POR QUE O PT "AMARELOU" NA CPI PIZZA DO BICHEIRO CACHOEIRA?

A montanha pariu um rato, nunca o verbete do pensador romano Horácio se aplicou com tanta exatidão como na "defuntéria" CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira, o rei do cerrado. Quando da instalação da CPI os petistas anunciaram que estariam com "a faca e o queijo na mão", portanto, a prisão do megainvestidor Cachoeira, conhecido pela sua atividade originária do jogo do bicho, colocaria na defensiva as mais importantes figuras da república, entranhadas na vasta rede de negócios do bicheiro. Na versão fantasiosa, disseminada na blogosfera da esquerda "chapa branca", nomes como o ministro Gilmar Mendes, o procurador geral Roberto Gurgel entre outras "personalidades" seriam facilmente chantageadas pelos parlamentares petistas no comando da CPI "bomba"... que depois virou um traque. Mas a vida não seguiu a ficção petista, e foram estes que se colocaram em completa defensiva diante dos tubarões do "PIG" e seus nobres representantes na institucionalidade republicana. O deputado petista Odair Cunha, relator da CPI, acabou por retirar do texto final o indiciamento do procurador Roberto Gurgel e do próprio editor da revista "Veja" em Brasília, Policarpo Jr. Outros nomes de "peso" nem chegaram a ser cogitados no relatório final da CPI, que em seu fim melancólico assiste a libertação judicial do bicheiro Cachoeira e a iminência da prisão dos dirigentes históricos do PT. Os parlamentares petistas, com o mineiro Odair a frente da panaceia, que prometeram "blindar" os "mensaleiros" do seu partido da ira do PIG, só puderam mesmo livrar a cara do governador Sérgio Cabral, sócio de Cavendish dono da empreiteira Delta, prestando um grande favor a ala do PMDB do vice Temer.

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