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| | Liberdade para o cacique Babau Por LUTA INDÍGENA 16/03/2010 às 21:00 Na madrugada da quarta-feira (10/03), cinco policiais federais, fortemente armados, arrombaram e invadiram a casa de Rosivaldo Ferreira da Silva, o cacique Babau, na comunidade Tupinambá da Serra do Padeiro. Segundo seus familiares, no momento de sua prisão, Babau foi violentamente agredido e ameaçado de morte, na presença de sua esposa e do filho de 3 anos. Vários móveis da casa foram quebrados. Somente após as agressões os policiais se identificaram, e nenhum mandado de prisão foi apresentado. A ação da PF aconteceu por volta das 2h40 da manhã, no entanto os agentes só chegaram com Babau à delegacia de Ilhéus entre 6h30 e 7 horas da manhã. Em depoimento, ele disse que antes os policiais pararam para lanchar em um posto e em outro local, onde há caminhões e guinchos desativados, para esperar amanhecer e poderem justificar a ação arbitrária que realizaram. No momento de sua chegada à Superintendência da Polícia Federal de Salvador, na noite de quarta-feira, Babau recebeu o apoio de amigos, familiares, entidades que lutam pela garantia dos direitos humanos e lideranças indígenas da região. >> Continue Lendo Manifestação em apoio ao cacique Babau Tupinambá. Toré em frente à Superintendência da Polícia Federal (Água de Meninos - Comércio) dia 19/03 (sexta-feira) às15h. CIMI: Integrantes da SEDH visitam "cacique Babau", preso na Polícia Federal, em Salvador (BA) | Entidades se solidarizam e demonstram apoio ao cacique Babau | Cimi repudia nova agressão da Polícia Federal aos Tupinambá Leia Mais: Carta da comunidade Serra do Padeiro | Declaração de Solidariedade ao Cacique Babau e de apoio as lutas dos povos indígenas | Nota de desagravo da ANAI à revista Época em defesa ao povo Tupinambá | Entendendo a Luta do Povo Tupinambá | MP entra com pedido para soltarem Babau | Babau é mais uma vitima dos ruralistas e mídia burguesa | "País Das Maravilhas" e a LUTA do POVO INDÍGENA O subsecretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Perly Cipriano, e o diretor de Defesa dos Direitos Humanos, Fernando Matos, ambos da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), o visitaram na tarde desta sexta-feira (12), e no mesmo dia o Ministério Público Federal deu entrada no pedido de habeas corpus em favor do cacique. A prisão de Babau, liderança que representa as cerca de 130 famílias que vivem na aldeia da Serra do Padeiro (município de Buerarema, e de Olivença, em Ilhéus) aconteceu em um momento de significativa tensão. No dia 19/02 houve uma reintegração de posse numa das fazendas ocupadas, porém nao havia nenhuma ordem judicial para tal ação, o "dono" da fazenda chegou acompanhado de 50 homens, entre estes estavam agentes da policia federal da Bahia. Os tupinambá foram expulsos dali a base de ameaças e tiros. No dia 25/02 os tupinambá, numa sabia extratégia retomaram a fazenda invadida, foram acusados até de assassinos, porém nao existia cadaver algum. No dia 08/03, houve uma reunião com todos os caciques Tupinambá, da qual apenas Babau não participou. O encontro foi com delegados da PF na sede da Funai em Ilhéus. Segundo informações de lideranças presentes nessa reunião, o assunto tratado foi a criação de mecanismos que procurem formas pacíficas durante os procedimentos de reintegração de posse de áreas ocupadas pelos indígenas. Essa não foi a primeira agressão sofrida pelos Tupinambá. Em 2008, durante uma tentativa de prender Babau, a Polícia Federal ingressou na aldeia e destruiu a escola da comunidade, além de agredir Babau, seu irmão Jurandir Ferreira e o ancião Marcionilio Guerreiro com tiros de borrachas. Dois dias depois, cerca de 130 agentes voltaram à comunidade, agindo com forte e desproporcioanl aparato policial. Na ocasião, eles destruíram móveis, queimaram roças e feriram dezenas de pessoas. Ano passado, novas arbitrariedades foram cometidas. Cinco indígenas foram constrangidos e sofreram abusos de poder praticado pela PF, entre eles uma mulher. Durante esta ação ilegal, eles foram agredidos com gás de pimenta e dois deles receberam choques elétricos que deixaram queimaduras nos corpos das vítimas, inclusive em partes íntimas.
