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| | 2013, ano da regulação da mídia
Queremos entrar em 2014 numa situação diferente da que entramos em 2013, 2012, 2011, 2010...
Não vejo porque a mídia não deva ser regulada. Se alguém paga a assinatura de um jornal ou TV a cabo com um cheque roubado sua conduta criminosa pode ser e provavelmente será objeto de apreciação pelo Estado a pedido da empresa que foi lesada. Quando "roubam" informações mediante grampos (como ocorria nos jornais ingleses do Rupert Murdoch) ou "roubam" da sociedade a possibilidade de conhecer toda a verdade (como ocorre no Brasil, onde os jornais e telejornais deliberadamente manipulam, distorcem e omitem informações para beneficiar tucanos e prejudicar petistas) as empresas de comunicação lesam seus clientes. Por que elas também não deveriam responder por sua conduta criminosa? É absurda a idéia de que as empresas de comunicação devem ser completamente livres porque numa democracia as pessoas também podem mentir, distorcer, manipular e omitir informações. As pessoas e as empresas de comunicação não são e nunca serão iguais. Jornais e telejornais tem condição de influenciar milhões de pessoas de uma só vez e cada pessoa consegue no máximo influenciar os amigos com quem se relaciona. Além disto, as pessoas não têm acesso às mesmas fontes que os jornais e telejornais, não conhecem as técnicas de processamento e filtragem de informações e raramente dominam as técnicas de construção de textos e de imagens utilizadas com maestria pelos profissionais que trabalham nas empresas de comunicação. Regular a mídia é a única maneira recriar algum tipo de igualdade numa relação que produz desiguais. A função da mídia não deve ser ditar uma agenda pública (como ocorre atualmente no Brasil), mas fornecer aos cidadãos (que são os detentores da soberania) condições para fazer isto. O monopólio do poder político não pertence à mídia, nem deve ser por ela usurpado. Igualdade perante a Lei só existe se houver Lei estabelecendo regras para todos. As relações entre as pessoas e as empresas de comunicação são reguladas. Se alguém pagar a empresa de comunicação com cheque roubado será responsabilizado. A relação entre a mídia e as pessoas também deve ser regulamentado. Se divulgar informações roubadas ou roubar dos cidadãos a possibilidade deles conhecerem toda a verdade os jornais e telejornais também devem ser responsabilizados. Numa democracia ninguém deve ter poder absoluto. O que vale para os cidadãos, com muito mais razão deve valer também para as empresas de comunicação, pois o poder de sedução e convencimento delas é muitíssimo maior do que o de uma pessoa ou grupo de pessoas. Regular a mídia é a única maneira de preservar a democracia ou aprofundá-la. Os jornais e telejornais que defendem a verdadeira democratização do país aceitam sua regulamentação por Lei. As empresas de comunicação que não fizerem isto querem na verdade continuar endo o privilégio de abusar impunemente do respeitável público. Que 2013 seja o ano da regulação da mídia no Brasil. Assim poderemos comemorar a transição de uma era de decadência e tucanização jornalística para um novo país a partir de 2014. >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria
A mídia já é regulada O postante se esqueceu que a mídia já é regulada: existem disposições a respeito no código penal e no código civil. E até recentemente ainda havia a Lei de Imprensa, herança do governo militar. Será que é essa Lei de Imprensa que o Fábio quer ressuscitar? Ele não disse de que maneira a mídia deve ser regulada, mas ao que tudo indica, deve ser pelos métodos intimidatórios que estão sendo tentados na Venezuela e na Argentina. Mas agora, dizer que a mídia deve ser proibida de mentir é uma falácia, pois ninguém é dono da verdade, e portanto, ninguém pode determinar de antemão se a notícia é falsa ou verdadeira. A única maneira de preservar a liberdade de expressão é permitir que a mídia diga o que quiser, e depois cada um que responda por suas mentiras na forma da lei que já existe. Os jornais são livres para mentir, distorcer, manipular e omitir, e o público é livre para escolher o jornal que quer comprar. Se o público prefere os jornalões aos jornalecos, é porque sabe que os jornalões têm muito mais valor informativo que os jornalecos que nada mais são do que panfletos e pasquins. O mercado é a expressão do Desejo Coletivo das massas, e depura toda a produção, inclusive a produção midiática, rejeitando o mau produto e preferindo