Qual é o nível (de verdade) dos universitários?
Haroldo Pacheco da Silveira Santos.

É só o meu ponto de vista muito limitado mas acho que o problema maior no começo do meu curso de Biologia foi eu ter usado em pastas adesivo da AMORC e adesivo "Jeitinho é corrupção". Acho que a grande maioria dos brasileiros é a favor do jeitinho. Acho que não foi a mudança atropelada do Rebouças para o hotel nem o quartinho pequeno do hotel. Acho que não foi a cara feia por causa da dor de dente. Porque um dia expliquei para a professora no laboratório que o motivo da minha cara de azedo era a dor de dente. Solidária ela falou "Dor de dente ninguém merece". Se eu fosse complexado ou tivesse problema mental teria perguntado "A sra. quer dizer que NEM EU mereço isso?"
Na mesma mesa do laboratório em que eu trabalhava ficavam normalmente duas colegas - a E. M. e a M. A. P. - com quem conversei um pouco algumas vezes. Sempre fui muito de puxar conversa; às vezes isso pode ser defeito. Depois da greve as duas já não sentavam mais perto de mim. Geralmente meu guarda-pó não estava limpo porque na época eu tinha uns problemas p/ lavar roupa.
Não pude ir a duas festinhas mas nunca pedi o dinheiro de volta. Com a M. A. P. falei uma vez na calçada da Av. Francisco H. dos Santos sobre lugar para morar; eu fazia propaganda da pensão que arrumara e ela disse que ia morar com um tio. A E. M. eu achava que era legal porque no seu Facebook aparecera que ela preferia bicho que gente. Não que eu seja contra os seres humanos. Sou como aquele escritor, o Swift, que falou que o amor que sentia era pelos indivíduos e não pela Humanidade como um todo. Gosto da Maria, do João, da Ana, do Pedro, etc. mas acho a Humanidade terráquea no geral uma porcaria.
A Ananda obesa aprontava pelo menos desde abril. É possível que a A. C. S. F. tenha ficado com medo que eu comentasse o que eu ouvira em uma conversa no RU sobre a turma em geral. Que confirmava o que outros me disseram. Talvez pelo lado F ela seja parente de uma ministra do PT e não gostou do que escrevi sobre esse partido, no qual aliás tenho alguns amigos. Algumas famílias mudam uma ou duas letras do nome. Fiz questão de dizer que nunca fui de direita, embora eu tenha alguns amigos que eram. No primeiro semestre alguns não queriam fazer relatório da forma como havia sido pedido pelos professores - que todos participassem de todas as partes. Tirei diversas notas baixas e fiquei preocupado que isso me dificultasse sair do Brasil. Talvez não tenham gostado do fato de eu muitas vezes não estar bem arrumado. Eu queria deixar claro que não queria um certo tipo de envolvimento com gurias, pelo menos não no primeiro semestre. Depois, tentando agradar, falei que em nossa turma só havia mulher bonita, o que não é mentira; acho que quase não existe mulher feia no mundo. Pode ser que a percepção delas seja muito diferente da minha. Afinal as mulheres acham que homem é bonito, eu não acho.
Naquele trabalho de pesquisa para anotar características falei com a maior parte da turma. Não falei com todo mundo porque outros colegas podiam também pegar dados e podíamos fechar a tabela com 40 ou 50. Gravei com celular que um moleque nem respondia a meus cumprimentos e acho que algumas imagens captadas nos corredores mostram mais algumas coisas interessantes. Na rampa um grupinho se levantava e saía assim que eu estava chegando perto. Um adventista (QUE NÃO É VIL) fazia questão de me ignorar perto de outros da turma. Um dia teve que passar por mim constrangido em outra situação, em outro ambiente. Aí ele mesmo se retirou de minha lista de amigos do Facebook. Perdi um tempão tentando adivinhar o motivo da aparente aversão de alguns por mim. Poderia ser preconceito contra Herbalife, contra minha condição financeira às vezes apertada, contra minha origem étnica ou contra algumas de minhas idéias ou porque eu me considerava amigo do Alan. Não gosto de rótulos psiquiátricos, não vou dizer que tive depressão. Em outubro comecei a andar mais de cabeça baixa do que de costume. Não só na esperança de achar mais notas de 20 e mais um anel de ouro mas também por causa de questionamentos e problemas envolvendo alguns da AMORC e por causa da situação de minha avó que inclusive fez com que eu ficasse meses sem ir a São Chico. Brasileiro normalmente é assim: quando vê alguém fragilizado coloca-o mais para baixo ainda ou tenta tirar proveito disto. Prato cheio para os canalhas. Em geral quem é bem burguesinho não gosta de mim. Dois colegas que tinham mudado em relação a mim tinham sobrenome em placas de ruas daqui. Podia ser isso ou 10 outras coisas. Eu ficava lembrando de coisas ruins que fiz que poderiam ter descoberto. Em novembro fiquei bem doente, temi que fosse gripe A. Em parte era rinite por causa do mofo do meu quarto que eu nem percebia. Essa é a minha versão dos fatos. Se quiserem me processar tudo bem porque já tô acostumado. Enfrentei 6 processos. Depois que passa é engraçado.
? Após digitar esse texto acima no meu Facebook hoje fiz mais os seguintes comentários no mesmo site de relacionamento:
* Por favor, não interpretem como justificativa, lamentação ou crítica ácida. É o penso sobre coisas - algumas graves - que ocorreram. Hoje acho engraçado.
há 7 horas ? Talvez parte dessa história tenha ocorrido porque canceriano é muito sensível demais e fica encucando. * Pode ser que o principal fator foi a diferença de idade. Em 2012 mais algumas pessoas além de meus sobrinhos me chamaram de tio. há 6 horasCurtirHaroldo SantosQuando em filas e na rua começam a chamar a gente de tio é forte indício de que a gente tá ficando velho.
* Joguem mais limões que eu faço mais limonada.
* PQP. Até fico com raiva de novo quando lembro que a M. A. P. após falar de novo comigo comprovad/ pelo menos no dia em que me entregou a lista de presença escreveu em determinadas circunstâncias e com acréscimos esquisitos que NUNCA falara comigo. Quando li isso fiquei muito indignado. Vim aqui p/ a lan house e escrevi que se não era isso ou aquilo TALVEZ ela devesse receber advertência. Sua amiga A. C. S. F. escreveu que a amiga NUNCA falara comigo e que eu tinha problema mental grave! A cretina da Ananda que só agrada quando precisa dos outros escreveu que eu era retardado. Gurizada, ou talvez fosse melhor dizer cambada, vocês têm noção do que fizeram?
* Demorei p/ conseguir começar acessos no Moodle. Depois tive mais uns problemas, por exemplo no código p/ acessar Anatomia. É que eu acessava Internet quase sempre com um pouco de pressa.
? Fiquei boa parte das férias tentando relaxar bem e esquecer certas coisas.
* O PQP pode ser interpretado como uma sigla romana, tipo o SPQR.
* Voltei algumas vezes ao computador há alguns dias preocupado em me comunicar c/ colegas e ver se via mensagem sobre trabalho que ficamos de entregar na primeira semana após as férias. Nada.
* A Ananda entre outras coisas tentou enrolar um professor num trabalho em que estava boiando. KKKKKKK.
há 14 minutos ? Curtir
P. S. - O sobrenome de um dos envolvidos era Will, por isso o trocadilho com VIL.