CASA BRANCA,"REBELDES" PRÓ-OTAN E REVISIONISTAS REFORÇAM SUA "FRENTE ÚNICA" EM 2013 EXIGINDO A RENÚNCIA IMEDIATA DE ASSAD

Ingressamos em 2013 e segue a ofensiva do imperialismo para derrubar o governo de Bashar Al Assad como parte da estratégia militar ianque cujo alvo principal é o Irã. Justamente por esta razão a Casa Branca rechaçou neste domingo, 06/12, o discurso pronunciado horas antes pelo presidente da Síria no Ópera House de Damasco, onde defendeu um "plano de paz" que prevê inclusive eleições em 2014. Tal proposta já é em si mesma uma enorme concessão às pressões feitas pela Rússia e China que desejam impor uma saída de acordo com os EUA. A porta-voz do Departamento de Estado ianque, Victoria Nuland, afirmou que o plano apresentado por Assad é "fora da realidade" e "mais uma tentativa do regime sírio de se manter no poder". Nuland declarou ainda que "o presidente sírio deve se afastar imediatamente e permitir uma transição política já". O discurso de Assad também foi duramente criticado pela Turquia, pela Grã-Bretanha e pela União Europeia, que reiteraram pedidos para que o presidente sírio renuncie. Em sintonia com a posição das potências capitalistas, os mercenários "rebeldes" da coalizão nacional de oposição declararam que o presidente quer tornar inviável qualquer acordo internacional que possa acabar com seu governo. Como se vê, desde os representantes do imperialismo até os "rebeldes" pró-OTAN, passando pelos revisionistas do trotskismo que vergonhosamente chamam a ofensiva da Casa Branca de "revolução árabe", todos tem o objetivo comum de derrubar um governo de corte nacionalista que tem fricções com os interesses dos EUA na região.

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