Editoriais Notícias Editoriais Antigos Arquivo de notícias Calendário Local e Global português | español english | esperanto | | Outras mídias |  | | | | | |  | Publique! Publique o seu vídeo, áudio, imagens e textos diretamente do seu navegador. | Notícias Cobertura imediata dos acontecimentos ligados aos novos movimentos. | Política Editorial Saiba sobre a política de publicação do CMI. | Seja um voluntário Participe desse projeto de democratização da mídia. | Contato Mande sua mensagem para nós. | Ajuda Como publicar as suas notícias em diferentes formatos. | Sobre o CMI Conheça os princípios do Centro de Mídia Independente. | Bate-papo do CMI Acesse a nossa sala de bate-papo. "Saiba como". | Apoie o Indymedia Conheça os outros projetos do CMI e contribua com a mídia independente. | Artigos Escondidos Matérias repetidas, sem conteúdo ou que violam a Política Editorial. | | Rede CMI Brasil |  | | Página estática dos coletivos. | Brasília Campinas Caxias do Sul Curitiba Florianópolis Fortaleza Goiânia Joinville Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador São Paulo | | | | Receba o boletim do cmi |  | | | | Busca |  | | | | CMIs |  | www.indymedia.org Projetos da Rede Global impresso rádio tv (newsreal) vídeo Tópicos biotecnologia África áfrica do sul ambazônia estreito de gibraltar ilhas canárias nigéria quênia América Latina argentina bolívia brasil chiapas (mex) chile chile, sul colômbia equador méxico peru porto rico qollasuyu (bol) rosário (arg) santiago (chi) tijuana (mex) uruguai valparaíso (chi) América do Norte canadá hamilton maritimes montreal ontário ottawa quebec thunder bay vancouver victoria windsor winnipeg estados unidos arizona arkansas atlanta austin baía de são francisco baía de tampa baltimore binghamton boston búfalo carolina do norte charlottesville chicago cleveland colorado columbo danbury, ct estados unidos filadélfia hampton roads, va havaí houston hudson mohawk idaho illinois, sul ítaca kansas city los angeles madison maine massachusetts, oeste miami michigan milwaukee mineápolis/st. paul nova hampshire nova iorque nova jérsei nova orleans novo méxico oklahoma omaha pittsburgh portland richmond rochester rogue valley saint louis san diego santa bárbara santa cruz, ca são francisco seattle tallahassee tennessee texas, norte urbana-champaign utah vermont washington, dc worcester Ásia burma índia jacarta (ins) japão manila (fil) mumbai (ind) quezon (fil) Europa alemanha alicante (esp) andorra antuérpia (bel) armênia atenas (gre) áustria barcelona (esp) bélgica belgrado (scg) bielorrússia bristol (ing) bulgária chipre croácia escócia estreito de gibraltar euskal herria/país basco flandres ocidental (bel) flandres oriental (bel) galiza grenoble (fra) holanda hungria irlanda istambul (tur) itália la plana (esp) liege (bel) lille (fra) madri (esp) malta marselha (fra) nantes (fra) nice (fra) noruega paris/ilha-de-frança (fra) polônia portugal reino unido romênia rússia suécia suíça tessalônica (gre) toulouse (fra) ucrânia valência Oceania adelaide (aus) aotearoa/nova zelândia brisbane (aus) burma darwin (aus) jacarta (ins) manila (fil) melbourne (aus) oceania perth (aus) quezon (fil) sydney (aus) Oriente Médio armênia beirute (lin) israel palestina Processo discussão faq da indymedia fbi/situação legal listas de discussão processo & docs técnico voluntários | | |
| | Combativa e reivindicativa greve geral na Grécia Por GRÉCIA 27/02/2010 às 11:56 Texto original: *agência de notícias anarquistas-ana* À tarde, dezenas de protestantes ocuparam a sede da União Européia em Atenas e uma enorme faixa foi pendurada na fachada do prédio. Outros prédios públicos também foram ocupados. O sindicato dos jornalistas também aderiram a greve e, assim, o país esteve privado das informações nas rádios e canais de televisão na quarta-feira. Durante os protestos alguns protestantes chegaram a ser presos pelos policiais. Em outras cidades do país, também aconteceram manifestações, resultando no fechamento das escolas, prédios públicos e tribunais.
>>Adicione um comentário O artigo diz: "Uma livraria corporativa foi saqueada e os livros distribuídos em massa aos manifestantes e transeuntes. Outros estabelecimentos corporativos também foram expropriados."
Nada contra os saques, pelo contrário, saqueem mesmo, porém expropriar é por o controle das empresas nas mãos dos trabalhadores, que organizados cooperativamente, se autogerindo, põem as empresas para funcionarem conforme os seus interesses, portanto não confundam as coisas.
Espero que depois da onda de saques o próximo passo seja as expropriações de fato, e que isso ocorra o mais rápido possivel, pois se os saques se generalizarem pode haver desabastecimento, e o desabastecimento pode levar inclusive a fome em massa para a população, mas acho que a coisa não vai chegar neste ponto, pois os saques provavelmente permanecerão localizados e não se generalizarão. "autogestionário": (ex+próprio+ar2) vtd Dir Tirar legalmente a alguém a posse ou a propriedade de; desapropriar. Saquear refere-se a meios de conumo não imobiliários (casas) apenas, expropriar refere-se a propriedade de tipo imobiliária, como casas e empresas, além da terra. Onde estão os reacionários pra comentar essa matéria??? Agora eles sabem que seus semelhantes estão aterrorisados na Grécia, trancados em seus condomínios fechados!!!!!  | Não foram "40 mil" que participaram...na verdade não foi mais do que 10 mil. URL:: http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1424386 Ou seja, foram os de sempre que participaram. O povo grego sabe da urgência de medidas de responsabilidade fiscal para salvar a economia da Grécia. Quem está desesperado são os parasitas agraciados com os privilégios do welfare state que não querem largar o osso. Mesmo governos socialistas estão tendo que enfrentar a dura realidade, assim como Ícaro não poderia voar tão alto como gostaria. Foi bom (para eles) enquanto durou a fantasia, mas o "mercado", este insensível ente abstrato, cobrou a fatura. Não adianta chorar, apelar para a falsa dicotomia de "lucros ou vidas", pois é justamente o contrário: ignorar por tanto tempo as leis da economia é que criou esta situação calamitosa, que exige reação mesmo de governos de esquerda. O encontro com a realidade está com data marcada. O welfare state fracassou. Medidas de responsabilidade fiscal precisam ser tomadas, é questão de sobrevivência, ou o sofrimento será ainda maior. A escolha é essa. Não há mais ilusão.  | Em primeiro lugar imagino que o Salantino está totalmente por fora da realidade na Grécia, parece que não tem acompanhado as notícias e vídeos sobre as revoltas, greves e ocupações nos últimos anos...Quem vem acompanhando as notícias sabe que é perda de tempo discutir o argumento "mas estas revoltas e greves não tem apoio da população,FORAM OS DE SEMPRE QUE PARTICIPARAM"... Quanto a isso não tenho muito o que falar, procure fotos e vídeos para ver com seus olhos que isso é a mais pura mentira...
Em segundo lugar FODA-SE que o Luís villalobos (?) postou no site economia.publico que não haviam mais de 10 mil presentes na greve geral, e então você copia o argumento dele embasado na realidade que ELE quer mostrar e VOCÊ ouvir... Só para enterrar este seu argumento com extrema facilidade, segundo a BBC news "police estimated was attended by 25,000 people"...
Em terceiro lugar: "assim como Ícaro não poderia voar tão alto como gostaria", "Foi bom (para eles) enquanto durou a fantasia", "Não adianta chorar, apelar para a falsa dicotomia","O encontro com a realidade está com data marcada", "A escolha é essa. Não há mais ilusão."
PÁRA DE SE ACHAR O POETA COM ESSAS FRASES VAZIAS!!!!!  |  | Seus bons serviços a contra-informação, a falsificação dos fatos, em prol dos interesses do empresariado, de ampliar a margem de lucros empresarial as custas do bem estar social do resto da sociedade, foram muito bem prestados no seu post acima. Excelente traidor da própria classe você é.
Na segunda tá na conta, bom trabalho.  | Ou os esquerdistas são cegos, ou é desejo deles que a Grécia quebre, pois se a Grécia quebrar, a Europa entra em uma nova crise, aí ocorre uma nova crise. Para esta gente, quanto pior melhor. Mas não sei como vão culpar o tal do "neoliberalismo" no caso da Grécia. A crise na Grécia é resultado de anos de irresponsabilidade fiscal do Welfare State. Não há outra escolha, ou medidas de austeridade são tomadas, cortando mordomias e privilégios, ou o caos geral. Não adianta apelar para frases de efeito como: "ampliar a margem de lucros empresarial as custas do bem estar social do resto da sociedade", pois é justamente por ignorar por tanto tempo as leis da economia que se criou esta situação calamitosa, que exige reação mesmo de governos socialistas.  | Ou os esquerdistas são cegos, ou é desejo deles que a Grécia quebre, pois se a Grécia quebrar, a Europa entra em uma nova crise, aí ocorre uma nova crise. Para esta gente, quanto pior melhor. Mas não sei como vão culpar o tal do "neoliberalismo" no caso da Grécia. A crise na Grécia é resultado de anos de irresponsabilidade fiscal do Welfare State. Não há outra escolha, ou medidas de austeridade são tomadas, cortando mordomias e privilégios, ou o caos geral. Não adianta apelar para frases de efeito como: "ampliar a margem de lucros empresarial as custas do bem estar social do resto da sociedade", pois é justamente por ignorar por tanto tempo as leis da economia que se criou esta situação calamitosa, que exige reação mesmo de governos socialistas. Salantino, não é desejo de ninguém que a Grécia ou qualquer país quebre, é apenas o desenvolvimento natural do sistema do capital. Crise em cima de crise, concentração de riqueza e pobres cada vez mais pobres.  | O estouro das bolhas financeiras recentes é a prinicpal causa do desequilibrio nas contas do Estado grego, é a principal responsavel por elas terem saido completamente do controle e o pais estar entrando nesta crise agora, e não o "welfare state", sem o colpaso financeiro mundial recente, que irá piorar mais ainda num futuro não muito distante, esta crise das dividas estatais mundo afora não estaria ocorrendo.
