Desconheço se ex-voluntários do CMI adotaram as redes sociais para as suas estratégias de comunicação. Mas sei que vários foram para o Passa Palavra, que não tem publicação aberta.

A melhor maneira para os/as ativistas darem vida ao legado do CMI é difundindo de maneira cada vez mais criativa novos espaços livres de publicação aberta e comunicação colaborativa.

O sucesso das redes sociais corporativas, até mesmo entre ativistas, não deixa de ser um reflexo da falta de renovação e de uma difusão mais eficaz das ferramentas livres de comunicação e do conhecimento necessário para que movimentos populares criem suas próprias ferramentas de maneira autônoma.

Mas sou otimista. Novas ondas de criatividade e de ferramentas livres amigáveis virão.

Jinco: sobre a questão da participação nos coletivos, se não há um coletivo do CMI em sua cidade você pode começar a formar um. Você pode entrar em contato conosco para obter uma melhor orientação sobre isso.