Tome-se o Império de Washington como exemplo de como o capitalismo burguês-bancário desconstrói o homem: os americanos são racistas, egocêntricos, gananciosos, sexistas, religiosos demais alguns, hedonistas demais outros...esse é o tipo de ''virtude'' proporcionada pela ordem vigente das coisas.

No Socialismo Revolucionário, há uma demolição do faz-de-conta burguês e do caos nasce a Ordem Patriótica e o Espírito Nacional. O homem socialista é patriota e puritano, sente-se como parte de uma grande engrenagem, não como no sistema atual onde cada homem se isola dos demais.

Costuma-se dizer que as nações socialistas eram pobres. De fato eram, comparadas com Estados Unidos e outros países de verniz colonialista, mas muito melhores que os países capitalistas do Terceiro Mundo, incluíndo o Brasil. E em matéria de dignidade nacional, superavam em muito qualquer país capitalista.

Vejam os ianques: estão no comando do Mundo mas não possuem praticamente nenhuma dignidade de vida, afinal a Gringolândia lidera o consumo de pornografia e de drogas entorpecentes. Nunca teremos ao norte da fronteira mexicana grandes paradas militares, manifestações populares patrióticas ou mesmo as demostrações de força-disciplina-sanidade corporal da juventude, como ocorre a milhares de quilômetros dali, na República Popular Democrática da Coréia do Norte.

Meu sonho é trazer essa realidade aos olhos dos brasileiros. Estou muito longe de ser um revolucionário, sou apenas um pensador de esquerda, portanto a minha arma é apelar para a inteligência das pessoas. Planejo montar em várias capitais brasileiras uma mostra de como era e é a vida nos países socialistas, sem o tradicional ranço das emissoras alinhadas com Washington...mas sim mostrando que no Socialismo Revolucionário a vida do cidadão comum transcorre de maneira gloriosa no sistema socialista. Porque o homem socialista tem a liberdade de se dedicar ao que é digno, ele ajuda a construir o Espírito Nacional que o torna superior!