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| | O risco de um golpe hondurenho no Paraguai Por AMEAÇA DE GOLPE 31/12/2009 às 16:21 No dia 17 de dezembro deste ano, o senador liberal Alfredo Luís Jaeggli, que defende o julgamento político e o afastamento do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, concedeu uma entrevista ao programa Carbono 14, da rádio Nacional, de Buenos Aires. Na entrevista, conduzida pelos jornalistas Pedro Brieger (PB), Eduardo Anguita (EA) e Miriam Lewin (ML), o senador fala abertamente da vontade da oposição de afastar o presidente Lugo do cargo em 2010. Indagado sobre a possibilidade de um processo golpista semelhante ao que ocorreu em Honduras, o senador Jaeggli defende os golpistas hondurenhos e diz que Lugo estaria "atrapalhando as reformas modernizantes" no país. E cita como exemplos o modelo implantado no Chile durante a ditadura de Augusto Pinochet e também as reformas privatizantes aplicadas por Menem na Argentina. As declarações do senador paraguaio indicam que está em curso uma articulação da direita na América Latina para recuperar o terreno perdido. O primeiro movimento ocorreu em Honduras. O Paraguai, agora, é o próximo alvo, contando ainda com a possibilidade de uma vitória eleitoral da direita chilena. Reproduzimos o conteúdo da entrevista, onde o senador defende abertamente a deposição de Fernando Lugo: Leia a entrevista Relacionado: Paraguai: uma nova Honduras? | Alerta contra o golpismo terrorista PB: Comentávamos no início do programa que há uma situação complicada no Paraguai. Então para entender um pouco melhor o que está ocorrendo decidimos entrevista o senador liberal Alfredo Luís Jaeggli, presidente da Comissão de Fazenda e da comissão bicameral de Orçamento. Como vai senador, estamos saudando-o desde os estúdios da rádio Nacional, Pedro Brieger, Eduardo Anguita e Miriam Lewin. ALJ: Boa tarde. Como estão os irmãos argentinos? Sou Alfredo Luis Jaeggli, senador liberal presidente da comissão de Fazenda e da bicameral de Orçamento. PB: Senador, nos explique um pouco o que está ocorrendo no Paraguai. Por que está se falando muito de um possível julgamento político do presidente Lugo. Do que se trata? ALJ: Olhe, eu não posso comprometer os votos de um coletivo, mas está se falando realmente de um possível julgamento político. Para além dos problemas que estamos tendo na parte econômica e especialmente na instabilidade criminal, está se falando realmente de um julgamento político. Todavia, isso não está sendo discutido formalmente no Partido Liberal. Digo todavia porque há um grupo de senadores, inclusive eu mesmo, que realmente estão dispostos a dar continuidade ao processo de julgamento político. Já que não estão sendo cumpridas as promessas e as mudanças que o Partido Liberal se comprometeu a fazer, então realmente está ocorrendo uma espécie de divisão em meu próprio partido sobre o julgamento político do presidente Lugo. Neste caso, assumiria o vice-presidente Federico Franco. PB: Senador, desde o momento em que o parlamento inicia um processo de julgamento político, assume o vice-presidente? Quais são os passos jurídicos para levar isso adiante? ALJ: Uma acusação da Câmara de Deputados; depois tem que passar pelos senadores. São necessários 30 votos, somos 45, e assim prossegue o julgamento político. Claro que é uma instabilidade, é uma comoção, mas... EA: Na época de Stroessner se vivia melhor no Paraguai? ALJ: Não, não, não. Sob nenhum ponto de vista. EA: Então, por que a necessidade de forçar uma situação para impedir que um presidente termine seu mandato? ALJ: Olhe, o Paraguai é o único país, junto com Haiti e Cuba, que não fez uma reforma modernizadora. Vocês tiveram sua modernização, vocês sabem, com o governo de Menem, sabem a que me refiro. O Brasil teve também. O Uruguai também. A Bolívia também, mas desgraçadamente teve uma involução. Já o Paraguai permanece como nos anos 50. As instituições estão totalmente obsoletas. Necessitamos de reformas modernas e este é um dos problemas que apresenta o presidente Lugo... ML: Perdão. O que o senhor qualifica de "reformas modernas"? ALJ: Muito bem. Vou explicar rapidamente. Você sabe muito bem que o Estado paraguaio ainda é produtor de cana? Você acha que um Estado pode produzir cana? Você sabe o que é a cana, não? Bom, o Estado ainda tem uma fábrica de cana que tem prejuízo. Isso pode ser um Estado moderno? PB: E o presidente Lugo é um obstáculo para esta modernização? ALJ: Sim, sim, sim, assim como estou te dizendo... PB: Então o melhor é afastá-lo e colocar no lugar dele o vice-presidente Franco, que poderia impulsionar a modernização? ALJ: Pelo menos é isso que eu penso e a ideia de muitos outros. Nós não podemos andar para trás, nós temos que impulsionar uma revolução. Nós tivemos 60 anos de ditadura, de castigo, de vandalismo. Nós temos que democratizar, tornar esse país atraente para investidores externos... EA: Ah, para que cheguem os investimentos externos, afastariam Lugo de modo a garantir o que chamam de "segurança jurídica"... ALJ: Não somente externos. Se eles vierem serão fantásticos, formidáveis, mas temos também os internos. Sabe-se que há um monte de dinheiro, mas com a insegurança jurídica e política que temos, ninguém vai investir seu dinheiro... EA: Algo similar ao que ocorreu em Honduras: afastar Zelaya para o capital se sentir mais seguro para investir...? ALJ: Olhe, eu também tenho minhas ideias que são diferentes das de vocês a respeito do que aconteceu em Honduras. Eu sou parte da Fundação Liberdade, e essa fundação é parte da Fundação Naumann. O presidente hondurenho assumiu a presidência com um modelo liberal e logo o traiu indo para o caminho do socialismo do século XXI. Desculpem-me, mas, para mim, o que ocorreu em Honduras foi totalmente legal. EA: Totalmente legal? ALJ: Totalmente legal, do meu ponto de vista. PB: Por isso poderia ser feito algo similar no caso