISTAS!!* *!!Setor Noroeste é Ilegal!!* *!!Resista Brasília!! 50 anos de estupidez e segregação social e ambiental!!*
>>Adicione um comentário O SANTUÁRIO É ESSA VIDA TÃO DIVERSA ENTRE A PAISAGEM, DENTRO DO CERRADÃO...É MULTI CULTUTAL, BIODIVERSO, PLURAL, SINGULAR...É RICO COM ESSA RIQUEZA NATURAL QUE DINHEIRO NENHUM PODE CRIAR...O CORRENTÃO PASSOU HOJE PELO CERRADÃO....DINHEIRO NÃO COMPRA CERRADO E NEM CULTURA.
VIVA O CERRADO VIVO!!!
O SANTUÁRIO NÃO SE MOVE!!!
eh hora de acampar na área, e mostrar que brasilia nao precisa de mais um bairro para especulaçao. precisa sim de espaços de liberdade de culto, liberdade de crença, e cosmovisão. nas igrejas que ocuparam áreas do parque ecológico nas ulitmas decadas o gdf nunca tocou. os canais de tv, radios e jonais dos empresários nunca chamaram de invasores.
as nossas armas são a força vital que emana da terra, ao som dos tambores e dos gritos dos guerreiros,
se nos calarmos as pedras gritarao Sobre quantos indigenas estamos falando?
Precisamos estabelecer um parametro de comparação já que estamos com um gigantesco deficit na area da habitação, e como você mesmo disse, esse empreendimento deve abrigar 40 mil pessoas, não é um projeto que podemos descartar assim a troco de manter um simples lugar ocupado por indios a 40 anos. gigantesca é a ganância dos donos do capital não há deficit habitacional na faixa da sociedade que pode pagar dez mil reais por metro quadrado.
sem contar as unidades habitacionais vazias por pura especulação, e os espaços urbanos onde nao se construiu predios, como é o caso da 207 norte. pura especulação  | ontem os tratores seguiram destruindo o cerrado para construir o bairro "verde" "sustentável" "ecológico" (detalhe, no folder de propaganda do setor noroeste feito pela TERRACAP/GDF estava escrito que uma das condicionantes de criação do bairro era que nenhuma árvore seria derrubada e que outras mais seriam plantadas, dá pra acreditar? um governo que faz propaganda assim tem certeza que a população é tapada)
acontece que a polícia civil chegou lá com armamento pesado para ir pra cima dos indígenas, mas como as cameras da TV tinham chegado um pouco antes, não fizeram nada, alem de dizer que estavam ali por conta de uma denúncia de que indígenas tinham prendido um trator e feito uma pessoa de refem. Interessante que até onde se sabe, e segundo a legislação desse país paulatinamente maltrada e vilipendiada pelo o governo Paulo Octavio/Arruda, conflitos que envolvem indígenas devem ser tratados pela polícia federal.
Tudo isso deixa claro que o GDF repassou para as empresas tratarem da questão indígena, e para as empresas é simples, diz que os indios tão ameaçando alguem, e manda a polícia (civil a paisana de preferências) ir lá e meter bala.
Enquanto isso a FUNAI segue calada, fazendo vistas grossas para a questão indígena que está a poucos km de suas instalações na capital federal do "país de todos".
e assim se constata a falência das instituições, e a necessidade de insurreição.  | Ainda não deu para notarem? O Santuário dos pajés precisa de total apoio de quem for para sua permanência por isso residentes do DF e de todo Brasil apareceçam para defender a mãe natureza e nossos irmãos...a hora é agora!!!!
Sobre o desinformado que fala sobre o déficit habitacional consulte o IBGE que diz que há 53 mil imóveis vazios para fortalecer a especulação imobiliária além dos vários prédios vazios de águas claras que atende muito bem esta demanda...
