| A Escolha do padrão de Rádio Digital Por TELECOMUNICAÇÕES 05/02/2010 às 14:16 Desde meados dos anos 2000, governo e empresas de comunicação vêm pensando e discutindo o padrão de Rádio Digital a ser adotado pelo Brasil. Diferentemente do que aconteceu com a TV Digital, a escolha do padrão de Rádio Digital está sendo pouquíssimo discutida, e as poucas discussões que vêm acontecendo são enviesadas no sentido pretendido pelas grandes empresas de comunicação ou por uma parcela da esquerda que acredita que a simples adoção de um "padrão brasileiro" bastaria para se garantir a democratização dos meios de comunicação. Como são parcas as pesquisas para um padrão brasileiro, é sensato optar por um sistema de radiodifusão internacional que facilite a integração das pessoas de todas as partes do mundo, as propostas desse grupo na ConfeCom somente fazem sentido quando se olha para o contexto político. Ele forma com o setor empresarial os dois lados de uma mesma moeda onde o que vale é a disputa por poder. Enquanto isso, o governo já anunciou que a escolha do padrão se dará em breve, e de acordo com o Ministério das Comunicações, o padrão será definido em Fevereiro: http://www.mc.gov.br/governo-anuncia-sistema-de-radio-digital-ate-fevereiro O governo já havia decidido de antemão que não seriam alocadas novas faixas do espectro para o rádio digital, diferentemente de como aconteceu na Inglaterra e em vários lugares na Europa, por exemplo, onde o padrão DAB foi o escolhido. Portanto, de acordo com essa pré-definição, existem dois padrões em jogo para a decisão: o HD Radio, norte-americano, e o DRM (Digital Radio Mondiale), europeu. Leia a matéria completa. Links: Rádio Cultura AM testando transmissão DRM em São Paulo | Uma opção para Rádio Digital - O DRM+ ao invés do IBOC | Governo anuncia sistema de rádio digital até fevereiro | Belo Horizonte inicia testes de transmissão de rádio digital com o sistema DRM | Site do DRM | Site do HD Radio | Site do Portal das Rádios Livres O HD Radio é um padrão que foi desenvolvido por uma empresa chamada Ibiquity, é um padrão fechado, e possui taxas associadas a royalties e patentes muito superiores ao DRM. O DRM é um padrão que foi desenvolvido por um consórcio de algumas das maiores empresas de comunicação do ramo, aliadas a rádios estatais e universidades europeias. É um padrão aberto e possui implementações de referência tanto da modulação quanto da demodulação, além de utilizar menos banda espectral que o HD Radio.
O HD Radio funciona nas faixas de Ondas Médias e VHF (FM), e o DRM funciona em todas as faixas de rádio do espectro (OL, OM, OC e VHF). Apesar do padrão HD Radio ser tecnicamente inferior ao DRM, o lobby norte-americano associado a algumas doações da Ibiquity a grandes empresas de broadcast fez com que as grandes associações brasileiras de transmissão já tenham escolhido um lado para ficar: o do HD Radio. Alguns desses defensores da "democratização da mídia" estão viajando e querendo propor um padrão novo, brasileiro. Propostas absurdas vêm circulando a algum tempo, e também circularam na Confecom e por isso fica evidente que esse grupo quer mais disputar poder e mostrar que é diferente dos que controlam a mídia do que pensar num sistema de radiodifusão realmente interessante no sentido de possibilitar uma tecnologia que permita integrar as pessoas de todas as partes do mundo. Nesse contexto entra a posição que vem sendo construída por algumas pessoas de rádios livres desde o último encontro de Rádio Livres em outubro de 2009. Em primeiro lugar, a escolha do governo de não alocar uma nova faixa de frequência para o Rádio Digital foi boa, na medida em que essas rádios livres jamais teriam espaço num multiplex centralizado (no padrão DAB um único transmissor oficial emite várias rádios - autorizadas - em conjunto). Além disso, também está claro que o DRM é de longe o padrão no qual rádios livres e rádios de baixa potência em geral terão condições de operar no sistema digital. O panorama atual da escolha do padrão é o seguinte: o Inmetro e a Anatel estão fazendo medições de recepção do rádio digital, algumas rádios estão testando o HD Radio (Kiss FM, por exemplo), outras rádios estão testando o DRM (Cultura AM, por exemplo), e o nosso ministro Hélio Costa afirma que em fevereiro irá anunciar o padrão de rádio digital brasileiro. Pensando no futuro do rádio e lembrando de seu passado, no qual padrões mundialmente aceitos prevaleceram e possibilitaram que inúmeros movimentos sociais se expressassem e revoluções acontecessem, temos que defender o DRM!
