| 250 EDIÇÕES DO JORNAL LUTA OPERÁRIA, UM MARCO HISTÓRICO DA IMPRENSA OPERÁRIA! Por Liga Bolchevique Internacionalista 27/12/2012 às 17:04 LEIA O EDITORIAL DO JORNAL LUTA OPERÁRIA Nº 249, 2ª QUINZENA DE DEZEMBRO/2012 250 EDIÇÕES DO JORNAL LUTA OPERÁRIA, UM MARCO HISTÓRICO DA IMPRENSA OPERÁRIA! Chegamos ao final de 2012 com o Jornal Luta Operária (JLO) completando a marca histórica de 250 edições. Em maio de 1995, surgia a primeira edição, número zero, do periódico publicado pela Liga Bolchevique Internacionalista, não por acaso, no mesmo mês em que nossa corrente política foi fundada. Passados 17 anos, hoje o JLO é uma importante referência não só nacional, mas também internacional, no universo das publicações das organizações que se reivindicam revolucionárias. É seguramente o periódico impresso quinzenalmente mais regular de toda esquerda brasileira, o que reflete o seu compromisso no acompanhamento sistemático da análise da conjuntura mundial, assim como uma intensa cobertura dos acontecimentos mais marcantes da luta de classes em nosso país. Ao lado do Blog da LBI, de nosso site na internet e da revista teórica Marxismo Revolucionário, o JLO cumpre o importante papel de ser o principal porta-voz de nossas posições políticas. Seguindo o legado de Lênin, compreendemos que a imprensa partidária em plena febre do "mundo virtual" continua sendo o militante número 1 de uma organização revolucionária. Não pode haver uma corrente política realmente comunista que não possua uma imprensa partidária regular, não somente como um mero boletim informativo como é comum na "esquerda", mas fundamentalmente como um organizador coletivo de toda a atividade militante, abstraindo as lições programáticas de cada fato da luta de classes. Sem medo de errar, a trajetória política das 250 edições do JLO passou pelo crivo ácido da luta de classes ao sustentar posições justas e corajosas do ponto de vista da classe operária e das massas oprimidas. Leia este artigo na íntegra no SITE da LBI: http://www.lbiqi.org/ Siga-nos no TWITTER: http://twitter.com/LBIQI
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Quando Marx disse: "tudo que sei é que não sou marxista", ele não estava se auto renegando, mas estava renegando os ditos marxistas, pois desde sua época Marx notou que eram ditos os maiores absurdos em seu nome.
Nunca acredite em "marxistas", pois quase sempre não passam de parasitas sugando o prestigio de Marx em beneficio de seus interesses e idéias particulares.
Lênin, Trotsky, Stalin, Mao, Fidel, Tche, etc não falam em nome de Marx (apesar desses embusteiros afirmarem-se marxistas), ao contrário, o discurso e prática dessa gente é burguesa e anti marxista até a médula.
É fácil saber o que é e o que não é marxismo, já que Marx deixou isso por escrito.  | A revolução social, cujo a atual crise mundial tornou tão próxima, representa o fim do sistema de trabalho assalariado (fim da hierarquia laboral, que é produto do trabalho alienado que marca o sistema salarial, fim da mais valia, que produz e reproduz o capital, que é a empresa capitalista) substituindo-o pelo trabalho coletivo, ou seja, pelas cooperativas de auto gestão unidas pelo plano comum delas. E o fim do aparelho estatal, fim do poder governamental estatal (fim dos exércitos e das policias, fim dos poderes executivos e legislativos, fim dos impostos, fim da emissão de dinheiro)
O objetivo da revolução proletária é destruir os exércitos e policias e não substitui-los por novos.
O partido politico revolucionário proletário é a classe proletária revolucionária toda, inteira, e não meia duzia de idiotas que se acham a classe revolucionária, que se acham a própria revolução, que se acham o partido revolucionário, sendo esse partido a classe proletária revolucionária toda, e não grupelhos ou partidos seitas e partidos pequeno burgueses.
Os comunistas são aqueles que tomam partido do comunismo, ou seja, que tomam partido da revolução espontânea da classe trabalhadora, que apoiam essa revolução espontânea, essa revolução auto organizada pelos próprios trabalhadores e não por partidos, sindicatos, ou grupos quaisquer. Os comunistas não são o partido politico proletário, são apenas os seus mais ardorosos apoiadores, estando (os comunistas) subordinados a esse (ao partido proletário) e não o contrário.
O partido politico proletário é a classe proletária revolucionária toda, inteira, e não sindicalistas (de todas as cores ideológicas), ou grupelhos (anarquistas/autonomistas vanguardistas), ou partidos seitas (unipa, pstu, pco, lbi, etc), ou partidos pequeno burgueses (pt, pcb, pc do b, etc).
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