| Dilma quer resolver o problema da seca. Pois aqui estão as soluções. Por não esqueça a açudagem 09/11/2012 às 23:36 Concluir a Transposição do São Francisco e fortalecer a atuação do DNOCS são os passos essenciais para "resolver estruturalmente" o problema da seca no Nordeste. A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje na Bahia que pretende "resolver estruturalmente" o problema da seca no Nordeste. Pois se a intenção da presidente é séria, aqui nesse texto apresentamos as soluções.
A estiagem é um fenômeno climático, que sempre existiu e sempre existirá no Nordeste. O governo não pode fazer chover. O que pode fazer, são obras que permitam a convivência do homem com o clima semi-árido.
As duas principais medidas que o governo da presidente Dilma precisa adotar se realmente pretende "resolver estruturalmente" o problema da seca são:
1 - concluir a obra da Transposição do São Francisco
2 - fortalecer a ação do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas)
Em primeiro lugar, é preciso que a obra da Transposição das águas do rio São Francisco para as bacias do Nordeste Setentrional, as quais se arrastam em ritmo de tartaruga desde 2007, sejam concluídas. Esta é uma obra fudamental para aumentar a oferta hídrica nos sertões de Pernambuco, Paraíba, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.
Em segundo lugar, é preciso que a presidente Dilma perceba todo o potencial adormecido do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), e fortaleça a atuação desde órgão.
Fundado há 103 anos, no ano de 1909, e sediado em Fortaleza (CE), o DNOCS é um órgão federal que possui uma fantástica história de serviços prestados à região semi-árida e um grande acúmulo de conhecimento e expertise sobre a região.
Pode-se dizer sem medo de errar que, se não fossem as centenas de açudes e barragens construídos pelo DNOCS ao longo de seus 103 anos de existência, a região semi-árida do Nordeste brasileiro não conseguiria hoje sustentar nem sequer um terço da população que atualmente possui, e seria em grande parte inabitável. Isso faz do DNOCS um patrimônio inestimável para o Nordeste.
O trabalho do DNOCS ao longo das décadas permitiu garantir o abastecimento urbano de água para a quase totalidade das sedes de municípios do sertão semi-árido. Graças aos açudes do DNOCS, as populações das cidades do sertão (sedes de municípios), e mesmo dos maiores distritos, hoje dispõem de água em suas torneiras e chuveiros, mesmo em épocas de estiagens, sendo raros os episódios em que é necessário o racionamento.
Este feito é de grande importância, visto que, atualmente, mais de 70% da população do interior do Nordeste é urbana, e menos de 30% constituem população rural.
Ao longo dos seus 103 anos, o DNOCS acumulou também um grande acervo de conhecimentos sobre o semi-árido, sobre o clima, sobre o regime hidrológico das bacias, sobre os rios intermitentes, sobre a fauna aquática dos rios e lagos da região. Esse conhecimento e essa expertise fez com que o DNOCS fosse por vezes apelidado de "Universidade da Caatinga".
Todo esse conhecimento é aplicado, por exemplo, no trabalho efetuado pelo DNOCS de difusão e fomento da piscicultura (criação de peixes em cativeiro), através de seu Centro de Pesquisas e das estações de piscicultura localizadas nos açudes construídos pelo próprio órgão.
Portanto, fortalecer o DNOCS, revitalizar o órgão, aproveitando todo o conhecimento acumulado de seus técnicos, engenheiros e cientistas, é passo importante para de fato resolver "estruturalmente" os problemas ainda causados pelas secas no Nordeste.
Com a conclusão da Transposição e a ampliação da atuação do DNOCS, é perfeitamente possível tornar a convivência plena do homem com o clima semi-árido em uma realidade efetiva no Nordeste do Brasil.
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Tem que extinguir o DNOCS! Esse órgão, que nunca resolveu o problema da seca (nem vai resolver), se tornou, como sempre, um antro de apaniguados políticos e reduto de sinecuras públicas, gastando rios de dinheiro sem resolver nada. É mais um órgão a serviço da indústria da seca e de mamadores do dinheiro público!
Extinção do DNOCS já!  | Somente IMBECIS podem dizer que o DNOCS "não resolveu o problema da seca".
