Com a chegada do advogado, os policiais mudaram um pouco a postura, deixando a arrogância um pouco de lado, porém ainda sendo intransigentes em relação a permanência naquele local.

Os policiais alegaram que o Ministério da Justiça precisa daquela área livre para montar os palanques do sete de setembro, um dos indígenas perguntou se iriam montar o palanque no meio das arvores e como iriam fazer isso, foi apenas uma, das várias perguntas que não foram respondidas naquela manhã.

O prazo dado (07h30 da manhã) pelo comando da operação para os indígenas retirarem seus pertences estava se esgotando, quando os indígenas resolveram negociar o recuo pacífico para 50 metros ao sul, saíndo da frente do Ministério da Justiça e indo para frente do Palácio do Itamarati, o que foi aceito pelos policiais. Com essa, somam-se 4 mega operações policiais para retirada forçada do AIR sem sucesso, QUANTO O GOVERNO ESTÁ GASTANDO POR OPERAÇÃO: aluguel de alambrados, aluguel de caminhão para confiscar os pertences, pagamento de hora estra de funcionários da FUNAI, pagamento da empresa de limpeza tercerizada, ambulâncias, combustível, etc? Acreditamos que somando os valores das 4 operações policiais, das hospedagem em hoteis (É PRECISO ALGUÉM AVERIGUAR ESTA MÁFIA DOS HOTEIS DENTRO DA FUNAI - todo índio que chega em Brasília eles oferecem hotel, enquanto a casa do índio serve para guardar baratas e ratos - a máfia da passagem já foi denunciada), das matérias contra o AIR que o governo paga na midia, das gorjetas de corredor para funcionários da FUNAI irem no AIR tentar corromper indígenas e das propinas oferecidas às lideranças (na tentativa frustrada de corrompe-las) já daria o mais que SUFICIENTE para atender os 15 pontos de reivindicações do AIR.