| STF usou jurisprudência da Inconfidência Mineira para condenar petistas Por Fábio de Oliveira Ribeiro 14/11/2012 às 04:28 Os réus padecem hoje como padeceram no passado. Ao proferir seus votos condenando José Dirceu e José Genuíno os Ministros do STF enfatizaram que eles deveriam saber o que estava ocorrendo, que em razão dos cargos que tinham devem ser considerados os chefes do esquema criminoso, que é impossível que não tivessem conhecimento da conspiração criminosa e dela fizessem parte, que não deixaram provas diretas da pratica dos crimes que lhes foram imputados porque deles queriam ficar impunes e que se beneficiaram da trama mesmo que não tenham tido pessoalmente acréscimo patrimonial. Todos os Ministros citaram a teoria do domínio do fato para condenar os réus por suspeitas, suposições, ilações e até mesmo por falta de provas. O jurista alemão que criou a teoria usada pelo STF desautorizou seu emprego para condenar réus sem provas http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2012/11/513894.shtml . Portanto, os operadores do Direito precisam descobrir qual foi a jurisprudência empregada pelo STF. Transcrevo abaixo dois fragmentos da sentença que condenou Tomás Antônio Gonzaga ao degredo: "Mostra-se quanto o réu Tomás Antônio Gonzaga, que por todos os mais Réus conteúdos nestas devassas era geralmente reputado por chefe da conjuração, como o mais capaz de dirigí-la, e de encarregar o estabelecimento da nova republica; e supondo que esta voz geral que corria entre os conjurados, nascesse principalmente das asseverações dos réus Carlos Corrêa de Toledo e do Alferes Tiradentes, e ambos negassem nos apensos no. 1 e no. 5 que o réu entrasse na conjuração, ou assistisse em algum dos conventículos, que se fizeram em casa dos réus Francisco de Paula, e Domingos de Abreu, acrescentando o Padre Corrêa, que dizia aos sócios da conjuração, que este réu entrava nela, para os animar, sabendo que entrava na ação um homem de luzes e talento capaz de os dirigir; e o réu Tiradentes que não negaria o que soubesse deste réu para o eximir da culpa, sendo seu inimigo por causa de una queixa, que dele fez o Governador Luís da Cunha e Menezes; e igual retratação fizesse o réu Inácio José de Alvarenga na acareação do apenso no. 7 a folha 14, pois tendo declarado no apenso no. 4 que este réu estivera em um dos coventículos que se fizeram em casa do réu Francisco de Paula, e que nele o encarregaram da feitura das Leis, para o governo da mova republica, na dita acareação não sustentou o que havia declarado, dizendo que bem podia enganar-se, e todos os demais réus sustentaram com firmeza, que nunca este réu assistira, nem entrara em algum dos ditos abomináveis conventículos; contudo não pode o réu considerar-se livre da culpa pelos fortes indícios que contra ele reputam..." Um pouco adiante diz a sentença que condenou o pressuposto inconfidente: "...que algumas vezes poderia falar e ter ouvido falar alguns dos réus hipoteticamente sobre o levante; sendo incrível que um homem letrado e de instrução e talento deixasse de advertir que o animo com que se proferem as palavras é oculto aos homens, que semelhante pratica não podia deixar de ser criminosa, especialmente na ocasião, em que o réu supunha que o povo desgostava com a derrama, e que ainda quando o réu falasse hipoteticamente, o que é inaveriguavel, esse seria um dos modos de aconselhar os conjurados , porque os embaraços, que o réu hipoteticamente ponderasse para o levante, podiam resultar luzes, para que ele se executasse por quem tivesse esse animo que o réu sabia não faltaria a muitos se se lançasse a derrama." Durante o interrogatório do réu Tomás Antônio Gonzaga o Juiz Vasconcelos Coutinho fez constar do depoimento que "... qualquer que intenta fazer um delito oculto, disfarça o seu animo em publico" e que nestes casos "... produz expressões opostas ao seu verdadeiro intento". Diante da veemente negação de Gonzaga de ser participante da conspiração, referido Juiz exige "...que dissesse a verdade, não afetando maliciosamente esquecimento." Varias vezes o dito juiz afirma no interrogatório transcrito "... e ele, respondente, sendo um homem letrado de luzes e talento conhecido." A semelhança entre as condenações de José Dirceu, José Genuíno e Tomás Antônio Gonzaga são evidentes. Portanto, ao recorrer da condenação dos petistas seus defensores podem e devem usar os mesmos argumentos utilizados pelo advogado do Gonzaga, que disse em seu arrazoado que: "...não se presume também por Direito, que o homem que sempre viveu honrado com provas de fidelidade, sendo o próprio Executor das Leis, passe de repente a ser infiel, e cometer um delito tão horroroso, e infame, qual o de que se trata, sem que primeiro se exercitasse em outras torpezas. Neque enin potest quisquis nostrum subito fingi nec cujsque repente vita mutari aut natura converti; nemo repente turpissimus." Aos interessados no julgamento do Mensalão sugiro a leitura do livro GONZAGA E A INCONFIDÊNCIA MINEIRA, de Almir de Oliveira, publicado pela Edusp em 1985, de onde foram retirados os fragmentos acima transcritos. Condenar sem provas para agradar ao Rei era tradição Colonial. Os condenáveis argumentos condenatórios usados contra José Dirceu e José Genuíno, citados no inicio, provam satisfatoriamente que retornamos ao tempo da Colônia, mas agora o Rei não é uma pessoa, mas a mídia que julga e condena antes para que o STF homologue a condenação depois. Em se tratando de processo criminal prova deve existir e ser produzida pela acusação, caso a mesma não exista ou não seja feita o réu deve ser absolvido. Esta é a regra legal que apenas o Ministro Lewandowisky recordou e fez cumprir.