paraguaio, como o senhor assinala. Também seria legal um julgamento político que assumisse o vice-presidente Franco. Não estamos falando de ruptura da Constituição em nenhum momento? ALJ: Em nenhum momento, sob nenhum ponto de vista. Aqui o julgamento político é constitucional, está totalmente regulamentado e é decidido pelos votos... ML: Quais seriam os delitos? Qual seria o descumprimento de dever cometido pelo presidente Lugo no seu ponto de vista? Porque, até o momento, o que você apontou é que ele representa um obstáculo para aplicação das políticas neoliberais que você apoia. Mas em nenhum momento assinalou quais são as justificativas para embasar um julgamento político... ALJ: Você sabe o que é um julgamento político? Sabe qual é a diferença entre um julgamento político e um jurídico. No jurídico, alguém tem que ser um delinquente, um homicida, tem que ser pego em flagrante. Já um julgamento político envolve 30 senadores e 43 deputados que dizem que isso já não anda mais, que já não funciona. É assim. Desculpe-me... ML: Mas tem que haver uma razão. Você poderia enunciar quais são as razões? ALJ: A primeira razão é que este pobre país não tem nenhuma mudança e com este senhor possivelmente vamos andar para trás ao invés de termos uma revolução. O que este senhor quer é liquidar os partidos e dar o poder para as organizações sociais. O que ele quer é apresentar como uma panaceia o socialismo do século XXI e para a grande maioria na Câmara dos Deputados e na Câmara dos Senadores, das quais somos representantes eleitos, isso não é assim. Nós temos que fazer o contrário de tudo isso. Nós não estamos gostando do que está ocorrendo na Bolívia, na Venezuela e tampouco na Argentina, vamos ser honestos. Um pouco menos na Nicarágua, segundo nos parece. Podemos estar equivocados, mas os índices econômicos da Bolívia e da Venezuela estão muito pior do que antes. Então o que queremos é evitar isso, porque aqui a pobreza é extrema, temos que fazer esse país avançar. Temos que conseguir que haja indústrias, investimentos, crescimento econômico, democratizar, abrir o país, e este senhor quer exatamente o contrário... ML: Em que países da América Latina esses planos de orientação liberal diminuíram a pobreza? ALJ: No Chile. Que lhe parece? Não está de acordo comigo? Ou você acredita que foram os socialistas no Chile que fizeram a economia crescer. Eles não mudaram sequer a legislação trabalhista chilena. Essa legislação ainda é a de Pinochet. O que acha disso? ML: Você acha isso positivo? ALJ: O que acha? O Chile é o exemplo de progresso. Porque há menos pobres, as pessoas trabalham, há satisfação, há democracia... ML: Me chama a atenção, senador, que você não mencionou a conduta pessoal do presidente Lugo e sabe que eu faço essa pergunta porque sou mulher... ALJ: Olhe, honestamente lhe digo que sou muito prático e muito sincero. Se Lugo tivesse tido a conduta moral que teve, mas tivesse feito as reformas que foram feitas no Chile, não veria problemas. Simples assim. ML: Ah! Não tenho mais perguntas. Muito obrigado. PB: Estivemos falando com o senador Alfredo Luis Jaeggli, senador liberal presidente da comissão da Fazenda e da comissão bicameral do Orçamento que, de alguma forma, ratifica os rumores que estão circulando sobre um processo de julgamento político contra o presidente Fernando Lugo e sua destituição em moldes similares ao que ocorreu em Honduras. Estão pensando em um golpe de Estado que não seja encabeçado pelos militares, mas sim pelos próprios parlamentares. A ideia é dar um verniz de constitucionalidade a esse processo para depois discutir se é ou não legal. Mas, no longo prazo, tomando o exemplo de Honduras, o golpe se mantém e o presidente destituído não pode voltar ao poder. Tradução: Katarina Peixoto
>>Adicione um comentário Sem deixar de manifestar meu repúdio a quelquer golpe que favoreça Império, seja onde for, noto que até o consrvador Lugo é defendido editorialmente pelo CMI.
As tentaivas de desestabilização dos governos da Venezuela e Irã, tão legítimos (competência aqui não está em discussão), não merecem dos editorialista nenhuma crítica ou denúncia.
Tio Sam agradece.  | É um editorial que expõe a movimentacão da direita na América Latina para retomar o espaco perdido na última década. Expor isso ajuda a expor a face do Império, o mesmo que desestabiliza os governos da Venezuela e do Irã. Tudo faz parte de uma mesma questão.
Se for retrucar um artigo como esse, falando do que não é publicado no CMI é ridículo. Se for assim quando publicarem sobre o Santuário dos Pajés podem comentar reclamando que não foi publicado algo sobre os Guaranis. Ou se falar do Fora Arruda, pode comentar que não falaram do Fora Sarney...
O ponto é que o que é falado ou não é o que é publicado por todos os que usam o CMI. Se há alguma matéria analisando a interferencia dos EUA para desestabilizar o Irã ou a Venezuela, basta propo-lo para ser um editorial ou publica-lo na coluna da direita.
Dizer que esse editorial é em defesa do Lugo é algo muito errado. Como já coloquei no primeiro paragrafo desse comentário ele expõe as acões da direita. E se for para defender qualquer coisa, o que esta sendo defendido nesse editorial é a democracia no Paraguai. Está claro que mesmo podendo não gostar de Lugo (por ser conservador) o povo paraguaio não está em contra ao presidente eleito democraticamente ter o direito de terminar o seu mandato. Quem está em contra é a oligarquia e o povo não está do lado da oligarquia. Pode também não está ao lado de Lugo, mas com certeza está ao lado da democracia e contra um outro golpe da direita em seu país.  | Parabéns ao editorial do Centro de Mídia Independente, digno de um instrumento de mídia que tem lado, e é o lado da esquerda.
Hugo Chávez já alertou. Honduras foi só um treinamento para a direita golpista da América Latina. Não podemos deixar que os golpes que se sucederam no século XX avancem no XXI.
