| Crescendo abaixo da média nos últimos anos, o Brasil passou o Reino Unido. Pq? Por Hermes Amaral 05/11/2012 às 10:19 Nos últimos anos o Brasil sempre tem crescido abaixo da média mundial. Apesar desse pífio crescimento, desbancou o Reino Unido, saindo da sétima e vindo para a sexta posição dos países mais ricos do mundo. Qual a explicação para essa aparente contradição? Porque, em vez de assumir o posto de sexta economia do mundo, desbancando o Reino Unido, o Brasil não foi desbancado pela Itália, oitavo país mais rico do mundo?
Há alguma explicação plausível para essa aparente contradição?
A Itália pode ter crescido menos do que o Brasil nos últimos anos. Mas a explicação da ascenção econômica do Brasil está numa melhor, ainda que tímida, distribuição da renda. Enquanto os países que mais têm crescido nos últimos anos tem investido mais em máquinas e equipamentos, em capital constante, poupador de mão-de-obra, o Brasil tem investido mais na contratação de trabalhadores, em capital variável. Assim, enquanto os países que mais crescem mantém estável seus níveis de emprego ou têm queda desses níveis, o Brasil está criando postos de trabalho e reduzindo os contratos informais de trabalho. Isso tem contribuido para a expansão do mercado interno, dando margem para um crescimento lento mas sustentável.
Se, concomitantemente a essas medidas, o Brasil tivesse reduzido a jornada de trabalho da classe operária, já teria desbancado a França, dando uma melhor qualidade de vida à sua população e expandido ainda mais seu mercado interno, contribuindo ainda mais para o crescimento econômico.
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria É enganosa a melhoria da distribuição de renda no Brasil, pois é ainda um dos piores do mundo nesse quesito. Não houve aumento da renda de renda da população, pois não houve profunda mudança, por exemplo, na distribuição das terras (reforma agrária), o país é dependente de capital externo (não temos indústria nacional forte) e a classe média continua pagando a conta com alta carga tributária. Ademais, o governo arrecada enormes valores cobrando tributos sobre o consumo, onerando a classe média e os pobres. Assim, não tem desenvolvimento nosso país. "Tá vendo o que dá não estudar? Irrigador 14/03/2012 14:02
[...] Quer dizer então que, pela tua olímpica visão, distribuir dinheiro público sem contrapartida e sem retorno é uma decisão sábia e socialmente correta ( tenta conseguir mão de obra para trabalhar nos estados onde a tal da bolsa família é a renda dos habitantes )?? [...]" O Brasil passou a Inglaterra porque ele cresceu demais ou porque a Inglaterra decaiu demais?
Como o próprio autor disse que o Brasil cresceu pouco, fico com a segunda hipótese! Para não ser devorado pelo Urso, o Brasil não precisa correr mais rápido do que ele, o Brasil só precisa correr mais rápido do que o Reino Unido.
Enquanto a exclusão social avança a passos de gigante na Grã-Bretanha, ela diminui no Brasil a passo de tartaruga no Brasil. O Reino Unido perdeu sua sexta posição porque investia em tecnologias não para aliviar a labuta dos trabalhadores, mas para tomar seus postos de trabalho e aumentar seu grau de exploração, já que a maior produtividade do trabalho ocasionada pelas máquinas e equipamentos modernos, não faz aumentar o salário dos trabalhadores nem dimuir sua jornada de trabalho, mas apenas desempregá-los e aumentar a produção ao mesmo tempo em que baixa o número de consumidores, já que muitos trabalhadores perdem seus empregos para as máquinas.  | O Brasil tem crescido, mas menos do que a média dos países emergentes. Se passou a Inglaterra, foi porque a Inglaterra passa por um momento de recessão. Mas é uma análise vazia comparar o PIB do Brasil com o PIB de países como a Inglaterra e Itália, pois trata-se de quantias brutas, que não fazem nenhum sentido se mostradas fora do contexto específico de cada país. A Inglaterra e a Itália têm muito menos habitantes que o Brasil, de modo que o PIB per capita desses países é muito maior, só para começar.