Email:: sithan@ig.com.br >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria O teu blá, blá, blá, não convence nenhum brasileiro comum que esteja antenado com o caso do Mensalão. A maioria esmagadora aplaudiu o STF por ter condenado pela primeira vez, políticos de alto escalão e alto executivos da área financeira.
Chora Fábio, chora.... Sei que não é a primeira vez e nem será a última que você estará chorando pelos bandidos Dirceu e Genoíno, até porque sabemos que você é um alienado tardio da terceira idade.
Se você fosse um advogado com café no bule, estaria lá no STF defendendo os mensaleiros e não passando o dia propalando bobajadas jurídicas contra o STF.  | O povo não aplaudiu o $TF, o povo aplaudiu o PT, o Lula e o Haddad. Quem aplaudiu o $TF foram só as dondocas da decadente mídia murdochiana e algumas bobocas barbozetes da classe média.
O povo faz é vaiar o $TF porque garante a impunidade dos poderosos, e não só por isso, mas também porque condena inocentes sem provas.
Simplesmente as vaias do povo não são veiculadas pelo PIG. Lembro que quando o lincamento dos petistas começou o $TF foi cercado, porque achavam que o povo ia assistir à palhaçada. Não deu ninguém. Depois tiraram a cerca.
Só umas dondocas barbozetes com suas cachorrinhas bem nutridas ( nada contra, né, Eduardo Dusek? )inflaram o ego do Bobo-Mór da $uprema Corte, Joaquim Capitão do Mato Cara de Rodo.
Kikikikikikiki Este cara ainda está defendendo os criminosos? Já chega né  | O tempo passa e a história se repete por um dos mais polêmicos postantes do CMI, estamos falando do Fábio, nada mais óbvio.
Entretanto, percebemos que Fábio é um dos bobos da corte do PT. É intrigante o fato de que o Fábio seja um advogado, muito questionado aqui no CMI, que se especializou em defender a "Banda Podre" do PT. Bem antes do Mensalão, Fábio já advogava em defesa dos Aloprados, do homem com dólares na cueca, dos Correios, do Gamecorp-Telemar, dos Dólares de Cuba, dos Dólares na Cueca, Caso Waldomiro Diniz, operação Sanguessuga, etc.
Esse bobo da corte do PT é se não o mais revoltadinho dos defensores do mensaleiros, talvez até à soldo. Argumentos pífios e postura muito duvidosa, já que o mensalão é fato e o STF fez um julgamento histórico, com direito de defesa e com discussões ácidas no plenário, mas que no final, prevaleceu a decisão da maioria.
Sendo o Bobão da Corte um advogado, esperávamos mais dele, embora, pessoas alienadas percam a capacidade e a referência do que é errado, segundo a sua ótica.  | Os canalhas que defenderam e defendem a condenação dos seus inimigos por suspeitas e sem provas fazem coro contra a Justiça? Nenhuma novidade. Além de serem suspeitos para tratar desta questão, os tais não apresentaram um só fundamento racional para demonstrar que os argumentos que eu utilizei são inválidos ou acarretam conclusão diferente da que apresentei.
Aprendam idiotas: ATAQUES PESSOAIS ANÔNIMOS SÃO E SEMPRE SERÃO IRRELEVANTES, NO MÁXIMO DEMONSTRAM A BESTIALIDADE DOS QUE ATACAM NO MÍNIMO FORNECEM UM INCENTIVO PARA QUEM COM JUSTIÇA SE DEFENDE.
 | Está na hora de acabarmos com o trauma do Sr. F***o. Precisamos de resposta para a seguinte pergunta: Quem comeu o c* do F***o em 1967 ???
Se temos a Comissão da Verdade, esta poderia atuar para esse esclarecimento. Embora, ache que isso nunca aconteceu e que nenhum milico pedófilo existiu, exceto na mente do F***o.
Em todo caso, pedimos ao tal F***o que faça uma Solicitação por escrito a Comissão da Verdade, para acabar de vez com esse trauma, que é só seu e de mais ninguém.