O capitalismo, seja em que forma for, sempre entra em algum tipo de crise, é da sua natureza, esta fadado a morrer por isso, pois a classe trabalhadora mais cedo ou mais tarde vai cançar de ser mera fantoche neste jogo de Estado contra iniciativa privada, com suas crises no meio, e quando isso acontecer ela vai finalmente se auto organizar e se libertar dessas relações de subordinação ao capital, capital privado ou estatal, e vai construir a sua própria sociedade, sua própria autogestão, sobre as ruinas desta que esta condenada.  | Definir um Estado perdulário como o da Grécia "neoliberal" não é cegueira não, ou é burrice...coisa de gente não sabe nem definir o que é liberalismo, o que é Welfare State...você desconhece os conceitos básicos de economia...vá estudar... A causa da crise é devido à política irresponsável do Welfare State, gastar em mordomias e privilégios excessivos...vem me dizer que esse Estado perdulário e esbanjador é neoliberal???Como diria o Pedro Mundim, Orra Meu...  | As crises não nada a ver com o capitalismo. As crises revelam que a maior parte dos empresários e investidores erraram em suas estimativas do estado futuro do mercado, de modo que suas expectativas de lucratividade foram frustradas. O erro empresarial é normal (afinal, errar é humano) e acontece o tempo todo, pois o futuro é por definição incerto. A singularidade das crises é a enorme quantidade de erros de avaliação simultâneos por parte de empresários experientes e especuladores astutos. Entender a causa desses blocos de erros é a chave para decifrar o mistério das crises. A recessão é o acerto de contas inevitável com o complexo de decisões erradas tomadas no passado com base no falso sinal dos juros baixos. Os empresários têm que ajustar seus planos ao nível de poupança efetivamente existente. Muitos quebram e são excluídos do rol dos empreendedores. Os assalariados empregados nas indústrias insustentáveis perdem seus empregos e têm que procurar outros em setores mais sólidos. O desemprego sobe dramaticamente. Os investimentos em bens de capital e terra não conversíveis são sacrificados. Não há outro jeito. Quanto menor for a intervenção externa nesse necessário processo de regeneração do organismo econômico mais rápida será a sua recuperação.  | Foi a desregulamentação dos mercados que permitiu a especulação sem fim em cima de um mercado de crédito insustentável, que existe para encobrir o óbvio, que a economia produz muito mais do que as pessoas podem consumir, ou seja, ele superproduz, só que agora isso chegou no seu limite, o mercado de crédito esta vivendo nos Estados Unidos uma onda de inadimplências e calotes sem precedentes, e isso levou o sistema financeiro ao colapso, a crise do crédito foi provocada por sua própria saturação, pois o mesmo não consegue mais dar conta de uma economia que superproduz cada vez mais (dai a tentativa desesperada de dar mais folego ao consumo oferecendo-se crédito para os clientes denominados de subprime, ou pobres, sem condições de consumir razoavelmente e menos ainda de se endividarem), sendo que a classe assalariada não tem um aumento em sua renda proporcional a esse crescimento constante da produção ofertada graças ao aumento constante das forças produtivas, por isso recorre ao crédito para consumir, e agora a dinâmica própria da economia esta forçando a um ajuste, pois o mercado de crédito colapsou e não vai mais se recuperar, e ai só vai sobrar duas alternativas para o capitalismo, ou sobe drasticamente os salários dos assalariados, para que eles possam pagar suas dividas e consumir tudo que é produzido sem a necessidade do crédito, ou usando o minimo possivel desse crédito, sendo que esse aumento dos salários terá que sempre ocorrer proporcionalmente a essa produção crescente, ou fica tudo como esta, e o colapso é questão de tempo, pois não dá pra imprimir mais dinheiro pra ficar tapando esse buraco, pois isso gera inflação e desvalorização cambial, ai ou se estatiza as empresas mais relevantes para evitar o caos, e se põe todos os milhões de desempregados para trabalhar nessas empresas estatizadas, diminuindo drasticamente a duração da jornada de trabalho para isso, ou teremos a barbárie.
Lembrando que guerra não serviria de solução para essa crise atual, como ocorreu na primeira depressão mundial, que se serviu da segunda guerra mundial para se recuperar, pois uma guerra mundial agora, e só uma guerra dessas teria força para reerguer a economia mundial, só conseguiria acabar com a humanidade e portanto com o capital, graças a bomba atômica.
A crise do Estado grego, como eu expliquei no ultimo comentário, foi causada por essa crise financeira, que tem como causa a crise de superprodução da economia privada, é consequencia dela e não causa dela. Já a respeito dos erros dos empresários, é claro que eles erraram, e nem poderia ser diferente, pois o capitalismo privado é escravo de uma dinâmica economica que sempre o empurra para esses impasses, sendo que esse atual é o pior de todos, e eles não vão sobreviver a ele.
Já sobre as tais "intervenções externas", você deve estar se referindo ao papel salvador do Estado no capitalismo, pois saiba que sem essa ajuda o capitalismo não teria chegado nem mesmo ao século vinte, pois o Estado é absolutamente vital para tentar domar o caos e a completa irracionalidade que o capitalismo privado representa, só que agora essa "ajuda" virá na forma de supressão total da iniciativa privada em prol da iniciativa estatal, será o apogeu do capitalismo estatal que volta mais forte do que nunca para substituir o privatismo, que já chegou no seu limite histórico e não pode mais ser salvo, e se houver além, Lênin está lá sorrindo neste momento.  | "Não há outra escolha, medidas de austeridade são tomadas, cortando MORDOMIAS E PRIVILÉGIOS"
Vamos analisar o que o salantino chama de mordomias e privilégios.
Para salvar a Grécia da crise, o governo destinou bilhões aos bancos. As revoltas deste mês ocorreram quando as medidas de austeridade foram declaradas. Cartazes pró-greve revelaram: "Aqui está o dinheiro: os depósitos das empresas, em 2004, foram: 36 mil milhões de euros; em 2009, 136 mil milhões de euros. 250 mil trabalhadores recebem um salário de 740 euros. Ao mesmo tempo, 700 mil milhões de euros estão nos bolsos das grandes empresas. O PASOK e o ND (os dois partidos mais influentes) encheram os bolsos dos banqueiros com quantias que vão de 233 a 759 mil milhões de euros".
O governo "socialista" anunciou aumento de impostos, redução dos salários dos trabalhadores e trabalhadores, fim do pagamento de bônus de salários, suspensão de novas contratações até o final do ano com exceção dos setores da saúde, educação e segurança (Afinal vão precisar de mais polícia), corte de 10% nos salários dos servidores públicos (no caso dos professores universitários chegaria a 40%), cortes no gasto público, pensões e aumento da idade mínima de aposentadoria para 63 anos. A saída para a crise do governo envolve sacrifícios para os trabalhadores, que terão que trabalhar mais, receber menos. Mas o povo reagiu e se mobilizou contra estas medidas de regresso quanto aos direitos/necessidades dos trabalhadores.
Claramente querem colocar o fardo da crise capitalista sobre os ombros dos trabalhadores, que devem submeter-se para que se resgate o país da falência, enquanto os ricos seguem gastando fortunas e o consumismo desenfreado é difundido pelos meios de comunicação em massa. Mas a contracultura na Grécia é muito diversa, há muito hardcore,punk, hip hop, folk, etc da mais alta qualidade, o que contribui para tamanha mobilização da juventude que mostrou ser a hora de reagir e destruir a "cultura do milhão".
A juventude sabe que o desemprego aumenta a cada ano, e se vê diante um estado policial fascista disfarçado de democracia, o que gerou muitas revoltas... Eu não me esqueço de Genova 2001, sei que os capitalistas são defendidos pelo totalitarismo cruel da polícia...
O lema desta greve "Os ricos que paguem a crise" mostra que os trabalhadores mobilizados não esperam soluções do governo "socialista" e estão dispostos a fazer justiça com as próprias mãos!!! Vitória aos trabalhadores e à juventude na Grécia!!!!! Que sirvam de exemplo para o mundo e que a luta se espalhe!!!!