Unidade contra a direita golpista! Em defesa da democracia e do socialismo do século XXI!  | Lamento informar, companheiros Igor e Raymundo, mas de anti-imperialista Chávez só tem a retórica. Às vezes, nem a retórica tem, sobretudo quando seus Amos do Norte falam grosso. Foi o que vimos em julho de 2008, quando o Presidente "bolivariano" foi a Madri prestar vassalagem ao Rei da Espanha, o mesmo que lhe mandara calar a boca meses atrás. http://brasil.indymedia.org/eo/red/2008/07/425136.shtml?comment=on No encontro com o monarca, Chávez escutou ordens com o dedo na cara (foto abaixo) e se esforçou para demonstrar submissão. Disse que "sempre foi amigo do Rei" e (pasmem!) aceitou como presente uma camisa que traz inscrita a célebre frase: "Por que não se calas?" (foto seguinte). Agora vem o pior: depois Chávez deu entrevista coletiva dizendo que pediu a seu "amigo Juan Carlos de Bourbón" um "dinheirinho" pelos direitos autorais da famosa frase, já que foi mérito dos dois. É muito aviltamento e rebaixamento.  Chávez escuta ordens com o dedo na cara  Chávez exibe camisa e veste a carapuça de lacaio  | Desconhecer ou fingir desconhecer as inúmeras iniciativas do Império para desestabilizar os governos (tão legítimos quanto os de Lugo, segundo a norma burguesa, aceita aqui por todos como parâmetro, pois reconhecem o governo Lugo, que se mantém dentro das normas burguesas).
Quanto ao mérito e juízos de valores aventado por Práxis (o nosso conselhosta do Toddynho), em relação ao Chávez, poderemos discutir, aliás como faço aqui há anos, inclusive o do Irã e do Lugo.
O que está em questão éa defesa e a denúncia de desestabilização dos governos que, editorialmente, o CMI defende (vide matérias editoriais sobre Honduras e, agora, Paraguay.
Com estes, tão dentro das normas burguesas (ou até mais) que os aqui citados por mim (o eixo do mal bushiano, pelo visto adotado por muitos que se dizem anarquistas, libertários e quetais)pode. Com o "eixo do mal" não POOOOODE!
O Individualismo é a Doença Infantil do Anarquismo!  | Não sei se você percebeu, mas os editoriais sobre honduras documentam a luta do povo hondurenho, da frente de resistencia. Não são artigos pró governo do zelaya. São pró-resistencia do povo hondurenho. A luta em honduras vem antes do golpe. Zelaya só decidiu fazer aquele referendo que levou ao golpe porque o povo hondurenho fez um abaixo assinado com mais de 600 mil assinaturas pedindo que o referendo sobre a quarta urna fosse feito(um trampo que contou com muita mobilizacao de base). É uma movimentacão do povo, ele foi um alvo porque era o presidente, o pedido de restaurar ele ao poder não é porque o povo quer defender um político mas sim porque o povo quer defender os seus direitos e também não quer mais a velha oligarquia/direita e seus golpes no poder.
É isso que é colocado nos artigos publicados sobre honduras, inclussive em muitas vezes é apontado que a luta do povo vai além de Zelaya. Mesma coisa com esse artigo sobre o Paraguai. Muito além de Lugo ou de governo é uma questão de uma batalha contra a oligarquia/direita que sempre controlou tudo na américa latina junto com o respaldo do consenso de washigton. Ignorar isso seria um grande erro, porque essa luta faz parte da conjuntura da américa latina e querendo ou não envolve presidentes, governos e o povo. Além disso é algo que vai refletir no dia a dia de todo o povo latinoamericano e no futuro do continente.
Ignorar esses fatos por achar que falar dos ataques da direita a esses governos é apoiar esses governos é ser imaturo e infantil. E também não ter conciencia de que isso tudo afeta diretamente qualquer movimento social (movimentos que não possuem ligacoes com governos).  | Quanto a isso que expões, se bem lestes o que escrevi em todos os comentários, não discordo nem uma vírgula.
O que reclamo é tratamento igual para outros governos "legítimos", ou tão legítimos quanto estes defendidos editorialmente pelo CMI (sem que precise, obviamente, defender as políticas dos governos).
Na Venezuela e no Irã também têm manifestações populares expressas em apoio e a favor da legitimidade de seus governo, e de caráter aniti imperialista, com estupendas e massivas manifestações públicas (aliás, o governo do Irã deu, estes dias, uma tremenda demonstração de apoio popular (sem fazer juízo meu sobre o governo, levando milhões para as ruas em todas as grandes cidades do país).
O que reinvidico aqui é que a bela explanação de epistemiologia política, aqui expressa pala Santa, seja aplicada universalmente. Ou vocês não acrditam que hã articuulAÇÕES para a derrubada dos governos venezuelano e iraniano?
Se precisar, leia de novo o que escrevi. De cabo a rabo.  | A escravidão já foi legal e aceita pela maioria das pessoas, isso a tornava legitima!? Se na época fizessem um referendo sobre sua continuidade ela com certeza ganharia. "Tão legítimos quanto", reivindicando a Universalidade das defesas editoriais do CMI.
O que está em jogo, como bm escreveu a Santa, é ser contra qualquer articulação imperialista.
Mas, não se deixa alguns no relento, enquanto se abriga outros. Isso não é atitude revolucionária.
E longe de mim achar que algum editor voluntário do CMI tenha alguma identificação com os governos Zelaya, ou aaté mesmo do Lugo. A escravidão já foi legal e aceita pela maioria das pessoas, isso a tornava legitima!? Se na época fizessem um referendo sobre sua continuidade ela com certeza ganharia. É padre? Então que seja fuzilado. O Paraguay já anda mal demais para ter que suportar um "presidente" padre, e dos típicos, aqueles que saem comendo todo mundo por aí e quicá dando o cu.
Em primeiro lugar, não se interpreta a história com o "Se" isso, ou "se" aquilo.
Na minha opinião é uma versão das classes dominantes dizer que "se houvesse um um plebiscito, a escravidão seria aceita". Se fosse verdade, as classes dominantes teriam feito o Plebiscito. Isso, portanto, é um chiute, uma mentira, aliás incutida na mente de muita gente que se diz revolucionário, inclusive ignorando a Luta Popular Anti Escravagista EM TODOS OS TEMPOS.
Só falta dizer agora que o Quilombo dos Palmares não existiu, que Zumbi é uma lenda fantasiosa e que a exploração de classes no Brasil foi consensuada, e não imposta pelas armas.
