| Roberto Jeferson livre da cadeia! Por Emanuel Cancella 29/11/2012 às 15:54 Roberto Jeferson livre da cadeia! Roberto Jeferson, deputado do PTB/RJ não será preso! O réu que foi pego com a boca na botija, denunciado pelo comparsa nos Correios; que não prestou contas do dinheiro recebido, dizendo que era para campanha do partido, ?denunciando? a partir daí o chamado Mensalão. E foi Joaquim Barboza, presidente do STF, que determinou o regime aberto de Roberto Jeferson e regime fechado, por exemplo, ao deputado João Paulo Cunha, do PT/SP.
Vamos aguardar agora a capa da Veja, com Jeferson. Se Joaquim Barboza, para a grande mídia, tem que ser presidente da República, caberá a Roberto Jeferson, quem sabe, a presidência do Congresso Nacional. Essa mesma mídia, principalmente a Globo, levou em 1989 um desconhecido deputado alagoano, Fernando Collor de Mello, à presidência da República.
Entre outras ?ajudinhas?, manipulou a lei eleitoral, favorecendo Collor, apresentando no Fantástico e Jornal Nacional, os melhores momentos de Collor no último debate contra Lula, no período proibido pela lei eleitoral. Depois, essa mesma mídia, com a Globo à frente trabalharam pelo impeachment de Collor.
Na ocasião, o ex-governador do Rio de Janeiro, Leonel de Moura Brizola, foi contra a CPI que tirou a presidência de Collor. Brizola, com muita coerência, que, aliás, sempre pautou sua vida pública, enfrentou essa mesma mídia golpista e manipuladora, que antes já tinha apoiado e se aliado à ditadura militar. Aliás, a Globo se aliou e cresceu à sombra da ditadura militar.
Brizola foi contra a CPI porque, com justa razão, cobrava uma autocrítica dos apoiadores e criadores de Collor, principalmente da Globo. Dizem, nos bastidores, que a Globo abandonou e defenestrou Collor porque o então presidente queria ampliar seu poderio midiático, que já imperava em Alagoas, para o restante do Brasil. Collor queria, na verdade, competir com a Globo.
Vamos agora aguardar a entrevista de Roberto Jeferson no Fantástico, no Faustão e, quem sabe, sua participação no próximo Big Brother Brasil.
É por isso que a maioria dos brasileiros não acredita na estória do mensalão, que também por mero acaso coincidiu com o período eleitoral. E a sociedade respondeu ao mensalão elegendo o candidato do PT, na maior cidade brasileira, São Paulo, e dando a maioria dos votos do país ao PT.
RIO DE JANEIRO, 29 de novembro de 2012
Email:: emanuelcancella@uol.com.br >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Invocando a "teoria do domínio do fato" do Direito Alemão o STF condenou réus por suspeitas, ilações, suposições e sem provas. A morenas divulgou e comemorou isto. A esquerda se limitou a discutir o mal uso ou distorção da referida teoria.
O fato crucial, entretanto, não tem sido divulgado.
A função do Judiciário é cumprir e fazer cumprir a Lei. Não foi o que ocorreu neste caso. A Lei exige prova do crime e da autoria, portanto, proíbe condenação por suspeita, ilação ou presunção. A Lei exige o respeito a presunção de inocência do réu, portanto, não compete a ele provar sua inocência e sim ao acusador provar sem dúvidas razoáveis sua culpa. A Lei obriga o julgador a formar seu convencimento com base em provas e aplicar a Lei, portanto, nenhum julgador deve condenar porque tem poder para fazer isto ou porque deseja condenar ou mudar o futuro do país destruindo o passado e o presente de um réu.
Quem julga sem aplicar qualquer Lei e impõe a pena que deseja não é Juiz, mas dono de boca-de-fumo. Nesse sentido, o que o STF fez neste caso chamado Mensalão não foi aplicar a "teoria do domínio do fato" do Direito Alemão, mas dar validade judicial ao "principio do tá tudo dominado" do dono da boca-de-fumo do Morro d Alemão.
No fundo o quilométrico Acórdão do STF pode ser resumido numa frase: tá tudo dominado, mano, nóis condena quem qué e prende quem quisé, tá ligado.  | Então, perguntamos ao comentarista de notável saber jurídico:
- Na sua opinião quem foi o mandante/chefe que organizou a compra de votos no Congresso Nacional ??
- Parece que o nobre jurista quer deixar a culpa da corrupção para os "bois de piranha". Assim os capos ficariam soltos, é isso mesmo ??
- Você é daqueles que acreditam que Lula não sabia de nada ?? A compra de votos para a reeleição de FHC Em maio de 1997, a Folha de S. Paulo publicou matéria com transcrição da gravação de uma conversa na qual os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, confessavam ao repórter Fernando Rodrigues, ter recebido R$ 200 mil para votar a favor da emenda que instituía a reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos.
Carta Maior Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2012 A compra de votos para a reeleição de FHC Em maio de 1997, a Folha de S. Paulo publicou matéria com transcrição da gravação de uma conversa na qual os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, confessavam ao repórter Fernando Rodrigues, ter recebido R$ 200 mil para votar a favor da emenda que instituía a reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos. Carta Maior Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2012
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