>>Adicione um comentário Obrigado por postar um artigo sobre um assunto tão importante! Li-o com bastante interesse e agora gostaria de tirar uma dúvida em relação a esse parágrafo: ''O DRM é um padrão que foi desenvolvido por um consórcio de algumas das maiores empresas de comunicação do ramo, aliadas a rádios estatais e universidades européias. É um padrão aberto ...' O que significa exatamente ser 'um padrão aberto'? Como se trata de um arcabouço digital, suponho (e torço por isso) que isso signifique a mesma liberdade de uso existente nos 'softwares livres'. Esse paralelimos corresponde à realidade? Se o sistema DRM (que não deve ser confundido com o DRM da 'gestão de RESTRIÇÕES digitais': http://pt.wikipedia.org/wiki/DRM ) for um sistema de radio digital de livre, só posso apoiar a linha de racioncínio do autor do texto acima! Agora, cogitar em adotar o entulho ianque do 'HD Radio' é uma ofensa à inteligência de qualquer povo que se quer independente! Neste sentido, não surpreende nada que empresas como a Globo procurem trair mais uma vez o povo brasileiro!  | O significado do padrao ser aberto significa que suas especificacoes (modulacao, codecs de audio) estao disponiveis publicamente, e tambem que qualquer empresa (ou pessoa, enfim) pode implementar esse padrao, ou seja, qualquer empresa por fazer equipamento compativel com o DRM, transmissores e receptores, diferentemente do HD Radio, que tem varias restricoes. Nao eh semelhante ao termo software aberto. No entanto existem implementacoes em software aberto da modulacao e demodulacao do DRM, como o software DREAM.  | Não entendo o significado do termo 'aberto' no contexto de Software ou DRM! Seria esse termo mais uma tentativa das corporações que tanto gostam do senhor Mercado de distorcer o significado presente na definição padrão de 'software livre'? Não entendo sua explicação com esse termo confuso, mudeir! Quando falo em 'livre' com significado de 'software livre', me refiro às liberdades garantidas p.e. pela licença GPL: '' Software Livre é uma questão de liberdade, não de preço. Software Livre respeita quatro liberdades essenciais: 0. de rodar o programa quando quiser; 1. de estudar o código fonte e modificá-lo para que faça o que você quiser; 2. de copiar o programa e distribuir as cópias quando quiser; 3. de publicar ou distribuir uma versão modificada quando quiser. http://www.fsfla.org/svnwiki/index.pt.html http://www.debian.org/intro/free É esse o significado que vc estava tentando explicar em relação ao sistema Digital Radio Mondiale?  | Oi Moreno, tou em sampa, vamo combinar de tomar uma que te explico melhor.
O lance é que com relação ao DRM (Digital Radio Mondiale), não estamos falando de software, a definição do projeto GNU é para software, não se aplica ao assunto discutido. Portanto, software não tem nada a ver com oque estou falando.
Você diria que o padrão FM ou AM é livre? Não sei, mas aberto com certeza ele é. Sacou?
Não tem a ver com a má fé que existe no campo do software, questão na qual realmente entra oque você falou sobre mercado e tal.
Com relação a uma norma de rádio digital por exemplo, nunca ouvi ninguém falar numa norma, ou padrão, livre. O DRM é aberto nos termos que expliquei na minha primeira resposta.
