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| | 150 dias de resistência! Por GOLPE EM HONDURAS 25/11/2009 às 17:22 Roberto Michelleti permanece no poder em Honduras. Depois do golpe ao Acordo de Tegucigalpa/San Jose o presidente golpista atrasa indefinidamente a entrega do governo a Zelaya, que continua na embaixada brasileira. Micheletti chegou a propor o rídiculo de 'sair da presidência' durante a semana das eleições, dando a entender que sua 'saída temporária' daria um clima melhor para as eleições. Acontece que em uma ditadura, sem os direitos constituicionais, nunca irá existir uma clima saudável para uma eleição democrática. A comunidade internacional (ONU, Unasul e OEA) já disse que não reconhecerá as eleições se o presidente Zelaya não fosse colocado de volta ao poder. Mesmo com toda a comunidade internacional contrária, os Estados Unidos, Peru e Colômbia resolveram mudar de posição, dizendo que irão reconhecer as eleições. Oscar Arias, presidente da Costa Rica e mediador do Acordo de San Jose, disse que fracassou nas negociações e que também vai reconhecer as eleições, o que dá mais força para o golpista Micheletti. Mesmo com a renúncia dos candidatos ligados a Frente e uma campanha forte de boicote, a eleição está confirmada e as campanhas dos partidos políticos chegaram ao fim nessa semana. O partido UD, que participava da Frente de Resistência, decidiu participar das eleições, o que acaba por justificar o próprio golpe militar. Com a eleição acontecendo, Micheletti sai ileso de um golpe de estado que matou, sequestrou, torturou e quer garantir que Honduras continue a ser explorada e dominada pela oligarquia do país e pelo poder econômico norte-americano que controla 80% da economia hondurenha. Se a eleição do dia 29 de novembro for reconhecida, inclusive internacionalmente, significa que se reconhece que o período do governo golpista foi legítimo e legal e que nada acontecerá com os responsáveis pelos crimes de Estado desse período. As reivindicações construídas por milhares e milhares de hondurenhas/os ao longo de 150 dias - entre elas, justiça para os responsáveis pelo Golpe e uma Assembléia Constituinte com participação popular - seriam deixadas absolutamente de lado para dar lugar à volta de uma falsa "normalidade" democrática. Leia aqui a matéria completa! Editoriais Anteriores:: Honduras - O Eterno Retorno até quando?! (30/06)| Honduras - o eterno retorno até quando? (05/07) | Golpe em Honduras, até quando? (18/07) | Nome aos gorilas! (05/08) | 70 dias de resistência popular contra o Golpe em Honduras (05/09) | Zelaya retorna à Honduras e se refugia na embaixada brasileira (22/09) | Governo golpista intensifica repressão! (29/09) | Ditadura em Honduras: dezenas de mortos e mais de 4000 presos/as (02/10) | A resistência continua e a ditadura se enfraquece! (06/10) | Bombas de gás para iniciar o diálogo (10/10) | Assembléia Constituinte não é incluída no acordo sobre a restituição de Zelaya (18/10) | Paraguai: uma nova Honduras? (11/11) Mais Informações (em espanhol):: CMI Honduras | TeleSur | Rebelion.org | COPINH | NarcoNews (Inglês) As pequenas reformas que Zelaya implementava (como por exemplo cobrar impostos de multinacionais que nunca pagaram impostos em Honduras ou aumentar o salário mínimo) e a possibilidade da eleição de uma Assembléia Constituinte foi o suficiente para a reação enérgica e dura da oligarquia hondurenha, que não poupou os recursos mais cruéis que há décadas vem sendo utilizadas em golpes militares na América Latina: técnicas de tortura, esquadrões da morte, fechamento de meios de comunicação, repressão a manifestações de rua, prisões em massa, estupros, entre outros. A Frente Nacional de Resistência Contra o Golpe de Estado - formada por movimentos sociais, indígenas, sindicatos, movimentos de mulheres e outros grupos que não aceitam o governo de Micheletti - disse não reconhecer as eleições do dia 29 de novembro e convoca o povo a não votar. Micheletti já avisou que irá prender qualquer pessoa que estiver fazendo campanha pelo boicote às eleições. Em todas as regiões os movimentos vem sofrendo uma grande repressão, que não diminuiu ao se aproximar a data da eleição. Várias comunidades tem sido hostilizadas com helicópteros e incursões de tropas militares e algumas tem conseguido reagir e expulsar os militares da região, mas a represália resulta em prisões ilegais e tortura. Professores, indígenas, camponeses