É fato. São Paulo não tem mais governo estadual.

Todas as noites policiais e criminosos trocam tiros nas ruas, porque o governador não comanda a tropa ou a utiliza para executar suspeitos como se a CF/88 não proibisse a pena de morte.

Todas as noites a população se recolhe aterrorizada pela guerra noturno, com prejuízo para o lazer (e para os lucros dos comerciantes das casas noturnos).

Todas as noites nos telejornais vemos cenas gravadas por câmeras dos ataques que ocorreram no dia anterior.

Todas as noites os estudantes vão e retornam aos Colégios e Universidades amedrontados. Alguns deles já foram vitimados nas ruas e dentro de seus carros.

Todas as noites o governador diz no Twitter ou na TV que a situação está sob controle e na manhã seguinte a imprensa faz o obituário dos mortos e dá notícias sobre os feridos.

Todas as noites a guerra se renova, mas no dia seguinte nenhum veículo de comunicação (Folha, Estadão, Veja, Globo, Band, etc) responsabiliza o governador, seu Secretário de Segurança e Comandante da PM. A situação é de descontrole, mas todas as autoridades são inocentes como se não fossem responsáveis pela preservação da segurança da população.

Todas as noites os familiares dos policiais ficam apreensivos. Os familiares dos suspeitos executados pela polícia (e daqueles que resolveram pegar em armas contra os abusos da PM) também ficam terrificados.

Todas as noites o choro dos parentes das vítimas e os sorrisos do governador anunciando algum ação política que não tem nada a ver com segurança, que é o que interessa aos paulistanos.

Chega. São Paulo não precisa mais de Alckimin, pois ele não consegue governar nem duas quadrilhas de criminosos (o PCC e a banda podre da PM). Os cidadãos respeitáveis e respeitados do Estado de São Paulo exigem uma Intervenção Federal no Estado. Nós chamamos o Exército para cercar o comando da PM e para impedir a chacina nas ruas.