Com apoio de Lula e Dilma, Cabral acha que pode tudo. Agora são os índios sua próxima vítima: vai derrubar o museu do índio no Rio de Janeiro, para fazer um estacionamento para servir ao estádio do Maracanã. E o pior, tudo isso vai parar nas mãos de Eike Batista. O Marechal Rondon, que doou a casa que se transformou no museu do Índio, disse "morrer se preciso for, matar jamais", e Darci Ribeiro, incansável defensor dos índios e de sua cultura, ambos devem estar se revirando no túmulo.

Os índios já decidiram que vão resistir. O governador Cabral realizou uma audiência pública para debater o tema, choveu bolinha de papel e até fezes foram arremessadas contra os representantes do governo e a palavra de ordem dos manifestantes, na discussão das obras no Maracanã, era ?cancela, cancela?.

O governador Cabral está mais sujo que pau de galinheiro, com essa postura provavelmente não se elege nem a síndico de prédio. Mas sinaliza com uma vaga de ministro no governo Dilma e com isso se lixa para opinião pública. Até quando Lula e Dilma vão carregar essa mala pesada, sem alça e sem rodinha!

RIO DE JANEIRO, 14 de novembro de 2012