 | ainda tenho fé de que uma manifestação brasileira tenha mais 40 mil manifestantes. seja qual for o motivo. contando que seja em prol do povo Welfare state ou neoliberalismo. Pouco me importa. Que quebre o capitalismo! A burguesia é que deve temer as ruínas, não nós! Como diria Durruti, carregamos um mundo novo em nossos corações. Viva o fogo grego.  estar prontx é tudo  | A raiz da atual crise está ligada à política de expansão de crédito pelo Fed. Alan Greenspan, o então presidente do Fed, partiu para um agressivo programa de corte de juros. A taxa básica chegou ao patamar de 1% ao ano. A expansão monetária inundou o mundo de dólares. A taxa de juros não é algo que pode ser impunemente manipulada por bancos centrais. A taxa ?natural? de juros é aquela que predominaria num livre mercado de capitais, equilibrando a oferta existente de capital poupado e a demanda por investimentos. Para realizar novos investimentos produtivos, antes é necessário acumular capital, ou seja, fatores de produção. Há duas maneiras manipular as taxas de juros: impressão de papel moeda pelo governo; e emissão de crédito bancário sem lastro. Os bancos podem reduzir artificialmente as taxas de juros através de meio fiduciário, emitindo notas e cheques além da quantidade de depósitos à vista, possível graças às reservas fracionárias. Mises chamou essa emissão fiduciária sem lastro de ?circulation credit?, enquanto o crédito lastreado pela poupança era chamado de ?commodity credit?. Somente o primeiro é inflacionário. O ?dinheiro fácil? criado por este mecanismo pressiona as taxas de juros para baixo, criando a falsa sensação de prosperidade. Investimentos que antes não pareceriam rentáveis pela taxa ?natural? de juros, agora se tornam atraentes. Recursos são desviados para estes investimentos ruins e indesejados, adicionando mais lenha na fogueira, sustentando assim o clima de euforia. A crise do crédito não está ligada à "desregulamentação do mercado". O epicentro da crise estava justamente em locais mais regulados, como as gigantes hipotecárias e os bancos de investimento; enquanto os hedge funds se saíram razoavelmente bem. A teoria da superprodução já foi refutada no passado por John Stuart Mill, portanto...Mil provou que a a teoria da superprodução geral implica um absurdo. Pode haver superprodução de um artigo X, mas não há superprodução, pois a produção não é excessiva - simplesmente está "mal organizada" em termos de sortimento.  | "Já sobre as tais "intervenções externas", você deve estar se referindo ao papel salvador do Estado no capitalismo, pois saiba que sem essa ajuda o capitalismo não teria chegado nem mesmo ao século vinte"
- O capitalismo depende de três instituições fortemente complementares, porém distintas: preços, propriedade e o mecanismo de lucros e prejuízos. Quando o governo garante o capital daqueles que arriscaram demais e erraram, ele funciona como uma espécie de rede de segurança de um circo. Ora, parece evidente que os trapezistas irão ousar mais sabendo que em qualquer erro há uma rede para protegê-los. Quando uma empresa obtém um lucro, é sinal de que ela está utilizando racionalmente seus recursos, aumentando seu valor ao mesmo tempo em que controla seus custos. Quando uma empresa opera "no vermelho", é sinal de que ela está ou diminuindo o valor de seus recursos ou deixando que seus custos operacionais superem o valor daquilo que ela esteja criando. Portanto, uma empresa que opera com prejuízo é uma máquina de destruição de riqueza. O problema não está na recessão, mas na expansão econômica artificial (o boom) - que ocorre quando o sistema de preços foi desorganizado e o capital foi mal alocado. A recessão, portanto, seria o processo no qual esse problema é corrigido. A única maneira da economia voltar a crescer é deixar que ela passe completamente pela recessão - que nada mais é que um processo de rearranjo e correção. O custo das intervenções e dos pacotes de socorro é que, quando eles "funcionam", eles impedem que o sistema de preços funcione corretamente. Ou seja, as intervenções impedem que o sistema de preços possa reorganizar a estrutura do capital, o que vai prolongar o período de desperdício de recursos e de destruição de riquezas. As intervenções nada mais são do que uma tentativa de preservar preços fictícios - preços que foram deformados durante a expansão artificial e que agora na recessão estão tentando voltar ao seu nível real. Um exemplo: em setembro de 2008, uma determinada empresa de fundos mútuos ficou em situação difícil assim que o Lehman Brothers quebrou. Para cobrir suas posições, a empresa começou a retirar todas as suas aplicações em investimentos supostamente seguros, como títulos comerciais. Mas o Fed conseguiu estancar esse processo ao fornecer socorro a todas as empresas de fundos mútuos. É melhor deixar as entidades insolventes quebrarem. Assim, o capital será redirecionado dos menos capazes para os mais capazes, e todos estaremos melhor como resultado desse rearranjo.  | "Assim, o capital será redirecionado dos menos capazes para os mais capazes, e todos estaremos melhor como resultado desse rearranjo."
Quem está a beira da falência Salanta são exatamente os "mais capazes" que na cabecinha de neocons como você são os grandes bancos e empresas. Se o Estado não tivesse dado dinheiro para elles haveria um dominó de falências pelo mundo inteiro e o sisteminha que você tanto defende já teria entrado em colapso! E você ainda diz que com esse desarranjo as coisas estariam melhores?
Não é atoa que você foi demitido! rsrsrsrsrsrs  | Salantino, que pena que os governos e gestores em geral não te dão ouvidos, pois se assim fosse o capitalismo não teria chegado nem sequer ao século vinte, pois deixar as empresas quebrarem, numa crise como essa, onde praticamente todas elas quebraram e foram "resgatadas" pelo Estado, porém pagando o preço de serem semi-estatizadas (as grandes empresas) nos Estados Unidos e Europa, com os governos comprando seus ativos, levaria a humanidade a mais absoluta barbárie, que seria rapidamente seguida de uma poderosa revolução proletária, não tenha dúvidas!
Em vista de uma série de confusões e erros cometidos nessa sua explanação a respeito de economia, quero ressaltar o pior de todos, que é negar um dos fatos mais óbvios em termos de economia, que é a superprodução e as crises que dela resultam, pois dizer que a superprodução não existe porque "a produção não é excessiva - simplesmente está 'mal organizada' em termos de sortimento", caramba cara, então pra que tanto crédito para permitir as pessoas consumirem nos Estados Unidos, em especial o crédito "subprime"? porque eles temem tanto o colapso do fornecimento do crédito ao consumidor, dizendo que isso levaria a economia ao caos e a falência generalizada das empresas? Será que as empresas americanas estão TODAS organizando mal a produção, em termos de "sortimento"? aliás isso que você disse não quer dizer é nada!
A expansão constante do crédito é uma necessidade do capitalismo para tentar remediar sua crise crônica de superprodução, pois os salários por si só não dão conta de consumir tudo o que é ofertado, mas como eu disse em meu ultimo comentário, essa estratégia de postergamento da crise atingiu o seu limite, e agora o capitalismo vive sua PIOR crise de superprodução, ou a fase mais aguda dessa crise que já se teve noticia, mesmo que neste momento haja uma falsa recuperação, que logo se seguirá de uma etapa ainda MAIS aguda da crise do que o que vimos até agora, e dela resultará apenas o estatismo ou capitalismo estatal, leninista, ou então virá o caos, e dele muito provavelmente a revolução proletária.
Já a respeito dos "hedge funds", até onde eu tenho acompanhado as noticias, o governo americano esta louco para impor uma série de limites a eles, devido ao seu alto risco, se é que isso já não esta acontecendo, por isso parece que o seu otimismo a respeito deles não é compartilhado por quem gere o capitalismo privado (agora semi-estatizado em suas grandes empresas) via Estado. E aliás, como eu havia dito antes, o que seria do capitalismo sem a tutela estatal constante as empresas e ao sistema como um todo, com toda a sua regulamentação, controle e estatizações, não saberiamos o que é o capitalismo a não ser nos livros de história, a uns 100 anos ou mais.  | Eu com minhas "idéias de jericó" não ia pegar dinheiro do Estado como fizeram os patrões sanguessugas. Iria reorganizar a empresa, extinguindo custos supérfluos e reorganizando a produção, atraindo mais consumidores e reduzindo custos. Iria recuperar a empresa com os próprios recursos, sem precisar do dinheiro do Estado, mediante a eficiência administrativa. Mas meus patrões sanguessugas prefiriram dinheiro do Estado. Então, quem tem idéias de Jericó? Quem está à beira da falência são os empresários que fizeram investimentos errados, tal como o setor hipotecário e imobiliário americano. Mas o mercado, este ente "insensível" cobrou. Os hedge funds sairam razoavemente bem. A teoria da superprodução generalizada foi refutada por Jean Baptiste Say e John Stuart Mill. Lembrem-se da Lei de Say: a oferta de um produto sempre gera demanda por outros produtos. Enquanto os consumidores estão demandando quantidades determinadas de camisas e de sapatos, os produtores fabricam, digamos, uma quantidade maior de sapatos e uma quantidade menor de camisas. Isso não é uma superprodução geral de todos os bens. À superprodução de sapatos corresponde uma subprodução de camisas. Consequentemente, o resultado não será uma depressão geral de todos os ramos produtivos, mas, sim, uma mudança nos termos de troca entre sapatos e camisas. Se, por exemplo, anteriormente um par de sapatos poderia comprar quatro camisas, agora ele compra apenas três camisas. Enquanto os negócios vão mal para os fabricantes de sapatos, eles vão bem para os fabricantes de camisas. As tentativas de explicar a depressão geral do comércio referindo-se a uma suposta superprodução geral são, portanto, falaciosas.  | A superprodução é um fato, nega-la é negar os fundamentos básicos do funcionamento da economia capitalista. A capacidade da industria de produzir esta sempre se elevando mais do que a capacidade das pessoas para consumir, devido a suas rendas limitadas, dai o mercado de crédito e dai o crédito subprime, medida de desespero final de um sistema que precisa ampliar o capital mas vê limites crescentes para isso.
Os produtores de seja lá o que for sempre estão ampliando suas forças produtivas, e coletivamente sempre produzem mais do que os assalariados podem consumir, e o capital é obrigado a se retrair pois produz cada vez mais com cada vez menos funcionários e máquinas, o que faz encolher o mercado consumidor, devido ao crescimento do desemprego estrutural, o que leva a redução das vendas e portanto dos lucros, isso é a crise de superprodução.
O mercado de crédito e a especulação financeira que gira em torno dele tentam quebrar esse ciclo vicioso ao financiar o consumo e as empresas, e tentar com isso impedir ou pelos menos amenizar os efeitos desse ciclo, mas agora isso não esta funcionando mais, conforme eu já expliquei no meu ultimo comentário.
Essa sua conversa de eficiência é no minimo cômica Salantino, pois o sistema capitalista inteiro se provou mais uma vez inteiramente incompetente, pois o problema não é de incompetencia de alguns empresários, mas sim do sistema inteiro, de como o privatismo funciona.
