O prefeito anterior, Carlito Merss (PT), em um dos últimos atos do seu mandato, reconheceu que o município deve às empresas 125 milhões de reais, de maneira que essa dívida deverá ser incorporada na licitação resultando em vantagem às atuais concessionárias. Além do fato de a dívida ser altamente discutível, justamente porque o município não tem o menor controle sobre os custos do sistema, ela vicia de partida a licitação.

Os movimentos sociais organizam-se desde o ano passado para intervir nos termos da licitação, pressionando no sentido de uma empresa pública de transporte, financiamento do sistema por meio de impostos progressivos e conselho de usuários para a gestão do sistema.

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