| Esse artigo foi escondido porque estava em desacordo com a política editorial do site. Ele pode ser um artigo repetido (já publicado anteriormente), um artigo preconceituoso ou discriminatório, um ataque pessoal, propaganda comercial ou de partido político ou apenas um artigo que contraria a missão do CMI. Em caso de dúvida, contate o coletivo editorial: contato@midiaindependente.org A pobreza é mais cruel que a escravidão Por pobre livre e fudido 20/12/2012 às 15:33 Não que a escravidão se justifique. Mas a liberdade sem uma distribuição equitativa de oportunidades não é lá grandes coisas. O pobre livre vivem em piores condições que aquelas vividas pelo escravo. Como o escravo era patrimônio de seu amo, este o alimentava e o abrigava acreditando estar preservando o que era seu. O pobre "libertado" ficou entregue à própria sorte, tendo que se virar para arranjar emprego que lhe desse "direito" à alimentação, ao abrigo, e à vida.
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Não existe pobre livre. Apesar deste apelido que tem a haver com a redução do meu nome e não com dinheiro eu posso te dizer uma coisa: não é pobre é proletário. Não adianta aqueles que estão hoje com crachá me megaempresas com plano de saúde e salario elevado. Estão todos ameaçados de pobreza mesmo quando não se consideram pobres, ou seja são e não sabem que são. Neste momento em que o desemprego está em baixa o que mais tem é gente que se acha livre. A chantagem da classe capitalista é implacável, ou trabalha forçado para ela ou morre de fome. E nós trabalhamos para a classe toda, hora numa empresa, hora em outra. Por vezes nos tornamos pequenos ou grandes patrões ou chefes e experimentamos o outro lado da chantagem. O modo de viver no capitalismo é assim. Por vezes os capitalistas estatizam tudo e dizem que é socialismo ou até mesmo comunismo, mas não se iluda, a chantagem capitalista ali continua, o capitalismo ali continua. Isto um dia muda? Acho que sim, tudo muda.
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