>>Adicione um comentário Essa arbitrariedade bruta apresenta semelhanças com o golpe na calada da noite que os militares fezeram contra o presidente eleito Zelaya de Honduras.
A diferença é que os índios vem sofrendo dessa força bruta há mais de 500 anos!
'Nossos' militares mostraram mais uma vez sua função! Agridem o povo e protegem uma minoria privilegiada e golpista!
 | Que tal incialmene darmos uma analisada na " ficha corrida " do caçique Babau : " Rosivaldo Silva, mais conhecido como 'cacique Babau' foi preso na madrugada desta quarta-feira (10) na Serra do Padeiro, em Buerarema, em uma ação da Polícia Federal (PF). O líder indígena é acusado de praticar atos de violência, ameaça e pertubação da ordem e bloqueio de rodovias. Além de crime de dano e cárcere privado, invasão de fazendas, tentativa de homicídio, incêndio criminoso, ameaça de morte a fazendeiros, depredação de bens públicos, saques de bens em propriedades rurais e formação de quadrilha. "
Some-se a performance do cacique , a revolta dos pequenos produtores de cacau da região ( o tal povo , os tais trabalhadores ) , pelos desmandos e agressões impetradas por Babau . Quanto a violenta agressão citada acima ( que baita cara de pau ) , talvez seja interessante também registrar que o prórprio Babau reconheceu que resistiu a prisão e se atracou com o policial por achar que era vítima de uma emboscada . Só depois de se cerificar que eram mesmo policias é que eles se entregou .
 | Esses comentários dizem que são os loucos, violentos desse Brasil, dizer que uma pessoa deve morrer na cadeia remete aos tempos de ditadura declarada, pq hoje ela é mais que mascarada. Esse Cacique é um exemplo que lutar por seu direitos não é bom negócio, e se falando em "índio", ta mais que provado que para esses ruralistas, capitalista, assassinos(lembrando os mortos em conflitos como Dorothy Stang e Chico mendes)o Brasil é completamente bom de se viver, UM PAÍS DE TOLOS...digo todos.
ASSASSINOS QUE COMENTAM O QUE LEEM EM REVISTAS COMO ... VCS SABEM QUE MERDA VCS LEEM, VEJAM OS LADOS DA MOEDA, PORCOS!!!
TORTURA NUNCA MAIS!!!  | Opa Andrea , surtou ou voce de fato é tão ignorante como faz entender ? Desde quando alguém detentor de uma ficha criminal como a do tal Caçique adquire o direito a impunidade porque supostamente ele estaria lutando pelos seus direitos ?? Que direitos seriam estes Andrea ? A de que os Tupinambás , tribos migratórias eram donas de 1/3 do Brasil em 1500 ?? Então criança , faz a tua malinha , se despede de Mamãe e Papai , pois para ser coerente voce tera de mudar para algum ponto ermo da país , onde nenhum indio botou os pés nos ultimos 6oo anos . O resto é ignorancia e hipocresia . Quanto a usar dos casos de Dorothy Stang er Chico Mendes como argumento para sair arrotando teus patéticos rotulos e frases prontas , pode se usar unica e tão sómente das proezas do Caçique acima para sair rotulando voce de lambe botas de criminoso . Revoltadinha infante , vai tomar um Buscopan e descansa , aproveitando a folga para estudar , adquirir algum tipo de cultura e tomar um banho de humildade , já que a unica coisa que voce conseguiu demosntrar até agora é que além de mimadinha e birrenta , voce é de uma ignorancia ímpar .
 | É isso aí com o chiliquinho desse reaça deu pra ficar claro que eles pensam que não existe desigualdade e questão etnica, e saem dizendo que é coisa de vagabundo, criminoso, o velho blá blá blá de sempre.
Mas o fato é que eles nem sequer estudaram o que é isso. Muito menos conversaram com algum indígena sobre isso...
Só sabem arrotar ofensas e xingamentos pra se promover em cima da desgraça da pobreza alheia.