Na minha opinião, o DRM pode ter uma utilização livre, como fazemos nas nossas rádios livres em FM.  | Oi pessoal, A foto no qual esta um analisador de espectro, esta sendo mostrado o espectro de transmissao da radio Cultura Brasil 1200kHz AM de Sao Paulo, operando em simulcast, sendo o sinal a esquerda, o sinal AM, e o sinal a direita, o sinal DRM (que esta centrado em 1210kHz). DRM (Digital Rights Management - sistemas para controle de cópias digitais) é diferente de DRM (Digial Radio Mondiale - padrão de rádio digital).  | De um lado temos DRM (Digial Radio Mondiale - padrão de rádio digital); De outro, o DRM (Digital Restrictions Management systems ou sistemas de Gestão Digital de Restrições), que foi desenvolvido por um grupo de corporações (como Microsoft) para RESTRINGIR o uso dos equipamentos computacionais aos usuários. Uma merda, portanto! E vamos evitar repetir o discurso enganoso dessas corporações que nos impõem essas restrições. Elas querem nos fazer de bobos, usando a palavra 'Rights' em lugar de 'Restrictions', quando todos sabemos que do ponto de vista do usuário (que somos todos nós) esse entulho tecnológico de nome DRM (que somos obrigados a comprar sem termos sido consultados) representa ao pé da letra restrições descaradas aos produtos que pagamos. Detalhes sobre isso vocês encontram aqui: http://www.fsfla.org/svnwiki/texto/drm-deliberdefect.pt.html Penso que todos estamos de acordo com essa conscientização, certo?  | temos poucas midias,televisivas e poucas radios,ou seja,nao temos muita escolha nem variedades á menos que paguemos,muito e muito caro por essas transmisoea.leve o tempo que custar,mas isso tem que mudar,um grande abraço de um amigo.wagner.  | Carta aberta aos nossos amigos brasileiros: Já que a escolha final de um padrão para o rádio digital no Brasil está se aproximando, gostaria de aproveitar pessoalmente a oportunidade para esclarecer algumas concepções incorretas que vocês podem ter ouvido sobre a tecnologia de HD Radio. A iBiquity acredita ser importante que qualquer que seja a decisão a ser tomada se baseie em informações precisas e verdadeiras. 1. Não será necessário que os radiodifusores façam pagamentos recorrentes de royalty para a iBiquity se a tecnologia de HD Radio for adotada no Brasil. O preço de compra dos equipamentos de transmissão de HD Radio já inclui todos os royalties da iBiquity para estes equipamentos. Os radiodifusores estão autorizados a usar estes equipamentos durante toda a sua vida útil. Vários fabricantes estão disponibilizando equipamentos ? empresas americanas, brasileiras e européias? e os preços se estabelecem a partir de uma competição de mercado livre. 2. Todos os sistemas de radiodifusão digital que estão sendo avaliados pelo Brasil possuem um custo de royalty. A DRM também inclui uma taxa de royalty embutida no preço de seu equipamento. (veja http://www.vialicensing.com/licensing/DRM_fees.cfm para maiores informações sobre as taxas de licença de DRM). 3. O sistema de HD Radio possui um padrão aberto e publicado. A documentação completa para o sistema está disponível nos Estados Unidos através do National Radio Systems Committee, onde é descrito pelo padrão NRSC-5-B. Está disponível para consulta na http://www.nrscstandards.org/download.asp?file=NRSC-5-B.asp. 4. O sistema de HD Radio é totalmente comercializável e está pronto para ser distribuído hoje no Brasil. Existem mais de 100 receptores de HD Radio disponíveis a partir de US$49. O DRM oferece muito poucos produtos comerciais. A tecnologia DRM+ FM ainda é experimental ? equipamentos de transmissão comercial e receptores não existem. 5. A iBiquity se compromete a licenciar sua tecnologia para todos os fabricantes de transmissores e receptores brasileiros sob termos justos e não discriminatórios. Todas as empresas terão a possibilidade de oferecer produtos de HD Radio. 