Tem que ser muito MAU CARÁTER para fazer uma afirmação dessas!
O DNOCS é um dos órgãos que MAIS TRABALHOU na história desse país para amenizar os efeitos da seca, e tornar o sertão nordestino habitável.
Existe uma CORJA de professorezinhos universitários metidos a "intelectuais de esquerda" que vivem em cidades como Fortaleza, e que depois de tomar o seu banhozinho no chuveiro (que só foi possível porque o DNOCS construiu o Açude Castanhão, o qual garante o abastecimento de Fortaleza atraves da interligação com o Sistema Riachão-Gavião) vão pra sala de aula FALAR MERDA e tacar o pau na FICTÍCIA "indústria da seca", um JARGÃO DESONESTO criado por PILANTRAS que não tem o que fazer.
E aí tem um monte de DÉBIL MENTAL que fica repetindo esse mantra idiota: "indústria da seca", "indústria da seca", "indústria da seca", "indústria da seca"...
INDÚSTRIA DA SECA É A PUTA QUE OS PARIU!!!!!!!!!!
Tirem essa PORRA dessa bunda de vocês do sofá em Fortaleza, em Recife, Salvador, ou qualquer outra capital litorânea, e vão lá ver a PORRA da realidade do sertão, onde SE NÃO FOSSE PELO EXCELENTE TRABALHO DO DNOCS, não seria possível existirem cidades como Iguatu, Senador Pompeu, Quixeramobim, Caicó, Patos, Souza, Salgueiro, Arcoverde, e tantas outras.
Todas essas PORRAS dessas cidades só tem abastecimento de água nas torneiras porque o DNOCS trabalho PRA CARALHO nesses 103 anos de existência.
Agora não me venham ficar mostrando imagenzinha de um ou outro DISTRITO com 500 habitantes lá nas brenhas que não tem abastecimento d`água e ficar botando a culpa no DNOCS! Se ainda não foi possível o DNOCS resolver o problema de 100% dos pequenos distritos é apenas porque o governo não mandou verbas suficientes para isso, porque COMPETÊNCIA e EXPERTISE, o DNOCS tem de sobra!
Os homens e mulheres que fazem o DNOCS são HERÓIS do semi-árido.
Fortalecimento do DNOCS já!  | Esse raivoso aí de cima deve ser um dos apaniguados nomeados por políticos para uma sinecura no DNOCS. Ora, se em 103(!) anos de existência o DNOCS apenas "amenizou os efeitos da seca" em vez de resolvê-la, então tem que extinguir mesmo!
O alienado ainda insiste em afirmar que "não existe indústria da seca"! Em que país você vive, idiota? O que não existe é o seu caráter! Na era republicana o Estado brasileiro gastou o equivalente ao Plano Marshall na Europa, sem nem chegar perto de resolver o problema! Pra onde foi esse dinheiro? Pra construir açude é que não foi!
O alienado finge que nunca existiu (e existe) o coronelismo no nordeste que na verdade é o grande beneficiado dos recursos que deveriam combater a seca!
Um órgão com mais de um século de existência que nem chegou perto de seu objetivo tem que ser extinto mesmo!
Pela extinção do DNOCS já!  | Caro IMBECIL acima, não trabalho no DNOCS, e nem muito menos sou "apaniguado" de político nenhum. Sou um cidadão nordestino conhecedor da realidade, que não me deixo levar por chavões e jargões repetidos por débeis mentais como você.
A propósito, conheço vários servidores CONCURSADOS do DNOCS, os quais estão lá por MÉRITO e não por indicação de político nenhum.
Somente DOENTES MENTAIS se deixam levar pela BABAQUICE do discurso sobre "indústria da seca".
Esse discurso BARATO sobre "indústria da seca" é criação da elite do Sul e Sudeste do país para desqualificar o Nordeste e para justificar a idéia de que qualquer investimento na região seria "desperdício de dinheiro", já que os nordestinos seriam intrinsecamente corruptos.
Lamentavelmente, muitos nordestinos metidos a "intelectuais de esquerda" incorporam esse discurso pilantra da elite do Sul e Sudeste, e de forma acrítica ficam repetindo esse chavão RIDÍCULO.