Sobre os tais hedge funds, se informe se não houve dinheiro estatal aplicado nesses fundos para salva-los, pois não houve nenhuma forma de investimento financeiro no "primeiro mundo" que não colapsou no final de 2008, e recebeu dinheiro estatal por causa disto.
E quanto ao que você faria se fosse empresário, honestamente falando, tudo que você falou não passa de fantasia sua, pois como todo mundo você iria pegar dinheiro do governo sim, e teria de conviver com ele como sócio, pois é isso que esta acontecendo nesses tais "resgates" estatais. O discurso é uma coisa a prática é outro, na hora do vamos ver esses teorias de concorrência, livre mercado, essa conversa de que só os competentes sobrevivem, caem por terra rapidinho em prol da sobrevivencia pessoal, independente se você é "competente" ou não. Essa conversinha liberal sim é uma verdadeira falacia, sempre foi.  | *Notícias da Grécia *
*Bomba explode no centro de Atenas sem provocar vítimas *
Uma bomba de fabricação artesanal explodiu na frente do escritório do banco estadunidense JPMorgan - uma empresa líder mundial em serviços financeiros e uma das maiores instituições bancárias dos Estados Unidos -, na noite de terça-feira (16 de fevereiro), no centro de Atenas. O artefato provocou apenas danos materiais. Uma chamada anônima para a redação de um jornal local informou sobre a iminência da explosão, que aconteceu às 19h50 no horário local. Após o alerta, a polícia conseguiu isolar o bairro de Kolonaki antes da explosão. O ataque ainda não foi reivindicado por nenhuma organização.
*Atentado causa danos leves à fundação "Costas Simitis" *
O grupo ?Ação Revolucionária Libertadora? assumiu o ataque realizado no dia 28 de janeiro em Atenas com bujões de gás contra os escritórios da Fundação "Costas Simitis", primeiro-ministro socialista na Grécia entre 1996 e 2004. O atentado, sem vítimas, ocorreu por volta das 17h no horário local, quando encapuzados colocaram uma bomba no quinto andar do prédio da fundação. A explosão causou leves danos materiais na porta do escritório e gerou a intervenção dos bombeiros e da polícia no local, paralisando totalmente o trânsito de pessoas durante horas no prédio. Uma pessoa ligou para uma emissora privada ateniense e assumiu a responsabilidade pelo ato em nome do grupo de guerrilha urbana "Ação Revolucionária Libertadora".
*Funcionários públicos, estudantes e anarquistas nas ruas de Atenas*
Em Atenas, milhares de pessoas participaram na quarta-feira (10 de fevereiro), numa manifestação contra as medidas austeras do governo grego. Os protestos acontecem contra as medidas adotadas pelo governo para combater a grave crise econômica em que a Grécia se encontra, como o congelamento dos salários, o aumento dos impostos e uma subida da idade da reforma.
*Sabotagens *
O grupo ?Anarquistas Sabotadores" assumiu a responsabilidade pela sabotagem de 63 caixas automáticos de bancos 24 horas em Atenas, com cola de silicone e espuma de poliuretano, em 11 e 12 de fevereiro. A ação foi realizada em solidariedade com os anarquistas Polykarpos Georgiadis e Vaggelis Chrysochoidis, acusados de participação no seqüestro do mega-empresário Mylonas.
*Duplo ataque explosivo *
O grupo anarquista ?Brigadas Incendiárias? assumiu a responsabilidade pelo duplo ataque explosivo contra a sede da EFET e ERT, rádio e TV grega, na cidade de Iraklio, na Ilha de Creta.
*Banco é alvejado *
O grupo ?Destruição da Paz Social" assumiu a responsabilidade pelo ataque incendiário contra o Banco de Negócios, no bairro de Zografou, em Atenas, em 15 de fevereiro. A ação foi reivindicada como solidariedade com todos os lutadores sociais que estão provisoriamente reféns do Estado e com os povos que lutam pela liberdade social.
*Protesto nas ruas de Tessalônica *
Em Tessalônica, um grande protesto anarquista tomou as ruas centrais da cidade em resposta ao ataque fascista a Fabrika Yfanet, o maior centro social ocupado da Grécia. Os fascistas foram até a ocupa e depois de tentarem, sem sucesso, incendiar a parte residencial, tentaram atacar a sala aonde as pessoas estavam realizando uma reunião. Os fascistas foram expulsos, mas quando os ocupas conseguiram sair do centro foram atacados pela polícia, no que parece ser uma operação de terror muito bem coordenada.
*Anarquistas invadem reunião de industriais *
Na segunda-feira (8 de fevereiro), no âmbito das medidas de austeridade do governo grego, cerca de 50 anarquistas invadiram a conferência da Associação dos Industriais do Norte da Grécia, chefiada pelo ministro da Economia Nacional. Os manifestantes carregavam cartazes contra os dirigentes sindicais (pelegos) e empresários, e promoveram uma ?arruaça? na conferência com a ajuda de "bombas de batatas" e outros utensílios fétidos, interrompendo a reunião. Alguns empresários chegaram a desmaiar com o forte cheiro.
*Receita da ?Bomba de Batatas? ***
Descascar as batatas e colocar as partes descascadas dentro de um frasco de vidro. Em seguida adicione água ou, ainda melhor, urina, cheira mais forte. Feche firmemente o frasco e deixe descansar por duas semanas, de preferência sob o sol, obterá melhores resultados. Em qualquer caso não abra o vidro! Seu cheiro é a pior coisa. Só abra o frasco somente quando for usá-lo.
*Colégio ocupado** *
Um colégio do curso secundário em Pireus foi ocupado pelos estudantes, contra o comportamento autoritário dos professores e suas chantagens contra vários estudantes, que levou a expulsão de um jovem por ter se manifestado contra o diretor do colégio.
*Nova ocupação na ilha de Creta*
Nova ocupação na cidade de Rézimno, na ilha de Creta, no dia 11 de fevereiro. O local ocupado pertence à Faculdade de Belas Artes, Universidade de Creta. O objetivo da ocupação é tratar o tema de arte em todas as suas possíveis formas de expressão.
*Tribunal Superior de Justiça é atacado*
Na cidade de Xánzi, em 9 de fevereiro, o grupo ?Núcleo de Guerra Assimétrica?, assumiu a responsabilidade pelo ataque com artefatos explosivos contra a sede do Tribunal Superior de Justiça, em solidariedade com os anarquistas P. Georgiadis e V. Jrisojoídis.
*Ação explosiva contra agência bancária*
Um grupo chamado "Clube de Investigadores da Noite", na cidade de Ioannina, realizou um ataque em 8 de fevereiro, com um artefato explosivo contra o Banco Rural. A declaração pública do grupo mencionava muitos prisioneiros anarquistas e os jovens detidos do caso "Células da Conspiração do Fogo".
*Continua o julgamento do caso do seqüestro do mega-empresário Mylonas*
Desde 3 de fevereiro, continua em Tessalônica o julgamento do caso do seqüestro do grande empresário Mylonas, realizado no verão de 2008. Entre os acusados encontram-se dois anarquistas, Polykarpos Georgiadis e Vagelis Hrisohoidis, encarcerados desde então. Antes do começo do julgamento foram intensificados os ataques incendiários e incendiário-explosivos em solidariedade com os dois companheiros. As reivindicações de ataques, cartazes e adesivos com freqüência fazem a referência ao seqüestro do burguês como uma ferramenta mais na luta de classes. ?O ódio aos chefes não precisa de justificativas?.
*Supermercado é expropriado*
Cerca de 20 anarquistas invadiram um supermercado em Chalandri, Atenas, em 23 de janeiro, e expropriaram muitos produtos, que foram distribuídos para a população da área. Ao saírem deixaram folhetos que descreviam: "Contra patrões, estados e seus lacaios - Viemos pelo que é nosso". As pessoas nas adjacências do local da ação felicitaram os companheiros.
*Carros são incendiados em Tessalônica*
Em Tessalônica, no dia 26 de Janeiro, às 2h38 da madrugada aconteceu uma onda de ataques incendiários contra automóveis do estado na cidade de Tessalônica. O ataque foi reivindicado pelo grupo "Incendiários pela Materialização do Sonho Destrutivo". Eles demonstraram também solidariedade com o prisioneiro Polys Georgiadis e Vaggelis Chrisochoides, que está sendo acusado do seqüestro do mega-empresário Mylonas.
*Carrefour é atacado*
Em 27 de janeiro, três engenhos incendiários foram lançados contra um supermercado Carrefour no bairro de Argyroupoli, em Atenas. A ação foi reivindicada no dia seguinte, o comunicado público dizia que a intenção era incendiar todo o estabelecimento comercial, algo que "infelizmente não aconteceu". O grupo demonstrou também solidariedade com Polys Georgiadis e Vaggelis Chrisochoides, ambos acusados do seqüestro do mega-empresário Mylonas.
*Ação direta em Atenas e Tessalônica*
Na noite de 28 para 29 de janeiro houve vários ataques incendiários em Atenas e Tessalônica. Os alvos: sede local do partido Nova Democracia (partido de direita que governou anteriormente a Grécia), dois carros das Nações Unidas, dois carros de companhias privadas ateniense e pelo menos seis carros de luxo em várias áreas da capital grega; um banco e um McDonalds em Tessalônica.
*Série de ataques em Atenas*
Em Atenas, na noite de 30 para 31 de janeiro aconteceram diversos ataques incendiários cujos alvos foram: escritórios políticos, uma loja da empresa ALUMIL, um carro de luxo e um carro diplomático. Nenhum ataque foi reivindicado.  | "pois o futuro é por definição incerto", não o do capitalismo. "Eu com minhas "idéias de jericó" não ia pegar dinheiro do Estado como fizeram os patrões sanguessugas."