É o que dá não ter sido alun@ de mestres como Manoel Maurício de Albuquerque (o Maneco) e do Rubin Aquino. Ficou burrinho, burrinho.  | Estude a história Raymundo, não foram os movimentos abolicionistas que acabaram com a escravidão em nenhum lugar do mundo, nem chegaram perto disso, mas sim as necessidades do capitalismo de criar uma classe assalariada para servir aos seus interesses, coisa que os escravos não faziam muito bem, já que eram mão de obra muito mais cara que a assalariada e eram mais dificeis de obrigar a cumprir metas de produtividade, a dependencia economica do trabalho assalariado é a forma mais brutal de escravidão já inventada pelo ser humano. Mas a questão era a legitimidade dos governos, pare de fugir do assunto. O que os torna legitimos? a opinião publica? a mesma opinião publica que apoiou a escravidão negra, escravidão de guerra, etc?  | Estude a história do Haiti, e verás que estás errado.
Outrossim, eu não disse que foi a opinião dos anti escravagistas e a revolta dos escravos subjugados que acabaram com a escravatura, no final das contas.
Eu apenas disse que, se fosse certo que "se" houvesse um plebiscto, a escravatura seria apoiada, as classes dominantes o usariam. Mas, TODOS teriam de votar, inclusive os escravos, penso eu. Ou para você, eles não faziam parte da "opinião pública", acompanhando a idéia discricionária dos senhores?
O que fizestes, foi desrespeitar e ignorar as lutas anti escravagistas e a resistência dos escravos, como se nada tivessem representado na História.
O que torna os governos legítimos é a sua força militar, pois como sabemos, onde há Poder, há opressão, à esquerda ou à direita.
E, continuo acando qu o Editorail do CMI não pesa na mesma balança dos governos Hondurenho e Paraguaio, e os governos da Venezuela e do Irã. Que me provem o contrário, afinal eu expliquei minuciosamnente a questão.
O CMI tem cada um que aparece....  | Ninguém desmereceu ninguém nem nada Raymundo, não tente desviar do assunto me atacando com calunias e deformações do que eu disse.
O sulfrágio universal foi uma invenção do século dezenove e não existia nem mesmo na democracia grega, por isso a idéia de escravos participarem de eleições e referendos é puro delirio seu, como pessoas que não eram considerados nem pessoas, humanos, iriam participar dos processos politicos, pare para raciocinar antes de comentar Raymundo.
As elites no passado jamais recorriam a opinião publica para quaisquer assunto, isso foi apenas um exemplo hipotético, não para ser entendido literalmente, o que quis dizer é que a população não oficialmente escravizada era educada pela sociedade, a partir de suas próprias familias, a aceitarem a escravidão como algo normal, assim como o trabalho assalariado é tido como normal nos dias de hoje.
Então para você o poder repressivo do Estado o legitima? é legitimo se impor pela força então? o que torna a escravidão algo legitimo também! Raymundo, com essa sua declaração Adolf Hitler esta sorrindo no inferno agora!  | Quem veio com esta história de "pesquisa de opinião" foi você.
Eu deveria, mas achei desnecessário escrever (pensando que sua cabeça de frango ia entender) que "INFELIZMENTE o que legitima os governos é a força militar".
Queres exemplo recente? HONDURAS.
O resto são aleivosias de desentendido que és.
Continuo achando que o Editorial do CMI deve uma matéria em defesa dos processos venezuelano, cubano e iraniano (sem precisar se coadunar com suas políticas), e contra as tentativas diárias de desestabilização dos governos, e na página do meio. Ou será que eles não sofrem assédio do Imperialismo? Será só Honduras e Paraguai?  | As elites no passado jamais recorriam a opinião publica para quaisquer assunto, isso foi apenas um exemplo hipotético, não para ser entendido literalmente, o que quis dizer é que a população não oficialmente escravizada era educada pela sociedade, a partir de suas próprias familias, a aceitarem a escravidão como algo normal, assim como o trabalho assalariado é tido como normal nos dias de hoje.
É claro que eu vim com "esta história de pesquisa de opinião", conforme eu expliquei acima, você tá vendo algum problema nisso?
Se você concorda com essa "legitimidade" de governo então você concorda com o sistema como ele é, o que nos põe em lados opostos da trincheira, você de fato se pos como um inimigo da liberdade humana, que é totalmente oposta a essa "legitimidade", onde a escravidão esta legitimada só porque é imposta a força.  | Discutir racionalmente estas coisas complicadas, é uma coisa. De minha parte, expus claramente e metodicamente tudo o que foi abordado. Agora vir aqui assumir que "realemnnte usei a expressão de consulta popular, de forma hipotética" e eu respondi que não se analisa a História com o "SE".
Agora, querer sair pela tangente, me acusando deconformado, porque esponho a realidade commo ela é, e comprovando citando fatos, não quer dizer que eu esteja conformado. Mas, se um dia vieres a conhecer e viver em um país onde a Revolução Popular esteja em curso, você verá que a legitimidade dele, frente aos ataques da burguesia se dará nas armas, com o Povo em armas. Se ele será comunista, anarquista, maoista, bolivariano etc., é outra história...
Realmente devemos estar em trincheiras opostas. Eu estou na trincfheira dos que pensam....  | Não te acho conformado e nunca disse isso, você parece ter uma imaginação muito fértil e a confunde com a realidade, te acho é inimigo da revolução mesmo, não da suposta revolução dos que dão golpes de Estado e se encastelam no poder em nome da revolução, mas da revolução do povo, onde ninguém mais o escraviza, o comanda, onde "governos legitimos" não mais os oprimem e os escravizam.
O que você parece não entender ou finge não entender é que meu exemplo não era um "SE", mas sim uma forma simbólica, alegórica, hipotética de passar uma idéia, não há necessidade nenhuma de se fazer um referendo para saber que as pessoas eram a favor da escravidão, pois com excessão de pequenos grupos anti escravismo a esmagadora maioria da população da época não se incomodava com a escravidão e a via como algo natural, isso é histórico e não uma opinião.
Não vi nenhum fato ou realidade que você tenha demonstrado, vi apenas as suas opiniões, que aliás não batem com a história e com os fatos.  | "Se você concorda com essa "legitimidade" de governo então você concorda com o sistema como ele é" - Se isso não é chamar alguém de conformado, acho que não sei o que quer dizer esta palavra. Nasci analfabeto, mas consegui aprender a ler e a interpretar textos.
