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| | EUA - Dinheiro para guerras mas não para educação, saúde e trabalho. Por CONTRA AS GUERRAS 13/03/2010 às 19:35 Esse parece ser o "lema" do governo dos EUA. Depois de mais de um ano de discussão sobre a "Reforma da Saúde", a opção de criar um sistema de saúde público que atenda toda a população está fora de cogitação. Nos EUA existe o MEDICARE, um sistema público que atende apenas pessoas acima de 65 anos de idade ou algumas pessoas com deficiência com idade inferior a 65, ou seja, 40 milhões de uma população de 308 milhões. O resto ou paga (caro) por um seguro de saúde privado ou faz parte dos 15% da população que não possuem nenhum tipo de cobertura (pública ou privada). De acordo com um estudo feito pela "The American Journal of Medicine" em 2001, 62% dos casos de falência nos EUA acontecem por causa de dívidas relacionadas com atendimento médico. Deixando o 'lobby' de lado (dinheiro que as seguradoras 'doam' para campanhas de políticos que, por coincidência, sempre acabam votando nas opções que beneficiam tais seguradoras), uma das razões levantadas pelo congresso de que era impossível ter um sistema de saúde público que atendesse toda a população era o custo de tal sistema. Estima-se um aumento de US$128 bilhões de Dólares no orçamento para saúde para ter um sistema que atenda todos as pessoas sem seguro de saúde. Ou seja, 0.8% do PIB nacional seria usado para isso. E com a desculpa de que não existe dinheiro, de que o país está em crise e não é momento para aumentar os gastos do Estado, essa proposta não foi pra frente. Agora vamos dar uma olhada no orçamento para o Departamento de Defesa deste ano: "O presidente Barack Obama enviou hoje ao Congresso uma proposta de orçamento de defesa 663,8 bilhões dólares para o ano fiscal de 2010. A solicitação de orçamento para o Departamento de Defesa (DoD) inclui 533.8 bilhões dólares em posição de autoridade discricionária do orçamento para financiar programas de defesa de base e US$ 130 bilhões para apoiar as operações de emergência no exterior, principalmente no Iraque e no Afeganistão." Houve um aumento de US$ 20 bilhões em relação ao orçamento do ano passado (2009). Leia a matéria completa. Links: Bay Area Latin America Solidarity Coalition | ANSWER Coalition Com a crise econômica e o eterno aumento nos gastos com 'defesa' (o custo das guerras no Afeganistão e Iraque desde 2001 já ultrapassaram US$900 bilhões de Dólares), os estados e municípios cortam cada vez mais os seus orçamentos para os setores de educação, transporte, saúde etc. Na Califórnia, os cortes no setor de educação vem provocando aumentos abusivos nos custos de matrículas, demissões, encerramento de atividades extra-curriculares, aumento de alunos nas salas de aula, entre outras coisas. No final do ano passado, ocorreram várias manifestações contra esses cortes, dentre elas a ocupação do prédio de administração da faculdade de Berkeley em Setembro, manifestações organizada pelos professores nas ruas de Los Angeles e outras manifestações em campus da Universidade da Califórnia por todo o estado. No dia 24 de Outubro do ano passado foi realizada uma conferência na Universidade de Berkeley, onde participaram mais de 800 representantes de estudantes e trabalhadores do setor de eduacação de todo o estado. Nessa conferência foi lançado um chamado por um dia de Greve e de Ação para o 4 de Março de 2010. Centenas de escolas de toda a Califórnia reagiram ao chamado e realizaram ações de protesto contra os cortes catastróficos, demissões e o aumento da matrícula dos cursos. Em San Francisco mais de 20 mil pessoas marcharam até a porta da prefeitura, a marcha contou com a presença de estudantes (primário, secundário e universitário), pais, professores e apoiadores da