| Projeto Vigilante espiona milhares de pessoas nos EUA. Por PRIVACIDADE 15/08/2010 às 21:32 Nos EUA existe um grupo de vigilantes chamado Project Vigilant (Projeto Vigilante). São centenas de hackers e experts em segurança/inteligência que, de forma secreta, vem espionando por mais de uma década o tráfego de 12 provedoras de internet nos EUA, criando perfis de pessoas suspeitas e denunciando-as ao FBI. Um de seus voluntários é Adrian Lamo, o hacker que entregou ao FBI e ao Exército dos EUA o soldado Bradley Manning, acusado de ter vazado documentos que comprovam crimes de guerra no Iraque para o site Wikileaks. No domingo, 1 de Agosto, na Conferência de Segurança Defcon, o diretor executivo do Projeto Vigilante, Chet Uber, disse que foi ele quem convenceu Adrian Lamo a entregar o soldado Bradley Manning ao FBI. Uber disse que Lamo trabalha desde 2009 como analista de "caracterização de adversário" para o Projeto Vigilante. Essa declaração desmente a história que Lamo vinha contando de que nunca tinha trabalhado como informante para o FBI ou outra agência do governo. De acordo com Chet Uber o Projeto Vigilante conta com cerca de 600 pessoas e ele espera conseguir ter pelo menos 1200 voluntários até 2012 e essa era uma das razões dele estar falando do projeto na conferência Defcon. De acordo com o artigo do site Salon alguns dos participantes do Projeto Vigilante são: Mark Rasch (que foi chefe da Unidade de Crimes da Internet do Departamento da Justica por 9 anos); Kevin Manson, (oficial aposentado da Homeland Security); George Johnson (que desenvolve ferramentas de segurança em troca de informações sensíveis entre agências federais para o Pentágono); Ira Winkler (ex-oficial da Agência Nacional de Segurança - NSA); e Suzanne Gorman (ex-chefe de segurança da Bolsa de Valores de Nova York). LEIA A MATÉRIA COMPLETA. Uma dos diversos métodos para conseguir informações do Projeto Vigilante inclui a coleta de informações de uma dúzia de prestadoras de serviços de Internet (ISPs) dos EUA. Uber se recusou a nomear essas ISPs, mas disse que por causa da política de EULA (End User License Agreement ou em português - Contrato de Licença do Usuário Final) que permite o compartilhamento das atividades dos usuários de Internet com terceiros, eles foram capazes de coletar os dados de forma legal. Com o acesso a tudo o que trafega por essas 12 provedoras eles são capazes de elaborar relatórios para as agências federais. No comunicado de imprensa do Projeto Vigilante diz que a organização tem acesso a mais de 250 milhões de endereços de IP e que podem "desenvolver relatos sobre qualquer nome, apelido na internet ou endereço de IP". O Projeto Vigilante também conta com a colaboração de pessoas "comuns", tipo aquelas que você deixa entrar na sua casa sem nenhuma desconfiança como o cara que vem arrumar o encanamento da cozinha ou algo de errado com o seu modem. Essas pessoas também colaboram com os relatórios feitos para as agências federais dos EUA. Na verdade, esse Projeto Vigilante é apenas uma organização de frente criada pela empresa BBHC Glboal LLC. Quando Chet Uber fez o seu anúncio na Defcon para "aliviar a barra" de Lamo (colocando a culpa nele próprio em convencer Lamo a entregar o soldado Bradley Manning aos federais) e conseguir mais voluntários para projeto, o site da BBHC mudou para outra página. Agora tem uma página estática com a famosa frase do filme Matrix da pílula azul e vermelha e se você clica na vermelha te leva para um site Drupal - terrívelmente feito de última hora - com apenas duas publicações. Sendo que uma delas é um artigo que começa explicando que Chet Uber não é a BBHC Global ou Projeto Vigilante e a BBHC Global e Vigilantes não são Chet Uber... Parece que não gostaram da atenção dada ao projeto por causa da fala de Chet Uber na Defcon. Entretanto, eles não negam a existência de tal projeto e parecem estar bastante otimistas com a possibilidade de conseguirem mais vigilantes. Poucos meios dos EUA deram importância para o assunto e parece que o governo não acredita que deve uma explicação ao povo norte-americano, pois não houve nenhum comentário das agências que utilizam o trabalho dos vigilantes. E há uma explicação para isso, este trabalho ajuda essas agências, já que não precisam mais passar pela burocracia jurídica necessária para conseguir espionar os cidadãos norte-americanos. E o mais assustador é que, aparentemente, nada disso fere a lei, já que os vigilantes conseguem legalmente essas informações e passam elas para as agências sem pedir nada em troca, simplesmente um trabalho de um "bom cidadão" como eles mesmos pregam.
