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| | Quem morre no campo Por ABRIL VERMELHO 22/04/2010 às 22:04 "Se existe violência no campo, quem sofreu violência foi o proprietário" Luiz Antonio Nabhan Garcia, agropecuarista e presidente nacional da União Democrática Ruralista (UDR) Reproduzimos abaixo um informe da entidade de direitos humanos Terra de Direitos, sobre a violência do latifúndio contra trabalhadores e trabalhadoras rurais no Paraná. No mês da Jornada de Lutas, quando os trabalhadores do campo saem as ruas para exigir a realização da Reforma Agrária e afirmar a agroecologia como alternativa ao modelo do agronegócio, é também o momento para rememorar os casos de trabalhadores rurais sem terra assassinados e que até hoje não tiveram suas mortes investigadas. A realização de uma jornada de luta no mês de abril surgiu após o ano de 1996, quando em 17 de abril dezenove trabalhadores sem terra foram massacrados pela polícia militar e 79 feridos e mutilados em Eldorado de Carajás (PA). Desde então, a data tornou-se um marco contra a impunidade e a injustiça que permeiam a luta por justiça social no Brasil. Os dados de violência no campo, sistematizados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), revelam que de janeiro a junho de 2009, 12 trabalhadores foram assassinatos, houve 44 tentativas de assassinato, 22 ameaças de morte, seis pessoas foram torturadas e 90 presas em todo o Brasil. A reiterada violência contra os trabalhadores sem terra demonstra que essa prática é alimentada pela impunidade seletiva de assassinos e torturadores. Nos últimos 20 anos, no estado do Paraná, foram assassinados 16 trabalhadores rurais, devido aos conflitos de terras. Até hoje, nenhum mandante de assassinato de trabalhador rural foi preso. Pelos dados da CPT, durante esse mesmo lapso temporal, foram assassinados 1.388 trabalhadores rurais no Brasil, sendo que destes casos apenas 75 tiveram julgamento. Leia a matéria completa. Links: Rede de Comunicadores Pela Reforma Agrária | Quem morre no campo - Artigo Original | MST Acompanhe alguns casos de trabalhadores assassinados no Paraná: Antonio Tavares - O agricultor foi assassinado no dia 2 de maio de 2000 pela própria polícia militar, durante um ato em comemoração ao Dia do Trabalhador. O policial responsável pelo disparo foi absolvido pela Justiça Militar e o caso foi arquivado na Justiça Comum, apesar das provas que evidenciaram a ação desmedida e sem amparo judicial. Pelas diversas irregularidades do caso, foi realizada uma denúncia para o Sistema Interamericano de Direitos Humanos da OEA. A falta de compromisso do Poder Judiciário no caso foi relembrada na última terça-feira (13), quando o MST do Paraná realizou um ato perante o monumento erguido em homenagem a Tavares, na BR-277, o local de seu assassinato. Sétimo Garibaldi - morto em Querência do Norte, noroeste do Paraná, em 2001, durante uma ação de cerca de 20 pistoleiros encapuzados que fizeram uma desocupação extrajudicial de um acampamento do MST. Com a conivência das autoridades locais, o inquérito do caso foi arquivado e ninguém foi denunciado ? apesar dos indícios e das inúmeras testemunhas que garantiram que a ação foi comandada pelo fazendeiro Morival Favoreto e pelo capataz Ailton Lobato. Em 2009, a OEA condenou o Brasil pela demora injustificada na investigação do assassinato do agricultor Sétimo Garibaldi. Para a OEA, caso expõe a parcialidade do judiciário no tratamento da violência no campo e as falhas das autoridades brasileiras em combater milícias formadas por fazendeiros. Sebastião Camargo Filho - A CIDH também recomendou ao Estado Brasileiro para que apure o assassinato de Sebastião Camargo Filho, ocorrido há 12 anos, cujo acusado é o ruralista Marcos Prochet. Um dos recursos apresentados pelo ruralista foi perdido pela justiça, que demorou dois anos para providenciar a restauração do recurso extraviado. O trabalhador foi assassinado por um grupo armado durante