Santuário Não se Move! O Verde está sendo destruído! Mova-se!  | À parte os comentários babacas de sempre, é importante saber que se CASO OS TRATORES PASSEM EM CIMA DO SANTUÁRIO não será um "já perdeu, rapá" como esses imbecis postam. O governador e toda a sua corja fiquem sabendo que o que vão conseguir é fazer do Santuário um marco hitórico de luta. E é bem possível que esse local vire um MITO. Então, seus capangas vagabundos de Arruda e cia, pensem bem antes de passarem os tratores porque quem vai sair muito mal na fita vão ser os senhores! Vcs podem achar que não há justiça no Brasil e etc, mas vamos ver o que vai acontecer quando essas imagens de destruição aparecerem no horário eleitoral...Um...pega mal, não? Quem perdeu mesmo?  | A FARSA DO SETOR NOROESTE ?O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.? Martin Luther King Prezados amigos, um crime sócio-ambiental está ocorrendo bem debaixo de nossos olhos. A população só conhece a versão oficial da história, que vem sendo propagada pelos meios de comunicação chapa branca, enquanto isso, a última grande reserva do Cerrado dentro da área tombada de Brasília já está sendo destruída e a comunidade indígena que cuida daquele local está sendo expulsa. O governo arrecada uma fortuna com a chamada " Ecovila" Noroeste, que se diz ser o primeiro bairro ecológico do Brasil, mas na verdade trata-se de um tremendo engodo. As verdadeiras Ecovilas que se espalham por todo o mundo são criadas em cima de áreas já degradadas pelo homem, aonde os futuros moradores irão recuperar o local , respeitando e se adaptando aos ritmos da natureza. Na FALSA Ecovila do GDF, existe na verdade um projeto antiquado que será construído em cima de uma reserva ambiental e de um santuário indígena, projeto feito pelas construtoras da cidade e "doado" ao governo local, aonde se criou um bairro de luxo, aonde o desperdício e a ineficiência serão predominantes. Verdadeiras estufas de vidro e granito climatizadas com muito ar-condicionado. O projeto contraria todo e qualquer princípio de arquitetura ambiental, não pensou-se em criar um zoneamento para preservar a reserva florestal, muito pelo contrário, a avenida principal passa justamente na área com a vegetação nativa mais preservada, e que vem sendo cuidada e mantida pelos índios que habitam a região. A farsa do projeto "sustentável" é na verdade uma repetição de clichês do chamado "marketing verde" ou melhor ?maquiagem verde?, que serve única e exclusivamente para encarecer os apartamentos (captação de água da chuva e paineis solares para aquecimento de água já é lei em várias cidades do Brasil. É uma obrigação das construtoras e não um gesto em defesa da natureza.) A cara-de-pau do governo e principalmente da imprensa vendida é tão grande que usam justamente as riquezas naturais da reserva do Bananal e citam as suas árvores (copaíba, ingá, angico, baru, açoita-cavalo, barbatimão, pimenta de macaco, jequitibá etc) como itens para vender qualidade de vida para os futuros moradores. Eles só não dizem que as mesmas árvores estão sendo destruídas por seus tratores na calada da noite. Com esta farsa o GDF já engordou o seu cofre com 1 bilhão de reais, fora a fortuna que as construtoras irão ganhar (as mesmas que elegeram o atual governador, fora o fato de que o vice-governador é um dos maiores empresários da construção da região). E com essa fortuna circulando, está todo mundo de bico calado, os deputados distritais defendendo os seus patrocinadores de campanha, o IBRAM órgão que só sabe abençoar o que o governo manda, e os que permanecem em cima do muro, FUNAI e IBAMA que lavam suas mãos convenientemente. Enquanto isso o cacique Korubo, guardião do local que vinha sendo ameaçado de morte está DESAPARECIDO HÁ SEIS MESES, e uma residência indígena foi incendiada de maneira criminosa. Tenho certeza que vc não leu e não lerá isso no Correio Braziliense. Mas a atitude do governo e dos empresários já era esperada, estranho seria se eles se comportassem de maneira diferente. O que não é admissível é ver a passividade do cidadão brasiliense, que terá a sua qualidade