Não há nenhuma relação entre crescimento do PIB e distribuição de renda. Na época do Médici, houve um grande crescimento do PIB, paralelo a uma piora na concentração de renda. Mas o povo ficou satisfeito porque melhorou de vida em termos absolutos. Para quem vive na pobreza, o que importa é o absoluto, e não o relativo. Maior crescimento do PIB significa mais comida na geladeira, mais roupa para vestir, reforma na casa, até mais cerveja para beber. Distribuição de renda é apenas uma estatística.
Dizer que o Brasil está reduzindo o desemprego porque não investe na automação é no mínimo um chute, mas de fato uma sandice. O grau de automação só tem aumentado em todas as indústrias. A única conseqüência de desprezar automação é perder competitividade, a fábrica quebra e desemprega uma porção de gente. O próprio Marx dizia em seu tempo que o único mal que as máquinas fazem ao trabalhador é pelo fato de não estarem sob o controle destes.  | PIB per capita?
Já que renda per capita da China é bem menor do que a da Suiça, por exemplo, então devemos concluir que a China não é a segunda maior economia do mundo. Certo, Mundim?
Não se falou que existe relação entre crescimento do PIB e distribuição de renda. Falou-se que existe relação entre distribuição de renda e crescimento do PIB. Maior crescimento do PIB não significa necessariamente melhoria da qualidade de via. Já a melhoria da qualidade de vida implica necessariamente crescimento da economia, pois cria mais demanda efetiva, uma das condições do aumento dos investimentos produtivos.
Não se afirmou que o Brasil está reduzindo o desemprego porque não investe na automação. Se você reler o texto e os comentários, se dará conta de que foi dito que o aumento da automação servido para aumntar o poder aquisitivo do trabalhador, ainda que de forma mínima. Se servisse também para reduzir a jornada de trabalho, o nosso mercado interno estaria muito maior.
O aumento da automação com a finalidade única de aumentar o grau de exploração do trabalhador e aumentar a competitividade só tem gerado desemprego e super-produção. O problema não é a tecnologia, é o uso excludente que se faz dela. Ela deve cooperar com o trabalhador, não concorrer com ele.
 | Orra meu, fico impressionado com a incapacidade de vocês fazerem construções lógicas minimamente coerentes...
"Já que renda per capita da China é bem menor do que a da Suiça, por exemplo, então devemos concluir que a China não é a segunda maior economia do mundo. Certo, Mundim?"
É claro que a China é a segunda economia do mundo, os números provam isso. Mas o padrão de vida da população está longe do padrão de vida dos habitantes da Suíça, cuja PIB per capita é bem maior. Na verdade, até o Brasil tem um PIB per capita superior à da China.
"Maior crescimento do PIB não significa necessariamente melhoria da qualidade de vida. Já a melhoria da qualidade de vida implica necessariamente crescimento da economia..."
Ué, crescimento da economia e crescimento do PIB não são sinônimos? Se você não discorda disto, vou reescrever sua frase substituindo crescimento da economia por crescimento do PIB:
"Maior crescimento do PIB não significa necessariamente melhoria da qualidade de via. Já a melhoria da qualidade de vida implica necessariamente crescimento do PIB"
Você disse: A não é igual a B, mas B é igual a A... Ou será que você trocou causas com conseqüências, e está querendo dizer que a melhoria da qualidade de vida é que causa o crescimento do PIB? Será que gastar mais faz meu salário aumentar?
"Se servisse também para reduzir a jornada de trabalho, o nosso mercado interno estaria muito maior"
Então é assim: se o trabalhador produz menos, o mercado interno aumenta? Expansão do mercado interno pressupõe que a demanda de tal mercado será atendida, o que só é possível se a automação aumentar a produtividade. Mas se o aumento da produtividade for anulado pela diminuição da jornada de trabalho, o saldo será nulo: no fim, a quantidade produzida será a mesma de antes. De que adiantou a automação?