6. A iBiquity reconhece a importância do rádio comunitário FM como uma parte única e importante do setor de radiodifusão brasileiro. Fizemos provisões especiais para garantir que estas emissoras não sejam excluídas. A iBiquity está trabalhando com empresas brasileiras no desenvolvimento de produtos de transmissão digital que contemplem as necessidades especificas deste setor e que sejam viáveis a preços acessíveis. A resposta da iBiquity em 17 de janeiro à chamada do Ministro de Comunicações para a consulta pública sobre rádio digital aborda vários destes temas em maior detalhamento. Eu lhe convido a ler este documento e em seguida decidir por você mesmo sobre a tecnologia de HD Radio e a sua capacidade de alcançar as necessidades do Brasil. Este material está disponível em: http://www.ibiquity.com/mimg/Brasil/Brasil_resposta_da_ibiquity.pdf Nossa empresa foi formada por radiodifusores para o desenvolvimento de uma tecnologia digital com o objetivo de encaminhar o radio para o século 21 e nos sentimos orgulhosos pelo sistema robusto e avançado que temos desenvolvido. Nós acreditamos firmemente que obtivemos êxito na criação da tecnologia digital mais refinada do mundo. A indústria do rádio está sofrendo devido a obsolescência tecnológica e o declínio do interesse público e deve adotar passos criteriosos neste momento, se quiser sobreviver. Acreditamos ter a resposta e a melhor solução para os radiodifusores e os cidadãos brasileiros. Eu sinceramente espero que você concorde. Se você tiver quaisquer preocupações ou perguntas sobre nossa empresa ou nossa tecnologia, por gentileza sinta-se à vontade para me escrever diretamente pelo email struble@ibiquity.com. Abraços a todos, Robert Struble Presidente & CEO iBiquity Digital Corporation struble@ibiquity.com  | Resposta de Michel Penneroux (Commercial Committee Chairman do consórcio DRM) à carta da Ibiquity.
Thank you very much for this important information.
One interesting point is that the quality of the signal is never mentioned.
Some other comments are child play: 1- DRM is not a commercial company so we have nothing to sell, Ibiquity is a private commercial company with equity, they need revenues to live and the only way to make them is from sales of their products; nothing is paid to DRM but the patent DRM is using. No DRM fee on top of the patents. Ibiquity does add a fee on top of the patents they use for the reason explain above. This a reality that cannot be discussed. The best proof is that Via licensing is gather the patent owners in DRM, so it is different from DRM, DRM has no access to internal informations, we can influence the pricing, etc. So this is clearly not DRM it is via licensing a subsidary of Dolby (I can tell you I was one a few years ago interested in participating to on of their meeting as TDF (a patent owner) and I was sack away so far I was not the one in charge of patent in TDF)
2- If Ibiquity does not ask for any payment then it means that Ibiquity is subsidizing its product which is forbidden in a "free market" as written by the author of this email.
3- HD is a proprietary system, this is also a reality, this is not a standard as stated by laws. It is a US system, it is not recognized by the ITU nor the ETSI. It is US system accept in the US, It has been validated by US administration for US owners for the US market. It has not been validated by any international body. It is a fact. I shall ask my engineers to go to the web site that is mentioned
4- HD Receivers are available although I have not seen any in Brazil. The one I could see was bought or offered by ibiquity. Again the points are the quality (robustness, flexibility of the signal) and how the technology can improve the conditions of broadcasting in Brazil (SFN, spectrum management, future evolution to DRTV, savings, the new business model associated with DRM, etc). No comment on these points at all. To make a perfect 40 USD receiver in the store from scratch it take less than 1 year and 3 M USD. At the size of the Brazilian market it is not strategic to have a receiver available. In our world or fast development of component, it might be a weakness, the latest on board being the best as usual. Better have an excellent standard. So if delay has to be considered as suggested, the delay to have a 40 USD DRM (AM and FM) receiver will be less than the tile to install the networks. And this is what counts.
5- Of course we can publish all information that we have. We shall not do because we are contributors to the MC process. But I prefer face to face explanations. I am of course at the disposal of anyone or any group that would like to know more about the benefits of DRM for the broadcasters ( I now feel that many are not aware of the benefits of DRM) and also for the listeners. I could see no comment mentioning them ! They are ultimately those concerned.