de vida extremamente prejudicada por esse tsunami de concreto e asfalto despejados em cima da última grande reserva de Cerrado dentro da área tombada de Brasília. Especialistas em trânsito já falam do caos que virá em nossas ruas, igualando Brasília às demais capitais, com engarrafamentos intermináveis e poluição do ar. O governo fala que a cidade não tem para onde crescer, assim justificando as suas atrocidades,mas ignora que naquela região poderia ter sido feito um verdadeiro bairro ecológico. Primeiramente delimitando a reserva ambiental e o santuário indígena, depois criando verdadeiras ecovilas nas áreas degradadas ( pelo próprio GDF) do local, usando os princípios do urbanismo ecológico e da arquitetura bioclimática, aonde teria uma população de moradores condizente com a fragilidade do local. Mas o que está sendo feito é o extremo oposto, uma farra da especulação imobiliária que agride a inteligência da população mais esclarecida. Brasília vai fazer 50 anos, isso aqui não é mais terra de ninguém como pensam os políticos. O ministério público em março deste ano recomendou a suspenção de todas as licenças emitidas pelo Ibama para a construção do setor noroeste por irregularidades no processo, e recomendou ainda o estudo para a demarcação da terra indígena do Bananal. A mobilização já está sendo feita, diversas ong´s, grupos estudantis, associações de moradores já estão nesta luta, mas ainda é pouco, precisamos da SUA participação também. Junte-se a nós. PAREM OS TRATORES JÁ!!! Contamos com a participação de todos na divulgação deste email, mas o mais importante será a presença física no local, para que todos possam olhar com os próprios olhos a riqueza e a beleza da reserva do Bananal, e a destruição que os tratores da ?ecovila? estão causando (vide fotos anexas). Convidamos portanto para: TRILHA ECOLÓGICA NO SETOR NOROESTE Dia 8 de novembro (domingo) a partir das 10 horas, encontro no estacionamento ao lado do canhão que fica entre o setor militar e o setor noroeste. Leve água e protetor solar. Para que todos despertem para o fato de que um cidade é feita por seus moradores, e não por políticos com interesses próprios. Obrigado pela atenção, Movimento Cerrado Vivo  1  2  3  | *Pela Mãe Terra, pela Natureza, pela Cultura e Espiritualidade Indígena, pelo Santuário Sagrado dos Pajés.* * * *Neste momento em que sentimos a destruição de uma grande parte do cerrado nativo nas mãos da corrupção do projeto $$noroeste$$, convocamos ajuda e apoio de todos/as aqueles que sentam a injustiça deste ato, que mas uma vez feri a nossa Mãe Terra e os direitos dos nossos irmãos indígenas de Brasil e América toda.* Depois da terrível destruição de uma parte da terra indígena como uma forma de passar por cima dos nossos direitos, e tratando de amedrontar a nossa comunidade, novamente ontem 28 de outubro pela manha as maquinas da CONTERC (amparada pela TERRACAP) entraram no ?Santuário dos Pajés? de *forma ilegal*, esta vez a comunidade indígena conseguiu impedir o desmatamento do cerrado que a TERRACAP, GDF e IBAMA persistem em realizar sem nenhum escrúpulo. Pela primeira vez a comunidade teve a possibilidade de um meio de comunicação lês escutara e falara sobre a verdade do que esta acontecendo, quando o pajé Santxiê Tapuya falava frente a câmara um grupo de 13 policias armados chegaram pedindo desligar a câmara, eles dizeram que os indígenas foram denunciados por ter a maquina e um homen seqüestrado e alegando que as obras estão garantidas por um TAC (isso fora da realidade, já que os três homens que trabalhavam, mas o motorista da maquina voltaram pra o lugar de onde iniciam seu trabalho e *esse TAC é ilegal*). Os nosso irmãos guerreiros esclareceram a verdade que o *Ministério Público Federal cancelo todas as licenças em março de este ano*, e que a FUNAI que ainda não fez a demarcação da terra é parte também da máfia que destrói o meio ambiente e deixa aos indígenas de Brasil sim direitos, por isso ela não se pronuncia e omite os 5 estudos antropológicos que falam sobre o uso tradicional da terra o que garante no art.231 da constituição a demarcação da terra indígena, também esclareceram que eles só estavam cuidando de que o cerrado não fora mas destruído, já que o inicio das obras é irregular. *O MPF apóia a verdade do Santuário dos Pajés, e esta procedendo de forma que os direitos dos indígenas do Santuário sejam respeitados e que a demarcação se faça já, por isto as obras ficar interrompidas de forma indefinida, ate regularizar a situação da terra.