Desde então, com as obras e a retirada das primeiras 30 famílias, o restante da Nova Esperança vem tentando contato com a Sub-Prefeitura, com a SEHABI, para tentar marcar uma reunião, pois conforme todos temiam, o terreno está cada vez mais instável com toda a comunidade correndo risco de deslizamento e de perder todos os seus bens. Ali é claramente uma área de risco que precisa ser priorizada. Todos os planos de urbanização e planos regionais privilegiam as áreas de risco. As famílias desde setembro se organizam para participar de reuniões em que estarão presentes membros da Prefeitura Municipal para tentar marcar uma reunião, procram os assistentes sociais que trabalham no canteiro e são ignorados.

Exigimos que a Prefeitura, Sub-Prefeitura, Secretaria de Obras, seja lá quem sejam os responsáveis por essa obra e os responsáveis pelas áreas de risco, que atendam aos pedidos da população e marquem uma reunião, para promover a solução adequada da questão, pois é urgente a necessidade de encaminhamento dessas pessoas para um atendimento habitacional. Vale ressaltar que não há nada garantindo, o acordo feito entre os moradores e a Prefeitura Municipal, estabelecido na reunião no canteiro, em que se negociou que alguns moradores teriam a indenização substituída pela locação social, foi um compromisso celebrado oralmente e carece ainda de uma garantia por escrito. Por isto exigimos:

1- Reunião imediata dos moradores da Nova esperança com a SEHABI;

2- Inclusão dos moradores da Nova Esperança nos projetos de moradia da região;

3- Imediata integração dos moradores em área de risco no programa aluguel social.

CAMPANHA PARAISÓPOLIS EXIGE RESPEITO