tem sido perseguidos e executados por grupos armados e encapuzados também durante a campanha eleitoral e muitas cidades de Honduras tem sido ainda mais militarizadas nas últimas semanas. Romeo Vazquez, chefe militar de Micheletti, afirmou existirem planos para deslocar soldados em helicópteros para qualquer lugar de Honduras que julgue necessário. Várias comunidades tem sido ocupadas por militares e territórios indígenas de propriedade coletiva tem sido invadidos para projetos privados se instalarem. E, apesar da volta dos meios de comunicação contrários ao golpe, um canal de TV contrário ao golpe denunciou nesta semana que teve seu sinal cortado na hora do noticiário de manhã. Ainda assim, a Resistência tem realizado campanhas contra as eleições, como um bloqueio da sede do Partido Liberal, que conseguiu impedir que um comício do candidato Elvin Santos acontecesse em La Esperanza (Intibucá), na última semana. Sobre o momento atual da resistência em Honduras, Bertha Cáceres, do Consejo de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (COPINH), disse em uma entrevista que "o atraso que trouxe o golpe foi contrabalançado pelo despertar do povo e a tarefa é aprofundar este avanço, que é intensamente humano e que ainda não podemos dimensionar nem medir". Neste sentido, continua ela, "as eleições de 29 de novembro vão ter um grande rechaço popular porque, apesar do bombardeio midiático, o povo sabe entender e decidir. Este povo vai surpreender e é preciso ter fé, intensificando o trabalho para que essa farsa não seja reconhecida".
>>Adicione um comentário Luis Espinal, un profesor jubilado de 56 años, salió el fin de semana hacia la capital hondureña, cuando fue interceptado por una patrulla policial.
Luego de haber sido arrestado por la policía hondureña, se encontró este martes el cadáver del coordinador del Frente Nacional contra el golpe de Estado, Luis Gradis Espinal, de quien se desconocía su paradero desde el pasado domingo.
El asesinato del líder de la resistencia antigolpista del sureño departamento de Valle, ocurre a pocos días de las elecciones y bajo una amplia militarización en todo en el territorio hondureño.
Informes del Frente indican que Espinal, de 56 años y profesor jubilado, había salido el pasado fin de semana hacia la capital, cuando, según relato de una testigo, fue interceptado en el Anillo Periférico de la ciudad por una patrulla policial.
A través de un comunicado, el Frente Nacional alertó que los cuerpos represivos han aumentado la vigilancia y persecución de los militantes de la Resistencia, al punto que se ha declarado un "Estado de Emergencia que podría ser el preámbulo de una ofensiva militar contra el pueblo desarmado".
El pasado fin de semana la Resistencia contra el golpe de Estado adelantó que la ola represiva que sufren los hondureños incluye a mercenarios contratados por las Fuerzas Armadas.
El aumento de las fuerzas policiales y militares en Honduras, demuestran el ensombrecimiento de un proceso electoral y un ambiente de represión y violencia por parte de los que usurpan el poder. A escasos días de unos ilegítimos comicios, el régimen de facto, junto con los militares, convoca y tutela un proceso electoral sin condiciones legales y sin un acuerdo político.
En medio de una dictadura militar, el pueblo hondureño resiste a los actos violentos e inconstitucionales de un gobierno que pretende organizar una "farsa electoral ", señalaron los miembros de la Resistencia cuando realizaban una protesta frente a la sede del Tribunal Supremo Electoral, momento en el que se enteraron de la trágica noticia.
La alianza de fuerzas populares reiteró su llamado al desconocimiento activo de los comicios, que considera una vil mentira para legitimar el golpe militar que derrocó al presidente Manuel Zelaya el pasado 28 de junio.  | O cadáver do coordenador da Frente Nacional contra o Golpe de Estado, Luis Gradis Espinal, foi encontrado na última terça (24), em Tegucigalpa, depois de haver sido detido pela polícia hondurenha no último domingo, segundo o organismo.
O corpo do professor de 56 anos do departamento de Valle foi encontrado com pés e mãos atados, em um caminho da aldeia Las Casitas, ao sudoeste da capital, próximo a uma zona onde se localizam várias unidades militares. Segundo informes da Frente, Espinal foi interceptado no Anillo Periférico da cidade por uma patrulha policial, quando se dirigia à capital.