Bem típico dessa gentinha sem respeito, mas principalmente, sem noção de ser humano e de sociedade. por isso que não cansam de repetir em outras palavras a mesma ladaia de 510 anos, que pode ser resumida da seguinte forma:
VIVA O CÁRCERE, VIVA O LATIFÚNDIO, VIVA A TORTURA E A PENA CAPITAL! ASS. PINGO REAÇA DE MERDA
Talvez a capivara do menino "índio" não sêja das menores, mas absolutamente nada justifica uma ação truculenta e arbitrária como essas da polícia federal, (caso sêja realmente verdade)Espero que a PF não vire a PM , senão estaremos perdidos !!!!  | Tenho visto as mais diversas manifestações nesse espaço uns a favor e outros contra a prisão do cacique Babau. Sou morador do Sul da Bahia e não sou proprietário de terras, lí muitos comentários aonde denota desconhecimento dos fatos de alguns comentadores. Ninquém em sã consciência acredito, seria contra as aspirações e direitos dos índios ou qualquer grupo étnico. O problema é que paira sobre o "Cacique Babau" dúvidas a cerca da sua verdadeira etinia, ele esta mais para afro-descendente do que para tupinambá, nenhum exame antropológico sério e isento foi feito em cima dos que se intitulam autenticos tupinambás, houve sim um arremedo de laudo feito as pressas para justificar a vontade de algumas ong's que se escondem atrás de interesses nem sempre nobres. O Cacique Babau e seus liderados vem atuando de forma violenta, utilizando-se de armas de fogo; pessoas inocentes morreram por conta das invasões promovidas pelo cacique, peões, trabalhadores rurais, gente simples e não temos visto, nenhuma manifestação dos movimentos de direitos humanos ou outros organismos intercederem por esses desvalidos campesinos; e enquanto isso "Babau" espertamente orientado por algumas aves de rapina, abre o seu sorriso de hiena.  | Conheci a comunidade Tupinambá em diversas ocasiões. Fosse em eventos organizados na Universidade Estadual de Santa Cruz ou mobilizações envolvendo demais movimentos sociais. Organizamos um evento, Revolução e Generosidade, onde fizemos um bom debate com os Tupinambá e o Prof. historiador mexicano Carlos Aguirre Rojas. Ali não vimos ou notamos qualquer caráter criminoso destes indígenas. Pelo contrário, vimos sujeitos solidários e compreensivos que nos receberam para um debate salutar e importante para nossa sociedade. Fico preocupado com esta ideia de fazer "exame de dna-antropológico". É óbvio que possuindo uma história de subordinação, tentativas de destituição de sua cultura, nenhum povo indígena manteria um fenótipo-estereótipo indígena como querem nosso amigos midiáticos. Ademais, trata-se de cultura, sentimento, vinculação afetiva e política, e não de "rosto" indígena ou afro-brasileiro! Solidariedade aos Tupinambá. Precisamos ter consciência que são vitimas de uma campanha difamatória e arbitrária da mídia e dos latifundiários da região. No sul da Bahia não precisamos de mais fazendeiros ricos e sim de mais relação e compreensão com o outro, o diferente que por isto mesmo é igual e detentor do mesmo direito à dignidade! Salve a luta dos Tupinambá!  | O mais patético destes comentarios dos Militontos é que eles não conseguem nem reunir as condições mínimas para avaliar o tamanho das besteiras que arrotam , mas acreditam piamente representar a nata do conhecimento . A fonte das besteiras que arrotam é a orelhada , a fofoca rasa e o achismo , ao mesmo tempo que ficam repetindo com ares de revolucionario de shopping center , todos os rotulos que decoraram contra a mídia e as informações disponíveis , ao mesmo patético nível de Lula que se gaba de nunca ter estudado . Haja ignorancia . Como se já não bastassem os absurdos sem pé nem cabeça escritos pela Andrea , vem um outro xaropinho , repetindo as frases prontas , citando o besteirol de generalidades basico da militotntancia , mas po, se achanda capaz de concluir que seus desafetos não liguem para a desigualdade , sejam egoistas , elitistas e se divertem com a pobreza alheia . Aparentemente , a ignorancia crassa , a exposição despudorada da própria burrice e o patético orgulho de ser um desinformado parecem ser as condições basicas para ser parte da massa militonta ,ter orguelho em ser manipulado e apostar na violencia e na ilegalidade como caminho para a autoafirmação e a sensação do poder via o confronto. Vão estudar .  | Os direitos dos povos indigenas nunca foram respeitados desde 1492, não é agora que acreditamos que vamos ter respeito dessa gente.