Segundo o Salanta os patrões que pegam dinheiro do Estado são sanguessugas. Muito bem! Agora eu quero que o bobo da corte do capital Salanta cite o nome de um, unzinho só, grande empresário brasileiro que nunca, mas nunquinha mesmo, tenha pegado dinheiro com o Estado. Como deixaram uma merda de país como a Grécia entrar para a UE?  | Não vou repetir, caro autogestionário. Não existe superprodução generaizada. Existe superprodução de ALGUNS ARTIGOS, mas dizer que há superprodução geral, é viajar na maionese. Não foi o capitalismo, nem o livre mercado que falhou, mas a política de crédito fácil do FED. A drástica redução da taxa de juros criou um incentivo à busca por mais risco pelos investidores. O crédito foi subindo de forma irresponsável, com o estímulo dado pelo próprio governo americano. Como a criatividade dos mercados financeiros é enorme, e inteligência não falta, vários produtos ?exóticos? foram criados. Pessoas que não tinham condições de comprar casas antes passaram a desfrutar de veículos facilitadores para obter hipotecas de alto risco. Além disso, a garantia estatal por trás das gigantes imobiliárias Fannie Mae e Freddie Mac (que são apadrinhadas do governo), fez com que estas empresas assumissem um grau de alavancagem absurdo, que seria inviável sem o respaldo do governo. Essas empresas foram criadas pelo governo, e já funcionavam como semi-estatais. As agências de risco, com graves conflitos de interesse, já que tinham que avaliar o risco de seus próprios clientes, foram bastante negligentes em sua tarefa. As principais emoções que determinam os rumos dos mercados são medo e ganância. Com a rede de segurança criada pelo governo, o medo foi reduzido. Mas com a injeção de liquidez e juros artificialmente baixos, a ganância foi estimulada. O resultado disso tudo foi uma redução significativa da aversão geral ao risco.  | Salanta você não citou o nome de um grande empresário que no Brasil não tenha nunca pegado dinheiro do Estado. Não achou nenhum né? Então, já que como você mesmo disse, eles são sanguessugas, podemos concluir que todos os grandes empresários brasileiros são sanguessugas?
Salanta agora você mudou de opinião meu filho? Antes não havia superprodução, agora você admite superprodução de algumas mercadorias. Percebeu a merda que falou antes né?
E o FED é o que Salanta? É um banco comuna a serviço da revolução socialista internacional? Você se esqueceu sua anta que o FED é um banco PRIVADO? Você se esqueceu que todo o capitalista quer ampliar o seu mercado? A "frouxidão" do FED não atuou para isso?
Agora você reclama da ganância? Chora pelo leite derramado Salanta? Você não sabe nada de economia de mercado seu chutão! Se esqueceu do mandamento do Adam Smith de dizia que era a ganância individual que gerava a prosperidade?  | Acho que também não preciso repetir Salantino, você não conseguiu refutar nada com relação a superprodução, só ficou repetindo uma teoria confusa e cheia de equivocos, que não chega a lugar nenhum. E esse negócio de dizer que existe superprodução apenas em alguns artigos é que é viajar na maionese, dizer isso é desconhecer o básico da economia industrial moderna, que super-produz tudo graças ao avanço constante da tecnologia já acumulado e em andamento.
Já sobre os governos, estes, no capitalismo privado, seguem o receituário liberal de gestão da economia, e é claro que isso foi amenizado com o tempo, justamente por causa das crises constantes causadas justamente pela adoção de politicas liberais, que permitem ao capital privado fazer praticamente tudo o que quiser, o que sempre deu no que deu, crises atrás de crises, sendo que essas crises só voltam a ocorrer, como agora, quando volta-se a afrouxar a regulamentação estatal, ampliando a liberdade das empresas, permitindo as empresas terem liberdade para fazerem o negócio que lhes der na telha, o que dá no que dá.
A politica do crédito facil com juros baixos foi uma exigência das empresas em geral, que exigiram isso de seus politicos, eleitos graças ao seu dinheiro, pois por estarem constantemente superproduzindo, precisam dessa ampliação constante do crédito para darem vazão a seus produtos e serviços, e disso derivou o crédito "subprime", o delirio máximo de um modelo economico falido e desesperado, que tenta adiar o máximo possivel o seu inevitável colapso (o que já não esta conseguindo mais).
A "a política de crédito fácil do FED" é uma consequencia do dominio das empresas sobre a burocracia estatal (isso antes da atual crise), sendo que são as empresas, principalmente as grandes, que são as defensoras do liberalismo economico, portanto a politica do FED é a encarnação dos interesses da classe empresarial, representado por sua ideologia, o liberalismo.
Você parece querer falsificar os fatos ignorando o óbvio ululante, achando que alguém com um minimo de informação vai cair nesse seu discurso, mas esse é tão cheio de conclusões absurdas e descabidas, totalmente desligadas da realidade, que nem o mais ingênuo frequentador aqui do CMI cairia numa conversa dessas.  | Há superprodução de algumas mercadorias e subprodução de outras. Veja o exemplo que eu citei acima da produção de sapatos e da produção de camisa. A sua afirmação de que bancos centrais privados significam mercados desregulados, novamente desnuda sua profunda ignorância. Não se trata apenas de não compreender sistemas complexos, você não consegue desempenhar conclusões lógicas simples! Ora, se um banco é central, se ao banco central é permitido controles como emissão do dinheiro, definição da taxa de juros e controle sobre aspectos da política monetária, esses bancos, sendo independentes dos desmandos do poder executivo ou não, sendo privados ou estatais, estando afastados ou não das conjunturas políticas de momento, ainda são instituições que regulam o mercado. É uma simples questão de lógica, um banco central, tem de centralizar algo. Você ficaria abismado, se tivesse um pingo de vergonha na cara, de como a atuação dos bancos centrais esta no coração de inúmeros problemas econômicos que os demagogos e sabujos estatistas colocam na conta do mercado. Não culpei a ganância dos empresários pela crise, leia novamente o que escreví: "As principais emoções que determinam os rumos dos mercados são medo e ganância. Com a rede de segurança criada pelo governo, o medo foi reduzido. Mas com a injeção de liquidez e juros artificialmente baixos, a ganância foi estimulada. O resultado disso tudo foi uma redução significativa da aversão geral ao risco".  | Puxa, cara, você burro. Por mais que lhe explique você nunca vai entender. Não existe superprodução generalizada. O que existe é superprodução de alguns artigos. Veja o exemplo que citei acima da blusa e dos sapatos. As crises não são causadas pelas políticas liberais. A última crise não foi causada pelo capitalismo. É válido lembrar que períodos de crescimento econômico artificial inevitavelmente são seguidos de recessões. Durante esses períodos de boom, vários investimentos errôneos são empreendidos; e justamente por causa dessa natureza errônea, esses investimentos inevitavelmente precisarão ser liquidados. Temos aí o período da recessão, ou seja, os erros cometidos durante o período de boom artificial são corrigidos durante as recessões. E, em seu último boom, os EUA capricharam em seus erros. Os americanos se endividaram e gastaram excessivamente, compraram bens que não podiam bancar, construíram casas que não podiam manter, e criaram uma economia baseada no setor de serviços que era totalmente dependente de crédito farto e de ativos com preços crescentes. A recessão é um período doloroso, porém necessário, de correção econômica. É ela quem "limpa" todos os excessos cometidos durante o boom artificial, que foi gerado pela política de juros baixos do Fed.  | Bom Salanta já que você se deu por conta que o BC é uma merda seja privado ou seja estatal, que tal socializar ele e os meios de produção?
E já que você também se deu por conta da merda que é a gestão privada com a sua hierarquia CENTRALIZADORA, ou o viajandão aí agora vai dizer que na empresa privada vigora a mais plena democracia, que o patrão não centraliza as decisões (sejam certas ou erradas), que o gerente não centraliza e executa as decisões do patrão no seu setor (vai dizer que ele atende aos apelos dos empregados?) que tal socializar os meios de produção?
Você está chegando quase lá Salanta!  |  | Esse seu exemplo esta falando de outra coisa Salantino, eu estou falando do que causa as crises capitalistas e qual é a natureza delas, não estou falando de uma situação corriqueira da micro-economia, como é o caso do seu exemplo. As empresas, como um todo, produzem mais produtos e serviços do que os assalariados podem consumir, e se uma produz mais e outra produz menos, não é relevante, pois estou falando da produção como um todo e do consumo geral, pois as crises de superprodução são crises da produção em geral, atingem a economia toda, são crises sistemicas, onde a produção geral supera o consumo geral, ou a capacidade de consumir que os assalariados possuem, gerando prejuizos generalizados, e, no curso natural da economia capitalita privada, falências generalizadas, levando o sistema ao total colapso, mas é ai que entra o Estado, o eterno salvador do capitalismo.
Sobre os bancos centrais, como eu havia dito antes, o capitalismo privado, falasioso e utópico como sempre foi, foi obrigado, desde o inicio, a se reforamr constantemente para sobreviver, ampliando a força e controle estatal sobre si mesmo, dai a necessidade dos bancos centrais por exemplo. Porém o capitalismo privado quer viver de sonhos mesmo! pois sempre tenta ressucitar sua ideologia utópica morta ainda no berço, sempre tenta realizar o impossivel, que é o delirante e irrealizavel mercado livre, por isso sempre que há uma calmaria na economia, que as coisas parecem estar indo bem para o capital, que os assalariados não ameaçam o capital com uma nova revolução, como as dos conselhos operários, que varreram a Europa no começo do século vinte, por exemplo, ele tenta novamente realizar o seu sonho de juventude, mesmo com todos os exemplos históricos demonstrando a catastrofe que esse sonho representa, dai vem novas desregulamentações da economia, como a que varreu a Inglaterra, os Estados Unidos, o terceiro mundo em geral, e em menor dose a Europa, a partir dos anos 80, que é o chamado neo liberalismo.