NÃO EXISTE INDÚSTRIA DA SECA!
A seca é um fenômeno climático NATURAL, que NUNCA vai deixar de existir.
Os investimentos em obras são necessários para tentar amenizar os EFEITOS da seca e permitir a convivência do homem com o clima semi-árido.
Vamos repetir mais uma vez aqui para ver se o IMBECIL entende:
SE NÃO FOSSE PELO TRABALHO DO DNOCS NESSES 103 ANOS, O SERTÃO NORDESTINO NÃO TERIA NEM SEQUER UM TERÇO DA POPULAÇÃO QUE TEM HOJE.
Se o DNOCS não tivesse trabalhado duro nesses 103 anos, mais de dois terços da atual população do sertão nordestino já teria que ter migrado para outras regiões, ou para as grandes capitais no litoral do Nordeste.
O DNOCS conseguiu SIM amenizar e MUITO os efeitos das secas ao longo de seus 103 anos de existência.
A maior PROVA disso é que neste ano de 2012 estamos presenciando a maior ESCASSEZ DE CHUVAS dos últimos 30 anos no Nordeste, e NINGUÉM vê levas de "retirantes da seca" chegando nas grandes cidades em caminhões "pau-de-arara", como acontecia na década de 50.
O DNOCS construiu MAIS DE 300 AÇUDES em seus 103 anos de existência, em uma MÉDIA DE MAIS DE TRÊS AÇUDES INAUGURADOS POR ANO!
Se não fossem os açudes do DNOCS, centenas de cidades do sertão nordestino como Iguatu, Caicó, Arcoverde, Patos, Quixadá, não poderiam ter nem um terço da população que tem hoje, pois não haveria abastecimento de água para tanta gente.
Se não fosse o Açude Castanhão, construído pelo DNOCS, até mesmo a quinta maior cidade do país, Fortaleza, estaria com o seu abastecimento de água em risco.
O DNOCS foi a SALVAÇÃO DO NORDESTE nesses 103 anos, e se a situação hoje não está MUITÍSSIMO PIOR do que está, é graças ao trabalho do DNOCS.
NÃO EXISTE MEIO DE "ACABAR" COM SECA!
A seca é um fenômeno NATURAL, e a saída é a construção de obras para permitir o convívio com ela, coisa que o DNOCS fez DEMAIS nos últimos 103 anos, com muita competência e maestria.
Se o DNOCS não fez mais, se não resolveu todos os problemas, é única e exclusivamente porque alguns nordestinos metidos a INTELECTUAIS DE BOSTA ficaram ajudando a elite do Sul e Sudeste a difundir o papo cretino sobre "indústria da seca", e assim evitando o envio de mais verbas para as obras do órgão.
Se as verbas tivessem chegado em quantidade suficiente, o DNOCS teria avançado muito mais na resolução do problema do convívio com as secas, pois COMPETÊNCIA e CONHECIMENTO DE CAUSA não lhe faltam.
O DNOCS É O MAIOR PATRIMÔNIO DO NORDESTE.
Poucos órgãos governamentais NO MUNDO INTEIRO possuem tantos e tão relevantes serviços prestados à população quanto o DNOCS!  | Pois então PROVE! Só o fato de um órgão como o DNOCS sugar recursos públicos e nem estar perto de resolver o problema (claro que o problema não é só o DNOCS) mostra que existe muita gente que ROUBOU e continua ROUBANDO recursos públicos que já deveriam ter acabado com a seca.
Só um idiota estúpido pra afirmar que "indústria da seca é uma invenção das elites do sul" mostrando o quanto certos nordestinos tem síndrome de vira-lata e de mania de perseguição e o subdesenvolvimento mental atinge até quem se acha esclarecido.
Como não existe indústria da seca se os caminhões pipa estão cobrando 10 reais pelo litro d'água? Como não existe indústria da seca se os comerciante quase triplicam o preço dos alimentos com a desculpa da lei da oferta e da procura? Como negar que não existe indústria da seca se prefeitos e vereadores controlam a saída dos carros pipa e se apresentam como os respon?aveis pelo envio destes? Como você tem a cara de pau de negar isso se o envio de água por políticos virou troca de votos? Não seria por que você é um dos benefiários do esquema?