* * * Realmente acreditamos que a chegada de tantos policiais armados foi uma estratégia da TERRACAP para seguir na sua campanha de terror (depois de muitas ameaças, o incêndio da casa de Tôwe e o desaparecimento há mas de 6 meses do nosso cacique Korubo) já que eles insistiam em levar a gente na delegacia...e para que? Y por qué? estratégia que foi frustrada pelo Grande Espírito, mas uma vez sentimos a sua proteção e verdade, somos pessoas de paz que lutamos pela terra, a natureza, a vida, a cultura do nosso povo, e nossa espiritualidade. Agora façemos o chamado a todas as pessoas que moram em Brasília e todo Brasil, para que se conscientizem da importância do cuidado de esta terra, do cerrado nativo onde se preservam inumeráveis espécies medicinais, assim como a água que vem das nascentes da água mineral e conformam um dos aqüíferos que sustenta a água de Brasília... O chamado é para lutar pela justiça e a verdade, contra a o racismo e a máfia de este governo, contra o racismo da sociedade que não nos permite viver em nossas terras na conexão equilibrada com a natureza que aprendemos por miles de anos a traves de nossos antepassados...por que sempre querem tirar as nossas riquezas as quais cuidamos para as próximas gerações, nossa cultura, nossa língua, nossa espiritualidade, e nossa terras PRESERVADAS, nas quais vivemos de forma simples, na paz e conservando toda sabedoria que o Grande Espírito deu a o nosso povo??? Você tem conhecimento de todos os projetos *$?ecologicamente corretos?$* que o GDF quer realizar em Brasília de forma irregular sem um poço de consciência sobre o impacto que pode ter na água, no clima, na contaminação, e no futuro da cidade...??? Pedimos apoio neste momento, toda ajuda que possa chegar e que sirva para esta luta pela Mãe Terra nos agradecemos, e convidamos também a conhecer o Santuário dos Pajés e a flora do cerrado desta terra, convidamos a todos/as a trabalhar pela liberação de esta reserva que beneficiara a nossa próximas gerações, e que manten o equilíbrio ecológico da cidade de Brasília. JALLALLA!!! O SANTUARIO DO PAJES NÃO SE MOVE!!! VIVA A VERDADE!!! VIVA OS INDIGENAS DE AMERICA!!! AMERICA ESTA VIVA!!! Quem quiser colaborar pode se comunicar neste e-mail santuariodospajes.brasilia@gmail.com  | O CMI Brasil sonega informações aos seus leitores. Todos os comentários que revelam a manipulação de fatos e repercussão de inverdades promovida pelo site TV Tática são sistematicamente apagados daqui. Por várias vezes publiquei a imagem de uma falsificação grosseira da revista Time produzida pelo referido site, onde é retratada uma suposta reportagem de apoio à causa defendida nesta matéria. Em todas as vezes, os editores do CMI Brasil apagaram o comentário sem, contudo, explicar o que difere uma mentira contada pelo GDF de uma mentira contada por um site aliado. O que a deputada distrital Érika Kokay vai achar disso quando receber o e-mail que denuncia os métodos questionáveis utilizados pelo site TV Tática e avalizados, por omissão, pelos editores do CMI e pelos defensores dessa causa? Será que conhecendo melhor quem está por trás dessa bandeira, ela continuará respeitando a causa? O CMI deveria, pelo menos, rechaçar a manipulação e vir a público dizer que não aprova tal conduta anti-ética.   | deixa de ser zé mané rapaz, não tá vendo que isso ai é uma subversão da capa da times, lógico que nunca saiu a matéria na times, qualquer leigo vê.
daqui a pouco tu vai dizer que as imagens do arruda com cabeça de panetone são fotos forjadas da verdade, heheheh
ai ai ai, o cara não tem o que dizer contra e fica com essa babaquice, acho eh pouco o cmi esconder
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