Foi com base nessa desregulamentação que se expandiu o mercado de crédito ao nivel irracional que levou a atual crise, juntamente com a facilitação da especulação no mercado financeiro em geral, entre outras medidas "liberalizantes", tudo com a conivencia dos bancos centrais do mundo todo, que apenas assistiram a isso e não se entrometeram neste processo.
Portanto é fato histórico que ninguém com um pingo honestidade e conhecimento de economia e história questiona, que a culpa da atual crise é, além do problema crônico de superprodução que acompanha o capitalismo, da desregulamentação economica neo liberal que ainda domina o mundo, mas que já esta dando sinais de que esta tendo seus ultimos suspiros.
O capitalismo estatal, de estilo leninista, é o futuro Salantino, pois essa é a unica forma do capitalismo sobreviver a atual crise, pois o privatismo já atingiu o seu limite, esta condenado e já esta morrendo. Sei que é duro para você aceitar isso, mas logo esse processo que já esta em andamento vai atingir a sua conclusão, portanto vá já se acostumando porque é isso é inevitável.  | Como por exemplo, que a produção industrial, COMO UM TODO (vamos ver se pondo em maiusculo ele entende), graças ao avanço constante da tecnologia (espero que ele entenda isso também), possue a capacidade de produzir muito mais do que as reduzidas rendas dos assalariados os permitem consumir (tomara que ele tenha entendido isso), dai a necessidade do crédito crescente ao consumidor para tentar amenizar essa discrepância (torço pra ele ter entendido isso agora), e dai também o crédito subprime, ou crédito aos mais pobres entre os assalariados e outros, medida ultima e insana de um sistema desesperado, que, já visualizando seu inevitável colapso, devido a sua incontrolável superprodução, tenta de tudo para adiar ao máximo sua crise final (espero que isso tenha ficado claro agora). Só que agora isso não esta mais dando certo!  | O que o "Tá chegando lá Salanta" disse tem tudo a ver, tirando o uso da palavra democracia com o qual eu não concordo, pois autogestão ao meu ver é o termo mais apropriado. O crédito é a mercadoria oferecida pelos bancos e, como tal em uma economia de mercado altamente competitiva, o maior número de clientes ou consumidores dessa mercadoria, ou seja, a expansão do mercado não só é desejável como necessário para os bancos crescerem.
A política "frouxa" do PRIVADO FED atendeu a essa necessidade dos banqueiros. Agora que a casa caiu o Salanta quer tirar o rabicó do sistema capitalista da reta?
O Salanta não sabe nada sobre o capitalismo. Mas o defende com unhas e dentes. Vai estudar seu moleque neocon!  | É patético você ficar insistindo numa tese que já foi refutada há 150 anos. Não existe superprodução generalizada. "As empresas, como um todo, produzem mais produtos e serviços do que os assalariados podem consumir" - Aqui você parte da premissa de que há falta de procura em relação a todas as mercadorias, por falta de recursos para pagar. Você não leva em consideração o que constitui os meios de pagamento para mercadorias. Esses meios são as próprias mercadorias. Os meios de pagamento de que cada pessoa dispõe para pagar produtos de outrem consistem nos produtos que ela mesma possui. Todos os vendedores são inevitavelmente compradores, em força do próprio termo. Se duplicar as forças produtivas de um país, dobraria a oferta de mercadorias em cada mercado, mas com isso duplica o poder de compra. Cada pessoa teria procura duplicada, bem como oferta duplicada: cada um teria condições de comprar o dobro, pois cada um teria o dobro a oferecer em troca. É provável que haveria então excesso de algumas mercadorias. Embora a população gostasse de dobrar seu consumo, no conjunto, ela já pode ter, de certas mercadorias, tanto quanto deseja, e pode preferir mais do que dobrar seu consumo de outras, ou exercer seu maior poder de compra em alguma coisa nova. Se isso acontecer, a oferta se adequará e os valores das coisas continuarão a obedecer ao seu custo de produção. Em qualquer caso, é puro absurdo afirmar que todas as coisas baixariam de valor, e que, conseqüentemente, todos os produtores teriam remuneração insuficiente. Se os valores permanecerem inalterados, é irrelevante o que acontece com os preços, pois a remuneração dos produtores não depende de quanto dinheiro recebem pelas suas mercadorias, mas da quantidade de artigos de consumo que com elas compram. Além disso, o dinheiro é uma mercadoria; e se supusermos que todas as mercadorias dobram de quantidade, temos de supor que também o dinheiro dobra; nesse caso os preços não cairiam, como não cairiam os valores. É, portanto, impossível haver oferta excessiva de tudo, ou excesso de todas as mercadorias, além da procura, na medida em que esta consiste em meios de pagamento. Foi mais ou menos assim que John Stuart Mill refutou a teoria da superprodução generalizada. Vamos à crise do crédito. Você afirma: "com base nessa desregulamentação que se expandiu o mercado de crédito ao nivel irracional que levou a atual crise". Ou seja, você admite que a crise está ligada à expansão do crédito. Mas erra quando diz que a crise está ligada à falta de regulamentação, pois a crise ocorreu justamente em um dos setores com mais intervenção estatal. As hipotecárias gigantes gigantes Fannie Mae e Freddie Mac eram empresas semi-estatais, criações do governo que contavam com garantias do governo. Na década de 1990, o Congresso afrouxou as restrições de crédito dessas empresas, para aumentar sua habilidade de emprestar em áreas mais pobres. Em 1994, o Community Reinvestment Act, de 1977, foi renovado, obrigando os bancos a emprestar certo percentual do total em suas comunidades locais, especialmente quando eram comunidades pobres. O Congresso explicitamente pressionou as hipotecárias na direção de mais empréstimo para expandir a posse de casas no país. Os incentivos políticos distorceram a alocação de capital, contribuindo para a criação da bolha imobiliária. A política de baixos juros mantida durante longo período pelo Federal Reserve jogou gasolina no fogo (como disse Mises: juros manipulados falseiam o cálculo econômico. Acho que o profeta da crise atual foi Mises)...em 2004 e 2005, com os escândalos contábeis da Fannie Mae e Freddie Mac, as empresas aceitaram expandir seus empréstimos ainda mais para clientes de baixa renda. Ambas aceitaram comprar montantes maiores de crédito "subprime", estimulando a oferta por parte dos bancos. De 2004 a 2006, o percentual de empréstimos nessas categorias mais arriscadas cresceu de 8% para 20% de todas as novas hipotecas. Sem dúvida os banqueiros e especuladores foram gananciosos ao apostar nesses produtos mais arriscados, assim como os indivíduos de baixa renda que assumiram tais hipotecas. Mas não podemos ignorar que eles estavam respondendo aos incentivos dados pelo governo. Não foi o livre mercado que gerou essa situação, mas a intervenção estatal. Como disse o Rodrigo Constantino: "podemos encontrar as digitais do governo em todas as cenas do ?crime?".  | Toda essa merda que o Salantino está despejando aqui não foi escrita por ele mas por outros neoconzinhos: http://www.if.org.br/analise.php?codAnalise=106&PHPSESSID=d62fbf21e78f0808c16667e43bf0df42 Salanta burrão e colador! Pelo menos de os créditos a quem escreveu o que você publica seu mané! Mas agora sabemos as influências do Salanta! Mill refutou a superprodução no capitalismo? Não nos faça rir seu colador dos artigos dos outros! Quem foi refutado foi é o Mill pela realidade! Não é a superprodução que reduz o preço das mercadorias? Até a mídia burguesa sabe que ela reduz veja seu asno com antolhos: "Os americanos chegaram a plantar 6,2 milhões de hectares de algodão na safra 2006/2007, mas a queda dos preços, provocada pela superprodução mundial, a decadência da indústria têxtil local e a crise internacional, fez com que a área recuasse até os 3,7 milhões de hectares da temporada 2009/2010." http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,algodao-eua-devem-ter-maior-plantio,515365,0.htm Por isso que o patrão te deu um belo coice na bunda! Ia quebrar de vez a empresa com suas idéias de jerico!  | Você poderia pelo menos ter poupado as energias dos teus dedos. Se não há o que dizer, não fica de boca fechada. Qual é o problema de colar algumas parte do texto do Rodrigo Constantino? O tempo que você escreveu este comentário imbecil, por que você não refuta a mim e ao Rodrigo?  | O francês Jean-Baptiste Say travou no início do século XIX, um acalorado debate com Malthus e Sismondi acerca da possibilidade de uma superprodução geral de mercadorias. Say negou essa hipótese, argumentando que cada pessoa produz para consumo próprio ou para trocar por bens e serviços produzidos por outras pessoas. A oferta, pois, cria sua própria demanda. Tudo o que é produzido acaba sendo consumido, e não pode haver superprodução geral. Analisemos a Lei de Say em três hipóteses. Na primeira abstrai-se a moeda, pressupondo-se uma economia de troca direta (escambo). Tudo o que se produz ou é consumido pelo próprio produtor ou trocado por mercadorias produzidas por outros indivíduos. A segunda hipótese presume uma economia monetária e um estoque definido de dinheiro, de modo que as pessoas trocam produção por dinheiro e, posteriormente, dinheiro por produção. Presume-se ademais que toda a renda é gasta em bens de consumo e bens de capital. Nesses dois casos a Lei de Say não é impugnada. Say pressupõe flexibilidade de preços e salários e mobilidade dos fatores de produção entre as indústrias. É assim que excessos parciais de oferta, digamos, de bicicletas ou melões, não se traduzem em superprodução geral. Os consumidores queriam menos bicicletas e mais velocípedes; menos melões e mais melancias. Os empresários erraram em suas estimativas. Os preços de bicicletas e melões então caem até o ponto em que igualam oferta e demanda, enquanto que os preços de velocípedes e melancias aumentam até igualar oferta e demanda. Say presume a fluidez de preços e salários como elemento dinâmico harmonizador.  | Os comentários do Salantino estão entre aspas, as minhas repostas a esses comentários estão sem aspas.