Sobre a minha ideologia "Pró golpistas que tomam o Estado", te esclareço que erras. A minha defesa da Autodeterminação dos Povos, Não Ingerência das Potências Mundiais e o Respeito às Experiências Históricas alheias, é que nsão os principais ditames do meu apoio político ao que chamo Momento Venezuelano e Iraniano.
Se concordo com tudo que Chaes e Muhamed fazem, pensam ou propõem, vai grande distância.
Mas, ampliar a voz do Império, criando mais massa crítica de opinião, que amortecrá os protestos, em caso de invasão militar ou bloqueio econômico por parte das potências, é papel de cria do Imperialismo. E a este, eu não me presto.
No mais, penso que já esgotamos bem o assunto, mas mantenho a minha posição que há um certo desprezo à Venezuela e ao Irã, se comparado ao Zelaya e ao Lugo, por parte do editorial do CMI.
Mas, fique à vontade para continuar, só não espere me convencer de tuas idéias, assim como eu nunca pensei em demovê-lo delas, apenas acrescentar opinião para dar elemntos para outros fazerem seus juízos de valores.  | Estou apenas demonstrando que seu ponto de vista é tão autoritário e contra-revolucionário quanto do tal imperialismo que te preocupa tanto.
Não entendo qual diferença faz ser escravizado por um governo nacional, independente desse governo ser uma ditadura ou se dizer uma democracia, ou por um governo estrangeiro, escravidão é escravidão, não importa quem é o senhor, pois a bota que nos pisa é sempre uma bota, não importa qual a sua nacionalidade.
Sua interpretação do que digo é bem estranha, não sei de onde você tirou essa história de "conformado", em nenhum momento eu quis dizer isso.
 | Eu me refiro, na verdade a outra coisa que, lamentavelmente é inexistente na cabeça de gente que tem a Revolução pronta na "ponta do lápis", como o sprojetos de tecnocrtas que pensam em tudo.....menos nas pessoas que EXISTEM.
Assim, o que me interesso mais em combater, em vez de tirar lanhos de experiências populares de outros países, é a Doutrina D Fora, como capaz e legítima de mudar as coisas dentro de um País, à revelia de seu processo autóctone e autodeterminado.
Na verdade,e sta é a Teoria que permite e justifica o Expansionismo Imperialista, como se fosse legítimo, atropelar o processo que envolve vários povos, determinar o que é bom e o que é ruim.
A mim, me interessa que o processo venezualano envolve o Povo, ao chamando para os acontecimentos e politizando a existência de classes e do capital, injustos social e economicamente.
Minhas Utopias, estas eu construo nas viências do dia a dia, e não as projeto abstratamente no espaço político social, a não ser como "Profissão de Fé" declaratória  | Você quer é justificar a ação contra-revolucionária desses que se dizem representantes do povo mas que na verdade apenas o usam para chegar ao poder e impedir que esse mesmo povo conquiste para si o poder.
Essa sua conversa de respeitar os processo internos do povos é a sua justificativa para apoiar governos demagogos e que como todo governo não pode permitir a emancipação humana pois isso significaria abrir mão do próprio poder.
A burocracia chavista e "bolivariana" em geral cumpre um papel de contenção das massas em prol dos interesses de classe da burocracia, de seus interesses de poder, e é isso que você, concientemente ou não, esta promovendo em nome de "respeitar os processo internos do povos". TODDYNHO com Mogadon...(quem acompanha algumas discussãoes no CMI, sabe a que me refiro).
Bush manda agradecimentos pelo seu discurso. Aguardo matéria culpando Cuba, pelo imperialismo dos EUA, com argumento que o Bloqueio Econômico serve aos dois governos.
A CIA faz escola.... Não sou eu que fico defendendo o capitalismo e suas instituições, inclusive considerando-as legitimas, em nome da "revolução" ou da "luta contra o imperialismo", ou pior, em nome do "respeito aos processo internos do povos", só se for em respeito as burguesias e burocracias internas que parasitam esses povos. Revele suas reias intenções com essa conversa toda e pare de desviar do assunto.  | Veja bm: Tu apóias o editorial contra o golpe em lugo, a exemplo do qu foi dado em Honduras, ou ao menos não achas important criticar o editorial do CMI, para atacar o Chávez.
O que eu escrevi, reivindicando tratamento igual, é que o governo Chávez e Iraniano são Tão Legítimos Quanto estes citados.
No mais, querido Toddynho, vai lá na Venezuela dizer para o Povo, que Chávez é o que a FIESP e os Burgueses daqui dizem e você repete.
Lamento que a ralidade não caiba em suas teorias. Convém mantermos os nossos Nortes, mas saber manobrar para não afundar. E a monobra é respeitar a discussão e disputa de projetos em países alheios, onde se dá mostra de luta Anti Imperialista.
Não se esqueça de levar Toddynho daui, ois lá é muito caro, afinal.....(liga o discurso da FIESP)  | Para mim só serve o AUTOGOVERNO do proletariado, sua autogestão, esse seu "realismo" de Judas não me interessa, e o povo venezuelano um dia acordará e jogará no lixo da história essa burocracia contra-revolucionária que tanto mal faz a emancipação humana.
Percebi que você gosta de inverter as coisas, pois é a FIESP que tem Chavez como "socialista", "anti-imperialista", "anti-capitalista", e outros absurdos do genero, o que é identico ao seu discurso.
Percebi também que nosso debate deixou de ser sério pois você ao não ser capaz de dialogar com idéias resolveu partir para ataques pessoais, tipico de quem não consegue mais argumentar mas não quer dar o braço a torcer por puro orgulho.
Tendo em vista isso concluo que nosso debate tem poucas chances de evoluir para algo produtivo, porém não irei abandoná-lo caso você volte a fazer comentários, apesar de lamentar sua atitude imatura e desonesta neste debate, pois você debate apenas para vencer a discussão, como faziam os sofistas na Grécia antiga, e não para avançar nas reflexões.  | O que é que a academia, sem a necessária e imprescindível moderação da Vida Vivida e Não Só Pensada, pode fazer com uma mente...
Termino como comecei: Independente da concordância ou não com qualquer governo, é necessário tratamento igual para situações iguais, assim reza a ética revolucionária.