6- DRM+ is no longer in development we shall have international standards (ETSI and IEC / ITU) by April at the latest. It is an extension of the existing DRM standard.
Michel
 |  | Eu gostaria responder á carta do Sr. Michel Penneroux:
É certo, o consórcio de DRM é uma organização não comercial, mas seus membros incluem as companhias comerciais que ganham dinheiro vendendo a tecnologia de DRM. Estes fabricantes de produtos de DRM pagam direitos aos detentores dos patentes de DRM que incluem AT& T, Dolby, telecomunicações de France, Fraunhofer, NEC, Panasonic, Sony e Thomson. Estes custos são passados em torno aos compradores de seus produtos. Mesmo que o DRM, a iBiquity não recebe nenhum pagamento dos radiodifusores, mas tem sim um custo para os fabricantes que usam a tecnologia. Em ?um mercado livre?, estes custos são passados eventualmente aos compradores finais, e assim formam parte dos preços de venda dos produtos. Os excitadores de DRM têm preços até US$ 75.000. São apenas computadores operados com software, então obviamente há um custo dentro a este preço para usar sua tecnologia. (Em comparação, um excitador de HD Radio equivalente vende em $30.000).
O Sr. Penneroux já sabe que as tecnologias de HD Radio estiveram aceitos há vários anos pela UTI para as faixas OM e FM. O sistema de HD Radio para OM é incluído na recomendação ITU-R BS.1514-1, adotada em outubro de 2002 onde é classificado como de ?o sistema IBOC DSB.? O sistema de HD Radio para FM é parte da recomendação ITU-R BS.1514-1, adotada em outubro de 2002 classificado como de ?o sistema digital C.? (Se deve mencionar que a tecnologia de DRM+ FM ainda não esta aprovada pela UIT.)
Não tem receptores de HD Radio agora no Brasil porque as lojas comerciais não tem nenhum interesse em comprar produtos para as tecnologias experimentais que não tem sido aprovado. Não obstante, milhões do receptores de HD Radio já foram vendidos nos E.U., e estes produtos igualmente estão prontos para chegar ao Brasil uma vez que a tecnologia recebe a aprovação do governo. Diversos fabricantes do receptores têm indicado já ao Ministério sua apoio para a tecnologia de HD Radio em Brasil, e sua intenção para fabricar receptores em Brasil uma vez que o padrão seja aprovado. A iBiquity esta pronto para trabalhar em conjunto com os fabricantes brasileiros para desenvolver receptores que atendam ás necessidades únicas do pais.
Obrigado por sua atenção as minhas comentários e observações.
Atenciosamente,
John Schneider iBiquity  | Os testes no Brasil vem mostrando que o DRM é superior ao HD Radio, apresentando maior e melhor área de cobertura.
O DRM usa padrões abertos e mundialmente aceitos, como codecs do padrão MPEG-4 para o áudio (para o AAC temos o faac, faad2, libaacplus), diferentemente do codec do HD Radio, proprietário e fechado, sem qualquer tipo de implementação em software livre. Para a modulação e demodulação, também existe para o DRM implementações em software livre, como o Dream, Diorama, Sodira e Spark, e nada para o HD Radio.
É possível transmitir TV pela transmissão DRM usando-se o padrão DrTV, oque garante conteúdo audiovisual pela transmissão do rádio, que poderá ser recebida, por exemplo, por aparelhos de telefone celular.
O DRM utiliza menos banda espectral para cada emissora, fato muito importante para garantir que se amplie o número de rádios possíveis, além de funcionar na faixa de ondas curtas (o HD Radio não funciona), característica que vai permitir o aumento do número de rádios possíveis, além da possibilidade de rádios com alcance global e continental.
A opção de ambos os padrões serem permitidos é ridícula, criará uma segregação de padrões sem sentido, um receptor para um padrão não poderá sintonizar rádios transmitindo no outro padrão, além de introduzir receptores bem mais caros, para que suportem ambos os padrões.
 | Resposta da empresa Thomson, integrante do consórcio DRM, com relação aos preços citados pela Ibiquity sobre equipamentos de transmissão DRM.