um despejo forçado em um acampamento do MST, no município de Marilena, noroeste do PR. O assassinato aconteceu em fevereiro de 1998, quando os pistoleiros obrigaram as famílias a subirem em um caminhão e as levaram para outra fazenda, onde mandaram que permanecessem no chão, com o rosto voltado para baixo. Sebastião Camargo Filho, com 65 anos, sofria de um problema cervical que o impedia de permanecer agachado. Ao ver que o trabalhador não cumpriu sua ordem, o homem que comandava o despejo apontou uma escopeta calibre 12 e disparou contra ele a menos de um metro de distância. Muitos são os casos manchados pela seletiva impunidade: o inquérito policial sobre a investigação do assassinato de Elias de Meura tramita há sete anos, já o inquérito policial sobre o assassinato de Teixeirinha, morto há 17 anos, ainda não foi concluído. Ainda existem os casos dos trabalhadores Vanderlei das Neves e José Alves dos Santos, mortos por seguranças da Empresa Giacomet Marodin S/A em janeiro de 1997. O júri dos acusados do assassinato já foi adiado por 7 vezes, desde 2003, por equívocos da secretaria da Vara Criminal onde tramita o processo. Em 13 de abril de 2010, mesma data em que trabalhadores sem terra relembravam uma década da morte de Antonio Tavares, o júri foi mais uma vez adiado. Seletividade da Justiça A ineficácia e demora na investigação e julgamento dos acusados é injustificável. A seletividade da justiça para buscar a punição de responsáveis por assassinatos é evidente. Do mesmo modo agem os meios de comunicação, determinando quais casos devem ter o apelo e comoção pública para pressionar a Justiça. Marginalizados pela mídia, assassinatos de trabalhadores rurais sem terra no dificilmente passam da fase de investigação. Quando os casos de violação aos direitos humanos conseguem chegar ao judiciário, após anos de investigações muitas vezes precárias, a morosidade na apuração dos responsáveis é recorrente. A luta dos movimentos sociais por justiça social e soberania popular é o principal elemento que possibilitará a mudança desse paradigma. A necessária democratização do sistema de justiça tem como principal ator a sociedade, especialmente por aqueles grupos que, organizados, lutam por direitos. A Jornada de Lutas do MST é a expressão real da vontade de mudança, e sede por justiça social.
>>Adicione um comentário No Colo Da Serra Toquinho
Uma casinha qualquer no colo da serra, Um palmo de terra pra se plantar. Um colo de uma mulher, uma companheira, Uma brasileira pra se amar.
Se eu tiver que lutar, vou é lutar por ela. Se eu tiver que morrer, vou é morrer por ela. Seu eu tiver que ser feliz, Você vai ter que ser feliz também.
Homens vieram da noite em gritos de guerra, Feriram a terra, o céu e o mar. Homens ficaram no chão mirando as estrelas, Mas sem poder vê-las no céu brilhar.
E o que mais prometer aos herdeiros da vida, E que versos fazer à mulher concebida. E quando alguém morrer, Assim vai ser a morte pra mim também.
E que versos fazer À mulher concebida. Se eu tiver que morrer, Vou morrer pela vida.  | Aqui no Norte do Paraná, estes bandoleiros do MST já invadiram três pequenas propriedades, todas produtivas. Levaram 2, 5 e 6 mil reais de cada proprietário, além do que saquearam. Um cunhado meu que possui uma pequena fazenda de 100 hectares totalmente plantada de arroz e feijão, teve de oferecer 5 mil reais para que estes vagabundos não invadissem sua fazenda. O elemento que conversou com ele afirmou que a propriedade era produtiva e não dava invasão definitiva, mas que ele tinha que tratar de mais de cem pessoas, então... A realação de poder e violência no mundo é sempre uma questão complicada. Não fomos ensinado e educados a agir da maneira correta nestas horas.
É dificil. Como é oportunisticamente cômodo fazer fofoca na internet sem ter provas de nada,
Esses reaça são uns FOFOQUEIROS COVARDES que tentam tirar proveito de uma situação de calamidade ocasionada pelos latifundiários de sempre!