o bom produto. É assim que funciona a democracia. Se você acha que o público escolhe mal, OK, é a sua opinião, mas você é você e o público são milhões. Na democracia, deve prevalecer a vontade da maioria. REGULAÇÃO Pedro Bundin pensa que lida com retardados. A regulação da mídia que queremos é para: 1- acabar com o monopólio; 2- possibilitar à população interferir na pauta dos jornais para tratar de assuntos que lhe interessam e que não dão lucro; 3- regular a distribuição da verba de propaganda dos órgãos oficiais para viabilizar economicamente mídias sociais; 4- proibir veículos de comunicação de receber dinheiro de agencias internacionais para desestabilizar o governo brasileiro (como a USIA e CIA por exemplo); 5- garantir o direito de resposta a pedido de leitores e telespectadores que demonstrem que o veiculo de comunicação mentiu, omitiu ou distorceu os fatos com finalidade partidária; 6- obrigar os veículos a darem o mesmo espaço a todos os partidos políticos antes e depois das eleições. Bom! Então. 1) Acabar com o monopólio, seria então semelhante ao sistema cubano, lá não existe monopólio, pois não existe mídia independente? 2) Neste caso se criariam varias TV Brasil, em que os custos são altos e a audiência igual ao número de funcionários ou até inferior mas com custos altíssimos para manter alienados alinhados com o sistema e recebendo salários? 3) Nesta clausula, os demais blogs receberiam proporcionalmente o que recebe o carta capital? 4) Nesta clausula, provavelmente se excluiria as verbas provenientes de Cuba, Venezuela e outras republiquetas certo? Somente seriam rejeitadas aquelas contrarias aos sistemasditatorias? 5) Esta clausula será copiada da integra do sistema cubano e antigo russo, sem problema. 6) Igualzinho ao sistema venezuelano? Em que o FDP, denominado chaves, ficava o dia inteiro na TV acusando armações contra ele enquanto que o concorrente tinha alguns segundos por dia na mídia? Fácil, muito fácil. Ridículo Alguem me explica como um mercado com 7 empresas de tv e trocentas empresas de rádio, jornal ou revista pode ser um monopólio? E como substituí-las por um agente, o estado, vai tornar menos monopolista? Quer liberdade? Acabe com a regulação. Deixe que qualquer um que queira se expressar e tenha público que o sustente possa passar sua mensagem. E acabe com a compra de espaços publicitários pelo governo. O governo não deve gastar um centavo nesse tipo de publicidade. A verba deve ser cortada e o dinheiro ficar com a população, através da diminuição de impostos Efeito Mordaça Fábio é um velho conhecido meu aqui no CMI, e sua visão do mundo é através do enclausuramento da liberdade de expressão, ou melhor do Efeito Mordaça. Pessoas como o Fábio, não querem que as más notícias, como por exemplo, escândalos de corrupção envolvendo o PT sejam publicadas. Durante o ano de 2012, por mais que fossem claros todos os escândalos envolvendo integrantes do PT, lá estava o Fábio a defender todos. Talvez pelo seu perfil jurídico e também por estar sendo remunerado pelo PT, ele esteja defendendo o impossível. Que seja. O Efeito Mordaça é o primeiro passo para a decadência da República e da Democracia. Na Venezuela há uma pseudo democracia com todas as matizes chavistas, que tem por objetivo a manutenção da alienação personalista do mandatário. Na Argentina, Cristina tenta seguir os passos de Chaves, mas lá a coisa não é tão fácil, até porque a população é muito mais esclarecida. O panelaço funciona e o governo recua. O índice de aprovação da Cristina nunca esteve tão baixo. O governo manipula tudo a seu favor. A população perdeu a confiança no governo. Esconder sujeiras, corrupções e índices, porque e para que. Acho que o autor precisa encontrar um novo rumo para a sua vida medíocre, pelo menos aqui no Brasil. Mas, sua insatisfação poderia ser solucionada se ele se propor-se a viver em Cuba ou Venezuela. Lá o gajo poderia viver feliz para sempre, com duas tatuagens na bunda: um de Fidel e outra de Chávez..rsrsrs O principal é acabar com a propriedade cruzada O primordial é acabar com a propriedade cruzada dos meios de comunicação: uma mesma pessoa ou grupo empresarial não poderia ser dono de rádio, jornal impresso, canal de televisão e outras mídias. E todas as concessões de canais de rádio e TV para políticos e grupos religiosos deveriam ser cassadas. Ditadura Mídia regulada? E isso que o Fábio era contra a ditadura. Regular a mídia é o primeiro sinal de ditadura.
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