| PMs de folga matam cidadãos paulistanos, PMs trabalhando recolhem as cápsulas Por IG 24/11/2012 às 05:57 Alckimin (PSDB) tolera grupos de extermínio noturnos, Secretaria Nacional de Direitos Humanos (PT) tolera Alckimin... e o povo que elegeu Haddad segue sendo massacrado na periferia numa represália eleitoral tucana. Amigos das três vítimas mortas a tiros dentro de um bar na noite da última quarta-feira (20) no Jardim Boa Vista, zona sul da capital paulista, disseram que quatro policiais militares podem ter envolvimento na chacina. Segundo uma das testemunhas, cuja identidade é preservada por questão de segurança, os policiais militares estavam nas imediações, mas não fizeram nada para impedir a fuga dos autores dos disparos ? dois ocupantes de uma moto. Os quatro policiais que chegaram logo em seguida ao local do crime não ajudaram no socorro às vitimas e ainda teriam recolhido as cápsulas das balas.
"Eles [policiais] estavam na avenida. Eles viram tudo. Os caras [ocupantes da moto] passaram por eles [policiais]. Eles não fizeram nada, porque eles não quiseram. Eles vieram andando pela rua Albino Correia de Campos bem devagar, muito devagar. E nós gritamos para eles virem rápido, para socorrer [as vítimas] e eles não quiseram" contou uma testemunha à Agência Brasil.
Essa testemunha relatou ainda que, após a chacina, que ocorreu por volta das 22h30, os quatro policiais militares entraram no bar para recolher as cápsulas dos tiros. "Eles [policiais] só foram lá, pegaram as cápsulas e foram embora. A única coisa que eles fizeram foi isso. Pegaram [as cápsulas] na cara de pau, na cara dura. Não tiveram vergonha", declarou.
Outros moradores da rua Albino Correia de Campos e amigos das vítimas confirmam que os policias militares que presenciaram a chacina se omitiram. "Eles ficaram de braços cruzados diante do crime", disse um outro vizinho.
Um amigo dos mortos conta que precisou utilizar o próprio carro para levar as três vítimas mais graves ao hospital: a promotora de eventos Luciene Luzia Neves, 24 anos, o tapeceiro Alexandre Figueiredo, 38 anos, e o eletricista de automóveis Marcos Faustino Quaresma, 31 anos. Os três não resistiram.
Segundo ele, os policias militares recusaram-se a prestar socorro aos feridos. "Falamos para a polícia colocar [os baleados] no carro deles, eles não quiseram", disse. A testemunha contou que se indignou com a recusa. "Eles [policiais] estavam com nojo de sujar o carro deles? Meu carro está todo sujo de sangue, nem quero saber", revoltou-se.
Todas as testemunhas disseram ainda ter escutado muitos disparos naquela noite. "Ouvi muitos tiros. Chegamos [no bar] e vi que eram os meus colegas que estavam no chão. Cheguei com várias pessoas junto", declarou.
A assessoria de imprensa da Polícia Militar informou que a corporação não recebeu denúncias referentes à suposta ação desses policiais. A assessoria declarou ainda, por meio de nota, que a Corregedoria de PM precisa receber, mesmo que de forma anônima, as acusação para que possa ser feita uma apuração circunstanciada.
Ontem todos os telejornais comemoraram a redução na taxa de mortos na guerra promovida pelos pistoleiros do PSDB na periferia paulista. Como se a redução no número de mortos fosse algo aceitável ou uma grande façanha do governo Alckimin, cuja PM tem ordem para "sentar o dedo" em pobre na periferia. Quando passeiam pelo Morumbi, Jardins, Alto de Pinheiros, onde os garotos bem nascidos e ricos aprontam poucas e boas sem nunca serem reprimidos, os policiais ficam com suas pistolas nos coldres para não correr o risco de matar o filho de um bacana, de um tucano ou de um amigo mal-cheiroso do governador.
Email:: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/ URL:: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2012-11-23/testemunhas-dizem-que-policiais-foram-omissos-em-chacina-na-zona-sul-de-sp.html >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Tá na hora dos centros comunitários começarem a discutir seriamente a segurança local, que a comunidade se mobilize, se arme e feche as ruas para que esses ratos de farda que não trabalham não entrem lá, e esses grupos de extermío sejam rechaçados a bala.
Tá na hora de dizer a policia, qual é a lei e como deve se portar, apontando-lhe a arma na cara, como os Panteras Negras fizeram com a Polícia da California.
Se playboy pode morar em condomíno fechado protegido, chegou a hora das periferias se fortificarem, é necessário ter o controle do território por parte da comunidade, e qualquer moto ou carro em atitude suspeita , sejam interceptados e metralhados se reagirem.
Chegou a hora, nem que se gaste mais pela segurança do bairro, vale a pena lutar pela vida dos irmãos que vimos crescer e foram mortos por vagabundos de farda, e com a tutela do Datena.
A imprensa omite o que ocorre de fato, na maior cara-de-pau, mas as comunidades sabem da verdade, sabem que são policiais que estão matando, e a propria imprensa e televisões entram em descrédito com o povo.