sociedade civil. No final do ano passado a Universidade da Califórnia anunciou um aumento de 32% na tarifa de matrícula. O valor é absurdo, um exemplo seria o custo da matrícula na Universidade da California de Santa Cruz que subiu para US$12.000 Dólares. A faculdade, City College, anunciou o encerramento de todo o seu programa de verão devido aos cortes, essa faculdade é a única opção para os jovens de baixa renda conseguirem ter acesso a um ensino superior. Sem uma opção pública de ensino superior e com o aumento nas taxas de matrículas e cortes no orçamento, o ensino superior torna-se um sonho impossível para centenas de milhares de jovens, na Califórnia. Na última semana de Fevereiro, foi anunciado a demissão de mais de 900 professores e funcionários de escolas primárias e secundárias de San Francisco. Isso faz parte de um plano de corte no orçamento para as escolas de San Francisco de US$113 milhões de Dólares, mais de 25% do orçamento. Enquanto isso, desde 2001, a cidade de San Francisco repassou para o orçamento que mantém as guerras no Iraque e Afeganistão mais de US$3 bilhões de Dólares. Ainda citando como exemplo a cidade de San Francisco, além dos cortes no setor de educação há também os cortes no transporte, que já provocou um aumento nas passagens no ano passado (passou de US$1,75 para US$2 Dólares a passagem) e que aumentará novamente em Maio deste ano para US$2,50 Dólares. Além disso, a cidade planeja também diminuir a quantidade de veículos circulando no transporte público. E não podemos deixar de mencionar os dados sobre as pessoas desempregadas nos EUA. De acordo com o Bureau of Labor Statistics para o ano de 2009 o número de desempregados é de 14,2 milhões. E o que fez o governo federal para resolver a crise econômica? Entregou entre US$9 trilhões e US$11 trilhões de Dólares para os banqueiros e aumentou o orçamento para as guerras (que está ligado ao aumento de tropas no Afeganistão promovido por Barack Obama). É por isso que as pessoas que marcharam no dia 4 de Março contra os cortes no setor de educação, marcharão também no dia 20 de Março contra as guerras. Para o dia 20 de Março estão sendo organizadas grandes manifestações em San Francisco, Los Angeles e Washington DC contra as guerras, que levam como lema "Dinheiro para Educação, Saúde e Empregos e não para as guerras". Não precisa ser nenhum 'expert' para entender que todas essas políticas de cortes estão relacionadas aos gastos infinitos com guerras e 'táticas de defesa da democracia' dos EUA, que incluem o aumento de bases militares na América Latina (Colômbia), a reativação da Quarta Frota, a militarização do Haiti e ações indiretas como o apoio ao golpe de estado em Honduras.
>>Adicione um comentário "Entregou entre US$9 trilhões e US$11 trilhões de Dólares para os banqueiros" Essa informação não procede, o que houve foi a compra de ativos diversos das grandes empresas americanas pelo Estado, o que dá ao governo americano poder de controlador sobre as grandes empresas americanas, ou seja, uma semi-estatização velada, e houve até um brutal corte nos ganhos dos executivos americanos de até mais de 90%, e esses agora tem de se contentar em ter seus ganhos aumentados pelo recebimento de ações em seus bônus (em alguns casos, pois na grande maioria houve apenas a perda de 90% ou mais de seus ganhos sem nenhum cala boca para consola-los), porém ações perdem o valor constantemente, principalmente as do setor financeiro, e eles não podem simplesmnente vende-las de uma só vez pois isso levaria o preço das ações de suas empresas a um forte queda, já que se os póprios executivos estão se desfazendo delas quem é que vai querer adquiri-las! O governo americano já fala em proibir as empresas financeiras, ou bancos, de negociar suas ações nas bolsas (4º parágrafo deste