E, a Editorial do CMI não demonstra isso, em relação ao Chávez e ao Irã.
Não é à toa que um costumeiro frequentados do MOVAUT - Ning eve o displante deescrever que assinariaqualquer documento contra o Hamas, em qualquer tempo, mesmo a Palestina sob genocídio israelense.
É pouco mais grave do que outra eítate do Celso Lungaretti: "O Hamas é irresponsável e usa a população Palestina como escudo para as suas "provocações (aspas minhas) contra israel.
Parabéns, Revolucionários De Merda!  | E é isso que você ainda não entendeu ou se faz de desentendido, a sua "revolução" é para por os inimigos do proletariado no poder, a dos revolucionários da emancipação humana em apoio a classe proletária é para acabar com toda forma de poder, sendo o poder todo concentrado nas mãos dos proletários até que todas as classes tenham desaparecido, quando finda-se então toda forma de poder.  | Raymundo, não ter materias sobre a Venezuela ou o Irã nos editoriais do CMI é por pura falta de tempo e pessoas.
O fato de não ter não significa que o CMI esteja ignorando. Os EUA sempre estiveram presentes no Irã, sempre através de meios sujos e acões da CIA para desestabilizar o país que acontecem há décadas. E se você for ver a história, não muito longe, dos anos 80, a operacão Contra/Irã dá para entender muito do que está acontecendo hoje em dia em Honduras e no Irã.
Além disso o CMI tem consciencia sim do que vem ocorrendo na Venezuela e apesar de não ter editoriais sobre as coisas (e volto a dizer aqui que isso é devido a sobrecarga dos/as voluntários/as e seria muito bom ter propostas vindas dos/as leitores/as do site) vem divulgando há muito tempo o video a revolucão não será televisionada.
Como eu falei, a cobertura pode não ser completa, mas isso não significa que estamos ignorando fatos. Significa que precisa de mais gente participando e ajudando a cobrir tudo o que está acontecendo. Afinal de contas não é só Venezuela e Irã, também faz falta artigos sobre o Haiti, as guerras no Iraque/Afaganistão e agora também no Iêmen... As prisões secretas dos EUA pelo mundo. A enorme quantidade de ex-veteranos que estão voltando das guerras e se revoltando contra elas, sem contar o grande número de soldados que cometem suícidio (são cerca de 2 mil soldares que se mataram ou por estresse ou porque não queriam voltar pra guerra).
Enfim, ficar nisso que você ta de dizer que o CMI liga mais para uma coisa e não para outra é uma atitude complemtamente errada. A atitude correta seria ver o que o CMI não dá conta de cobrir e comecar a publicar matérias sobre isso no CMI. Afinal de contas a publicacão aberta ta aí pra que??
 | Obrigado pela atenção, e pla sincera explicação.liás, tenho a ressalvar que tenho sido contemplado de forma honesta, quando me dirijo via e-mail, aos voluntáriosdo CMI, ponderando algumas "escondidas". Fui positivamente contemplado em 80% dasminhas ponderações.
Esta explicação corrobora com a minha observação e,felizmentea explica deuma maneira que me faz, de público, reafirmar a confiança que nutro pelo trabalho de vocês.
Sobre escrever sobre o tema, só para chatear alguns por aqui, perguto: Espelho, espelho meu, alguém no CMI escreve mais sobre estes temas do que eu?
ABS e continuamos na luta! Fale por si, e eu falo por mim. Esta de colocar frases e intenções, como se minhas fossem, mas que apenas fazem parte de sua interpretação sobre o que defendo, é coisa de fascista.  | Deixa eu ver se não entendi alguma coisa. Você defende os governos populistas, com ares claramente fascista, nacionalista, como o do Hugo Chavez e demais colegas latino americanos, defende o governo iraniano, que é indiscutivelmente fascista, você defende a legitimidade das instituições burguesas, com todo o poder estatal e economico, toda dominação que excercem sobre o proletariado, com toda sua a opressão politica e economica, seja na forma democratica ou na forma ditatorial, você defende portanto a sociedade como ela é hoje, desejando apenas mudar o administrador desse grande sistema de servidão humana que nos esmaga todos os dias, desejando por no lugar do poder burgues o poder burocratico, alegando que isso é a "luta anti-imperialista e anti-capitalista", e é "respeitar os processo internos do povos".
Entendi algo errado? Pois se não entendi ficou muito claro quem é o fascista aqui! Qual frase eu coloquei em você? De onde você tirou isso? Vou confessar algo de público aqui no CMI. Já Fui Viciado! Passei a minha infância,adolescência e até o início da juventude completamente entregue à busca do prazer fácil, obtido pelo uso daquele pó que eu achava maravilhoso.
E era caro. Fiz muita besteira, vendi coisas minhas para poder comprar aquela maravilha prazeirosa. Era quase como fazer sexo. Quando criança, achava até melor. Depois, usava ants de fazer sexo, para dar um "up grade" na relação.
Mas parei! Vi que não fazia bem a saúde, estragava os dentes, úlcera, etc...
nunca mais tomei Toddynho!!!!!!!!
P.S. - Pô bicho, se não sabes ler as próprias palavras que escrevestes, não serei eu que vou te mostrar....
Vai ver se eu estou na esquina, e pense o que tem a ver o seu ataque ao Chávez com o comentário que fiz ao artigo editorial que, aliás, proporcionou um diálogo decente e esclarecedor com uma Voluntária.
Vai pastar, ô meu!  | E dessa droga você tem uma verdadeira devoção, duvido que se liberte dela algum dia.
O ponto que critiquei desde o inicio de minhas intervenções foi essa idéia tão burguesa de legitimidade das instituições capitalistas que você defende, a ao apoiar Chavez, Lugo ou quem quer que seja desses burocratas você deixa muito claro o viés intitucional burguês, e de tendencia fascista, de suas intenções.
Você representa o que há de pior na contra-revolução anti-proletária Raymundo, e esse seu discursinho fajuto contra o imperialismo é mera manobra pra esconder o quanto inimigo da emancipação humana você é. Qual frase eu coloquei em você? De onde você tirou isso? Obviamente você não pode responder pois essa tal frase trata-se de um produto da sua cabeça.
