31 de maio de 2010: Uma ativista americana foi atingida no rosto por uma bomba de gás lacrimogêneo durante uma manifestação em Qalandiya, hoje. Emily Henochowicz está atualmente no Hospital Hadassah, em Jerusalém, foi submetida à uma cirurgia para remover seu olho esquerdo, isso ocorreu após a manifestação que foi realizada em protesto ao assassinato por Israel de, pelo menos, 10 civis a bordo do Freedom Gaza Flotilha em águas internacionais nesta manhã.

Emily Henochowicz, 21 anos, foi atingida no rosto com uma bomba de gas lacrimogêneo lançada diretamente por um soldado israelense durante a manifestação em Qalandiya hoje.

As forças de ocupação israelenses dispararam bombas de gás lacrimogêneo contra manifestantes palestinos e não palestinos desarmados, causando pânico em massa entre os manifestantes na maior fronteira entre a Cisjordânia e Israel.

- Eles nos viram claramente. Disse Sören Johanssen, um rapaz sueco que estava ao lado de Henochowicz quando ela foi atingida.

- Eles viram claramente que éramos estranjeiros e realmente parecia que eles estavam tentando propositalmente atingir-nos. Eles dispararam várias bombas contra nós uma após outra. Duas passaram perto de Emily, e a terceira atingiu o rosto dela.

Henochowicz é estudante de arte na prestigiosa Cooper Union, localizada no East Village, em Manhattan.

Henochowicz perdeu seu olho esquerdo depois de ser atingida diretamente no rosto com uma bomba de gás lacrimogêneo. Tais bombas são frequentemente usadas contra manifestantes na Cisjordânia ocupada.

Em Maio de 2009, o procurador do Estado de Israel ordenou à polícia israelense rever as suas orientações para dispersar manifestantes, após a morte do ativista, Bassem Abu Rahmah na aldeia de Bilin, causada por um projétil de gás lacrimogêneo de alta velocidade.

Bombas de gás foram criadas como meio de dispersão de multidão, para serem atiradas indiretamente contra os manifestantes à distância. No entanto, as forças israelenses frequentemente as lançam diretamente contra os manifestantes e sem considerar uma distância especial.

Tristan Anderson, tinha uma porção de seu cérebro removida, mas seu prognóstico é ainda desconhecido. Os últimos relatórios mostram ele ainda hospitalizado mais de um ano depois que ele foi baleado.

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