Sem contar que apoiaram e cresceram à sombra da ditadura.

Já protegeram diretores assassinos de namorada como o caso de Pimenta Neves, ex-diretor do Estadão, ver na internet:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Marcos_Pimenta_Neves. O estadão também apoiou a ditadura militar, veja na internet:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_OESP. A contribuição da Folha com a ditadura militar pode ser vista em  http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2012/12/515028.shtml

São concessionárias de serviços públicos que pagam valores simbólicos pelos serviços, e a sociedade desconhece esses valores. Se apresentam como paladino da moral e da ética e enriquecem, criam verdadeiros impérios, e fazem repasse simbólico pela concessão em um país carente. Renovam as concessões entre quatro paredes e usam todo poder de pressão contra o governante de plantão. Já tiveram poder absoluto no país, hoje relativo, diante das redes sociais e também do descrédito que alcançaram com suas práticas frente à sociedade.

A mídia já foi denominada o quarto poder da República, e o primeiro na escala do poder, tanto que, em 1989, a Globo criou um candidato inexpressivo, Collor de Mello, que mesmo assim na reta final da eleição titubeou e a Vênus de prata teve que apresentar seu saquinho da maldade para derrotar Lula. Tudo isso esta documentado no filme ?Além do cidadão Kane? no endereço eletrônico:  http://www.youtube.com/watch?v=049U7TjOjSA.

Que a Globo apoiou a ditadura militar instalada em 1964 e cresceu a sua sombra ninguém tem dúvidas, mas muita gente não sabe é da ligação da TV Globo com o grupo norte-americano Time-Life que começou em 24 de julho de 1962. Aliás, também ninguém tem dúvida de que foi o governo norte-americano que patrocinou a ditadura no Brasil e em grande parte de nosso continente.

Precisamos mudar nossa mídia, na verdade democratizá-la! Não podemos aceitar monopólios como o da Globo que alcança mais de 90% de nosso território, é muito poder para uma emissora, principalmente para fazer o que já fez em nosso país. No mundo desenvolvido, não existe empresa de comunicação com esse poderio. Em nosso continente, Venezuela e Argentina já começaram essa mudança. A mídia está organizada e articulada em nosso continente, e age contra os seus críticos, principalmente os governos democráticos populares, como se uma guerra estivesse deflagrada. O que se busca é a democratização de meios de comunicação, principalmente através do controle social.

Obs.: Enviei cópia desse artigo para publicação a Folha, Estadão, O Globo, Veja, JB entre outros.

RIO DE JANEIRO, 27 de dezembro de 2012