O Toddynho também me fazia perder o foco das coisas. Por e https://auk.riseup.net/xemplo: Quando o assunto era protestar contra o Intervencionismo Imperialista SEJA ONDE FOR, eu vinha logo mudando de assunto, e interpondo se aquels a quem quriam proteger dos ianques eram bons ou mais. Se não fossem bons, que se danem. Durante o genocídio de israel, por causa do Toddynho,cheguei a dizer que assinava manifesto contra o HAMAS, a qualquer tempo e hora, abaixo ou não de assédios imporais que os Palstinos sofrem de istrael. O Toddynho me fez muito mal a saúde, inclusive mental. P.S. - Faça o seguinte. Vai na casa do seu papai ou mamãe, e peça para eles te ajudarem, tá? Vai ver que eles te ajudam a responder a sua pergunta que não que calar.  | Você quer é proteger a burocracia de ser derrotada pelo "imperialismo", sua unica preocupação é salvar a burocracia, para que ela continue a escravizar seu próprio povo, pois afinal de contas ser escravizado pelo "imperialismo" ou pela burcoracia é tão diferente não é mesmo!!! Ser pisado pela bota do "imperío" ou do senhor de escravos local não é a mesma coisa não é mesmo!!!
Esse seu vicio com a burocracia é bem grave Raymundo, te faz vender a própria mãe se for necessário para "combater o imperialismo" e proteger a sua amada burocracia.
Sobre a questão do Hamas, não foi comigo que você teve esse debate, mas o que posso dizer é, todo apoio ao povo palestino e sua luta pela emancipação e nenhum apoio a burocracia nenhuma, sob nenhum pretexto, pois essa burcoracia é parte do problema e não da solução, ela é mais uma pedra no caminho dos palestinos em sua luta por liberdade.
Voltando a um assunto anterior, no Haiti o que houve foi uma revolta dos escravos, que eram percentualmente quase a totalidade da população, e os abolicionistas não tiveram nada a ver com isso, e pelo fato dos escravos serem a esmagadora maioria da população, mais de 90%, praticamente não havia oposição na população a abolição da escravidão, portanto seu exemplo do Haiti não tem a ver com o que eu disse naquele momento.  | Vamos tenar mais uma vez, pis com drogados (principalmente por Toddynho) temos de ser paciente.
Apenas me atenho a dfender CONTRA qualqur movimentação imprialista, contra QQ governo, país, ou seja lá o que for.
Asilações sobre o que eu "realmente" pretendo, ficam sob sua (i)responsabilidade.
Ficastes a estudar a História do HAITI,para fazer bonito? Que conclusão esta , a sua. Quer dizr que os 10% da população que eram os escravagistas brancos, antes de revolta, nao importavam?
Sobre o diálogo sobre o HAMAS, mais um pouco vais estar defendendo um Partido da Burocracia (HAMAS).....  | Essa gracinha de drogas, toddinho, e demais delirios seus, pra desviar do assunto e ficar promovendo ataques pessoais a mim já perdeu a graça Raymundo, volte a argumentar ou desista do debate.
Eu já entendi esse seu papo furado de "imperialismo" Raymundo, já entendi que desejas defender seus amados burocratas contra inimigos externos a todo custo, e o povo que continue escravo, que se dane, isso não te importa ou incomoda nem um pouco.
Para saber o que você pretende basta apenas ler o que você escreve, tá tudo ali, dito explicitamente.
Sobre o Haiti acho que os brancos eram menos de 10% e não, não importava a opinião dos escravagistas, se pra você importa isso não me surpreende em nada, afinal de contas você é devoto da burocracia, escravidão é o seu negócio.
É nesse momento que o delirio do Raymundo ultrapassa todos os linites: "Sobre o diálogo sobre o HAMAS, mais um pouco vais estar defendendo um Partido da Burocracia (HAMAS)..... "
O sudito da burocracia e fã ardoroso de partidos aqui é você doidão, estavas a se olhar no espelho quando digitou este ultimo trecho, ou estavas tendo uma bad trip de LSD quando digitou.  | Embora eu estivesse no Rio, mas precisamente no Leblon, por toda a décda 70, há muito deixei das experências com drogas pesadas e lissérgicas. Mas, se é maior de idade, nada tenho a ver ou comentar sobre quem experimenta, afinal faz parte do capítulo das liberdades individuais e ilicitudes que revelam o poder discricionário da burguesia, uqe apenas seleciona "quem pode ou não pode usar o que for".
Já vi muita coisa boa escrita sob o efeito do LSD. Você não? Você conhece a contracultura dos EUA (Keroac, Walt Wiitmann, Allan Parker, e outros), sob a batuta experiente do mestre Aldous Huxley? Não, que pena, ia te abrir muito a mente.
Woodstock produziu não só na música, excelentes outras artes, inclusive literatura e afins gráficos.
Tu estás é com raiva de seus pais, e ainda não percebestes. Tu estás ainda (e se continuar nesta direção, vais continuar) com medo da sua incapacidade de solucionar a contradição de viver como um pequeno burguês, ou ter se "beneficiado disso" na sua formação, por situação familiar (acesso a bens deconsumo e permitidores de acessibilidade a cultura, informação, educação formal, etc..), e ficas a procurar alvos que refletem pensamentos, sem estas contradições, já superadas por muito esforço, trabalho, propostas não só de cunho intelectual, ousadia e firmeza de opinões, muitas vezes em prejuízo pessoal, para que os Pobres possam ter algo prático, em torno do que se organizarem, que não seja a sua estúpida ideologia de alfarrábios e revolta conra a sua família.
Refiro-me a transferência dos meios de produção para os trabalhadores. Para isso, é necessário que os "intelectuais de academia" como você ainda não é, mas pretende ser, com discursinho superestrutural para os Pobres, como se isso fosse resolver algo), se toquem que só com o Discurso do Vai Na Frente (pro pau) Que Eu Vou Depois, não cola, porque ninguém é otário.
E, esta postura prática e ideológica requer atenção política, em sabermos entender o que é o quê, para não nos perdermos apenas no ódio, que apenas esconde a covardia que tens para o combate real.