Em comunicado, a Frente denunciou o aumento da vigilância e perseguição de seus militantes por parte das Forças Armadas do país, devido à aproximação das eleições gerais do próximo dia 29. Segundo o organismo, a "onda repressora" inclui mercenários contratados pelas Forças Armadas.  | La ilegítima Corte Suprema de Justicia (CSJ) hondureña ratificó este jueves que el presidente constitucional, Manuel Zelaya, debe someterse a los juicios que tiene pendientes para ser restituido en su cargo, aunque hasta ahora el ente no ha aclarado los cargos que se le imputan.
En la opinión, que enviará esta semana al también ilegal Congreso Nacional, que el 2 de diciembre debatirá si se restituye o no a mandatario en la Presidencia, la CSJ ratifica el criterio que dio a conocer el 21 de agosto pasado en el proceso de consultas del Acuerdo de San José, propuesto por el presidente de Costa Rica, Óscar Arias, en su calidad de mediador ante la crisis política originada en Honduras por el golpe de Estado del pasado 28 de junio.
Adriana Sívori, enviada especial de teleSUR en Honduras, recordó que la opinión de la Corte no es vinculante, porque como lo ha asegurado la comunidad internacional "a partir de la ilegalidad de un golpe de Estado, ningún ente gubernamental de facto puede tener legalidad en cualquier decisión que tome".
La decisión fue aprobada por 14 de los 15 magistrados.
Sin indicar cuáles son las acciones específicas que cometió el mandatario para ser enjuiciado y apoyándose en el sólo hecho de que él impulsó la apertura de una cuarta urna para consultar al pueblo si quería o no una nueva Constitución, la Corte sentenció que "existen acciones penales presentadas (contra Zalaya) por la Fiscalía General de la República", por lo que, "mientras no existan otras disposiciones legales aplicables, no puede eludirse que tendría que someterse a los procedimientos establecidos en la legislación procesal penal".
Para excusar las acciones del golpe de Estado del pasado 28 de junio, el régimen de facto ha indicado que los militares derrocaron a Zelaya en cumplimiento de ese mandato judicial derivado del proceso iniciado por el Ministerio Público en su contra, que se basa en la promoción de la consulta popular sobre una futura modificación de la Constitución para esa misma fecha.
Entre tanto, en Tegucigalpa cientos de estudiantes de la Universidad Autónoma de Honduras han cerrado los portones del recinto educativo en protesta contra las polémicas elecciones de este 29 de noviembre y contra el golpe de Estado del pasado junio, de acuerdo con lo confirmado por Adriana Sívori.  | Não há nenhuma autoridade capaz de parar com esse golpe? O mundo continuará calado enquanto esses cretinos fazem o que querem? ...tristeza! espero que o calendário maia esteja certo! Melhor a morte à viver reprimido, neste caso, mais do que já somos pelo capitalismo Estadunidense.
FDP's!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! HONDURAS ELEGE PORFIRIO LOBO SOSA "PEPE" Fontes em Honduras, revelaram ao Jornal Mundial, que PEPE ja esta eleito, e que varios caminhões de EL SALVADOR, levaram centenas de salvadorenhos para VOTAR em Honduras, para mostrar que as eleições foram em massa popular. 22:45 hs do Brasil em 29/11/2010 informação em primeiro lugar na internet sobre o novo presidente de honduras, em portugues Jornal Mundial cmn http://www.jornalmundial.com  | Apesar das covardes e constantes censuras de textos aqui no CMI que mostravam a realidade hondurenha , ao final venceu o povo hondurenho , a consituição, as leis e a determinação daquele país . Juntos eles desde o principio renegaram a ofensiva criminosa de Zelaya a mando de Chavez , apoiaram a retirada do poder de Zelaya com base na consituição daquele país , não deram a menor bola para as fanfarronices de Zelaya a partir da embaixada brasileira , execraram as ingerencias internacionais efetuadas pela Venezle a, Brasil , Nicaragua , Equador e Bolivia , ignoraram o boicote propostpo pelos bolivarianos às aleições , compareceram em massa e de forma civilizada para votar , e finalmente deram num sonoro nÃo ao bolivarismo ao elegerm de forma tranquila e democratica os seus candidatos .
Estão de parabéns o povo hondurenho e sua determinação em não querer o fracassado bolivarimso , as insituições democraticas daquele país e os tres poderes que apesar de todas as pressões , colocaram os interesses do país em primeiro plano ´. Parabéns a todos . Voces são um exemp´lo para a América Latina .
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