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| | O Movimento dos/as Trabalhadores/as Desempregados/as do DF ocupou na madrugada de 11 dezembro a Fazenda Sálvia
O CMI republica nota do Movimento dos/das Trabalhadores/as Desempregados/as do DF. No ano de 2005 o MTD iniciou no DF intenso processo de luta e resistência objetivando a construção de assentamentos de reforma agrária no DF. Desde então realizou diversas lutas junto a Movimento de Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra (MST), ao Movimento de Apoio ao Trabalhador Rural (MATR) com apoio de sindicatos e organizações autônomas contrárias à lógica da especulação imobiliária e favoráveis à reforma agrária no DF. Nesse período o MTD formulou um projeto de assentamento de 60 famílias voltado para a produção coletiva, recuperação ambiental e geração de renda para as famílias. Projeto este analisado e aprovado pelos órgãos competentes. Através das ações dos movimentos, pelo caminho do diálogo evidenciado em diversos episódios, como em reunião realizada no dia quatro de setembro de 2008 na Ouvidoria Agrária Nacional com todos os órgãos competentes (GRPU, INCRA, IBAMA, Escola Técnica Federal, EMBRAPA, IBRAM) foi consensuado e registrado em ata o repasse de 760 hectares da fazenda Sálvia, objetivando o assentamento de 240 famílias dos três movimentos. Ato reafirmado dia 30 de abril de 2009 a partir da entrega da referida área para o fim citado pela Gerência Regional de Patrimônio da União na pessoa de Lúcia Helena Carvalho para o INCRA, certificado e assinado pelo presidente do INCRA Rolf Hackbart, posteriormente publicada no Diário Oficial da União. Apesar de a superintendência regional do INCRA ter autorizado mediante o processo número 54700.001427/2008-22, de 22 de outubro de 2009, a ocupação precária da área destinada ao assentamento das 60 famílias organizadas no Movimento dos Trabalhadores Desempregados, até então não providenciou as mínimas condições para tal fim. Devido à chegada das chuvas, a proximidade do ano eleitoral - quando providencias nesse sentido tardam e falham - o movimento decidiu iniciar o processo de ocupação da área. As famílias acampadas há mais de quatro anos não vêem motivos para permanecerem à beira da BR-020, onde estão acampadas de maneira precária, uma vez que já têm todas as prerrogativas legais além de plena legitimidade para usufruir de uma área digna conquistada em todos esses anos de luta. Entendemos que a reforma agrária não deve ser objeto de barganha eleitoral, mas um dever do Estado assegurado constitucionalmente. Exigimos urgência no assentamento das famílias do MST, MTD E MATR por parte do INCRA, por meio de sua gerência local, conforme compromisso firmado em reunião. 11 de dezembro de 2009 ASSINAM EM SOLIDARIEDADE: CUT, CMS, ASSERA, STIU, MAB, ASSEMBLÉIA POPULAR DF, SINDÁGUA, CGA-DF,
Comentário Muito(a) bonito(a) o(a) texto(a). Oh, give me land, lots of land, under starry skies above Don't Fence Me In Frankie Laine Oh, give me land, lots of land, under starry skies above, Don't fence me in. Let me ride through that wide open country that I love: Don't fence me in. Let me be by myself in the evenin' breeze, An' listen to the murmur of the cottonwood trees. Send me off forever but I ask you please, Don't fence me in. Just turn me loose, let me straddle my old saddle, Underneath the western skies. On my cayuse, let me wander over yonder, Till I see the mountains rise. I want to ride to the ridge where the west commences, An' gaze at the moon till I lose my senses, An' I can't look at harbours an' I can't stand fences: Don't fence me in. (Oh, give me land, lots of land, under starry skies above,) (Don't fence me in.) (Let me ride through that wide open country that I love:) (Don't fence me in.) Let me be by myself in the evenin' breeze, An' listen to the murmur of the cottonwood trees. Send me off forever but I ask you please, Don't fence me in. Just turn me loose, let me straddle my old saddle, Underneath the western skies. On my cayuse, let me wander over yonder, Till I see the mountains rise. I want to ride to the ridge where the west commences, An' gaze at the moon till I lose my senses, An' I can't look at harbours an' I can't stand fences: So don't fence me in, oh no, Now brother, don't you fence me in. Muito bom! Movimento dos Sem Ter o que Fazer conseguiu mais terra para suas famílias. Muito bom! Agora seus filhos também se tornarão párias da sociedade, pois não têm estudo e nem vão estudar, pois mesmo a escola pública sendo direito deles, pra que perder tempo com isso se é só juntar mais um bando de analfabeto e pular umas cercas que tá tudo de boa? É um pessoal muito correto mesmo... Certo é cercar terras e privar os outros dos frutos da mesma "O primeiro que, tendo cercado um terreno, lembrou-se de dizer 'isto é meu' e encontrou pessoas suficientemente simples para acreditar nele, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil. Quantos crimes, guerras, assassínios, misérias e horrores não pouparia ao gênero humano aquele que, arrancando as estacas ou enchendo os fossos, tivesse gritado a seus semelhantes: 'Defendei-vos de ouvir esse impostor; estareis perdidos se esquecerdes que os frutos são de todos e que a terra de ninguém!'". presente Depois de ler o artigo da rede Bobo de i de cara com esse, muito agradecido pelo presente de aniversario dia 11 dezembro,dia do Osho duro de roer, sou testemunha do que ocorre nos bastidores do conglomerado por isso fui muito torturado nas dependencias do DOI (e como doeu!)nos anos 70-80 em POA, sai do pais por 30 anos e volto contrariado e vejo que continuam os mesmos perpetua-dores no poder POREM e ai esta a justica final sempre havera pois ela tarda mas nao falha! http://www.spaz.org/gallery/ontheroad/MutateOrDie06/CIMG1661.JPG.html Virando para o outro lado Petezada filha da puta!!!!!!!!! Fora Lula e toda sua escória comunista!!!
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