| The Economist. Por arminio 07/12/2012 às 09:58 Olha os demo aí de novo. Que coisa mais esdrúxula esta matéria do "The Economist" inglês pedindo a saída do Mantega e chamando a Dilma de "intrometida". Para começar o tom tendencioso é de quem tá perdendo dinheiro em investimentos e quer culpar o governo brasileiro. Mais, não é bem o estilo da publicação pedir a cabeça de Ministros de Estado de outros países. Ainda mais que a imprensa inglesa não anda com um cartaz muito bom após o escândalo Murdoch. E sendo da decadente Inglaterra, que teve e terá PIB decrescente nestes anos...
A impressão que dá é que combina mais com MATÉRIA PAGA política. Neste caso, fecha com o comportamento da nossa própria imprensa golpista. Pergunta idiota: Quem pagaria por um artigo destes na imprensa inglesa? A resposta é óbvia. Os mesmos que estão pagando para a imprensa brasileira divulgar mentiras constantemente. Vamos citar suspeitos, por ordem aleatória de perversidade:
PSDB, DEM, SERRA, FHC, X, BANCOS...
Devem ter pago uma nota preta.
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Talvez se a Revista The Economist aplicasse sua fórmula na sua própria casa, o "espírito animal" do empresariado britânico retornaria e o Reino Unido sairia da recessão/estagnação.
Nesse caso o Reino Unido reconquistaria do Brasil a posição de 6ª economia do mundo. Quer dizer que é a Revista 'The Economist' que faz a gestão da economia da Inglaterra?
Tem uns aí que se o capim mudar de cor vão morrer de fome. Quer dizer que a The Economist não apita nada no seu país de origem e fica tentando apitar nos países estrangeiros.
Se capim mudar de cor, basta você usar óculos com lentes verdes. E você nunca morrerá de fome, pois é muito sabidinho.  | Uma matéria paga no The Economist? O pessoal não tem tanto cacife assim, nem a tradicional revista arriscaria sua reputação por uma besteira dessas. E tampouco é a The Economist que faz a gestão da economia britânica, como bem observou o postante aí de cima.
O que a revista constatou foi o óbvio: os mesmos fatores que produziram a estagnação econômica no quarto final do século 20 estão voltando. A Dilma pode até pisar no acelerador, mas com um elefante sentado no banco de trás, o fusca não arranca.
A mágica lulista está se esgotando. Essa mágica consistiu de andar para trás bem devagarzinho, de modo a dar a impressão de andar para frente. Lula pegou o estado enxuto e as contas no azul, herança de FHC, então teve cacife para aumentar os investimentos públicos, e ainda contou com o céu de brigadeiro na economia mundial, que durou até 2008. Ele foi na contramão de tudo o que FHC fez, aumentou o tamanho do Estado, o número de ministérios, as empresas estatais, contratou mais funcionários públicos, mas teve o cuidado de não exagerar a ponto de comprometer a estabilidade herdada de FHC, que ele bem sabia, era a única base verdadeira de seu prestígio, pois permitia ao pobre comprar uma geladeira pagando em 15 vezes iguais.
Mas não há mágica que dure para sempre. Mesmo com tudo isso, o Brasil foi o país que menos cresceu entre os emergentes. Lula ressuscitou o nacional-estatismo que causou a quebra do país no final do século passado, e agora, para desatolar, só reduzindo a carga tributária, fechando ministérios, cancelando pensões milionárias, vendendo estatais, enfim, é preciso aliviar o peso para o fusca poder arrancar de novo.  | Porque o fusquinha grego não arranca? Porque o fusquinha americano, onde a empregada do Warren Buffett paga tanto imposto quanto ele, continua atolado?  | O Wikileaks mostrou que o jornalista William Waack é comprado pelo amo do Norte.
"Finalmente, chegou um tempo em que tudo o que os homens consideravam inalienável se tornou objecto de troca, de comércio e passível de alienação. Esse é o tempo em que as próprias coisas que até então eram comunicadas, mas nunca trocadas; dadas, mas nunca vendidas; conquistadas, mas nunca compradas - a virtude, o amor, a convicção, o conhecimento, a consciência, etc. - em que tudo, enfim, se tornou objeto de comércio. É o tempo da corrupção generalizada, da venalidade universal ou, para falar em termos de economia política, o tempo em que tudo, moral ou físico, tornando-se valor comercial, é levado ao mercado para ser cotado pelo seu justo valor." Marx
O Cachoeira era dono da Revista Veja, com o 'jornalista' Policarpo Jr à sua disposição.
Mas a mídia murdochina é imparcial e objetiva até os dentes.  | Quando a imprensa, o STF, a PF, o seu zé da esquina e qualquer outra coisa falam mal do pt e dos seus aliados é porque todos são vendidos e estão fazendo obscuro.
Essa é a chave de interpretação para entender a cabeça do esquerdista. Se um esquerdista fanático desses visse o Dirceu ou o Lula matando a própria mãe (a do esquerdista fanático) ele arrancaria os olhos e os acusaria de olhos vendidos para o PSDB.
Agora qualquer insinuação contra qualquer um que seja contra a esquerda (mesmo que seja contra parcialmente) é encarada como a verdade suprema.
É por isso que eles passam batido quando alguém fala dos 100 milhões de mortos dos regimes comunistas. Quando alguém fala nisso eles sentem logo um tédio. Eles acham que a ditadura militar foi mais cruel que Stalin, Fidel e Mao. Não importa o número de mortos o que importa é se os mortos eram comunistas ou não.
Marighella, heroi esquerdista que amava Stalin, valia mais do que todos os 7 milhões de camponeses mortos na Ucrânia por Stalin.
| | | | | © Copyleft http://www.midiaindependente.org: É livre a reprodução para fins não comerciais,
desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.
| |