>>Adicione um comentário Nova ordem mundial cada dia mais desvelada. -Esses caras lidam com terror, de quem, pra quem, de qual lado? -Esses caras acham que os terroristas usam a internet? -Esses caras não têm o que fazer! -Aqui na amazônia está cheio destes caras!? -É assim que se cria uma frente de combate ao terrorrismo? -É assim que se promove o desenvolvimento social? -É assim que se ganha a guerra?
No fundo acho que a internet é uma grande massificação, onde as pessoas estão cada vez mais aprisionadas a redes sociais, second life e gerações começam a sua infância em frente a uma tela de computador. Maquinizadas perdendo a sua humanização. De olhar no olho, de conversar ao vivo etc. E nós mesmos nos fichamos, colocamos o nosso perfil em facebooks da vida, pra quem quiser espionar ver. Nós nos deixamos espionar. Isso só mostra que a chamada "contra-reforma" na internet começou, o que se dizia antes da internet ser um ambiente de total liberdade nas atuações e movimentos, agora começa uma nova (não se sabe se curta) era de espionagem cotidiana.  | Uma das mais tenebrosas características do fascismo era justamente DENUNCIAR suspeitos, parentes, companheiros, esposos, namorados, colegas de trabalho, vizinhos e desafetos às autoridades públicas.
Sob o fascismo a paranóia do controle social quebra até os laços mais fraternos. Em nome da segurança a espionagem e a deduragem viraram a regra na Itália fascista, na Alemanha nazista, no Brasil getulista, na URSS stalinista e nos EUA macartista.
Nos EUA o fascismo não é novidade. Os norte-americanos apenas atualizaram tecnologicamente uma prática que foi largamente empregada nos anos 1950 e 1960. E eu duvido muito que esta prática tenha sido completamente abandonada dos anos 1970 em diante.
 | Não é de hoje que conhecemos a manipulação das instituições que compõem o suposto interesse que foi propositalmente desviado a fim de gerer a escasses, pois esta movimenta o crescimento do capitalismo. É possivel ter essa expèriencia com a mecânica monetária jogando Sim City Societies. Depois de um certo tempo administrando sua cidade ela só crescerá se permanecer em dívida constante. Isso escraviza a população e faz com que as pessoas trabalhem por necessidade e não por prazer. Os juros têm papel fundamental nessa balança da dívida geral da sociedade com os bancos- é com eles que se pode tirar valor da moeda corrente e assim criar mais dinheiro- o monetarismo capitalista de consumo não sobreviverá se todas as pessoas pararem de se endividar. Esse é o maior boicote aos bancos e ao capitalismo que se pode fazer. Comprar seus bens tecnológicos e de consumo imediato em espècie. Assim o dinheiro volta pra rua e sai dos cofres e do mercado negro.  | Não é de hoje que conhecemos a manipulação das instituições que compõem o suposto interesse que foi propositalmente desviado a fim de gerar a escasses, pois esta movimenta o crescimento do capitalismo. É possivel ter essa expèriencia com a mecânica monetária jogando Sim City Societies. Depois de um certo tempo administrando sua cidade ela só crescerá se permanecer em dívida constante. Isso escraviza a população e faz com que as pessoas trabalhem por necessidade e não por prazer. Os juros têm papel fundamental nessa balança da dívida geral da sociedade com os bancos- é com eles que se pode tirar valor da moeda corrente e assim criar mais dinheiro- o monetarismo capitalista de consumo não sobreviverá se todas as pessoas pararem de se endividar. Esse é o maior boicote aos bancos e ao capitalismo que se pode fazer. Comprar seus bens tecnológicos e de consumo imediato em espècie. Assim o dinheiro volta pra rua e sai dos cofres e do mercado negro.  | Esse tipo de coisa é comum vermos que acontece em lugares como China, Coréia do Norte, Egito e Arábia Saudita.
