Agora a sociedade exige que a mesma polícia e os órgãos investigativos apurem os sucessivos apagões. Sugiro como nome da operação da PF: ?Espírito sem Luz?.
O último aconteceu sábado (15/12), em Itumbiara, divisa entre Minas Gerais e Goiás afetando 12 estados. As evidências começam justamente porque Minas e Goiás são dois dos cinco estados que estão contra o decreto da presidenta Dilma que diminuirá a conta de luz e já foi aprovado pelo Congresso Nacional.

Os argumentos usados pelas operadoras, nos acidentes, é a falta de investimentos para modernizar as linhas de transmissões. Aliás, é o mesmo argumento que usam para ser contra a diminuição das contas de luz. Na verdade, esses cinco estados alegam que o dinheiro repassado aos consumidores acarretaria na falta de investimentos na modernização das linhas de transmissão. O que eles escamoteiam é que defendem o interesse dos acionistas que, segundo eles, receberiam menos dividendos na divisão dos lucros. Será que os interesses dos acionistas estão acima dos interesses da sociedade? As concessões são renovadas a cada 25, 30 anos, quer dizer que só agora se deram conta que faltam investimentos?

Outros apagões aconteceram também durantes as eleições municipais de 2012 e não precisa ser nenhum Sherlock Holmes para deduzir que os apagões foram obra da oposição para desgastar os partidos do governo e de sua base de sustentação, como diria o ajudante do detetive inglês; ?Elementar meu caro Watson.?

Hoje o Brasil tem excedente de energia elétrica, diferentemente dos apagões de FHC que acontecia pela falta de energia. Isso a mídia não diz!

Como esses oposicionistas são capazes de tudo para tentar desgastar o governo, e como não tem voto como mostram as pesquisas, não precisa ser também nenhum Sherlock Holmes para imaginar que esses espíritos sem luz podem aproveitar o natal e o ano novo para aplicar seu saquinho da maldade, provocando mais um apagão e prejudicando principalmente a sociedade. Vamos tolerar mais quantos apagões para botar a polícia para agir?

RIO DE JANEIRO, 20 de dezembro de 2012