O cacique Babau é reconhecido por seu povo, e isso basta para legitimar sua origem, nao é nenhum burgues safado que vai descaracterizar uma liderança tupinambá, nem a midia burguesa, nem a PF que defende os interesses dos burgueses.
A humanidade tem em sua historia diversas acusações a pessoas inocentes, acusaçoes feitas por uma elite que nao querem ter ameaçado seus privilegios. Assim foi com Emanuel, o tal Jesus e assim está sendo feito com o parente Cacique Babau.
Ele nao é o unico tupinambá que está sendo perceguido. Desde 1554 ser tupinambá é motivo de perceguição nessas terras.
O que queremos é poder ter terra para seguirmos nossa cultura. E estamos dispostos a lutar por isso, até que tombe o ultimo ou ultima tupinambá.  | Então , seguindo o brilhante reciocínio acima exposto , qualquer traficante ou bandido que for reconhecido como líder pelos seus comparsas , automaticamente tem direito a impunidade e ao reconhecimento como individou do bem sob a ótica social .
Quanto a ter a terra , aparentemente , os 46 hectares que já possuem não são o suficiente e por tal , mas sempre por uma causa socialmente justa , eles invadem , saqueiam, ameaçam , aprisionam e roubam os outros . Um argumento mais absurdo do que o outro e todos juntos formando o universo da intelectualidade militante .
Haja ignorancia , má fé e alienãção adolescente .  | QUER EXEMPLO DE POLÍTICO LATINUNDIÁRIO E CRIMINOSOS?
KÁTIA ABREU / Senadora (DEM-TO) / Suplente na CPMI
. Presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), eleita em 2008 para três anos de mandato. Foi presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (1995-2005).
. Dona de duas fazendas improdutivas que concentram 2.500 hectares de terras.
. É alvo de ação civil do Ministério Público na Justiça de Tocantins por descumprir o Código Florestal, desrespeitar povos indígenas e violar a Constituição.
. Integrante de quadrilha que tomou 105 mil hectares de 80 famílias de camponeses no município de Campos Lindos (TO). Ela e o irmão receberam 2,4 mil hectares com o golpe contra camponeses, em que pagaram menos de R$ 8 por hectare. *****
RONALDO CAIADO / Deputado Federal (DEM-GO)
. Foi fundador e presidente nacional da União Democrática Ruralista (UDR). . É latifundiário. Proprietário de mais 7.669 hectares de terras.
. Dono de uma fortuna avaliada em mais de R$ 3 milhões
. Foi acusado de prática de crimes de racismo, apologia ou instigação ao genocídio por classificar os nordestinos como ?superpopulação dos estratos sociais inferiores? e propor um plano para o extermínio: adição à água potável de um remédio que esterilizasse as mulheres. ******
ALVARO DIAS / Senador (PSDB-PR) / Titular na CPMI
.É proprietário rural. . Foi presidente da CPMI da Terra (2003/2005), que classificou ocupações de terra como ?crime hediondo? e ?ato terrorista?.
. Não colocou em votação pedidos de quebra de sigilos bancários e fiscais de entidades patronais, que movimentaram mais de R$ 1 bilhão de recursos públicos. Não convocou fazendeiros envolvidos em ações ilegais de proibição de vistorias pelo Incra.
. Divulga na imprensa de forma ilegal fatos mentirosos sobre dados sigilosos das entidades de apoio às famílias de trabalhadores rurais para desmoralizar a luta pela Reforma Agrária.
. Não declarou R$ 6 milhões à Justiça Eleitoral em 2006. O montante é referente à venda de uma fazenda em 2002. *....*
LUIS CARLOS HEINZE / Deputado Federal (PP-RS)
. É latifundiário. Dono de diversas frações de terras, totalizando 1162 hectares.