"O aumento da automação com a finalidade única de aumentar o grau de exploração do trabalhador e aumentar a competitividade só tem gerado desemprego e super-produção..."
A finalidade não é só aumentar o grau de exploração do trabalhador, mas também aumentar o grau de consumo desse mesmo trabalhador, pois a maioria dos consumidores dos produtos que saem da fábrica do burguês é formada por trabalhadores, e não por outros burgueses. Produzir em grande escala ítens baratos para o consumo dos pobres sempre deu mais lucro aos porcos capitalistas do que produzir em pequena escala ítens caros para o consumo dos ricos.  | Fui condenado a fazer esse trabalho de Sísifo. Sempre reduzir a pó o amontado de falácias mundinianas.
Se é uma análise vazia comparar o PIB do Brasil com o PIB de países como a Inglaterra e Itália, pois tratam-se de quantias brutas, que não fazem nenhum sentido se mostradas fora do contexto específico de cada país, pela mesma lógica é uma análise vazia comparar o PIB da China e o da Dinamarca, por exemplo, pelos mesmos motivos. Assim, devo concluir que a China não é a segunda maior economia do planeta e o Brasil não é a sexta.
Crescimento do PIB e crescimento da economia são sinônimos. 3X4=12. 4X3=9+3.
Eu não afirmei que A não é igual a B nem que B é igual a A. Eu sustentei que A não implica B mas B implica A. Países que tem crescido a taxas acima da média não tem melhorado a qualidade de vida de suas populações em proporção com essas altas taxas de crescimento, já o Brasil, que tem crescido abaixo da média, tem melhorado a qualidade de vida de sua população proporcionalmente a esse baixo crescimento. Aliás, é essa tímida melhoria que tem mantido o Brasil à margem da crise.
Eu nem acredito que eu tò defendendo essas migalhas do banquete burguès que estão sendo atiradas aos trabalhadores. Quem me viu, quem me vê.
O que aconteceria se os trabalahdores gastassem o mínimo de seus salários? O Senhor já ouviu falar no paradoxo da poupnaça, né, Seu Pedro?
Se a produtividade do trabalho aumenta e a jornada de trabalho diminui, a quantidade produzida não cai, exceto se a redução da jornada for mais do que proporcional ao aumento da produtividade do trabalho.
O aumento da produtividade do trabalho sem ter como contrapartida a redução da jornada de trabalho faz baixar os custos de produção dos capitalistas, possibilitando-lhes vender seus produtos e serviços mais barato do que seus concorrentes. Mas essa redução dos preços é anulada pelo aumento do desemprego. O aumento do desemprego acirra a concorrência entre os trabalhadores, pressionando para baixo os seus salários.  | "Com a técnica moderna seria possível distribuir o lazer de forma justa, sem prejuízos à civilização. A técnica moderna tornou possível diminuir enormemente a quantidade de trabalho necessário para assegurar as necessidades vitais para todos. Isto se tornou óbvio durante a Primeira Guerra Mundial. Naquele tempo todos os homens nas forças armadas, e todos os homens e mulheres envolvidos na produção de munição, e todos os homens e mulheres envolvidos com espionagem, propaganda de guerra ou escritórios governamentais relacionados com a guerra foram tirados de ocupações produtivas. Apesar disto, o nível geral de bem-estar entre assalariados não-qualificados do lado dos aliados era mais alto do que antes ou mesmo depois da Guerra. O significado deste fato era escondido pelas finanças: empréstimos fizeram parecer que o futuro estava nutrindo o presente. Mas isto, é claro, seria impossível; um homem não pode comer um pão que não existe. A guerra mostrou conclusivamente que, através da organização científica da produção, é possível manter as populações modernas em razoável conforto com uma pequena parte da capacidade de trabalho do mundo moderno. Se, ao final da guerra, a organização científica que foi criada para liberar homens para as guerras e produção de munição fosse preservada, e a jornada de trabalho fosse reduzida para quatro horas, tudo teria ficado bem. Aos invés disto, o antigo caos foi restaurado, aqueles cujo trabalho era necessário voltaram às longas horas de trabalho, e o restante foi deixado à mingua no desemprego. Por quê? Porque o trabalho é um dever, e um homem não deveria receber salários proporcionalmente ao que produz, mas proporcionalmente à virtude demonstrada em seu esforço."