Mas se os EUA são tão democráticos, porque se utilizam de um expediente utilizado por ditaduras?
Depois do 11 de setembro, o governo dos EUA passou a se intrometer mais na vida das pessoas, igual a qualquer uma das ditaduras que eu citei.
Tomara que isso não aconteça no Brasil.  | É fácil perceber que por trás do Censo 2010 existe muito mais que o desejo de saber quantas pessoas existem no Brasil. Na verdade está clara a continuação da política de cotas como a instalação de um regime coletivista. A coletivização no Brasil segue o atalho de repartir os despojos tomados da classe média. É uma guerra de classes, mas essa guerra permanece no limite do médio baixo para o baixo, buscando-se aí uma equalização. A guerra não é promovida pelo governo para repartir grandes extenções de terra, propriedades e rendas milionárias. Não, essa reforma coletista pretende apenas repartir os bens conquistados em anos e décadas de trabalho da classe média. Faz parte dessa política manter os salários de médicos e professores ao nível de trabalhadores que possuem unicamente o ensino médio, quando o possuem. Também faz parte dessa política repartir todos os bens da classe média, sejam em habitação ou em investimentos educacionais. Isso já acontece, por exemplo, com as políticas de cotas para universidades.É pelo novo censo, fica claro que o objetivo agora será a extender a política de cotas para as resideências. Melhor explicado: a classe média terá de financiar a política de cotas não mais com vagas nas universidades, mas com partes dos seus imóveis. Isso é algum pesadelo, delírio de pequenos-burgueses aflitos? Não, isso é o que se pode interpretar da associação de iéias estabelicida pelo novo censo 2010, cujos itens são: propriedade de imóvel, raça e renda. Agora posso entender porque na antiga União Soviética a população sabotou os questionários do censo. Na intuição daqueles povos eles puderam perceber que essas informação só poderiam gerar maior opressão quando nas mãos de regimes opressivos (ou democracias de fachada, o que dá no mesmo).  | Hacker é o nome que se dá ao especialista de informática que dribla sistemas digitais ou mesmo os saboteia com objetivos FILANTROPOCOS. Ou seja, um Hacker é um ativista do bem. O Cracker é o nome que se dá ao especialista de informática que tem objetivos contrários ao bem comum, ou seja, ele tem objetivos maus: http://www.planetarium.com.br/planetarium/noticias/2000/10/971728492 http://pt.wikipedia.org/wiki/Hacker A oligarquia brasileira e mundial tenta, através de seus meios de comunicações de massa, desfazer essas distinções, já que para ela o Hacker (que visa os interesses comuns e portanto a justiça social) contraria seus interesses de dominação. Me parece que os especialistas de informática mencionados no texto deveriam ser chamados de Crackers. Temos que tomar consciência da manipulação de sentido que a oligarquia impõe a certos termos, a fim de confundir e conduzir o pensamento das massas. Concordam comigo? Pega mal, o CMI não se ligar neste aspecto!  | Acontece que tanto Adrian Lamo quanto os membros do projeto vigilante se nomeam como 'hackers' e não crackers. Ficaria mais confuso usar uma nomeclatura diferente da que eles mesmos usam no artigo.
