| Para evitar rigor no mensalão tucano, imprensa começa a desconstruir Barbosa! Por marcosomag 10/11/2012 às 02:39 Editorial de "O Estado de São Paulo" criticando duramente Joaquim Barbosa era impensável durante o período eleitoral, no qual foi "julgado" o "mensalão" petista; elite não quer rigor no mensalão tucano, e já descarta Barbosa "como modess usado ou bombril", como diriam os "Racionais". OS "BARRACOS" NO STR O Estado de S. Paulo (editorial), em 9 de novembro de 2012.
Na véspera da retomada do julgamento do mensalão, na quarta-feira, o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, participava de um congresso de juristas, em Aracaju, quando foi perguntado sobre a sua popularidade, traduzida em cumprimentos, fotos e pedidos de autógrafos, por onde quer que passe. "Há uma identificação cada vez maior da população com as questões jurídico-institucionais tratadas pelo Supremo", comentou. "Esse julgamento trouxe o tribunal para dentro das famílias, e o que vem acontecendo no plano pessoal é consequência disso." A elegância e a modéstia destas suas palavras, no entanto, são tudo que lhe tem faltado no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), que completou ontem 44 sessões, enredado na questão dos critérios para a fixação das penas dos réus condenados por uma variedade de delitos. As divergências a respeito estimularam Barbosa a reincidir no comportamento que vem caracterizando a sua participação no exame da mais importante ação penal da história da Casa. Desde as primeiras manifestações de inconformismo com o parecer do revisor da matéria, ministro Ricardo Lewandowski, a sua atuação destoa do que se espera de um membro da mais alta Corte de Justiça do País, ainda mais quando os seus trabalhos podem ser acompanhados ao vivo por todos quantos por eles se interessem. Em vez da serenidade - que de modo algum exclui a defesa viva e robusta de posições, bem assim a contestação até exuberante dos argumentos contrários -, o ministro como que se esmera em levar "para dentro das famílias" um espetáculo de nervos à flor da pele, intolerância e desqualificação dos colegas. Um integrante do STF não pode reagir com um sorriso depreciativo à exposição de um ponto de vista de um de seus pares, por discrepar de suas convicções sobre a questão da hora. Foi o que se passou anteontem quando o ministro Marco Aurélio Mello defendia uma interpretação antagônica à do relator - e mais benigna para os réus - sobre crimes e penas. O desdém estampado na face do relator fez o colega adverti-lo: "Não sorria porque a coisa é muito séria. Estamos no Supremo. O deboche não cabe aqui". Barbosa retrucou dizendo saber aonde o outro queria chegar, para ouvir em seguida: "Não admito que Vossa Excelência suponha que todos aqui sejam salafrários e só Vossa Excelência seja uma vestal". Decerto ele não supõe nada parecido com isso, mas é a impressão que transmite, principalmente para aquela parcela do público que assiste pela primeira vez a um julgamento no Supremo. (...) O estilo, digamos assim, do relator deve preocupar por outra razão ainda. A partir do próximo dia 18, quando o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, deixar o cargo e a Corte por ter completado 70 anos, Barbosa o substituirá por um biênio. E de forma alguma é descabido perguntar se ele sabe que terá de domar o seu temperamento para conduzir o tribunal com a paciência e o comedimento demonstrados por Ayres Britto - duramente testados, aliás, nos "barracos" que teve de acalmar no curso deste julgamento. O presidente do tribunal incumbido de dar a última palavra também em demandas que envolvem a conduta alheia deve ser o primeiro a vigiar o próprio comportamento.
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Após receber seu mensalinho midiático da decadente mídia murdochiana, o mais novo herói do povo brasileiro, que assumiu o posto da heróina Xuxa (cadela que ajudou a salvar uma criança recém-nascida abandonada), parará com insinuações que não cabem senão à ele mesmo e será obrigado a se recolher à sua insignificância.  | Enquanto sentar o chicote nos representantes da Senzala (José Dirceu, Genuíno e Lula), Joaquim Barbosa será muito aplaudido pela mídia monopolista e conservadora. Quando ele ousar levantar o chicote para um legitimo representante da Casa Grande (FHC, Azeredo, José Serra ou Daniel Dantas) a gritaria vai ser geral. Então, durante uma sessão de julgamento do Mensalão Tucano particularmente tensa, o "bom e velho" Gilmar Mendes começará a trovejar impropérios indignados, exigindo que o Presidente do STF se coloque no seu devido lugar ou deixe o cargo para não arrastar o Tribunal para a sarjeta. Na mesma hora o paladino dos HCs suspeitosos (para Daniel Dantas e outros) voltará a ser aplaudido pela mídia e incensado diariamente pelos telejornais "é o verdadeiro defensor da democracia, da seriedade e da serenidade no STF" dirão Patricia Poeta (Globo), Boris Casoy (Band) e Maria Cristina Poli (Cultura), fazendo bicos, caretas e carrancas para sugerir férias ou licença a Joaquim Barbosa para ele cuidar de sua saúde "porque o povo está preocupado com sua agressividade desmedida a indicar algum tipo de desordem emocional temporária, fruto de estafa provavelmente" dirão em coro.  | A mão que afaga é a mesma que apedreja. Afagaram o ego do Joaquinzão, agora vão puxar-lhe o tapete.
Vão tirar o empregador de capangas do stand by. O resto é papo de vagabundo e bandido com medo de perder sua boquinha no governo, sem contar os mercenários contratados pra fazer propaganda do PT na mídia, como se esse bando de safados, cretinos, ladrões e vendilhões fossem um bando de coitadinhos. São uns filhos da puta e quem os defende também!
É uma pena que não tenha pena de morte no Brasil. Seria lindo ver esse bando de vermes serem fuzilados!!! Mimimimimi... as elites... mimimimi... mensalinho midiático... mimimimimi... tucano também rouba... mimimimi Ah, Táh, Americana. O Joaquinzão cumpriu sua missão e agora, com a missão cumprida, vai ser lançado na lixeira, né?
Sei. Se o Joaquinzão começar a usar pelo menos um décimo do rigor que usou com o Dirceu e o Genoino, o Gilmar Mendes põe chumbinho no lanche dele, na hora do intervalo para o lanche. Coma com moderação e não se irrite. Faz bem prá saúde e não tem contra-indicação.
Se eles não puserem chumbinho no teu cafezinho, eles botam pó de césio 137 no teu cafezinho. Fica Velhaco, afrouxa com o mensalão mineiro. Os criminosos do mensalão mineiro não são cães sem dono nem flores que se cheire. Olha o triste fim do Policarpo Quaresma da Veja, que era o porta-voz do Carlinhos Cachoeira na revista Veja.
Cuida prá não bater o rabo na cerca tão precocemente e ir dar água aos bodes no auge dos teus 15 minutos de fama e ignominia.
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