| PROPAGANDOMETRO Por Fábio de Oliveira Ribeiro 05/11/2012 às 14:08 Fábio de Oliveira Ribeiro O empresariado brasileiro adora dizer que paga muitos impostos, apesar de sonegar parte deles e de fazer os consumidores pagarem os tributos embutindo-os nos produtos. A corrupção é um problema e também encarece os produtos, pois de uma maneira ou de outra acaba sendo paga pelos consumidores. Não é a toa que o economista Willian Easterly diz que corrupção é uma espécie de tributo paga pela população e que não reverte em benefício público http://jornaldedebates.uol.com.br/debate/quando-vai-acabar-corrupcao-no-brasil/artigo/corrupcao-crescimento. Mas há um outro tributo que a população paga e que encarece os produtos comercializados: a PROPAGANDA. Além de encarecer os produtos, a PROPAGANDA sustenta o sistema de mídia através do qual o empresariado difunde suas propostas políticas que quase sempre implicam em prejuízo para a maioria da população. Pois bem. O empresariado sonega imposto, transfere-o para a população e tem o seu IMPOSTOMETRO. A população paga tributos, corrupção e propaganda embutida nos produtos, mas não tem o seu PROPAGANDOMETRO. PROPAGANDOMETRO, adote esta idéia anti-capitalista que ajudará a reduzir a carga de propaganda que pagamos para sustentar a mídia decrépita que sustenta as propostas políticas do empresariado.
Email:: sithan@ig.com.br >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Vamos instalar um CAGALHÔMETRO para medir a quantidade de bosta que o Fábio de Oliveira Ribeiro produz anualmente no CMI.
A esta altura (novembro) já estaríamos na casa das centenas de milhares de toneladas de MERDA produzidas por este cérebro em processo avançado de decomposição.
Se o mundo fosse tão simples como a brincadeira de mocinhos e bandidos que este idiota propagandeia (aí sim, no sentido nocivo da palavra) a solução seria muito fácil.  | Caro Fábio,
Como fica então a China que é comunista e atualmente é a maior economia do mundo capitalista ? Lá na China e fora dela faz-se propaganda, e aí ?
O outro lado da moeda é Cuba. Não tem nada internamente para se fazer propaganda, exceto, a propaganda moribunda do moribundo Fidel. Cuba vive de pedir esmolas a Venezuela. Antigamente, vivia de pedir esmolas a Ex-URSS.
Se você é advogado e vive de honorários, deve saber que precisa de algum tipo de propaganda, talvez o boca a boca, o cartão de visita, etc.
Fábio você está se idiotizando e se alienando dia após dia, deixando de lado a sua terapia com o Dr. Who. Diante destes fatos, você ainda acha de que alguma credibilidade no CMI ?????? Nenhum dos comentaristas apresentou um argumento racional contra o PROPAGANDOMETRO. Portanto, a proposta foi aprovada e enviada aos Deputados, aos partidos políticos e sindicalistas. esse fabio é um maluco de gabinete. vive na solidão. tenham misericórdia desse cara. ele já tem o desprezo de todos. MANDE PRA TUA MÃE, PRO PAPA, PRO OBAMA, SARNEY, PRA PRESIDENTA, PRO BUSH,PRA PUTA Q T PARIU, IMPRESTÁVEL!  | Os pinguços mais antigos certamente lembram a musiquinha: "Ai tatu - Tatuzinho - me abre a garrafa - e me dá um pouquinho..."
Sem parar, nas rádios principalmente, dia e noite a propaganda desta cachaça, sucesso de vendas e de muitos pileques. A caninha em si nada tinha de excepcional, mas era a mais vendida na época. Pudera, do preço de venda, 70% era propaganda! Induziu muita gente ao vício da bebida forte. Mas se não fosse esta cachaça, seria outra, ou cerveja, ou uísque, ou conhaque etc.
Propaganda é a alma do negócio. Sem propaganda a Tatuzinho poderia ser 70% mais barata. Mas não venderia. São os cavacos do "livre mercado", se é obrigado a jogar dinheiro fora, sem alternativa. Praticamente tudo que é produzido, tem que existir marketing e propaganda. O que indiscutivelmente encarece o produto ou serviço.
Destes, alguns ainda são estatais, como água tratada, energia elétrica, esgoto etc., e de um modo geral não fazem propaganda. Médicos estão proibidos de fazer. Advogados, eticamente devem abster-se de propaganda ostensiva. Sem propaganda muitos corruptos e nulidades políticas nunca chegariam ao poder. Medicamentos receitados por médicos não podem ser propagandeados. Já para produtos e medicamentos de venda livre, é permitida.
Como a engraçada propaganda, afixada no interior dos bondes de antigamente: "Veja ilustre passageiro O belo tipo faceiro Que o senhor tem ao seu lado. No entanto, acredite Quase morreu de bronquite, Salvou-o RHUM CREOSOTADO"
Os laboratórios e fabricantes de medicamentos insistem muito, que sejam respeitados os direitos autorais, alegando que a pesquisa e desenvolvimento de medicamentos lhes custam milhões de dólares. Viram bicho quando se fala em quebra de patentes! O que não dizem é que gastam o triplo disso com propaganda. O marketing sai mais caro que a pesquisa e o medicamento. Como na cachaça Tatuzinho.
FHC, quando teve a brilhante idéia de privatizar a telecomunicação brasileira, argumentou que a concorrência iria beneficiar os consumidores com serviços mais baratos. A primeira coisa que as privatizadas fizeram foi solicitar à Anatel um aumento de tarifa. Pois que, devido à "livre concorrência" precisavam fazer propaganda. E o custo tinha que ser repassado para o consumidor!
Sacanagem mesmo, é a propaganda que induz crianças e adolescentes a encherem o saco dos pais, para que lhes comprem as muitas porcarias que vêem na televisão. É golpe baixo do merchandising, pois elas são facilmente influenciáveis. Os progenitores ficam entre a cruz e a espada. Negar implica em griteiro da criançada e sentimento de rejeição nos adolescentes. Pela bendita tranqüilidade familiar, os pais acabam comprando. Mais caro que os similares, por causa da custosa propaganda na televisão.
É assim a concorrência, o livre mercado. Os produtos são invariavelmente mais caros por causa da propaganda. Freqüentemente muito mais caros. Dinheiro jogado fora. Não precisaria ser assim, mas não tem jeito.
Em Cuba uma das coisas que mais chama a atenção é a total ausência de propaganda! Nada de placas, luminosos, folhetos, folders, anúncios em jornais e revistas, outdoors, rádio, televisão, nada. A não ser alguma propaganda visando os turistas estrangeiros. Não jogam fora, 70% do seu dinheiro.
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