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| | Lançamento da Outra Campanha Sul
No domingo, dia 5 de agosto, o Largo Zumbi dos Palmares, em Porto Alegre foi tomado por atividades políticas e culturais para o lançamento da Outra Campanha Sul. O evento teve participação de indivíduos, coletivos e movimentos autônomos do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. A Outra Campanha é uma articulação aberta a quem se interessa por construir outra forma de fazer política, com base na democracia direta e na luta dos de baixo. Tendo como horizonte comum a construção coletiva do poder popular, a campanha deve trabalhar para resgatar e colocar em prática os direitos que foram historicamente conquistados a partir da batalha contra as elites políticas e econômicas. A Outra Campanha Brasil é inspirada em La Otra Campaña organizada pelos zapatistas e espalhada pelo mundo. O ato de domingo começou com a montagem coletiva da geodésica e a apresentação do grupo de teatro popular Levanta Favela com a peça ?Futebol nossa Paixão: Pra falar de política, futebol e religião?. O espetáculo é uma criação coletiva para teatro de rua que se propõe a discutir as consequências que um megaevento do porte da Copa do Mundo pode trazer para o povo. Após a peça, o evento seguiu com apresentações de bandas e intervenções de movimentos, coletivos e indivíduos. Durante o evento foram vendidos livros, alimentos e bebidas. Participaram do evento militantes da Resistência Popular (RS), Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela (RS), Coletivo Luta de Classes (PR), Ocupa POA (RS), Utopia e Luta (RS), Muralha Rubro Negra (RS), Coletivo Até o Talo (RS), Sindicatos dos Municipários de Porto Alegre - SIMPA (RS), Sindicatos dos Municipários - SIMCA (RS), Quebrando Muros (PR), Estágio Interdisciplinar de Vivência - EIV (SC), Coletivo Bandeira Negra (SC), Grupo de Estudos de Idéias e Práticas Anarquistas - GEIPA (SC), Movimento Passe Livre - MPL (Florianópolis/Joinville -SC) e voluntários Rádio Tarrafa FM Livre (SC) e CMI Florianópolis (SC). Fotos: Montagem da geodésica I | Montagem da geodésica II | Levanta Favela I | Levanta Favela II | Bandas e Intervenções | Persona no grata
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A luta e o preconceito contra gays no Brasil A luta e o preconceito contra gays no Brasil Um em cada quatro brasileiros é homofóbico, de acordo com pesquisa. Por Vivian Vasconcellos ?Sucesso.? Foi assim que Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) definiu em uma palavra a 1ª Marcha Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia, que aconteceu nesta última quarta-feira,19, em Brasília. O presidente comemora o apoio para a execução do Plano Nacional LGBT, em que 14 dos 18 ministérios solicitaram audiência na ocasião. Com cerca de 3 mil pessoas, os organizadores enfatizaram a conquista do objetivo da marcha, de reivindicação. ?Teve um caráter político, de mobilização social e cobrança, um pouco diferente da característica das paradas, e os jovens, maioria no evento, entenderam isso?, comenta o coordenador da Marcha e presidente do grupo de movimento gay Elos, de Brasília, Evaldo Amorim. Um em cada quatro brasileiros é homofóbico. Os dados são da pesquisa nacional ?Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil. Intolerância e respeito às diferenças sexuais nos espaços público e privado? realizada pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com Rosa Luxemburg Stiftung, em 2008. Em matéria publicada no jornal O Globo, o coordenador da pesquisa, o sociólogo da USP Gustavo Venturi diz que as pessoas não têm constrangimento em assumir o preconceito contra LGBT. O motivo seria uma ausência de crítica da sociedade em relação a esse comportamento. Mentira! Escreveram acima que um em cada 4 pessoas, que representa 25 % da população brasileira são homofônicos, eu garanto que isso é uma mentira, uma mentira deslavada gerada por alguém que desconhece a realidade. Eu sugiro que se faça uma enquete ou talvez até uma pesquisa mais a profundade junto aos casais em que a mulher esteja gravida, pergunte tanto para o homem quanto para a mulher qual o sexo que gostaria que o filho(a) em gestação tivesse. Com toda certeza mesmo entre aqueles que ja possuem varios filhos, não existira um unico caso em um milhão que seria 0,000001 % que dira, "já tenho dois filhos, 3 filhas, então agora gostaria que nascesse um LGBT. não vote , lute! seguimos sem desvios, sem deformações e sem ilusões !
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