Bertrand Russell, Elogio ao Ócio  | Eu tenho certeza absoluta que se o Mundim emitir uma opinião socialista/marxista usando outras palavras o pessoal socialista/marxista vai rejeitar pelo simples fato de ter sido o Mundim a ter afirmado.
Existem alguns esquerdistas que dão o braço a torcer pela boa argumentação e demonstração dos fatos. Outros que são obstinados e aceitam o socialismo como uma doutrina rigorosa, não fazendo jamais uma tentativa de provar para si mesmo se realmente não existe nada superior ao socialismo. Esses jamais tentam refutar a própria ideologia a fim de saber se ela é firme mesmo.
Agora existe um terceiro tipo de esquerdista, que é o esquerdista do CMI. Basta alguém escrever qualquer coisa tipo 1+1 =2 assinando com o nome Pedro Mundim ou Pingo que eles vão dizer que é besteira.
 | No texto eu escrevi que:
"Enquanto os países que mais têm crescido nos últimos anos têm investido mais em máquinas e equipamentos, em capital constante, poupador de mão-de-obra, o Brasil tem investido mais na contratação de trabalhadores, em capital variável."
No seu primeiro comentário o Mundim afirmou que:
"Dizer que o Brasil está reduzindo o desemprego porque não investe na automação é no mínimo um chute, mas de fato uma sandice. O grau de automação só tem aumentado em todas as indústrias."
Afirmar que 'o Brasil tem investido MAIS na contratação de trabalhadores, em capital variável', equivale a afirmar que ele não investe em automação, que o grau de automação não tem aumentado nas indústrias?
O Mundim tá apelando e o fã dele ainda vem dizer que eu é que tô errado. No seu desespero por não poder refutar os fatos, o Mundim reconhece que as expressões 'crescimento do PIB' e 'crescimento da economia' são sinônimas e diq que eu estou errado porque uso uma expressão sinônima da outra é mole?
O Mundim quer dizer que o Brasil estaria bem melhor do que está se a riqueza estivesse mais concentrada do que está, e o Capadócio ainda concorda com ele.
Eu tenho certeza que se o Mundim afirmar que osta é caviar, esse comentarista come até à saciedade, acreditando que realmente é caviar, e ainda pede bis.  | O Comunismo é a fase superior do Socialismo.
Leia Crítica ao Programa de Gotha e deixe de falar verborragicamente sobre o que você ignora.  | Falácia do espantalho Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa A falácia do homem de palha (também falácia do espantalho) é um argumento em que a pessoa ignora a posição do adversário no debate e substitui por uma versão distorcida e exagerada, e que representa de forma errada esta posição. A falácia existe quando a distorção é proposital, de forma a tornar o argumento mais facilmente refutável, ou quando é acidental, quando quem usa a falácia não entendeu o argumento que quer refutar. Nesta falácia, a refutação é feita contra um argumento criado por quem está atacando o argumento original, e não é uma refutação deste argumento original. Para alguém que não esteja familiarizado com o argumento original, a refutação pode parecer válida, como refutação daquele argumento. http://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A1cia_do_espantalho#cite_note-nizkor.straw.man-0 O Mundim recorreu a essa falácia várias vezes no seu comentário. Só não sei se foi proposital ou se foi acidental. Seja como for, seus argumentos não deixam de ser falaciosos.  | A esquerda sempre contestou o louvor ao PIB, até porque ele próprio é uma deformação da realidade econômica de um país, não por acaso entrou no lugar do PNB que era mais aproximado da realidade local, ainda que com problemas.
