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| | Nota de Falecimento
Faleceu nesta data, 20/08/2010, o ator e anarquista Francisco Cuberos Neto. Sapateiro na juventude, em 1940 Cuberos torna-se militante do Centro de Cultura Social onde conhece o anarquista e ensaísta Pedro Catallo que o apresenta ao teatro operário; torna-se rapidamente um dos principais articuladores do núcleo de teatro do CCS, o ?Laboratório de Ensaio?. No CCS, Cuberos viveu intensamente; ali conheceu Maria Martinez Jimenez, companheira de toda vida, e ali celebraram sua união. Mesmo afastado, o CCS jamais perdeu o alegre traço da sua militância. Cuberos morreu aos 86 anos. Quem o conheceu carrega a delicada imagem que dele fizera seu irmão Jaime: ?Passageiro de um barco sem ponto de saída nem ponto de chegada, /homo viator/ em busca permanente da superação?. Saudades dos companheiros do Centro de Cultura Social. Agosto, 2010 Centro de Cultura Social de São Paulo
Pepe: um canalha fazendo peso na Terra Esse coliforme fecal nem sabe quem era o cidadao enfocado no artigo e o ofende chamando-o de vagabundo. Vagabundo eh vc seu microbio. Que entra todo dia no CMI pra ofender os outros e mentir, como meretriz direitalha que vc eh. Esse canalha do Pepe soh serve pra consumir agua, oxigenio, cagar e fazer peso na Terra. Nos avise quando vc for bater as botas pra gente comemorar, ok? outro Outro vagabundo, agora o chamado vingador. Se ele era um anarquista, bom sujeito não era, e com toda certeza não produzia o que consumia. Se era um anarquista automaticamente era um igual aos demais e como dentro destes movimentos só tem vigaristas, golpistas e vigaristas eu acredito que ele não era uma ovelha negra e sim um igual, ou existe algum anarquista trabalhador? Quanto ao argumento do vingador, pod3e chamar qualquer pessoa descente de qualquer coisa emnso de anarquista, essa seria a moir ofensa. O retardado não percebeu que deletaram o meu anexo e mesmo assim o retardado comenta o mesmo quando que ele não existe. Isso é proprio de vigarista digo anarquistas. (A) pepe voce fala muito na internet, nao tem mais o que fazer do que provocar,julgar milhares de pessoas que nao sabe nada sobre e perder seu tempo... com certeza voce nao tem coragem de falar tudo isso na frente de um anarquista, nao tem argumento nenhum... só pra lembrar que ainda existimos e somos muitos no mundo apesar de voce nao saber... Gentileza @Pepe: Faça a gentileza de enfiar suas palavras no centro do seu anus! Seu comédia covarde! Rafael Outro canalha e vigarista que no dia em que morrer com toda certeza os trabalhadores ficarão felizes. Os vagabundos tipo ele vão perder um camarada com calo na bunda de taqnto ficar sem fazer nada e tentado viver as custas dos outros. Va trabalhar vagabundo. Va descobrir que é teu pai fdp, pois anarquista que se preze tem que ser um filho da puta. Quem gosta de trabalho é masoquista Infelizmente, a única leitura possível para os comentários sem propósito do direitista Pepe é que ele provavelmente foi currado por um jovem anarquista em sua infância patrícia; seu ego está ferido. Papai deve ser um burguês que abandonou a mãe. Vive com complexos e por isso deseja matar simbolicamente o pai que não lhe cultura, tampouco informação e conhecimento sobre a história do país e dos brasileiros. Conheci pessoalmente os irmãos Cuberos e devo parte de minha dignidade como ser humanos às boas conversas que pude usufruir no centro de cultura anarquista do Brás, na década de 1980. Viva o anarquismo! Que vivam em nossa memória o exemplo de vida dos Cuberos! PS: a você Pepe, que gosta do trabalho, que não é vagabundo, a origem da palavra vem de TRIPALIUM, instrumento de tortura usado na idade média, uma espécie de tripé formado por três estacas cravadas no chão na forma de uma pirâmide, no qual eram supliciados os escravos. Quem gosta de trabalho é masoquista, sr. Pepe. Eis a sua fraquesa. Gosto não se discute. Respeito Em respeito ao ANARQUISTA! e