"The question on price is, you can buy on different manufacturer different level of system.
Easiest Software on a PC for industrial use is available on the base of 5000EUR per license.
Device in more robust design and implementation in 19" Rack from about 15kEUR
Or complete rail from studio to the transmitter also on base on Server technology for 100% reliable systems and also transport protection and alternative streaming from the studio up to the Transmitter includes up 80kEUR.
Complete depending on the number of things you are including.
We have not a fixed price / value.
The manufacturer market drive the industrial design and it is a competition under the members of the consortium. That is what drive the products. So we use the real Market approach. Not like HD one partner with fixed situation on the Modulator equipment market."  | Resposta da empresa Thomson, integrante do consórcio DRM, com relação aos preços citados pela Ibiquity sobre equipamentos de transmissão DRM.
"A questão do preço é: você pode comprar de diferentes fabricantes diferentes tipos de sistema.
Os softwares mais fáceis para PC para uso industrial estão disponíveis por algo em torno de 5.000 euros cada licença.
Dispositivos com design mais robusto e implementação em um rack de 19 polegadas custam em torno de 15.000 euros.
O pacote completo, do estúdio ao transmissor, também baseado em tecnologia de servidor para sistemas 100% confiáveis e incluindo proteção de transporte e transmissão alternativa do estúdio até o transmissor custa até 80.000 euros.
Completo dependendo do número de coisas que você inclui.
Nós não temos um preço ou valor fixo.
O mercado dos fabricantes pauta o desenho industrial e trata-se de uma competição entre os membros do próprio consórcio. Isto é o que pauta os produtos. Então, nós utilizamos uma abordagem real de mercado. Não como um parceiro do HD, que fica preso a uma situação estática no mercado de equipamento modulador."  | Podem esclarecer?? Preços equipamentos DRM: O que é softwares fáceis para uso industrial? É o fabricante que paga 5.000 Euros (R$12.100,00)por cada licença? Inclui os hardwares? O preço de 80.000,00 Euros (R$ 193.600,00 FOB), do equipamento 100% confiável e pronto para transmissão, é para os donos das emissoras? Depois não paga mais nada (royalty)?
O preço do recptor (foto) que aparece no início desta,UNIWAVE DI-100 DRM, é de U$ 499,00 (R$ 873,25) no site da AV-COMM, tem modelos mais baratos? Tem mais fabricantes?
Preços equipamentos HD Rádio: O preço do Excitador de U$ 30.000,00 (R$ 52.500,00 FOB)é para os donos da emissoras? É completo pronto para transmissão e 100% confiavel? Os donos das emissoras tem que pagar Royalty pelo uso?
Os receptores de U$ 49,00 (R$ 85,75) é o mais barato? Que marca ele é? Tem mais fabricantes?
Algum desses sistemas DRM ou HD Radio pensou ou tem projeto para as emissoras de baixa potência (educativas e comunitárias)que existem no Brasil?? aguardo...
 | O Hd Radio serve para digitalisar rádio comunitária, porém pode facilmente chegar a R$ 100 mil para digitalisar uma pequena emissora. Que rádio comunitária pode pagar esse investimento?? Quem vai financiar isso?? Ou, mais uma vez a radio comunitária vai ser preterida ficando em analógico e a radiodifusão comercial irá se digitalisar?
O DRM serve também para rádio comunitária, até é mais robusto. Os custos de grandes patentes já forma pagos pelo consórcio, composto pela BBC, TDF , Deutsche Welle e outras, com isso ele é muito mais barato. Mais ainda, ele é feito por software. Ou seja, existe uma forma muito barata de digitalisar pequenas emissoras, emprega um computador PC rodando um dos softwares (livres) do DRM, custa uma bacatela. Essa solução já é empregada por radioamadores inclusive brasileiros, que em seus testes ,no sul do país, mantiveram contatos de mais de 300 km com 100 watts em ondas curtas e contatos de 50 Km com 5 watts em VHF.