"Aqui você parte da premissa de que há falta de procura em relação a todas as mercadorias, por falta de recursos para pagar. Você não leva em consideração o que constitui os meios de pagamento para mercadorias. Esses meios são as próprias mercadorias. Os meios de pagamento de que cada pessoa dispõe para pagar produtos de outrem consistem nos produtos que ela mesma possui. Todos os vendedores são inevitavelmente compradores, em força do próprio termo."
A grande maioria das pessoas não possuem os meios de pagamento para comprar todas as mercadorias, nos Estados Unidos por exemplo, usando apenas os seus salários e outras rendas, pois elas dependem do crédito para isso, e não sou eu que falo isso, são todos os economistas e autoridades governamentais e economicas em geral.
"Se duplicar as forças produtivas de um país, dobraria a oferta de mercadorias em cada mercado, mas com isso duplica o poder de compra. Cada pessoa teria procura duplicada, bem como oferta duplicada: cada um teria condições de comprar o dobro, pois cada um teria o dobro a oferecer em troca."
Isso só na sua imaginação louca Salantino, pois o aumento das forças produtivas gera é mais desemprego. Os salarios podem até aumentar um pouco no começo, principalmente devido a queda dos preços graças ao aumento da produção sem aumento dos gastos (podendo haver até queda dos gastos), mas o desemprego estrutural que isso causaria levaria os salarios a se rebaixarem novamente, provocando queda do consumo, e em decorrencia disso queda das vendas, provocando assim um ciclo recessivo ou depressivo, como o atual. Por isso a unica saida foi a expansão do crédito para amenizar esse processo, como eu já disse diversas vezes.
"É provável que haveria então excesso de algumas mercadorias. Embora a população gostasse de dobrar seu consumo, no conjunto, ela já pode ter, de certas mercadorias, tanto quanto deseja, e pode preferir mais do que dobrar seu consumo de outras, ou exercer seu maior poder de compra em alguma coisa nova. Se isso acontecer, a oferta se adequará e os valores das coisas continuarão a obedecer ao seu custo de produção."
Outro delirio de Salantino, pois por mais que a produção aumente e os precos caiam com isso, nunca ou muito dificilmente se chega ao ponto de que o consumo zere os estoques, e mesmo com a ajuda do crédito a tendencia de formação de estoques não acaba, podendo apenas se amenizar (isso serve especialmente para os paises centrais do capitalismo, aqueles que são plenamente industrializados), tamanha é a tendencia de superproduzir do sistema capitalista atual, e/ou tamanha é a limitação da capacidade de consumo da grande maioria da população, mesmo com a ajuda do crédito.
"Em qualquer caso, é puro absurdo afirmar que todas as coisas baixariam de valor, e que, conseqüentemente, todos os produtores teriam remuneração insuficiente. Se os valores permanecerem inalterados, é irrelevante o que acontece com os preços, pois a remuneração dos produtores não depende de quanto dinheiro recebem pelas suas mercadorias, mas da quantidade de artigos de consumo que com elas compram."
Cada vez mais a ignorância de Salantino em economia fica clara para todos. Se há aumento da produção mantendo-se ou até diminuindo-se os gastos com ela, e é isso que significa aumentar a produtividade, a tendencia óbvia é que os preços baixem graças a queda dos custos na produção, pois isso daria uma vantagem competitiva a empresa que empreende-se esse aumento da produtividade, caso contrário nem haveria vantagem em aumentar a produtividade. Isso é da dinâmica da economia de mercado, é um clássico dela.
"Além disso, o dinheiro é uma mercadoria; e se supusermos que todas as mercadorias dobram de quantidade, temos de supor que também o dinheiro dobra; nesse caso os preços não cairiam, como não cairiam os valores."
Se não houvessem quedas nos custos e, como consequencia, nos preços, como expliquei acima, essa idealização até faria sentido, mas não é assim que ocorre na realidade, ocorre apenas nas fantasias e delirios de Salantino.
"É, portanto, impossível haver oferta excessiva de tudo, ou excesso de todas as mercadorias, além da procura, na medida em que esta consiste em meios de pagamento."
Refutei essa baboseira nos meus comentários acima.
"Foi mais ou menos assim que John Stuart Mill refutou a teoria da superprodução generalizada. "
Só nos delirios dele! Que ridiculo!!!
"Vamos à crise do crédito. Você afirma: 'com base nessa desregulamentação que se expandiu o mercado de crédito ao nivel irracional que levou a atual crise'. Ou seja, você admite que a crise está ligada à expansão do crédito. Mas erra quando diz que a crise está ligada à falta de regulamentação, pois a crise ocorreu justamente em um dos setores com mais intervenção estatal. As hipotecárias gigantes gigantes Fannie Mae e Freddie Mac eram empresas semi-estatais, criações do governo que contavam com garantias do governo. Na década de 1990, o Congresso afrouxou as restrições de crédito dessas empresas, para aumentar sua habilidade de emprestar em áreas mais pobres. Em 1994, o Community Reinvestment Act, de 1977, foi renovado, obrigando os bancos a emprestar certo percentual do total em suas comunidades locais, especialmente quando eram comunidades pobres. O Congresso explicitamente pressionou as hipotecárias na direção de mais empréstimo para expandir a posse de casas no país. Os incentivos políticos distorceram a alocação de capital, contribuindo para a criação da bolha imobiliária."
Primeiro lugar, na maior parte da década de 90, incluindo 1994, o congresso americano foi dominado pelos republicanos, famosos defensores "intransigentes" do liberalismo economico, o que não muda muita coisa, pois os democratas, se não eram nessa época ou em qualquer outra, defensores "intransigentes" do liberalismo economico, nada faziam para tentar barra-lo, mas sim dançavam conforme a musica do momento. Em segundo lugar, essa sua tese é conversa de republicano querendo jogar a culpa da crise nos democratas, quando os dois estavam nessa quando afrouxaram o crédito imobiliário (e nada poderia ser mais liberal do que isso), e esse papo de obrigar as financeiras a fornecerem o crédito é papo mais que furado, pois isso foi do consentimento de todo mundo, desde a burocracia estatal, dos dois partidos, até o empresariado em geral, além da população que se beneficiou com a facilitação do acesso ao crédito. Essa facilitação do crédito foi uma medida claramente liberal, e o não fornecimento do crédito é que seria anti-liberal, pois representaria uma barreira, um impecilho estatal a expansão dos negócios através do crédito, portanto essa sua tese toda é uma tremenda falácia, do começo ao fim.
"A política de baixos juros mantida durante longo período pelo Federal Reserve jogou gasolina no fogo (como disse Mises: juros manipulados falseiam o cálculo econômico. Acho que o profeta da crise atual foi Mises)...em 2004 e 2005, com os escândalos contábeis da Fannie Mae e Freddie Mac, as empresas aceitaram expandir seus empréstimos ainda mais para clientes de baixa renda. Ambas aceitaram comprar montantes maiores de crédito "subprime", estimulando a oferta por parte dos bancos. De 2004 a 2006, o percentual de empréstimos nessas categorias mais arriscadas cresceu de 8% para 20% de todas as novas hipotecas."
Politica de juros baixos americana nos anos 2000: uma politica aplicada por um governo ardorosamente defensor do liberalismo economico, por um banco central tido por muitos como "privado", mas independente disso, um seguidor cego e absoluto das politicas liberais ou neo-liberais. Os escândalos contábeis, antes da crise, foram descobertos em diversas corporações americanas e européias, sendo que após a crise a fraude contábel foi até legalizada nos Estados Unidos, para tentar esconder os falsos lucros e a falsa recuperação que estão sendo divulgadas atualmente. O aumento da expansão do crédito foi mais uma vez em decorrencia da crise de superprodução, sendo essa o motivo das fraudes contábeis, que tentavam esconder os prejuizos gerados pela superprodução, além dos prejuizos crescentes ligados a especulação financeira, sendo essa derivada principalmente do mercado de crédito, sendo esse um produto da superprodução crônica.
"Sem dúvida os banqueiros e especuladores foram gananciosos ao apostar nesses produtos mais arriscados, assim como os indivíduos de baixa renda que assumiram tais hipotecas. Mas não podemos ignorar que eles estavam respondendo aos incentivos dados pelo governo. Não foi o livre mercado que gerou essa situação, mas a intervenção estatal. Como disse o Rodrigo Constantino: "podemos encontrar as digitais do governo em todas as cenas do ?crime?."
É o contrário Salantino, pois foi o governo que estava respondendo aos comandos dados pelas grandes corporações, sedentas que estavam essas para verem a regulação e os impedimentos estatais ao mercado de crédito e financeiro em geral, serem amenizados, para que eles pudessem se arricar mais e tentar contornar sua superprodução crescente ampliando o consumo por meio da facilitação do crédito, e aumentar seus ganhos com a especulação financeira. A ganância é uma ideologia intrinsica ao capitalismo, e falar em capitalismo sem ganância é o mesmo que falar em cristianismo sem biblia.
Essa crise atual é inteiramente fruto de uma dinâmica intrinsica ao capitalismo privado, financeiro, monopolista/cartelista, que é a fase atual do capitalismo mundial, sendo a economia de mercado secundária nessa fase, existindo de forma limitada, sendo que o monopolismo/cartelismo (que vai cada vez mais se aprofundando) é o resultado inevitável da concorrência mercadológica.  | Salantino: "A oferta, pois, cria sua própria demanda. Tudo o que é produzido acaba sendo consumido, e não pode haver superprodução geral."
Isso é um delirio digno dos evangélicos mais alucinados, isso simplesmente não existe, não pertence a realidade, ao mundo real. A oferta, no capitalismo, sempre supera a demanda, graças ao aumento constante das forças produtivas, derivada principalmente do avanço tecnológico, e graças também a limitação da capacidade de consumo da esmagadora maioria da população, devido aos limites impostos pelo capital à renda (principalmente salários) e, portanto, à capacidade de consumo desses individuos.