antes de tudo terráqueo de igual caráter libertário. Uma perda e uma eterna inspiração. Eu, Ator e Anarquista Eu, Ator E Anarquista Através do teatro libertário, cheguei ao anarquismo. Ao tanger, compreender e sentir a mais elevada concepção de vida social e humana que as utopias projetaram, compreendi e senti quão nobre, generosa e emancipadora é a missão do ator. Todas as injustiças, todas as misérias da sociedade em que vivemos com seus privilégios e ambições de poder, todas as paixões que emergem da intensa gama de contradições que refletem o comportamento e a psicologia humana, desfilam pelos textos representados no teatro. Esta complexa realidade é assumida pelo ator que, através de suas personagens e de suas interpretações, passa para o público mensagem que pode ser transformadora quando desperta uma centelha de revolta, que consola quando transmite um sentimento de solidariedade, de esperança e de bondade, que pode provocar o riso e a alegria mas que terá sempre uma perspectiva política. Para mim o teatro tem uma essência libertária e o ator, mesmo sem uma adesão racional é, em certo sentido, anarquista. O ator tem que compreender e sentir a realidade em que vive e será mais livre, na medida em que suas decisões forem pessoais. Isso dependerá de seu desenvolvimento intelectual e afetivo e do fortalecimento de sua vontade, será o resultado de todo um processo educativo, político, físico, intelectual, afetivo e volitivo. Sua liberdade é relativizada pela convivência e interação com os outros. Ser livre não é fazer tudo o que ser quer, mas querer tudo o que se faz. Ao adotar um padrão de valores onde todos os interesses se subordinam a princípios éticos e a liberdade fundamental, a solidariedade, constituindo-se em premissa básica para o desenvolvimento do potencial criativo do ser humano (um dos aspectos mais gratificantes da vida), me posiciono contra as instituições opressoras. Sou contra o Estado e os organismos que o sustentam com todas as suas imposições: o voto obrigatório, o serviço militar obrigatório e as mil sujeições obrigatórias. Sou contra todas as castrações, limitações e restrições que anulam a personalidade humana. Como anarquista, sou contra os organismos que sustentam e reproduzem um sistema de exploração e opressão do homem: partidos políticos, com a imbecilidade caricata de seus profissionais; instituições militares, policiais, judiciais, educacionais e religiosas a serviço de um sistema que corrompe e ofende a dignidade humana. Como ator, penso no teatro como um agente de transformação e não reprodutor de uma sociedade dirigida contra as mais legítimas aspirações do homem. Penso na mensagem poderosa que o teatro sempre transmitiu, na consciência crítica que o forma, através da história, desde a Grécia até a modernidade. Penso em Ésquilo, Sófocles e Eurípedes; Shakespeare, Moliére e Ibsen; Tchekhov, Brecht, Lorca e tantos outros que refletiram os conflitos humanos de suas épocas, com tragédias, dramas, comédias, mas também transmitiram o universal da existência humana. O ator foi sempre o porta-voz da mensagem, dando significado a seu texto, na medida da consciência de sua realidade e de sua perspectiva futura. Para mim, ator e anarquista, a maior gratificação, a grande recompensa de cada instante de minha existência é o júbilo que a busca permanente das possibilidades humanas proporciona. A limpidez da alma na busca da superação, transmitindo o otimismo de um peregrino do ideal, de um militante da alegria, contente de viver, de estar no meio da procela, porque ainda há muito amor entre os homens. Cuberos Neto P.S.: Texto encontrado no Centro de Mídia Independente de Portugal: http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/2178 Não Alimente o Troll Ignorem o Pepe, deixem ele falar, o que ele quer é atenção, disseminar ofensas, agir como um troll comum.
Lembrem: Um troll ignorado é um troll morto.
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