O DRM democratisa totalmente o rádio, pois emissoras de alcançe mundial (BBC, DW, RFI), de alcançe regional e emissoras comunitárias serão recebidas no mesmo rádio com a mesma qualidade digital, salvaguardados os alcançes proporcionais a suas potências. Todos serão iguais em qualidade.
Nos Estados Unidos existem várias emissoras em ondas curtas, ligadas à igrejas, além da Voz da América, que por não terem uma solução digital através do HD Radio (IBIQUITY) para cobrir as Américas, África e Ásia, estão partindo para testar o DRM. Isso mesmo, O DRM está sendo testado dentro dos Estados Unidos pela Voz da América, em ondas curtas, e os próprios americanos já convivem com a hipótese de adoção dos dois sistemas.
Finalizo protestando pelo fato de ninguém se dignar a traduzir os textos do DRM nesse fórum, pois muita gente tem dificuldade de ler em inglês, principalmete os mais carentes de informação, os gestores das pequenas rádios comunitárias e rádios livres.
 | aagoetz, concordo em genero numero e grau com voce! uma coisa - realmente nao tenho tempo de traduzir os textos.
existem softwares feitos para modular DRM para algumas plataformas de SDR (dream ou spark, por exemplo). com um pouco de ajuda dos desenvolvedores de transmissores, a tendência é, que no futuro proximo, fique inclusive mais barato fazer rádio digital (DRM) do que analógico (FM ou AM), visto que a potência da transmissão, que é o que aumenta a conta de luz da rádio e torna necessária a presença de transmissores gigantes, poderá ser reduzida, visto que os sistemas de transmissão digital precisam de menos de 10 vezes a potência de um sistema analógico para ter a mesma área de cobertura. Para tod@s de rádio livres (ou qualquer tipo de rádio!) - vamos apoiar do DRM (Digital Radio Mondiale)!!!
Ow yeah!
 | Teremos mais dois meses para mostrar para o Lula que o DRM é o melhor padrão de Rádio Digital para o Brasil!!! retirado de: http://www.mc.gov.br/noticias-do-site/22493-governo-anuncia-criacao-do-sistema-de-radio-digital-brasileiro -- Governo anuncia criação do sistema de rádio digital No prazo de aproximadamente dois meses, o presidente Lula deverá decidir qual sistema será implantado no país Brasília ? O Ministério das Comunicações publicou portaria em que cria o Sistema Brasileiro de Rádio Digital e decidiu que o padrão tecnológico a ser adotado no país terá que contemplar com eficiência as transmissões em ondas médias e frequência modulada. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 31 de março. Segundo a secretária de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Beatriz Abreu, o governo não definiu o padrão de rádio digital porque os testes com a tecnologia americana Iboc (In-Band-On-Chanel) e européia (Digital Radio Mondiale) não foram concluídos. ?A expectativa é que os pesquisadores das universidades brasileiras venham a interferir favoravelmente em uma das tecnologias e criar um sistema brasileiro, que pode ter como base o americano (Iboc) ou o europeu (DRM)?, frisou. De acordo com a secretária Beatriz Abreu, o sistema que o país está à busca é para melhor atender o radiodifusor e a população brasileira. ?O que for adotado no Brasil poderá vir a ser adotado na América do Sul como já está acontecendo com a TV Digital?, observou. Dessa forma, os testes com o padrão americano (Iboc) e europeu (DRM) prosseguem por um prazo de aproximadamente dois meses. Em seguida é feito um relatório técnico, que será analisado por um grupo de trabalho do MC, que envolve também universidades como a UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), a UnB (Universidade de Brasília), o Cetuc (Centro de Estudos em Telecomunicações da Pontifícia Unversidade Católica do Rio de Janeiro), a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a Abert (Associação Brasileira de Rádio e Televisão) e o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial). Depois da aprovação do ministro das Comunicações, o Presidente da República tomará a decisão final. Na portaria que cria o Sistema Brasileiro de Rádio Digital há orientações técnicas que traçam objetivos como a promoção da inclusão social, a diversidade cultural, a transferência de tecnologia e o acesso à democratização da informação. Mas a