link - http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u702037.shtml), lembrando que toda grande empresa americana tem um braço financeiro, que esta semi-estatizado agora, ou seja, quer obriga-las a fechar seu capital, e quer proibi-las de negociar derivativos e impor a elas uma fiscalização severa de suas contabilidades, ou seja, quer impor medidas que inviabilizam a existencia da iniciativa privada, que no momento só respira graças a ajuda de aparelhos, ou seja, graças a semi-estatização em curso desde o final de 2008, além do crédito gratuito fornecido a economia como um todo, pelo Estado, que imprimiu dinheiro para isso, para manter o crédito em funcionamento, tanto para o consumo como para as pequenas e médias empresas. Além também de outras medidas explicitamente estatizantes que serão implantadas quando da aprovação da reforma financeira americana (conforme este link - http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/08/451985.shtml). A adoção de tais medidas levará a economia americana do status de semi-estatizada para totalmente estatizada, com o subsequente desaparecimento de todas as empresas médias e pequenas quando ocorrer o inevitável estouro da bolha das dividas de empresas (Nova fase da crise financeira mundial terá diversas bolhas e será mais forte - http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/01/462584.shtml), sendo que o mesmo ocorrerá na Europa e posteriormente no resto do mundo.  | Por crédito gratuito, entendam, gratuito para o sistema financeiro, não para os consumidores e pequenas e médias empresas. mas não teve uma política sequer para ajudar as pessoas, somente para ajudar os banqueiros e as grandes empresas de Wall Street. A população que está em débito continua em débito, não existe uma política sequer para ajudá-los. Como você mesmo disse no seu segundo comentário essa política é para os donos dos bancos, não para os seus clientes. Sua politica de ataque aos assalariados para se capitalizar, e isso ocorre com ou sem crise, apenas acelera seu próprio fim.
O capitalismo privado norte americano e europeu já esta morto, não passa hoje de um zumbi que é animado como um fantoche pelo Estado, enquanto esse aguarda o colapso final desse sistema morto vivo para poder enfim declarar seu óbito e bradar longa vida ao estatismo e sua classe representante, a burocracia. A poderosa minoria silenciosa vai ouvir a impotente maioria barulhenta? Eu penso que não. O mais provável é que a poderosa minoria silenciosa mande a Polícia silenciar os barulhentos. Afinal, numa 'democracia', quando o consenso não é fabricado pela mídia ele é imposto pela força bruta.  | Os EUA, e sua politica de luta pela democracia, em defesa da América, não tem tido muitos olhos para seus graves ploblemas internos. Atualmente os falcões do Pentagono e da Casa Branca, não se eximem de receber um centavo de dolar a menos para a manutenção da industria bélica, por conseguencia a manutenção, de infindaveis ações de guerra pelo mundo. Este cancer está carcomento a economia dos EUA, a maior do planeta atualmente. O sistema de saúde e de educação estão entrando em uma fase critica, bem como os altos indices de desemprego.
Quanto aos empréstimos aos Bancos Americanos, se o governo não os socorre, a quebradeira nos atingiria de forma muito importante aqui no Brasil. Mas muitos criticos não se dão conta de que milhões de postos de trabalho foram preservados.
Entretanto a maior parte dos Bancos que tomaram emprestimos, já devolveram o dinheiro ao Tesouro Americano.
A aludida marolinha Brasileira, reria sido um terremoto, se houvesse uma quebradeira nos EUA.
Outra critica que se faz a muitos anos , é pelo exesso de moeda "dolar" circulando. Isso ocorre a dezenas de anos sem contudo gerar maiores problemas a economida do país.
