| São Paulo em transe Por Fábio de Oliveira Ribeiro 09/11/2012 às 09:12 "Lá vem a barca* atravessando o viaduto. Pareciam degoladores." Esta noite perdi o sono e resolvi reler SOBRE A VIOLÊNCIA, de Hannah Arendt. O que mais poderia fazer? Sair às ruas para matar e morrer como policiais e criminosos? Não faria isto, pois neste momento estas duas categorias em guerra já podem ser chamadas por um único nome: criminosos. Não tenho vergonha alguma de dizer que nada posso fazer para deter a "guerra civil" que ocorre toda noite nas ruas de São Paulo. Não apoio a violência dos criminosos, nem tampouco tolero a ferocidade terrorista e hedionda da PM de São Paulo. A CF/88 proíbe a pena de morte e este comando supremo e inquestionável se destina, ou deveria se destinar, a limitar o uso da violência pelos agentes do Estado. Mas não responsabilizo os soldados que matam e morrem, porque sei que eles cumprem ordens. Quem lava as mãos com o sangue dos paulistas mortos todas as noites são os coronéis da PM, o Secretário de Segurança Pública e o governador do Estado. Pela manhã separei alguns fragmentos do livro e enviei para o governador de São Paulo pelo Twitter. Esta é a minha modesta contribuição para a discussão. "A violência pode destruir o poder; ela é absolutamente incapaz de criá-lo." (SOBRE A VIOLÊNCIA, p. 74, Hannah Arendt) @geraldoalckmin_ Poder e violência são opostos: onde um domina absolutamente, o outro está ausente.SOBRE A VIOLÊNCIA, p 73, Hannah Arendt @geraldoalckmin_ "Onde os comandos não são mais obedecidos, os meios de violência são inúteis..." SOBRE A VIOLÊNCIA, p. 65, Hannah Arendt @geraldoalckmin_ "O domínio pela pura violência advém de onde o poder está sendo perdido." (SOBRE A VIOLÊNCIA, p. 71, Hannah Arendt) @geraldoalckmin_, médico que deve salvar vidas, governa fazendo cadáveres todas as noites. Não leu SOBRE A VIOLÊNCIA de Hannah Arendt? A cada dia fica mais evidente para todos (menos para os jornais e jornalistas que devotam uma fidelidade canina a quadrilha tucana) que Geraldo Alckimin comanda uma PM que já pode ser chamada de "esquadrão noturno da morte". Todas as noites, a PM tem produzido dezenas de cadáveres. Com raiva, os criminosos executam policiais de folga, o que também é lamentável e condenável. Do jeito que as coisas vão, em breve o governador de São Paulo terá que autorizar a construção de uma nova Fábrica Pública de Caixões e mandar contratar centenas de coveiros para enterrar todos os presuntos que a PM dele tem feito. Por isto, como cidadão responsável sugeri ao mesmo o início desta nova política pública: Ao invés de visitar uma fábrica de carros em Piracicaba, @geraldoalckmin_ deveria construir uma fábrica de caixões 'marca PM' em São Paulo. Quando eu era adolescente, foi lançada a música TERCEIRA GUERRA, cujo refrão pode ser muito bem ser considerado o hino da quadrilha tucana que comanda chacinas noturnas em São Paulo. "Eu vi a barca* atravessando a avenida Pareciam degoladores." http://www.youtube.com/watch?v=IM6nyZCRSX4&feature=relmfu *barca era como os paulistanos chamavam as viaturas da PM na década de 1980.
Email:: sithan@ig.com.br >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria É curioso o quanto o autor ressurgiu no CMI depois que J. Paulo abdicou da Prefeitura de Osasco.
Naturalmente, o autor ficou [Sem Rumo].
Daí, passou a ter uma raiva irada do PGR, dos Min. do STF, da imprensa, de qualquer um que apoie punição contra os Mensaleiros. Vê-se que a uma busca por vingança e não por punição àqueles partidos que militaram na corrupção, como o DEM e o PSDB.
Percebe-se que o autor está altamente ideologizado e alienado, tal a intensidade que ele não enxerga o mal que Dirceu, Genoíno, Delúbio, J.P e outros fizeram ao País.
A doença da qual o autor sofre é de esquerdofrenia-petista. Algo que após os 30 anos de idade, sabe-se não ter cura.  | Não só não perdi o rumo, como estou tentando fazer jornalistas indicarem o rumo certo para o chefe de esquadrão de morte noturno que governa São Paulo. @luisnassif Ainda não vi nenhum jornalista perguntar ao Alckimin se ele disputa o jogo "quem matará mais governados" com o Assad da Síria. Quando @VEJA vai perguntar ao sorridente @geraldoalckmin_ se ele disputa com o sisudo Assad da Síria que governante matará mais gente? @JornaldoBrasil vai perguntar ao sorridente @geraldoalckmin_ se ele disputa com o sisudo Assad da Síria que governante matará mais gente? @onubrasil quer derrubar Assad por matar gente de dia na Síria e não faz o mesmo com Alckimin que manda a PM executar suspeitos de noite. Quando a @bbcbrasil perguntará ao sorridente @geraldoalckmin_ se ele disputa com o sisudo Assad da Síria que governante matará mais gente? Quando @cartacapital perguntará ao sorridente @geraldoalckmin_ se ele disputa com o sisudo Assad da Síria que governante matará mais gente? Quando o @iG vai perguntar ao sorridente @geraldoalckmin_ se ele disputa com o sisudo Assad da Síria que governante matará mais gente? Quando a @tvcultura perguntará ao sorridente @geraldoalckmin_ se ele disputa com o sisudo Assad da Síria que governante matará mais gente? @hilde_angel Você vai perguntar ao sorridente @geraldoalckmin_ se ele disputa com o sisudo Assad da Síria que governante matará mais gente? Além de pegar o rumo das redações de jornais brasileiros, neste caso abri uma exceção para rumar em direção ao jornal que a quadrilha tucana mais adora, o New York Times. Abaixo cópia do e-mail que acabei de enviar.   | Ainda no rumo certo, mandei diversas mensagens por Twitter para jornalistas de diversos órgãos de imprensa internacionais que não podem ser controlados pela tucanalha paulista.
@democracynow Intends to ask the Governor of São Paulo-Brazil, Alckimin, if he is playing the game "Who kills more governed" with Assad?
@AJEnglish Intends to ask the Governor of São Paulo-Brazil, Alckimin, if he is playing the game "Who kills more governed" with Assad?
@Reuters Intends to ask the Governor of São Paulo-Brazil, Alckimin, if he is playing the game "Who kills more governed" with Assad?
@engpravda Intends to ask the Governor of São Paulo-Brazil, Alckimin, if he is playing the game "Who kills more governed" with Assad?
Como o comentarista pode ver, quem perdeu o rumo foi ele e o chefe do esquadrão da morte noturno paulista, não eu.
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