Mas seria interessante colocar um 'ps' no final falando sobre essa diferença. Talvez dizendo algo do tipo: mesmo se nomeando como 'hackers' a classificação correta para o grupo acima seria 'crackers' e depois colocar a explicação publicada como comentário por Gelson. Talvez o conceito das expressões hacker e cracker citadas no texto, venham dos filmes estadunidenses onde as expressões fazem sentido nesses contextos. O grande problema é que o mundo virtual está acabando totalmente com nossa felicidade, em primeiro lugar, e também, com nossa liberdade individual. ESTAMOS FUDIDOS !!!  | Zé Ninguém escreveu: ''Talvez o conceito das expressões hacker e cracker citadas no texto, venham dos filmes estadunidenses onde as expressões fazem sentido nesses contextos.'' No texto só se fala em 'Hacker' e lamentavelmente não se usou a palavra 'Cracker'. Suponho que Hollywood teria a tendencia de usar a palavra 'Hacker' no sentido burguês, assim como - por falta de aviso - o autor do texto acima o fez, apagando as distinções para 'Cracker', segundo os interesses das grande corporações. Aqui se dá uma explicação para a origem da palavra 'Hacker': http://spqr.net.br/?page_id=103 Eu penso que o mundo digital está tornando as pessoas mais infelizes hoje não por ser o que é, mas por estar sendo usado com objetivos mercadológicos, de dominação. O texto acima dá um bom exemplo disso! Existe os que trabalham há anos para que essa tecnologia sirva para a felicidade de todos. É isso que levou o hacker Richard Stallman e seus companheiros a criarem o projeto GNU em 1984. Sua idéia era criar um sistema operacional livre, diferentel, portanto, dos sistemas operacionais do emburrecimento comercial como Windows do magnata Bill Gates. A guerra contra essa iniciativa boa não tardou a chegar. Essa guerra se dá também na definição dos termos, como Gelson referiu em seu comentário. É também parte dessa guerra de termos que a oligarquia mundial pratica a denominação equivocada do sistema operacional livre GNU, que hoje é denominado simplesmente de 'Linux', somente por Linus Torwals ter o núcleo que faltava ao sistema GNU. Falar em Richard Stallman (ou em software livre) é inconveniente para todos os que querem fazer da tecnologia digital um negócio comercial. Por isso enventam outros termos mais convenientes, como 'Open source' ou 'Linux', apagando o significado libertário e de compromisso social presentes nos termos originais. Se você usar Windows ou Mac, é como se fosse votar no 'PFL' da eleições brasileiras. A alternativa livre, apartidária, é GNU/Linux: inconveniente para as corporações que visam o lucro, por dar o poder de controle sobre o sistema ao próprio usuário -> você. Debian GNU/Linux: http://www.debian.org  | Ao comentarista autor do comentário "sobre hacker e cracker".
Você diz que os membros do projeto vigilante se nomeam como 'hackers' e não crackers e que ficaria mais confuso usar uma nomeclatura diferente da que eles mesmos usam no artigo.
Hitler também se dizia democrático e Maluf se diz honestíssimo.
Qual'é, Cara? Vamos se ligar
 | eita! o povo nao entendeu nda. Sim a definicao de Crackers e Hackers esta correta por quem publicou. Mas isso nao quer dizer que no texto acima o termo usado esta errado. Já que os 'vigilantes' nao estao 'crackeando' nada... eles conseguem as infos de forma LEGAL. Ou seja, são sim hackers e nao cracker. Com a diferenca da posicao politica deles, q trabalham para ajudar um governo imperialista....
Mas eles são hackers q possuem conhecimento e o usam para o q consideram 'bem p/ a nacao' a comcepcao do q é 'bem p/ nacao' pode ser diferente da q muitos possuem, mas para eles, eles estao ajudando o pais deles na luta contra o terrorismo..
Voltando ao que interessa, eles nao estao crackeando nada.... sao hackers q atraves de brechas legais das ISPs conseguem obter informacao para ajudar de forma voluntario o fbi na sua luta contra o terrorismo...
Crackers como foi bem explicado aqui, fazem algo malicio.. mas para a concepcao dos vigilantes e até mesmo do FBI/governo dos EUA eles nao estao fazendo nada malicio... entao por isso se consideram hackers...
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