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| | Brasil: a perfeita liberdade de expressão? Por Emilio José Lemos de Lima 03/01/2013 às 17:51 Assim, a presidenta Dilma Roussef e a chamada "base aliada" estudam uma alternativa criativa e inovadora, capaz a um só tempo de garantir um libérrimo funcionamento da imprensa e a proteção dos direitos e interesses da cidadania, das instituições e das empresas: A Lei do Direito de Resposta, concebida para  Dilma Roussef  defenderei até o fim vosso direito de fazê-lo. Voltaire  Censura na internet? Brasil: a perfeita liberdade de expressão?
É polêmica a relação existente entre a liberdade de expressão e o grau de desenvolvimento das sociedades.
Muitos pretendem justificar o caráter repressivo dos regimes vigentes como um preço que precisa ser pago para que se alcance o progresso.
Através de toda a história, entretanto, lutou-se e morreu-se pelo direito de falar, de questionar, de publicar.
De concreto constatamos, para nosso grande alívio, que as sociedades mais desenvolvidas são justamente aquelas que conseguiram mais ampla e inquestionável liberdade de expressão.
Contudo, dificuldades há, em toda parte, porque em toda parte há quem use a liberdade de expressão como arma de guerra, bélica, propriamente dita, política e comercial.
Não é por acaso, que em muitos países debate-se hoje legislações sobre o assunto; é o caso de nossa vizinha república Argentina, para citar apenas uma ocorrência.
No Brasil temos um histórico de arbitrariedades e abusos: desde a mais torpe censura, como aquela praticada durante a "ditadura militar", até desonestos e virulentos ataques levados a efeito por setores da imprensa, contra instituições, cidadãos e até bancos.
Quem não se lembra da escola fechada em São Paulo, por supostos abusos sexuais contra crianças? Ou de um político conhecido e respeitado que teve sua reputação enxovalhada e levou anos e muitos e lentos processos judiciais para restabelecer a verdade? E de um certo grande banco, taxado de "quebrado" por uma revista de grande circulação, para passar então realmente por grandes dificuldades provocadas pela notícia mal-intencionada e acabar (mal) vendido?
Menciono apenas estes tres casos, tristemente célebres. São tantos e tão sistemáticos, entretanto, que um jornalista conhecido cunhou um neologismo jocoso: O P.I.G.: O Partido da Imprensa Golpista.
A tentativa de a partir deste histórico, estabelecer-se qualquer forma de censura ou restrição, provocaria um retrocesso insuportável para a jovem democracia brasileira.
Assim, a presidenta Dilma Roussef e a chamada "base aliada" estudam uma alternativa criativa e inovadora, capaz a um só tempo de garantir um libérrimo funcionamento da imprensa e a proteção dos direitos e interesses da cidadania, das instituições e das empresas: A Lei do Direito de Resposta, concebida para funcionar como uma liminar cautelar, isto é, uma medida imediata, apoiada na fé às alegações do demandante e na determinação de evitar danos irreparáveis a reputações e a patrimônios.
Mais ou menos assim: o cidadão, instituição ou empresa potencialmente prejudicado, solicita o imediato direito de resposta, no mesmo veículo, com idênticos destaque, colocação, horário, tiragem, etc... Sendo imediatamente atendido pela autoridade judiciária, sempre e quando proceda a demanda?.
Assim, em nada se retringe a liberdade dos jornalistas e dos veículos, porém, antes mesmo de acionar a justiça pelo restabelecimento da verdade, o prejudicado já consegue publicar a sua versão dos fatos.
Ponderados os custos e os desgastes envolvidos para profissionais jornalistas e seus veículos, a lei tende a funcionar como um elemento moderador.
Como o leitor amigo pode constatar, além de impulsionar a hidrovia Caribe-Plata, com os países vizinhos; De acelerar e potencializar a aquisição de pequenas propriedades; e de viabilizar com Ernst Götsch, a recuperação do semi-árido brasileiro ("Brasil: Mudanças estruturais a caminho." voltaaomundopresidenta.blogspot.com), Dilma Roussef e sua base aliada, lançam as fundações para novos passos na democratização profunda do Brasil.
** "O golpe militar" de 1964, foi urdido, financiado e comandado do exterior. Contou com simpatizantes locais, claro. Inclusive importantes setores das forças armadas. Após o golpe, quem permaneceu nestas instituições públicas não teve alternativa senão aderir. Veja "1964, a Conquista do Estado", do professor doutor René Armand Dreifuss, publicado em 1981 pela Vozes. Aparentemente incluído em algum "Index Librorum Prohibitorum", porque muito difícil de achar.
*** Em tempo: o projeto da hidrovia Caribe-Plata é apenas uma das maravilhas propostas por "América do Sul; Integração e Desenvolvimento", livro organizado por Darc Costa.