Ficar aqui a cagar goma sobre a extrema dinâmica no mundo, com movimentações anti imperialistas gigantescas, comparando Chávez (que não é nenhuma Brastemp- como já várias disse aqui - com os escravagistas do Haiti (mesmo que não tenhas, acho, literalmente escrito isso), nada mais é do que pura idiotice.P.S - Fui ver agora e...escrevestes sim, literalmente, em grande autosuperação da capacidade de seres burro.
Parei contigo! E declaro-me TOTALMENTE derrotado por ti, ou melhor pela tua incorrigível ignorância.
Parabéns e ADEUS! A minha coragem e destemor a enfrentamentos, recua, se acovarda e se submete à sua capacidade de ser e demonstrar ter tanta ignorância. Só me resta fugir deste debate contigo!
 | Não aprendeste nada com esse debate, continuas completamente contra-revolucionario, continuas com essa mania de desviar do assunto ao invés de argumentar sobre o que é pertinente, só para não se dar por vencido em sua falta de argumentos, mas pelo mesmos tivestes o bom senso de parar por aqui pois este debate já havia virado, graças a você, uma grande palhaçada!
E esse seu realismo fajuto que nos diz: "não lute por sua liberdade, isso não é realista, temos é que seguirmos a burocracia pois somente assim seremos felizes, escravos, porém felizes em nossa escravidão, porque os burocratas são "bonzinhos", não tem problema ser escravo desde que nosso amo seja bonzinho!" é o tipico raciocinio do reacionário que quer desanimar, desencorajar os escravos a lutarem por sua emancipação, que diz a eles para permanecerem na senzala pois não é "realista" querer se livrar dela, o importante é apenas mudar a direção da senzala, pondo um senhorzinho "do bem", um que vai ser "bonzinho" com os escravos.
Há, e é claro, temos que combater os senhorzinhos do estrangeiro, "os imperialistas", porque a escravidão tem de ser patriota, só serviremos ao senhorzinho da nossa terra, nada de senhorzinho estrangeiro, nos orgulhamos de ser escravos somente de nossos senhores legitimamente brasileiros!!!!
A ideologia da servidão é cultural, mas quando é defendida a ferro e fogo, como esse senhor o faz, já torna-se uma doença psicológica altamente destrutiva, para quem a tem e para toda sociedade que é vitima das ações desses individuos.
 | E acende-se as luzes, para o público sair do teatro ouvindo o Hino Fascista, em homenagem ao Quilegal..
Ele é tão louco que conversa comigo sem eu estar presente, a ponto de colocar como minhas um montyte de suas interpretaçõs mesquinhas da polica.
É um doidivanas movido a.....TODDYNHO.  | Converso com você sem você estar presente????? De onde tirou isso seu loucão?!
E de novo atribuindo a mim as suas "qualidades" hein! Acho que o seu caso é falta de vergonha na cara mesmo! Tipico dos fascistas que tentam distorcer as coisas.
Quem gosta de policia aqui é você seu sudito fiel da burocracia, é você que defende as instituições burguesas, defende a "legitimidade" delas. De novo se olhando no espelho ao digitar não é Raymundo! Pois estas sempre atribuindo a mim a sua paixão pela burocracia e devoção pela lei e ordem do capitalismo.
Eu só dei a minha opinião sobre o que você escreveu, não me importa se você adora se curvar no altar da burocracia, só pare de se fazer de revolucionário seu sem vergonha! Cria vergonha na cara!
E basta ler o que você escreveu neste debate para saber o que você pensa, seu anti-proletários, fascistinha contra-revolucionário de meia tigela.  | ....Dos pais ou os que convivem com este estrupício ideológico, misturado com confusão ideológica e raiva paterna, tudo-ao-mesmo-tempo-agora.
Bem, Quem Pariu Mateus que o Embale! Ta só querendo encher o saco né Raymundo, nisso você é muito bom. Bidu no Bidê! Já é um progresso! Bidu Saião!
As verdades para alguns, é um chute no saco!  | O mais patético e hilário desta forma revolucionária da alienada militancia ler a história , é esta colocação como fato inquestionável de que o unico pais intervencionista , a unica ideologia a tenra expandir suas fronteiras , ia interferir em outros governos , a efetuar intervenções militares no estrangeiro , a finaciar guerrilhas e ações escusas , foram os EUA e o capitalismo . O mesmo vale para o engodo bolivariano . Inimigos imaginarios são criados para a militancia babar em jubilo revolucionario , obviedades da falencia economica são desprezados , ingerencias em paises externos são vistos como ações imbuidas da melhor das intencções e do bem estar social , cerceamento de liberdades são entendidos como normais e necess´rios para livrar a população do demo capitalista e aquilo que os indigna em relação ao capitalismo , é docilmente aceito e propalado se vindo od esquerdismo . Segundo a caolha visão dos Militontos , o pobre e incompreendido esquerdismo sempre se limitou a demonstrar de forma pacifica a sua indignação com as ações capitalistas , uma vez que a sua ingenuidade e os afazeres em gerar o bem estar e as liberdades para os povos que governava , não lhe permitiam qualquer tipo de ingerencia ou ação de interesse politico no exterior .
E assim caminha a espantosa e hilária intelectualidade militante , rsrs .  | A Bolívia tornou-se o país mais pobre da América do Sul por causa do socialista Evo Morales.
Parabéns Direitontos! Então o seu saco deve estar imenso de tão inchado Raymundo. Que palhaço! Espero que isso faça parte da ironia Raymundo, você não pode ser tão falsário, ou tão burro, de achar isso mesmo! A única conclusão que posso chegar é que este ilegal é uma mistura de AnalfabetoFuncional com Ególatra, pois acgha qu o CMI gira em torno das baboseiras que escreve.
Isso só pode ser o Efeito Toddynho.
Uma dica:leia o comentário Sob a Ótica Carmim, de conhecido diretista fedido, logo ali em cima, e repare o mico que pagas.
Depois vai mimi, que ta na hora. Ué pela quarta vez, não disse que ia encerrar?
Cara, você tem uma cara de pau e uma sem vergonhice que parece não ter limites, você é um dos maiores pretenciosos deste CMI, louco pra lavar o cérebro de quem aqui frequenta pra aceitarem o comando da sua amada burocracia.
Pare de se olher no espelho ao falar sobre mim, eu não sou você seu doente!!!
Viu o mico? Não precisava passar recibo. Parece estar delirando! Não vá comer suas fezes hein!
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