Agora entro aqui e vejo o liberal Pedro Mundim questionando o PIB brasileiro e os esquerdistas defendendo!
Está tudo invertido! Se estivesse ainda entre nós, o nosso querido e saudoso Ray provavelmente, com aquele jeito que lhe era peculiar, chamaria esses esquerdistas de "esquerda perdida"!
E estaria coberto de razão! Incrédulo, você não entendeu, Meu Filho.
Eu não estou defendendo PIB, estou defendendo a redução das desigualdades sociais, que pode ocorrer mesmo sem o aumento do PIB.
O Mundim, ao contrário, é que coloca o crescimento do PIB como condição suficiente para a redução das desigualdades sociais e da pobreza.
Releia com atenção prá ver se a ficha cai.
O Pedro Mundim está defendendo que as desigualdades sociais sejam mantidas se não houver crescimento do PIB.
Você concorda com ele, Incrédulo? O povo fica satisfeito ao melhorar de vida em termos absolutos. Para quem vive na pobreza, o que importa é o absoluto, e não o relativo. Ok.
Mas reduzindo-se a pobreza do trabalhador em relação ao capitalista, a pobreza absoluta do primeiro também não diminui?
Então, importa, sim, o relativo para quem vive na pobreza.  | "Danuza Leão, que foi esposa de Samuel Wainer, o criador do Última Hora - principal veículo de resistência ao cerco udenista contra Vargas nos anos 50, lamenta a ascensão do consumo de massa no Brasil. Não por ter restrições ao consumo. Mas porque ficou difícil 'ser especial' nesses tempos em que 'todos têm acesso a absolutamente tudo, pagando módicas prestações mensais', explica na coluna que assina na Folha. Musicais na Broadway perderam a graça, afirma, não pelo gosto duvidoso do que se oferece ali. "Por R$ 50 mensais, o porteiro do prédio também pode ir", lamenta-se. "Enfrentar 12 horas de avião para chegar a Paris, entrar nas perfumarias que dão 40% de desconto, com vendedoras falando português e onde você só encontra brasileiros - não é melhor ficar por aqui mesmo?", questiona desolada diante das cancelas decaídas. As raízes desse desencanto com o Brasil, personificado na elite caricatural assumida por Danuza, encontram uma explicação resumida no relatório da consultoria Boston Consulting Group (BCG)', divulgado nesta 3ª feira. O estudo compara meia centena de indicadores econômicos e sociais de 150 países, coletados junto ao Banco Mundial, FMI, ONU e OCDE. O Brasil emerge desse mosaico como a nação que melhor utilizou o crescimento econômico dos últimos cinco anos para elevar o padrão de vida e o bem-estar do seu povo. O PIB brasileiro cresceu a um ritmo médio anual de 5,1% entre 2006 e 2011. Mas os ganhos sociais obtidos no período se equiparam aos de um país que tivesse registrado um crescimento explosivo de 13% ao ano, diz a análise. Ou seja, para efeito de redução da pobreza as coisas se passaram como se o Brasil tivesse crescido bem mais que a China nos últimos cinco anos. O salto na qualidade de vida da população, segundo a consultoria, decorre basicamente da prioridade implementada à distribuição de renda no período. Algo que Danuza Leão intui em meio às dificuldades crescentes para se distinguir do porteiro de seu prédio. As diferenças entre eles naturalmente continuam abissais. Mas registraram a queda mais rápida da história brasileira nos anos Lula, quando a pobreza recuou à metade e 97% da infância foi para a escola..." http://cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=6&post_id=1147
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