Bom, mas conhecendo o Sr. F***o, acho que ele irá querer uma indenização e uma aposentadoria compulsória, por ter tido sequelas psicológicas que estão bem manifestadas em seus post e comentários no CMI.  | Aos que aplaudem o "julgamento" no STF: olhem só que belezinha isto... FÓRUM VAI MONITORAR AÇÕES CONTRA A MÍDIA Original em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,forum-vai-monitorar-acoes-contra-midia-,960905,0.htm Em seu último ato como presidente do CNJ, Ayres Britto institui comissão para acompanhar processos relativos à liberdade de imprensa BRASÍLIA ? O Estado de S.Paulo O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) criou uma comissão para monitorar processos que tratam da liberdade de imprensa, abordando temas como censura, segredo de Justiça e ?assuntos de interesse público?. Batizado de Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade, a ideia é fazer uma estatística das decisões e acompanhar as ações que tratem diretamente do tema, com o objetivo de identificar a atuação dos magistrados, ajudando a fornecer informações que possam orientar sentenças em todas as instâncias da Justiça. A proposta foi apresentada na terça-feira pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto, em seu último dia de atuação à frente da presidência do CNJ. Ao Estado, o ministro Carlos Ayres Britto justificou sua iniciativa: ?As relações de imprensa são da mais elevada estatura constitucional pelo seu umbilical vínculo com a democracia. O Conselho Nacional de Justiça não podia deixar de se interessar pelo modo como tais relações são cotidianamente equacionadas pelo nosso poder Judiciário?. Sem interferência. O ministro faz questão de destacar que o objetivo deste fórum nacional é o de promover o debate ?sem nenhuma interferência na autonomia técnica dos magistrados em concreto exame dos litígios em torno dessas mesmíssimas relações?. Esta é a contribuição final, via CNJ, de Ayres Britto, que se aposenta compulsoriamente no próximo domingo, data em que completa 70 anos ? idade-limite para funcionários públicos permanecerem no cargo. De acordo com informações do Conselho, o fórum trabalhará o assunto em conjunto com a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e com escolas de magistratura dos tribunais. Farão parte desse grupo de estudos membros do Conselho Nacional de Justiça ? um deles terá cargo de presidente do fórum -, integrantes da OAB, da Associação Nacional de Jornais (ANJ), da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e dois magistrados (um da Justiça estadual e outro da federal) indicados pelo presidente do CNJ e aprovados pelo plenário. Ao menos uma vez por ano, a comissão promoverá um encontro nacional para discutir e apresentar estudos. Censura. Não faltam exemplos recentes sobre o choque entre as opiniões dos magistrados e a dos meios de comunicação sobre a liberdade de imprensa. O Estado, por exemplo, está há mais de 1.200 dias proibido judicialmente de publicar informações sobre investigações da Polícia Federal sobre supostas ilegalidades cometidas pelo empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney. Ainda mais recentemente, durante o período eleitoral deste ano, o juiz eleitoral Adão Gomes de Carvalho tomou uma decisão ? já revogada por ele mesmo ? que vetou a publicação de um texto no blog do jornalista João Bosco Rabello, diretor da sucursal do Estado em Brasília. A reportagem informava que o então prefeito Roberto Góes (PDT), candidato derrotado à reeleição em Macapá, no Amapá, teve sua campanha limitada por restrições judiciais, pois ele respondia à ação penal por ter sido preso em flagrante por porte ilegal de arma. O texto também relembrou que o candidato passou dois meses preso graças à Operação Mãos Limpas, da Polícia Federal, que desbaratou uma quadrilha que atuava em todas as instâncias de poder no Amapá. Assunto do passado. A justificativa do advogado de Roberto Góes para o pedido de veto da nota não foi em relação à veracidade das informações publicadas, mas por entender que o assunto já fazia parte do passado, portanto, seriam impertinentes para o momento. Comentário do Marcosomag: Um STF que ficou de joelhos diante de uma mídia corrupta no "julgamento" do "mensalão", agora quer colocar a "cereja no bolo" do PIG com este tal "fórum" que defenderia uma suposta "liberdade de imprensa". Este tal "fórum" é uma ameaça a verdadeira imprensa livre, representada pelos blogs e portais independentes, dentre os quais figura este CMI-Brasil. Nunca nos esqueçamos que a velha mídia conservadora tenta calar os blogs críticos com processos como o da Folha de São Paulo contra o site satírico "Falha de São Paulo". Senão, políticos-fantoches desta mesma velha mídia tentam calar os blogs como fizeram Serra e Alckmin contra o "Flit Paralisante", tucanos paraenses contra o site do jornalista Lúcio Flávio Pinto, o "Blog do Esmael" perseguido pelo Beto "Pinochet" Richa, e vários outros exemplos. Querem a liberdade apenas para os donos da mídia, e a sua associação com o STF para linchar os réus do "mensalão" foi só o início de sua escalada para criminalizar que faz oposição a elite reacionária que infelicita o Brasil desde seu "descobrimento".
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