| Estatizar já as distribuidoras de energia, a começar pela Light Por Emanuel Cancella 28/12/2012 às 12:54 ESTATIZAR JÁ AS DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA, A COMEÇAR PELA LIGHT Um setor estratégico de nossa economia tem que ser estatizado, o quanto antes, é o de energia! O Brasil tem excedente na produção de energia elétrica entretanto esbarra na distribuição, sendo que a ampla maioria dessas concessionárias são privadas.
Essas distribuidoras têm uma serie de privilégios como o reajuste de tarifa anual automático, sempre superior à inflação. A Ligth, por exemplo, reajustou a conta de luz em novembro de 2012, em 12,27%. A inflação medida pela FGV do período foi de 7,12%. Cobram por atraso, na própria conta de luz, juros, multa e sujeitam o consumidor ao corte de energia.
Em contrapartida, em caso dos sucessivos apagões, como no dia 15/12, que atingiu 12 estados, basta uma desculpa esfarrapada das operadoras como um raio, um erro humano e está tudo bem, a sociedade que se dane. Os comerciantes que fiquem com seus prejuízos, os hospitais que se virem usuários presos nos elevadores ou no forno de seu quarto, que dêem seu jeito.
Tudo porque essas concessionárias não vão modernizar os equipamentos, pois só pensam no lucro fácil para si e seus investidores. Um exemplo incontestável da ganância desses empresários é a oposição ao decreto da presidente Dilma, de desconto de 20% na conta de luz. Cinco estados oposicionistas não vão acatar o decreto. Dizem que estão contra o decreto da presidenta Dilma, mas na verdade estão contra a sociedade.
O Rio de janeiro conhece muito bem essa história de privatização Do setor elétrico, inclusive a mesma Light, foi centro de uma polêmica no Rio, em 1970, que levou o governo federal, de forma obscura, a nacionalizar a empresa às vésperas do vencimento da concessão.
A Light não é nada eficiente na distribuição de energia, mas é boa de lábia e propaganda, inclusive tem apoio integral da mídia, vide as explosões de bueiros que, aliás, continuam. Quanto ao apagão, essa novela está apenas começando junto com o verão. Resta saber até quando a sociedade vai aturar as desculpas esfarrapadas!
RIO DE JANEIRO, 28 de dezembro de 2012
Email:: emanuelcancella@uol.com.br >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria O autor esta se transformando em Dr. Incoerência, visto não prestar bem atenção no que escreve.
Segundo o autor, as distribuidoras precisam ser estatizadas, logo elas são empresas privadas. Depois diz, que cinco estados oposicionistas não vão acatar o decreto. Dizem que estão contra o decreto da presidenta Dilma, mas na verdade estão contra a sociedade.
Será que é preciso desenhar para perceber a lambança que o Dr. Incoerência escreveu ???
Meus amigos, o autor fabrica a corda que ele mesmo busca se enforcar.
Sugiro que o autor leia mais e pare de ser teleguiado pela hipnose petista.  | O tal Cancella está abusando da inteligência alheia, quando faz ilações sem pé e nem cabeça.
Chega a ser patético. A parte culta do PT não teria coragem de ser ingênuo, até porque as próprias declarações da Presidente Dilma, está em sentido contrário ao do Cancella. As empresas que não aderiram ao acordo, são empresas privadas, cujo acionistas avaliaram não ser um bom negócio. Porém, assumiram o risco de não renovar o contrato de concessão. É bom lembrar ao Cancella que as empresas privadas não pertencem aos estado que são de oposição. No Rio de Janeiro, a Ligth é empresa privada e o governo do PMDB está na base de apoio do governo federal.
Cancella deve estar se perguntando como é difícil enrolar o público do CMI. Não precisa estatizar. Basta que se faça cumprir o contrato, ou seja, aplicam-se multas! Ações privadas e coletivas (Ministério Público) na Justiça também são vias alternativas.
Se estatizar, vira cabide de emprego dos apaniguados do alcaide de plantão e de seus sequazes. Estatizar o setor de energia é o jeito mais rápido de conseguir apagões. O setor público é ineficiente. Isso já foi provado n vezes na história recente da humanidade. Cancella tem toda razão mas isso só vai ser conseguido com Revolução Popular e a destruição do poder político e econômico da liberal burguesia atrasada, sua imprensa cretina, seu exército e legislativo corruptos e inúteis.Saudações comunistas revolucionárias.
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