E da reforma agrária ele não se atreve a falar nada, pois não tem capacidade para tanto!
PELO FIM DO CRIME DE CALÚNIA, CADEIA NELLES! "para o povo ninguém falou que seria fácil" Para este vagabundo os bandidos do Para são as vitimas e o estado por estar protegendo a lei é criminoso. Realmente, quando se ve uns vagabundos destes se descobre porque o muro de Berlin caiu, porque o Imperio cumunista ruiu, porque cuba só se mantem por ser uma ilha. Todo comunista é um bandido tentando uma bracha na lei para conseguir sem trabalhar o que os trabalhadores conseguem trabalhando, isso é o seu sustento O nazi do fudel é da turma que impulsionou o campo de concentração de AUSCHWITZ, no qual se lia o "trabalho liberta", mas tem que ser o trabalho explorado por eles... Senão não é trabalho.
Pois é elles no fundo são uns NAZISTA ENRUSTIDO querendo cometer seus crimes de calúnia, pois é tudo o máximo que a "inteligencia" delles alcança!!!!
E da reforma agrária e dos crimes do latifundio elles continuam se atrevendo a não falar nada, pois não tem capacidade para tanto!
PELO FIM DA DIFAMAÇÃO, CADEIA PROS NAZI-BANDIDOS!  | Para todo vagabundo tipo o fdp acima, quem somente mostra que não existe trabalhador comunista como não existe comunista trabalhador que nada mais é que uma verdade, todos que somente demostram que nunca houve um comunista que acumulou algo como fruto de seu trabalho e depois dividiu com outros e não com seus filhos, todo aquele que demostra que o termo comuna nada mais é que um rotulo mais socialmente correto usado pelos vagabunos, todo aquele que mostra que a alemanha oriental caiu foi por causa dos comunistas que não queriam trabalhar e os trabalhadores tambem pararam e deu no que deu, todo aquele que solicita destes retardados apenas um pais que este sistema por eles professados tenha funcionado, poderia ate ser uma cochichina do norte um cafundo do judas do oeste. sempre que estes retardados não encontram uma resposta passam a chamar de nazistas so que estes retardados esquecem que nazismo nada mais é que uma nacional socialista ou mais precisamente o mesmo que estes retardados pregam. agora um vagabundo querendo se ofender por ter sido chamado de vababundo? Então bichina enrustida, voces que estão no poder e ja conseguiram muitas mudanças fassam um projeto para que voces sejam a partir de agora não mais chamados de vagabundo e sim comunas, como os negros hoje são afro, os indios hoje são silvicolas etc.  | a realidade é a mesma no interior de pernambuco, lagoa dos gatos, um companheiro da liga dos camponeses pobres foi assassinado no dia 8/4 às 6;30 da manhã quando vendia leite. a morte não foi sequer investigada, o reino é de pistoleiros e da impunidade! além da morte ocupantes de um latifundio no mesmo local foram expulsos, pois ocupavam a fazenda da familia Da fonte, influente no estado, cujo um dos herdeiros é inclusive deputado federal. fica ai o recado para que nos juntemos a luta pela reforma agraria e libertação dos camponeses!  | Esses "sem terra" são um Bando de vagabundos aproveitadores,marginais e desgraçados.
O dinheiros que eles já receberam do governo durante todos esses anos já seria suficiente para cada um fazer sua vida,mas essa cambada de safado quer cada vez mais,e a sociedade já tá se tocando que esse movimento não passa de uma farsa travestida de reforma agrária com ideais comunistas mortos.
Metade desses ditos 'sem terra' ai não sabem nem plantar feijão,é preciso separar "quem é sem terra e quem não é",esses filhos da P**** invadem terra,extorquem os proprietarios que pagam impostos e geram emprego e renda e no final saem ilesos,ninguém é preso.
Invadir terra improdutiva e vazia eu até entendo,mas porque invadir fazendas produtivas que geram emprego e destruir e roubar tudo???
É preciso dar um fim nessa cambada de safados e bandidos que distorcem a real luta da reforma agrária.
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