. Fundador e primeiro-vice-presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (1989-1990). . Defendeu o assassinato de três fiscais do trabalho em Unaí (MG), declarando que ?os caras tiveram que matar um fiscal, de tão acuado que estava esse povo...?, justificando a chacina promovida pelo agronegócio (2008).
. É contra a regularização de terras quilombolas (descendentes de escravos), que representaria, para ele, ?mais um entulho para os produtores rurais?.
***** VALDIR COLATTO / Deputado Federal (PMDB/SC)
. Formado em engenharia agrônoma. Proprietário rural. É contra a demarcação das terras indígenas e quilombolas. . . . DESSES BANDIDOS DE COLARINHO BRANCO NÃO FALAM, SERÁ QUE POR QUE A "VEJA" OU REDE GLOBO NÃO FALARAM? RESPEITEM O ÍNDIO, PARECE QUE O NAZISMO TAMBÉM TEM VEZ AQUI NESSE PAÍS DE MERDA!  | NAum soh o cacique Babau e os indios saum vitimas de violencias ao lutar pelos direitos dos seus: sem terras, pequenos proprietarios rurais, quilombolas, favelados, moradores de rua, trabalhadores grevistas, estudantes, atingidos por barragens, ribeirinhos, mulheres feministas, LGBT conscientes... todos sofrem violencia e repressao ao desafiar o estado burgues podre e comandado pelo dinheiro sujo do imperialismo
enquanto isso BANDIDOS ruralistas e agronegocistas continuam grilando terras , fazendo trabalho escravo, pistolagem, matando freiras, roubando dinheiros publicos de financiamento a lavoura e comprando picapes de luxo,. dentre outros crimes. Assim como bandidos empresarios, banqueiros, chefes do crime organizado e politicos corruptos seguem impunes.
eh a imunda inversao da logica que domina o mundo de hoje. ATEH QUANDO???????????
enquanto isso o PINGOLOIDE continua defecando seus apoios imundos ao fascismo no Brasil. Daqui a pouco ele vai começar a falar sobre seu desejo homoerotico de falinhos revolucionarios! kkkkkkkkkkkkk Ridiculo garoto defecador analfa da DIREITALHA!  | Nós universitários indígenas Tuxá, acreditamos na inocência de Babau,não somos meros ignorantes como dizem os hipócritas,temos conhecimento dos nossos direitos,sabemos que existe muito dinheiro envolvido por trás de tudo o que esta ocorrendo em Buerarema,a verdade é que infelizmente o povo tupinambá mexeu com grandes fazendeiros daquela região e que não medem esforços para derrubar quem coloca em risco os seu negócios...A realidade agora é outra,vcs cometeram um grande erro ao prenderem Babau,juntaram as alianças de todos os povos indígenas do Brasil e que não mediram esforços para derrubar e desmascarar esse bando de ignorantes que só pensam em dinheiro e mais dinheiro... obs.:No dia 26 de março,haverá uma pequena manifestação na superintendência da policia federal da Bahia em salvador,quem estiver interessado é só comparecer...(ocorrera pela manha)ok?! bijus!  | Na cabeça do brasileiro mediano infelizmente encontramos apenas um pouco mais de inteligência que na de um jegue. Leia alguns comentários acima para constatar este fato. Para início de conversa os maiores ladrões do país são a família Marinho, dona da Rede Globo. Militares torturadores derrubaram um governo eleito em 1964, roubaram recursos e direitos de toda uma nação e presentearam no meio desta tramóia um de seus amigos, chamado Roberto Marinho, com uma concessão pública de TV. Mais de 45 anos se passaram desde então e a Rede Globo ainda não foi devolvida ao povo brasileiro. Presidentes vêm e vão de 4 em 4, ou 8 em 8 anos, e a Rede Globo continua ocupando ilegalmente a concessão de TV que pertence ao povo brasileiro. Além de usurpar deste patrimônio, obtém lucros exorbitantes e, o pior, faz uma lavagem cerebral na população brasileira, cultivando em sua cabeça os piores valores. O resultado disso é a ignorância que podemos observar na mente de pessoas do sul da Bahia que comentam neste blog ou de outras regiões do Brasil. Quem assiste a playboyzada debilóide do Big Brother, assiste a burguesada fútil das novelas e vai na onda do discurso político do Jornal Nacional, não tem moral pra conversar comigo. Sinto muito. E só pra finalizar: Babau é um grande guerreiro que representa toda a luta dos poucos em nosso país que ainda não foram corrompidos pela burrice e ignorância extrema. E quem não baba ovo de americano, europeu e de buguês engravatado.  | Na cabeça do brasileiro mediano infelizmente encontramos apenas um pouco mais de inteligência que na de um jegue. Leia alguns comentários acima para constatar este fato. Para início de conversa os maiores ladrões do país são a família Marinho, dona da Rede Globo. Militares torturadores derrubaram um governo eleito em 1964, roubaram recursos e direitos de toda uma nação e presentearam no meio desta tramóia um de seus amigos, chamado Roberto Marinho, com uma concessão pública de TV. Mais de 45 anos se passaram desde então e a Rede Globo ainda não foi devolvida ao povo brasileiro. Presidentes vêm e vão de 4 em 4, ou 8 em 8 anos, e a Rede Globo continua ocupando ilegalmente a concessão de TV que pertence ao povo brasileiro. Além de usurpar deste patrimônio, obtém lucros exorbitantes e, o pior, faz uma lavagem cerebral na população brasileira, cultivando em sua cabeça os piores valores. O resultado disso é a ignorância que podemos observar na mente de pessoas do sul da Bahia que comentam neste blog ou de outras regiões do Brasil. Quem assiste a playboyzada debilóide do Big Brother, assiste a burguesada fútil das novelas e vai na onda do discurso político do Jornal Nacional, não tem moral pra conversar comigo. Sinto muito. E só pra finalizar: Babau é um grande guerreiro que representa toda a luta dos poucos em nosso país que ainda não foram corrompidos pela burrice e ignorância extrema. E quem não baba ovo de americano, europeu e de buguês engravatado.  | Em resposta a "liberdade para o cacique Babau". As notícias e comentários aqui postados não representam novidades (embora não devam ser encarados como naturais ou banais) se atentarmos para o fato de que a violência tem sido recorrente como forma de ?resolução? dos ?incômodos? da nossa sociedade, praticada tanto por responsáveis pela ?manutenção da ordem? como autoridades policiais, quanto por membros da sociedade civil. Quem não se lembra do índio Galdino, pataxó Ha-Ha-Hãe que ao se render ao cansaço e adormecer num banco de parada de ônibus em Brasília, as cinco horas da manhã, acordou ardendo em uma labareda de fogo? O ato praticado por cinco jovens de classe média alta que queria ?apenas se divertir? traduz todo o descaso e preconceito com que os povos indígenas vêm sendo tratados pela sociedade ?não índia? e se liga as formas com que os conquistadores lidaram com os primeiros habitantes deste país, especialmente aqueles que resistiram ao processo de dominação. A política indigenista no século XVI relegava aos chamados índios ?inimigos e hostis? a prática da Guerra Justa, o que equivale dizer: ?a escravidão e o extermínio?. Mas, tal situação não parou no contexto da conquista e colonização, até porque esse processo tem sido permanente. O fato é que os povos indígenas não desapareceram como preconizaram especialistas e políticas estatais ao longo do século XIX e XX. A tão propalada inexorabilidade do progresso e ao constante extermínio iniciado nos tempos coloniais, as populações indígenas vem respondendo com um considerável aumento demográfico demonstrando a contemporaneidade desses povos cuja história é marcada por injustiças, violência, descaso, invisibilidade, massacres, mas, sobretudo, pela resistência. Nas últimas décadas, os povos indígenas têm demonstrado grande poder de organização através do Movimento Indígena. Neste ponto reside a perplexidade da sociedade não índia. Como lidar com a presença de seres historicamente relegados ao passado? Sujeitos que figuram como meros coadjuvantes da história do Brasil? Afinal, não foram dizimados durante a colonização? A nossa historiografia, nossos livros didáticos têm contribuído para uma visão estereotipada dos povos indígenas. Basta lembrarmos em que modos ocorrem as comemorações do dia do índio nas escolas, já que ainda é comum vermos crianças de cara pintada, semi-nus portando um cocar feito com papel lembrarem que o 19 de abril é dia de índio. Para essa sociedade deparar-se com um