secretária Beatriz Abreu sublinha a questão de cada região brasileira e suas particularidades quanto à penetração do sinal de rádio digital. ?Temos cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, com seus edifícios, temos a região amazônica, com rios e florestas, ou seja, cada região tem suas particularidades?, frisou. Beatriz Abreu também observou que o rádio digital, que além de recepção de som sem ruído e com qualidade, é uma tecnologia que agregará outros serviços como transmissão de fotos, de dados, fax, que poderá inclusive incluir até mesmo a internet. O acesso, porém, dependerá do aparelho que a pessoa possa adquirir. ?Estamos trabalhando para que o rádio digital tenha um canal de retorno, que permitirá a interatividade, mas para que isso ocorra vai precisar de aparelhos que tenha controle remoto?, disse a secretária. Ao comentar sobre a importância da implantação da rádio digital no país, Beatriz Abreu afirmou que ?o rádio, que é o grande companheiro dos solitários, chegará aos seus ouvidos com som de qualidade, que é a tecnologia digital?, concluiu. Veja na íntegra a Portaria que cria o Sistema Brasileiro de Rádio Digital: PORTARIA No- 290, DE 30 DE MARÇO DE 2010 Institui o Sistema Brasileiro de Rádio Digital - SBRD e dá outras providências. O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso IV, da Constituição, e considerando o disposto no art. 27, inciso IV, alínea "b", da Lei no 10.683, de 27 de maio de 2003, resolve: Art. 1o Fica instituído, por esta Portaria, o Sistema Brasileiro de Rádio Digital - SBRD. Art. 2o Para o serviço de radiodifusão sonora em Onda Média (OM) e em Frequência Modulada (FM) deve ser adotado padrão que, além de contemplar os objetivos de que trata o art. 3o, possibilite a operação eficiente em ambas as modalidades do serviço. Art. 3o O SBRD tem por finalidade alcançar, entre outros, alcançar os seguintes objetivos: I - promover a inclusão social, a diversidade cultural do País e a língua pátria por meio do acesso à tecnologia digital, visando à democratização da informação; II - propiciar a expansão do setor, possibilitando o desenvolvimento de serviços decorrentes da tecnologia digital como forma de estimular a evolução das atuais exploradoras do serviço; III - possibilitar o desenvolvimento de novos modelos de negócio adequados à realidade do País; IV - propiciar a transferência de tecnologia para a indústria brasileira de transmissores e receptores, garantida, onde couber, a isenção de royalties; V - possibilitar a participação de instituições brasileiras de ensino e pesquisa no ajuste e melhoria do sistema de acordo com a necessidade do País; VI - incentivar a indústria regional e local na produção de instrumentos e serviços digitais; VII - propiciar a criação de rede de educação à distância; VIII - proporcionar a utilização eficiente do espectro de radiofreqüências; IX - possibilitar a emissão de simulcasting, com boa qualidade de áudio e com mínimas interferências em outras estações; X - possibilitar a cobertura do sinal digital em áreas igual ou maior do que as atuais, com menor potência de transmissão; XI - propiciar vários modos de configuração considerando as particularidades de propagação do sinal em cada região brasileira; XII - permitir a transmissão de dados auxiliares; XIII - viabilizar soluções para transmissões em baixa potência, com custos reduzidos; e XIV - propiciar a arquitetura de sistema de forma a possibilitar, ao mercado brasileiro, as evoluções necessárias. Art. 4o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. HÉLIO COSTA Eider Moraes/Assessoria de Comunicação Social Ministério das Comunicações 55 61 3311-6587 imprensa@mc.gov.br  | Foi lançada a Plataforma Nacional do DRM.
"O intuito desta Plataforma é dar cobertura aos testes do DRM no Brasil, dar suporte aos Broadcasters que queiram implementar o DRM em suas emissoras e aos ouvintes que queiram receber as transmissões, divulgar os documentos e manuais provenientes do Consórcio DRM, ser um ponto de encontro para técnicos da área trocarem informações e principalmente defender o DRM como padrão técnico do SBRD (Sistema Brasileiro de Rádio Digital)."
www.drm-brasil.org
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