Salantino: "Os consumidores queriam menos bicicletas e mais velocípedes; menos melões e mais melancias. Os empresários erraram em suas estimativas. Os preços de bicicletas e melões então caem até o ponto em que igualam oferta e demanda, enquanto que os preços de velocípedes e melancias aumentam até igualar oferta e demanda. Say presume a fluidez de preços e salários como elemento dinâmico harmonizador."
Delirante Salantino, as crises de superprodução não tem nada a ver com esse seu exemplo de micro economia, pois as empresas, EM GERAL, NA ESMAGADORA MAIORIA DOS CASOS, produzem mais do que o mercado pode absorver, dai a necessidade de se expandir o crédito, para tentar amenizar esse problema, caso contrário nem mesmo haveria o crédito, pois se as pessoas pudessem comprar usando apenas as suas rendas pessoais, em especial seus salários, não haveria a necessidade de se endividarem usando o crédito, para poderem consumir, isso é mais do que óbvio, acorde!!! o mercado precisa do crédito porque senão as pessoas cosumirão bem menos e assim as empresas terão muito mais dificuldades de baixarem os seus estoques, e com isso seus prejuizos não pararão de aumentar até que haja uma quebra sistemica de empresas, levando o capitalismo ao colapso.
 | O Salanta pediu e o autogestionário deu um verdadeiro gancho de esquerda nas bobagens dele e do Rodrigo Constantino. Estão na lona! rsrsrsrsrsrsrs Salantino, veja aqui o que a midia esta falando sobre os tais hedge funds. Ultimo parágrafo do link abaixo: Visando os fundos com pouca regulamentação, TAMBÉM CULPADOS PELA CRISE, o governo Obama exigiu que os bancos sejam proibidos de "garantir e investir em fundos de derivativos ('hedge funds') e ativos privados ('private-equity funds')". http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u702037.shtml Tai os seus tão admirados "hedge funds"! estão querendo regula-los agora para impedir que eles façam mais estragos!  | No comentário acima eu falo em regulação dos hedge funds, quando na verdade a noticia do link fala em PROIBIÇÃO desses derivativos, o que é uma medida bastante DRÁSTICA de limitação da liberdade corporativa.
Essa e outras medidas, que virão na reforma financeira de Obama, como estatizações oficiais e não apenas parciais, de empresas com alguma atividade financeira que se metam em problemas, ou seja, praticamente todas as grandes empresas, além do poder de fecha-las ou desmembra-las caso o governo entenda ser necessário, etc, representam o Estado americano consolidando cada vez mais seu dominio sobre o capitalismo privado.  | A próxima greve geral contra as medidas de austeridade anunciadas pelo governo está sendo planejada para ocorrer em 16 de março...
Greek public sector union to strike March 16 Tue Mar 2, 2010
Thousands plan march against Greek austerity plan
Greece's biggest public sector union ADEDY called a 24-hour strike for March 16 to protest against new austerity measures expected from the government to tackle the country's debt crisis.
Bonds
"We decided unanimously for a 24-hour strike on March 16," ADEDY's President Spyros Papaspyros said on Tuesday.
The strike will be the third protest ADEDY has staged this year against cost cutting plans needed to reduce the country's budget deficit and bring it back in line with EU rules.
ADEDY and its sister private sector union GSEE represent about 2.5 million workers, half of Greece's workforce  | "Manifestantes com capacetes lançaram coquetéis molotov contra os policiais e quebraram vidros de alguns bancos, lojas de luxo, multinacionais, entre outros alvos"
Vandalismo. Estamos nos aproximando ao terrorismo. Poderia a inconsciência apontar caminho melhor? Reflitamos  | notícias do indymedia atenas: Clashes between pensioners who were demonstrating in Athens and pigs who were protecting a government building. The "social character" of the state was proved for one more time by sending special pigs' units against third age people. http://www.youtube.com/watch?v=A77GAVTLKFU&feature=player_embedded Four local TV-stations in Patras town squatted for some minutes by members of PAME (syndicalists of communistic parliament party). The workers entered the buildings of the TV-stations before the beginning of the news and announced a manifestation about the mobilization demonstrations on the 4th March against the economical program of the goverment and EU. Demonstration in Athens with the participation of almost 16.000 people. Around 10.000 in the block of independant base's syndicates, out-parliamentary communistic organizations, anarchists, etc. and the rest of the people at the block of PAME. Some clashes with cops in front of the parliament who used tear-gas against the protestors who responded with stones. Some banks smashed down, some multinational shopping malls. Barricades also at Akademias & Sinas streets and clashes with special pigs' forces. People also have stopped the traffic in several avenues informing the people to join the actions. Mass Media in Greece refuse to report about the mobilizations. Another important thing is that the people in the streets are really angry and carry lot of rage which do not have any problem to express: the attacks against cops happen at once when it is needed, but also many people discuss with them trying to explain that in their uniforms they only serve the rich elite of this system. Also, some independant researches (and not payed polls with pre-made results) show that 95.5% of the people in Greece do not believe in what Mass Media present. Together with these results the state propaganda about "national unity and obedience to the austerity program" is not believed by people. fotos: protesto 4 março http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&article_id=1139229  | Por enquanto, caro "Viva a revolução na Grécia!!!!", essa "revolução" é apenas uma revolta popular, sem consequencias mais drásticas, sem uma transformação social revolucionária, mas já é um avanço importante, desde que avance para a revolução de fato e não retroceda para a desmobilização.  | Há somente uma insurreição que no momento esta bem morna!
Revolução pressupõe transformação social, e uma revolução feita pelos assalariados só ocorre quando os meios de produção e distribuição, de produtos e serviços, são coletivizados, transformados em cooperativas de autogestão, e quando o governo estatal e todo o seu aparelho, além dos sindicatos e partidos politicos, são derrotados por essa revolução, sendo eliminados no processo.
Portanto o que há na Grécia é apenas uma limitada insurreição, que por enquanto não conseguiu engatar nem mesmo uma forte greve geral, condição fundamental para o começo de qualquer processo revolucionário autogestionário. Vamos aguardar para ver quando e se isso irá ocorrer.  | Concordo que é precipitado afirmar que está ocorrendo uma revolução, uma vez que o primeiro passo ainda é impedir as medidas de austeridade... Não nego que recentes acontecimentos na Grécia me deram entusiasmo porque as manifestações e greves abrangem a juventude, trabalhadores e como mostra o ultimo video que postei, uma manifestação da terceira idade... A julgar pelos videos que venho acompanhando, é na Grécia onde vem ocorrendo maior mobilização e onde está mais perto de um processo revolucionário... Tem outra greve marcada para o dia 16, vamos aguardar para ver a dimensão dessa mobilização.... ja postei mas novamente recomendo este video http://www.youtube.com/watch?v=5kq4m2aNNmk  | Vocês não estão dando mais nenhum informe sobre a greve geral grega aqui no CMI, e fiquei sabendo que o setor elétrico de lá entrou na greve também, o que ameaça jogar a Grécia em imensos apagões!
Isso seria uma radicalização interessante, porém burra, já que é muito melhor ocupar logo as empresas e as coletivizar, estabelecendo o cooperativismo autogestionário nelas, mas parece que o movimento grego ainda não atingiu o grau de maturidade necessário para fazer isso.
Essa greve esta sendo dirigida não é? E com certeza esta sendo dirigida pelos sindicatos. Saibam que isso é um enorme erro e que se o movimento não romper rapidamente com os sindicatos o risco de derrota é bem grande.
Os assalariados gregos tem de romper com qualquer tentativa de direção em seu movimento, pois só assim haverá alguma chance de avançarem com este movimento no que realmente importa.
Apesar que com ou sem derrota do movimento grego o colapso economico da Grécia e do capitalismo privado mundial é inevitável.  | Tirei essas informações do indymedia Atenas... Então, em 4 de março teve protestos em atenas e outras cidade e greve no dia 5... os lideres da GSEE se recusaram a anunciar greve... escritorios do PASOK foram quebrados... Por sinal quanto à questão da greve estar sendo dirigida encontrei agora um video do presidente da GSEE sendo atacado e os trabalhadores decidiram fazer a greve independente da decisão da GSEE http://www.youtube.com/watch?v=hwYTwu9q4JQ... No youtube tem muitos videos das demonstrações dos dias 4 e 5... Eu noticiei que o sindicato ADEDY convocou greve para o dia 16, mas o que ocorreu foi que decidiram fazer a greve geral no dia 11. Em atenas e Thessaloniki mais de 50 mil participaram da greve... e pela primeira vez policiais participaram dos protestos conforme mostra este video http://www.youtube.com/watch?v=NaaHx2doD94 4 de março: http://www.youtube.com/watch?v=IQliTdNhyRc http://www.youtube.com/watch?v=kYjt7gvICF8&feature=related esse ultimo video do dia 5 eu recomendo pelas imagens, informações e pela otima musica!!!! Ah e eu nao sabia mas uma das medidas de austeridade é o aumento do preço de diversos serviçoes e produtos o que incluiu até mesmo os alimentos... cade o piadista do salantino falando que é necessario cortar "mordomias e previlégios"? Que as greves não tem mobilização, sao os "desordeiros de sempre"?  | E sobre a greve do setor elétrico? como estão os apagões?
Já a respeito dos sindicatos, repito o que disse antes, os gregos devem livrar-se deles, não os permitam dirigirem o movimento, nem eles nem qualquer outro tipo de grupo, organização, partido, etc, pois se os gregos não fizerem isso serão engolidos pelo capitalismo estatal, que irá substituir o capitalismo privado, pois esse está morrendo graças a crise economica mundial.
|