Você é idiota assim mesmo ou é mais um apaniguado apadrinhado por um coronel local?
Esse texto está parecendo algo encomendado pra defender um órgão que se tornou, como sempre, um antro de apaniguados políticos e reduto de sinecuras públicas, gastando rios de dinheiro sem resolver nada. É mais um órgão a serviço da indústria da seca e de mamadores do dinheiro público!
Extinção do DNOCS já!
 | Viva o DNOCS? Conheço o interior da Bahia, vai em Mansidão, Buritirama, Irecê, Lapão, Ibipepa e cadê as maravilhosas obras do DNOCS para (SIC) "amenizar" a seca? Tem racionamento de água há quase 1 ano em Irecê e microregião, a represa de Milhoróis está há míngua e não é de hoje. Israel é um Estado bem mais novo que o tempo de existência do DNOCS e cadê os mesmo problemas? Vai dizer que o semiárido nordestino é pior que os desertos do Oriente Médio? Não tem retirantes? Mentiroso! Leia todos os noticiários da Bahia que parcelas da população do interior estão deixando seus lugarejos para tentar vida por causa da SECA! Temos uma nova geração de retirantes! ( http://campoformosonoticias.com/v3/?p=17811 ) É esta corja toda DNCOS, SUDENE, Banco do Nordeste e outras entidades falidas e só para satisfazer uma curriola. Mailson da Nóbrega já questionava isso quando era ministro de Sarney, os repasses federais aos municípios praticamente triplicaram nos últimos anos da ditadura aos governo democráticos, e ainda assim os prefeitos estão chorando por falta de recursos ...  | Em 2009, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) completa um século de existência. Instrumento estratégico na execução de políticas de convivência com as secas, o órgão, lamentavelmente, acabou apropriado politicamente pelos coronéis nordestinos e usado em proveito próprio, numa época em que a utilização do patrimônio público para o beneficiamento de propriedades particulares era ainda maior que nos dias atuais. Somente na década de 1950 se tentou abandonar o conceito de ?combater? as secas e adotar a filosofia da convivência com seus efeitos, deslocando a abordagem da questão da dimensão climática para a econômica e social. Infelizmente, a longa ditadura que se seguiu terminou por sufocar essa discussão, que incluía o tema crucial da reforma agrária. Assim, o DNOCS permaneceu executando obras que pouco impacto tinham sobre a população mais carente, que não dispunha de meios de produção para se beneficiar com essas realizações, muitas vezes de uso exclusivo dos poderosos locais. Nos últimos meses, mais uma seca assola o Nordeste. Centenas de municípios decretaram situação de emergência desde meados de 2008 e milhares de pessoas estão expostas à escassez de água até para saciar a sede. Sinal de que as políticas executadas pelo DNOCS e outros órgãos, sempre sob a tutela das elites tradicionais da região, ainda não alcançaram pleno sucesso, mesmo depois de passados 100 anos. ( http://www.sei.ba.gov.br/site/publicacoes/sumarios/c%26p162/c%26p162_pag_58.pdf ) ECONOMISTA André Silva Pomponet  | CONSIDERAÇÕES FINAIS A certificação das contas de 2008 a 2010 do DNOCS foi pela irregularidade da gestão e, em que pese tal fato, a Direção da autarquia pouco tem feito para reverter e/ou melhorar esse cenário. Em consequência, não raras vezes, os projetos não atingem os objetivos propostos, seja quando a execução é direta , seja na indireta mediante a celebração de convênios. Esse quadro é agravado pelo fato de que as recomendações do Controle Interno não são tratadas de forma efetiva pela Direção da Autarquia. Tem-se recomendado, de forma sistemática, a adoção de medidas corretivas em casos concretos que vão desde apurações de responsabilidade administrativa, à glosa de recursos, anulação/repactuação de contratos, entre outras. Além disso, têm sido propostos ajustes de cunho gerencial com vistas à melhoria de processos e padrões de desempenho. Tal postura da Direção vem ocasionando o agravamento de situações concretas que já poderiam ter sido resolvidas. Esses fatos, como já registrado nas contas anuais do Órgão, retratam um diagnóstico grave, haja vista a incapacidade de reagir frente aos problemas presentados. É fundamental que o Ministério da