O Capitalismo tem suas crises, mas tal qual um virus , é mutante, e se adapata a repetitivas crises, ao passo que o socialismo-burocratico-estatizante, é estanque como uma rocha, cai na primeira crise financeira, mantendo uma sobrevida, as vezes longa, na base da força bruta, até sua derrocada final. E esse fato é hitórico.  | Apenas algumas empresas recompraram (parcialmente) seus ativos em posse do Estado (a grande maioria nem isso), porém o mesmo ainda possue controle sobre elas devido a essa recompra parcial, mesmo que esse controle seja escamoteado, além da dependencia que elas possuem da linha de crédito que o Estado tem mantido para garantir o funcionamento do sistema de crédito, ou seja, o governo faz o papel que as empresas financeiras deveriam fazer, pois essas estão falidas, semi-estatizadas, e nunca mais sairão dessa situação, pelo contrário, sua estatização apenas irá evoluir do status de semi para totalmente estatizadas. O colapso das empresas americanas foi apenas adiado com a semi-estatização, pois o tombo maior ainda esta por vir (Nova fase da crise financeira mundial terá diversas bolhas e será mais forte - http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/01/462584.shtml). O estatismo nunca faliu, ele caiu fruto de sua incapacidade, ou desinteresse, na época, de vencer o privatismo, já que esse era industrialmente mais desenvolvido, portanto o estatismo simplesmente desistiu de tentar concorrer com o privatismo (e possivelmente o risco de uma guerra mundial também pesou). Porém hoje a situação é diferente, pois o estatismo esta sendo implantado no centro do capitalismo, onde sua industria é mais avançada, portanto o problema da concorrencia não irá atrapalhar mais seu desenvolvimento. Já com respeito a impressão de dinheiro, é fato que a recente impressão de trilhões de dólares é inédita, coisa que provavelmente não ocorreu nem mesmo na primeira grande depressão, pelo menos não nesta quantidade, portanto o atual excesso de dólares na economia mundial esta sendo sim responsavel pelo processo de colapso do dólar, que se efetivará caso a especulação financeira consiga reinflar a bolha financeira do valor dos ativos financeiros a patamares semelhantes aos anteriores a crise, e caso isso ocorra o dólar entrará em colapso, mas tudo indica que isso não tem chance de ocorrer, pelo menos não por muito tempo, pois há diversas novas bolhas a beira de estourarem, bolhas que terão um efeito ainda mais devastador do que a primeira e que não poderão ser amenizadas pela impressão pura e simples de dinheiro, como se fez em 2008, pois o rombo financeiro agora será grande demais para que isso funcione, e há um limite para que essas impressões de dinheiro possam ser realizadas sem piorarem a situação ao invés de ajudarem, ou seja, a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Quanto aos gastos militares dos EUA, o que tenho lido na midia é que eles estão em queda e isso estaria deixando a industria bélica e os "falcões de Pentagono" muito irritados, principalmente devido a retirada das tropas americanas do Iraque já em andamento, e as promessa de retirada das tropas do Afeganistão, além da desistencia parcial de implantar o carissimo escudo anti-misseis. De fato o capitalismo é como um virus que se adapta, taí o estatismo para provar isso.  | Apenas algumas empresas recompraram (parcialmente) seus ativos em posse do Estado (a grande maioria nem isso), porém o mesmo ainda possue controle sobre elas devido a essa recompra parcial, mesmo que esse controle seja escamoteado, além da dependencia que elas possuem da linha de crédito que o Estado tem mantido para garantir o funcionamento do sistema de crédito, ou seja, o governo faz o papel que as empresas financeiras deveriam fazer, pois essas estão falidas, semi-estatizadas, e nunca mais sairão dessa situação, pelo contrário, sua estatização apenas irá evoluir do status de semi para totalmente estatizadas. O colapso das empresas americanas foi apenas adiado com a semi-estatização, pois o tombo maior ainda esta por vir (Nova fase da crise financeira mundial terá diversas bolhas e será mais forte - http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/01/462584.shtml). O estatismo nunca faliu, ele caiu fruto de sua incapacidade, ou desinteresse, na época, de vencer o privatismo, já que esse era industrialmente mais desenvolvido, portanto o estatismo simplesmente desistiu de tentar concorrer com o privatismo (e possivelmente o risco de uma guerra mundial também pesou). Porém hoje a situação é diferente, pois o estatismo esta sendo implantado no centro do capitalismo, onde sua industria é mais avançada, portanto o problema da concorrencia não irá atrapalhar mais seu desenvolvimento. Já