A "PRIMAVERA ÁRABE" CONTRA A INTIFADA PALESTINA: O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA "TRÉGUA" ENTRE O HAMAS E ISRAEL NEGOCIADA PELO EGITO

Acabou de ser anunciado o acordo de trégua entre o enclave terrorista de Israel e o Hamas, cujo intermediário foi o governo do Egito comandado pelo presidente Mohamed Morsi, da Irmandade Muçulmana. O sionismo comemorou o pacto, anunciando que havia alcançado seus objetivos de "dissuasão" do Hamas com a operação "Pilar Defensivo", ou seja, assassinando vários dirigentes do grupo ligados ao regime sírio, no rastro de sangue da morte de mais de 140 palestinos. Os ataques foram, segundo Israel, uma medida de caráter preventivo antes de uma investida mais geral contra o Irã. Já o dirigente do Hamas no exílio, Khaled Meshal, alinhado com o governo do Cairo, afirmou que o acordo foi uma grande vitória! Nada mais falso, a trégua celebrada por Israel e o Hamas, negociada por Morsi e a víbora Clinton, serviu para domesticar a resistência palestina e impedir a reação das massas árabes aos ataques da máquina de guerra sionista, demonstrando o verdadeiro papel contrarrevolucionário do governo da Irmandade Muçulmana parido da "Primavera Árabe" em sua tarefa de sabotar a Intifada Palestina. Este acordo compromete o Hamas em uma "trégua duradoura" selando o caminho para um futuro ataque ao Irã porque tem como cláusula fundamental que o grupo islâmico não atacará Israel no próximo período desde que o enclave também não o faça... já que estará dedicado à ofensiva militar com os EUA e as potências europeias contra a nação persa!

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