Integração Nacional, enquanto órgão supervisor, adote medidas concretas e efetivas junto ao DNOCS, na medida em que o mesmo, por si só, vem demonstrando incapacidade gerencial e administrativa para solucionar os problemas apontados. As justificativas/providências apresentadas pelo DNOCS são relevantes para a superação das irregularidades apontadas, entretanto, em sua maioria somente produzirá efeitos concretos após decorrido os prazos internos estabelecidos pelo órgão para conclusão dos encaminhamentos e análise definitiva da matéria. Portanto, entende-se que enquanto os assuntos não sejam definitivamente equacionados permanecem as ressalvas apontadas no presente Relatório. Além das recomendações para ajustes pontuais que foram feitas ao longo deste relatório, entende-se que no intuito de evitar e/ou minimizar a reincidência nas irregularidades aqui apontadas, o DNOCS deve adotar medidas estruturantes que atuem nas causas aos problemas identificados. Para tanto, recomenda-se, sem a pretensão de serem exaustivas, as seguintes medidas: a) Envidar esforços para melhoria dos controles internos relativos ao processo de celebração dos Convênios, Contratos e Licitações, haja vista as fragilidades constatadas neste Relatório; b) Estabelecer procedimentos internos que visem garantir o adequado atendimento às recomendações contidas em pareceres técnicos e jurídicos emitidos em suporte a atos de gestão; c) Promover ações de capacitação do quadro de pessoal, área meio e área fim, com vistas a melhor desempenhar as atribuições do órgão; d) Continuar envidando esforços de forma a recompor o quadro de recursos humanos atualmente existente, avaliando medidas mitigadoras que possam minimizar o problema enquanto não há realização de concurso público; e) Aprimorar a sistemática de gestão de convênios, licitações e contratos, por meio do estabelecimento de rotinas padronizadas, de maneira a uniformizar os procedimentos. Avaliar a conveniência e oportunidade do estabelecimento dessas rotinas mediante Manuais Internos ou Orientações Normativas; f) Para a celebração de convênios, considerar a capacidade de monitoramento, acompanhamento e fiscalização dos mesmos, a fim de que seja compatível com a quantidade de ajustes firmados, haja vista os recursos humanos que compõem o quadro da Unidade, adotando medidas mitigadoras que possam minimizar o problema enquanto não há acréscimo de força de trabalho, a exemplo, o uso do instrumento de contrato de repasse; g) Promover a restruturação da auditoria interna do Órgão, considerando o quantitativo de pessoal e a capacitação técnica adequada ao desenvolvimento dos trabalhos afetos à área; h) Adotar mecanismos internos de controle preventivo de forma a evitar e/ou minimizar a reincidência nas situações apontadas no presente Relatório, i) Proceder o atendimento adequado e tempestivos das recomendações emanadas pela auditoria interna da Unidade, bem como pelos órgãos de controle interno e externo; j) Implementar, mediante alteração da estrutura organizacional, unidade específica para o desempenho da atividade correicional, com atribuição formal para tanto, a fim de garantir maior controle e eficácia dos procedimentos disciplinares; k) Estabelecer critérios claros e objetivos para distribuição de recursos, inclusive os recebidos mediante destaque orçamentário, considerando os objetivos definidos pela políticas públicas a cargo do DNOCS; l) Aprimorar a integração entre as Diretorias do DNOCS e destas com as unidades nos estados, de forma a garantir a unicidade de objetivos e o fluxo adequado de informações e ações; m) Avaliar e propor medidas efetivas que visem o aperfeiçoamento de gestão do órgão, no que tange aos seus métodos de trabalho e estrutura organizacional, em especial ações voltadas para a melhoria de desempenho da área finalística FONTE: http://www.cgu.gov.br/AuditoriaeFiscalizacao/AuditoriasEspeciais/2012/Arquivos/DNOCS_Relatorio%20auditoria%20especial_Dez-2011.pdf , Relatório da CGU sobre o DNOCS, páginas 234 e 235
| | | | | © Copyleft http://www.midiaindependente.org: É livre a reprodução para fins não comerciais,
desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.
| |