índio de carne e osso como Babau e tantos outros debatendo seus problemas, resistindo é o cúmulo do absurdo e do estranhamento. É a constatação de que ?não são mais índios?. O que aparentemente é uma questão simples resulta na verdade de complexos processos históricos que criaram tais visões estereotipadas e simplificadoras acerca dos povos indígenas. Visões, diga-se de passagem, pragmáticas na medida em que favorecem aos grupos a quem interessa a sujeição dos indígenas e a expropriação de suas terras. A definição do que seria índio para esse indivíduo, (Falcão) nesse mesmo site em resposta a postagem de Juvenal Payaya (Porto Seguro), infelizmente, traduz ainda boa parte do pensamento da sociedade ?brasileira? e demonstra como a grande imprensa, sempre a serviço dos grupos dominantes deste país se restringe a reforçar a imagem dos índios como seres violentos, a guiar o olhar preconceituoso com que cada vez mais um número maior de pessoas enxerga as sociedades indígenas. Indígenas só viram pauta na imprensa quando atacam brancos. Quando os povos indígenas são atacados, o silencio é a regra. Ninguém questiona o porquê de tais ações. Ao contrário, até defendem, muitos de forma raivosa demonstrando não só o preconceito, mas um ódio grande por estes povos. Porta vozes, como este senhor, que expõe sua opinião lamentável acerca de uma situação tão grave e inverte a situação, certamente, traduz a opinião de boa parte de um grupo que exibe décadas após décadas os títulos de terras deixados pelos tataravôs, bisavôs, enfim, por membros das gerações que vivenciaram todo um processo de esbulho das terras indígenas, historicamente legalizado pelo Estado Brasileiro através de uma política indigenista que longe de ?proteger? os povos indígenas contribuiu para o processo de exploração e dominação dos mesmos. Para esse grupo a resistência indígena responsável pela sobrevivência destes povos, da qual Babau é um dos expoentes, torna-se insuportável, daí a opção de aproximar resistência e criminalidade. Para os que pensam desta forma não é criminoso o que ocorreu por volta dos anos 40 e 50 quando as famílias indígenas foram expulsas da terra Caramuru-Paraguaçu, que já havia sido demarcada desde 1926. As lembranças da expulsão, apresentadas por Maria do Ramos, a Dú, criança na época, são bem vivas e demonstram a violência deste ato: ?Chegaram muitas pessoas armadas, ameaçando: ?quem não sai morre?. Muitos resistiram. Mataram muita gente, arrastaram pessoas com um cavalo até não se moverem mais?.(Jornal PORANTIM, dezembro de 2006. Disponível em: http://www.cimi.org.br. Acesso em 24/03/2010) O Movimento indígena que atualmente vem crescendo cada vez mais, ameaça interesses inúmeros e variados que promovem o extermínio contínuo dos povos indígenas, mas favorecem indivíduos e grupos cuja saída para manutenção dos privilégios tem sido a constante criminalização dos Movimentos Sociais, incluindo ai a naturalização e criminalização da pobreza em geral. Assim, índios, pobres, negros, e todos considerados ?diferentes? sofrem o processo de exclusão de uma sociedade que se autodenomina ?democrática?. O crescimento do Movimento Indígena que provoca reações arbitrárias como a prisão de Babau e de tantos outros, adotando a morte e a tortura como formas de desarticulá-lo, só demonstra a resistência permanente destes povos que mostram para a sociedade brasileira sua condição de sujeitos históricos capazes de questionar, de lutar, de ?incomodar? mesmo que grupos hegemônicos, interessados em seu desaparecimento, continuem tratando-os como ?invisíveis?. Chegamos ao século XXI com a constatação de que na América Latina como um todo, as populações indígenas permanecem expostas aos desmandos que cotidianamente querem reafirmar o jargão de que ?índio bom é índio morto?.  | ISSO É ABSOLUTAMENTE NORMAL NESSE PAIS. VC PROTESTA HOJE E AMANHÃ SUA CASA É INVADIDA POR POLICIAIS SEM IDENTIFICAÇÃO E MANDATO, ESPANCA SUA FAMILIA QUEBRAM SUA CASA E FICA POR ISSO MSM. SOMOS FANTOCHES DE UM GOVERNO CORRUPTO.
ME ENVERGONHA MUITO ESSAS ATITUDES.
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