com respeito a impressão de dinheiro, é fato que a recente impressão de trilhões de dólares é inédita, coisa que provavelmente não ocorreu nem mesmo na primeira grande depressão, pelo menos não nesta quantidade, portanto o atual excesso de dólares na economia mundial esta sendo sim responsavel pelo processo de colapso do dólar, que se efetivará caso a especulação financeira consiga reinflar a bolha financeira do valor dos ativos financeiros a patamares semelhantes aos anteriores a crise, e caso isso ocorra o dólar entrará em colapso, mas tudo indica que isso não tem chance de ocorrer, pelo menos não por muito tempo, pois há diversas novas bolhas a beira de estourarem, bolhas que terão um efeito ainda mais devastador do que a primeira e que não poderão ser amenizadas pela impressão pura e simples de dinheiro, como se fez em 2008, pois o rombo financeiro agora será grande demais para que isso funcione, já que há um limite para que essas impressões de dinheiro possam ser realizadas sem piorarem a situação ao invés de ajudarem, ou seja, a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Quanto aos gastos militares dos EUA, o que tenho lido na midia é que eles estão em queda e isso estaria deixando a industria bélica e os "falcões de Pentagono" muito irritados, principalmente devido a retirada das tropas americanas do Iraque já em andamento, e as promessa de retirada das tropas do Afeganistão, além da desistencia parcial de implantar o carissimo escudo anti-misseis. De fato o capitalismo é como um virus que se adapta, taí o estatismo para provar isso.  | e quanto vai para educacao, saude, transporte. Este panfleto foi distribuido durante a manifestacao do dia 4 de Marco.  custo da guerra Sem falar dos 23,7 Trilhões (mais do que o PIB dos EUA) que só o governo americano doou para salvar os bancos e as montadoras.  | Olha sua doação ai, caro comentarista acima: EUA cortará em até 90% ganhos dos executivos de milhares de empresas estatizadas http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/10/457173.shtml O privatismo ou capitalismo privado vive seus ultimos suspiros, pois o estatismo ou capitalismo estatal, semelhante ao modelo leninista, já esta sendo implantando nos EUA e UE desde 2008, sendo que em breve esse processo se concluirá, deixando de ser parcial para ser total, ai então o resto do mundo será obrigado a fazer o mesmo, pois o colapso do privatismo é mundial. Vejam também: Nova fase da crise financeira mundial terá diversas bolhas e será mais forte - http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/01/462584.shtml Governo americano quer proibir as empresas financeiras, ou bancos, de negociar suas ações nas bolsas, além de proibir que negociem derivativos ( http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u702037.shtml), lembrando que toda grande empresa americana tem um braço financeiro, que esta semi-estatizado agora, ou seja, quer obriga-las a fechar seu capital, resumindo, quer impor medidas que inviabilizam a existencia da iniciativa privada e quer tornar a estatização, que hoje é parcial, em total, pois essa é a unica saida para o capitalismo. Reforma financeira americana estatizante ( http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/08/451985.shtml)  | Na verdade, com o teto salarial imposto pelo governo americano, o corte na renda dos executivos (principais acionistas privados das empresas, atrás apenas do governo americano) poderá ser superior a 90%.  | Sei que a situação correta do Afeganistão, porque eu estive lá por muitos anos. Oh meu Deus, as crianças e mulheres inocentes estão sendo mortos. Há de tudo ter sido destruído, sem comida, sem medicamentos, sem educação, sem casas apenas poucas casas construir com lama. Eu só assisti a um vídeo de cerca de 6 a outros países com sistemas concebidos para prestar cuidados de saúde para todos os seus cidadãos. O vídeo é de PBS.com. Existem algumas coisas que se destacaram para mim. Um lado, as companhias de seguro são capazes de se manterem icnd competitivas, 2, ninguém vai à falência devido a contas hospitalares, 3 de cuidados de saúde é inferior a 10% do seu PIB (2% -6% na maioria dos casos). Nós gastamos mais do que estes países sobre os cuidados de saúde e ainda 45 milhões de pessoas estão sem cobertura neste país. Não faz sentido.
Pense sobre isso, nossos cidadãos foram enganados em pagar trilhões de dólares para uma guerra falsa, mas não vamos pagar pelos nossos próprios cidadãos têm cuidados de saúde. Damos tanto dinheiro para outros países, mas não podemos escolher para cuidar de nossos próprios cidadãos. Não é sobre republicanos ou democratas, seus cerca de um direito humano básico.
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