Se o Estado não nos protege, nos protegemos nós mesmos.  | Às vésperas de ser substituído do cargo, o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Marcos Carneiro de Lima, revelou ontem haver casos de vítimas da violência em São Paulo que tiveram os seus atestados de antecedentes criminais verificados no sistema da polícia antes de serem assassinados. Na cerimônia de posse do novo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, o atual chefe da Polícia Civil afirmou ter havido pelo menos um episódio, na atual onda de violência enfrentada pelo estado, de uma pessoa que foi morta na capital paulista após a sua ficha criminal ter sido consultada na Grande São Paulo. O delegado-geral da Polícia Civil afirmou que tem trabalhado com todas as linhas de investigação, entre elas a de que policiais possam ter cometido assassinatos na periferia de São Paulo. A consulta à ficha criminal reforça a suspeita de que a morte de civis desde o início de outubro possa estar relacionada aos assassinatos de policiais, numa espécie de retaliação. - Em crimes de homicídio no passado, nós detectamos que as vítimas, antes de serem mortas, tiveram os atestados de antecedentes criminais pesquisados pela polícia. Isso é muito emblemático, e havia uma grande dificuldade para descobrir quem pesquisou aquela vítima. Foi mandado verificar e nós constatamos isso - afirmou. O atual chefe da Polícia Civil citou caso recente em que um egresso da prisão foi abordado e colocado em seu próprio carro por um policial, que assumiu posteriormente a direção do veículo. No mesmo dia, após uma simulação de troca de tiros, o dono do carro foi morto. O delegado-geral afirmou que há indícios de ações de extermínio em São Paulo, mas disse que ainda não é possível identificar os grupos responsáveis pelos assassinatos. - Há um caso recente em que um cidadão foi abordado, colocado no próprio carro e um policial assumiu a direção. À noite, simularam uma troca de tiros. Só se chegou na autoria porque esse cidadão, egresso da cadeia, fotografou ele próprio em passeio dentro do carro, momentos antes - disse. Ele avaliou que a própria sociedade tem estranhado alguns episódios de assassinatos recentes, nos quais há indícios de que não foram criminosos comuns que cometeram o crime. - A própria sociedade, ao receber a informação de que oito homicídios aconteceram num curto espaço de tempo e num espaço geográfico pequeno, (percebe) que alguma coisa estranha está acontecendo. O criminoso é covarde, mata e foge do local. Ele não mata várias vezes, ele mata e recolhe os estojos (dos projéteis) para não fazer provas - disse. O atual chefe da Polícia Civil criticou a postura de alguns setores da sociedade que acreditam que a morte de um morador da periferia elimina um provável criminoso. Segundo ele, essa visão é preconceituosa e tem de ser combatida. O delegado-geral defendeu punição rigorosa ao agente público que comete crimes "sob o manto da ação legítima". - Há ainda uma parcela da sociedade que acha que matar pobre na periferia é matar o marginal de amanhã. Isso é uma visão preconceituosa da própria sociedade, que encarna que a ação de matar é legítima. Não é legítima, policial só mata para se defender - afirmou. O delegado-geral reconheceu ter tido divergências com o ex-secretário de Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto e defendeu a existência de uma corregedoria que seja somente subordinada à Polícia Civil. Ele criticou o fato de a Rota, tropa de elite da Polícia Militar, ter atuado na esfera da investigação durante a gestão passada. Em sua administração, o ex-secretário estadual utilizou a tropa de elite na busca de lideranças de facções criminosas, com informações do setor de inteligência da polícia. Em sua tentativa de acabar com a corrupção na esfera policial, criou desafetos e afastou o comando da Polícia Civil do governo estadual. - Para a Rota, foram passadas informações que possibilitaram fazer prisões. Acontece que no mundo inteiro a polícia que patrulha não é a que investiga, mesmo sendo da mesma corporação. Essa divisão entre prevenção e investigação é um padrão internacional. Não adianta querer inventar terceira ou quarta polícias - disse. O delegado-geral defendeu que, na nova administração, as polícias Militar e Civil atuem com mais sintonia, e considerou que, no Brasil, a Polícia Civil é desvalorizada. Ele lembrou que a Constituição federal prevê a existência de apenas duas forças policiais: uma que atue na investigação e outra que atue na prevenção. Ontem, após a posse, o novo secretário da Segurança Pública começou a escalar a sua nova equipe de governo. Além de mudanças nos cargos da pasta, ele deve fazer substituições no alto escalão das Polícias Civil e Militar. Para o cargo de delegado-geral da Polícia Civil, são cotados o diretor do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), Nelson Guimarães; o diretor do Departamento de Polícia Judiciária (Decap), Carlos José de Toledo; e o diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo, Youssef Chahin.   | Não se combate criminosos violentos com palavras, mas com ações.
Pelo que sei crimes contra os Direitos Humanos são federais ou podem ser federalizados. Portanto, a PF deveria começar a investigar os grupos de extermínio tucanos e, inclusive, a PM que lhes dá cobertura. Se necessário o Exército pode ser requisitado pela Justiça Federal para controlar, cercar e derrotar este imenso grupo terrorista fardado chamado PM de SP. "Não se combate criminosos violentos com palavras, mas com ações."
Falou o imbecil que não tira a bunda da frente do micro e a única coisa que faz na vida é jogar palavras e mais palavras ao vento e não fazer merda nenhuma.
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