Email:: emiliojoselemosdelima@gmail.com URL:: voltaaomundopresidenta.blogspot.com >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Cara-pálida, em que mundo vc vive. O direito de resposta, por exemplo, lido no JN pelo Bonner é a mesma coisa do que a noticia caluniosa dada em alto estilo pelo mesmo? Acorda, mané!  | A direita brasileira e a mídia querem conter o ciclo virtuoso do Brasil
O ciclo virtuoso do Brasil começou com Lula e continua com Dilma. Quando Lula assumiu o governo, a direita brasileira, que usou todas as armas para impedir sua eleição, apostou no caos. Lula se elegeu e se reelegeu e saiu do governo com índices de satisfação da sociedade pouco vistos no mundo. Agora a presidenta Dilma enfrenta uma oposição ferrenha, haja vista o orçamento da União que, se não fosse usada uma medida provisória, o Brasil ficaria sem dinheiro para honrar seus compromissos. A oposição, não satisfeita em impedir seção do Congresso Nacional no final de 2012 para votar o orçamento de 2013, ameaça entrar na justiça contra a medida provisória. Na verdade, sem o orçamento da União eles estão prejudicando o Brasil e os brasileiros. E como se o pai ou a mãe de família não tivesse como honrar os compromissos financeiros no inÍcio do ano: IPTU, matrícula na escola das crianças, IPVA etc, seria o caos. O desempenho pífio da oposição nas eleições municipais e nas prévias para eleição à presidência em 2014, isso depois de todos os escândalos mentirosos, requentados e implantados contra o governo, principalmente com o julgamento do mensalão, mostrou que o povo está apoiando o Lula, o PT e a Dilma. Mas a direita brasileira, aliada à mídia, não desistiu e não dá trégua, funciona como uma quadrilha se revezando, mentindo, requentando e fabricando notícias negativas contra o governo e o Brasil. Hoje, 3/11, a manchete da Folha tirou a máscara e se apresentou como um panfleto partidário, mentiroso e ridículo contra o governo: ?Triênio de Dilma poderá ser o primeiro desde Collor em que o país crescerá menos que todos os vizinhos?. A má fé da Folha é tão grande que já fez projeção catastrófica para os três anos de Dilma. Poderia dizer, por exemplo, que o PIB brasileiro é maior que todos os países vizinhos juntos, assim quantitativamente o Brasil crescerá muito mais. E usou para subestimar o desempenho econômico do Brasil, dirigentes do Cytibank, e dos bancos privados brasileiros (Itaú, HSBC), todos esses bancos particulares estão morrendo de ódio do governo Dilma que, em beneficio da sociedade, usaram o banco do Brasil e a Caixa Econômica para diminuir os juros bancários e conseqüentemente seus lucros. E o mais ridículo, a consultaria usada pela Folha é Britânica, EIU (Economist Intelligence Unit) da qual faz parte a Inglaterra país da mesma revista, The Economist, que, de forma estapafúrdia, sugeriu a saída do ministro da Fazenda, Guido Mantega. A Folha esqueceu-se da crise financeira internacional que jogou os Estados Unidos e a Europa no caos econômicos, onde o EUA teve que usar dinheiro público para salvar o Cytibank e a General Motors ? GM, símbolos da iniciativa privada. Tanto os EUA como a Europa enfrentam além do PIB baixo, uma onde de desemprego em massa, na Grécia e na Espanha e em Portugal acima dos 20%. E o que essa imprensa não diz é que o Brasil se aproxima do pleno emprego e que agora já somos a sexta economia no mundo! A despeito dessa má vontade da Folha com o Brasil, os turistas invadiram nosso país na passagem de ano, gerando emprego e renda. O Congresso está discutindo a distribuição dos royalties à União, estados e municípios. E vamos começar a produzir petróleo em grande escala com o pré-sal. Será que a Folha não teria outra noticia econômica sobre o governo Dilma e o Brasil?
Alerta geral: Matéria enviada à Folha, O Globo, Estadão, JB, Veja, e Época, entre outros jornais e revistas para publicação. Enquanto a ?lei dos meios? não chega em nosso país, vamos usar as redes sociais para divulgar noticiais verdadeiras sobre nosso país. A orientação da direita e da mídia brasileira a exemplo dessa matéria da Folha é pautar noticias negativas contra o governo e o Brasil, para conter nosso ciclo virtuoso, não importa que sejam fabricadas, requentadas, mentirosas tem que falar mal.
RIO DE JANEIRO, 03 de janeiro de 2013  | Elogio novamente o texto de Emanuel Cancella, que pondera muito bem sobre o ciclo virtuoso de Lula.
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